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Os casais Michelle-Barack Obama e Melania-Donald Trump antes da cerimônia de posse, nesta sexta-feira em Washington (EUA).

Lateral vive expectativa de fazer estreia oficial pelo Papão

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Neste sábado (21), às 17h15, o Paissandu faz a sua primeira partida na temporada contra o Santa Cruz/PE, no estádio do Arruda, em confronto válido pela Taça Asa Branca, que reúne o vencedor da Copa Verde contra o vencedor da Copa do Nordeste. Um dos onze reforços do Papão até o momento para a temporada 2017, o lateral-esquerdo Wilian Simões se prepara para fazer a sua estreia com a camisa bicolor.

“Estamos fazendo uma excelente pré-temporada e acredito que chegaremos bem preparados para disputar uma partida oficial com uma boa intensidade durante os noventa minutos. O Santa Cruz é um grande time e que sofreu uma reformulação em função da queda para a Série B. Tenho certeza que será um grande jogo, mas vamos com tudo em busca dessa taça”, revelou o lateral.

Completamente adaptado em Belém, Wilian Simões revelou que está feliz com esse novo desafio. “Fui muito bem recebido por todos no Paissandu. É um clube tradicional e que possui uma torcida fantástica. Temos tudo para fazer uma grande temporada e alcançar os objetivos propostos pela diretoria e comissão técnica. A nossa ideia é brigar por todos os títulos que vamos disputar, começando pela Taça Asa Branca neste final de semana”. Um dos destaques do Fortaleza na última temporada, Simões, que está com 28 anos, possui no currículo passagens em clubes como Sampaio Corrêa, Criciúma e Mirassol. (De AV Assessoria)

Globo e Extra unificam redações e mais de 30 jornalistas perdem o emprego

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Mais de 30 funcionários deixaram a Infoglobo nesta quinta-feira, 19. A empresa responsável pelos jornais O Globo e Extra reduziu as equipes das editorias de bairros, cultura, economia, esportes e saúde, entre outras. Demais setores, como diagramação e secretaria, também foram afetados com as demissões realizadas ao longo da manhã.

Diretor de redação de O Globo, Ascânio Seleme informa à reportagem do Portal Comunique-se que a movimentação de hoje não tem nada a ver com “crise econômica” ou “necessidade de redução de custos”. Ele revela que as demissões de agora fazem parte do processo de unificar as redações de O Globo e Extra. A integração de trabalho entre as duas publicações começará a valer a partir de 1º de fevereiro.

Com a unificação das redações dos jornais, Seleme conta que a estratégia visa trazer novos profissionais para a casa. Ele confirma, porém, que mesmo com as contratações a serem feitas, a estrutura da empresa ficará com menos 32 pessoas daqui para frente (considerando o número de funcionários antes dos cortes promovidos hoje).

“Percebemos, em meio ao trabalho de unificação das redações, que tínhamos alguns quadros ‘dobrados’ e áreas comuns nos dois jornais e fizemos ajustes”, diz o diretor de O Globo, que destaca: com a integração, as equipes de jornalismo dos dois diários deixarão a Rua Irineu Marinho e vão se mudar para um “prédio novo”, que fica na Rua Marquês de Pombal (no mesmo espaço mantido pela Infoglobo no bairro carioca de Cidade Nova).

A mudança não será apenas física. Com a redação integrada, o conteúdo produzido por Extra e O Globo terá cada vez mais um olhar para além do meio impresso. É o que promete o próprio Seleme. “Estamos preparando um novo jornal com foco total no digital, principalmente para dispositivos móveis”, afirma o executivo.

Profissionais demitidos
Na parte responsável pelo noticiário voltado aos bairros da capital fluminense, uma dispensa foi levantada pela reportagem do Portal Comunique-se. Trata-se do editor-assistente Natanael Damasceno, que cuidava do suplemento semanal ‘Zona Sul’. Profissional que construiu carreira na casa, ele estava na publicação desde 2000, quando ingressou como estagiário.

Da equipe de cultura, que cuida do ‘Segundo Caderno’, dois jornalistas foram dispensados: o editor-assistente Eduardo Fradkin e a repórter Natalia Castro. Assim como Damasceno, Fradkin estava há mais de uma década na lista de funcionários de O Globo.

Em economia, mais uma dupla deixa a publicação. Com a decisão da direção da empresa de mídia em reduzir o quadro de colaboradores, a repórter Andrea Freitas (no jornal desde 2010) pediu o seu desligamento. Enquanto isso, Juliana Garçon (contratada desde 2013), também integrante da equipe de reportagens econômicas, foi dispensada.

O caderno de esportes do diário sofreu um corte. Quem deixa a editoria é o repórter Marcelo Alves, outro jornalista que pertencia ao time que estava há mais de 10 anos no jornal. Contratado por O Globo desde maio de 2006, ele passou pelas editorias de ‘País’ e ‘Rio’ – até chegar a crônica esportiva em 2010, seção em que cuida do blog ‘Planeta que Rola‘.

Na editoria de saúde, quem deixa o jornal é Jaqueline Falcão (contratada desde 2009), da sucursal em São Paulo. Editor da home page de oglobo.com, Leonardo Pimentel estava na empresa de comunicação desde 2010. Por meio de sua página no Facebook, ele informou que está disponível a novas propostas de emprego. “Povo, escapei de um monte de passaralhos, mas desta vez ele me alcançou, e estou nas estatísticas de desemprego. É ruim? Com certeza. Mas, como disse uma amiga que já me ligou hoje, grave é doença”, escreveu.

Demissões no Extra
Outra publicação mantida pela Infoglobo, o Extra também foi impactado pela onde de cortes desta quinta-feira, 19. De acordo com informações levantadas pela reportagem do Portal Comunique-se deixaram o jornal carioca três profissionais da redação: Clarissa Monteagudo, Fabiana Silva e Samantha Vicentini. (Do Comunique-se)

Japiim vence Leão em jogo tumultuado

O Remo sofreu ontem à noite sua primeira derrota sob o comando do técnico Josué Teixeira. O time foi derrotado pelo Castanhal, por 3 a 1, em amistoso realizado no estádio Maximino Porpino, em Castanhal. Os azulinos abriram o placar, ainda no primeiro tempo, através do volante Marquinhos. George empatou para o Castanhal, que chegou à vitória com gols de William Saroa.

Nos acréscimos, a partida foi interrompida depois do sumiço de gandulas e bolas no estádio. Os remistas reclamaram muito da arbitragem, que chegou a marcar e desmarcar um pênalti para o Remo.

 

O conspirador mar de Paraty

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POR LUÍS COSTA PINTO, no Poder360

O mar de Paraty está para a política brasileira como o Triângulo das Bermudas esteve para o imaginário norte-americano nas décadas de 1960 e 1970.

Se naufrágios e desaparecimentos de aeronaves na região das Bermudas, na América do Norte, embalaram o folclore pós incidente de Roswell e marcaram uma geração que lia Seleções do Reader’s Digest e acreditava na existência de conspirações extraterrestres para subjugar a supremacia humana na Terra, haverá quem enxergue nas tragédias aéreas ocorridas nos últimos anos entre o litoral sul do estado do Rio de Janeiro e o norte de São Paulo uma conspiração da História contra nossa consolidação como nação democrática.

De 1992 para cá morreram naquela região, sempre em acidentes aéreos resultantes de voos empreendidos em dias de chuva intensa, Ulysses Guimarães, Eduardo Campos e Teori Zavascki.

Ulysses, cujo corpo jamais foi encontrado, sumiu no mar junto com a mulher, Mora, e mais um casal de amigos pouco mais de um mês depois de consumado o primeiro impeachment de um presidente da República levado a cabo em todo o mundo: o de Fernando Collor.

Arquiteto do processo de abertura política do Brasil, Ulysses havia sido um dos maiores artífices da redemocratização nacional e tornou-se fiador da queda de Collor. Estava reservado a ele o papel de Conselheiro Supremo do governo Itamar Franco, que ora se iniciava naquele outubro de há 25 anos. Numa manhã de borrasca o mar de Paraty tragou a memória republicana e a consequência nata de homem de Estado que residiam juntos em Ulysses Guimarães.

Há menos de 3 anos, numa tragicamente inesquecível manhã chuvosa e fria de agosto, caiu em Santos o jatinho em que viajavam o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos e parte da equipe que o acompanhava nas viagens empreendidas pelo país. Haviam apenas iniciado uma campanha à Presidência marcada até ali por engenhosa construção de amplitude política e vigorosa semeadura de esperança. O jovem político pernambucano foi a mais habilidosa liderança forjada pelas urnas depois da ditadura militar. Era o único político capaz de efetuar, naquele momento, uma transição pacífica entre os tucanos do PSDB, determinados a voltar ao poder mas carentes de votos, e os petistas que dominavam o Executivo federal desde 2003 com a ascensão de Lula e a confirmação de sua popularidade nas urnas de 2006, 2010 e 2014.

Com Eduardo Campos morreu a possibilidade de transição suave e gregária entre esses dois pólos partidários do Brasil, separados por um PMDB que ora adere a um deles, ora a outro, e que sempre ficou à espreita para tomar de assalto os postos-chave da máquina pública. E isso enfim aconteceu em junho do ano passado, na esteira da deposição de Dilma Rousseff. A presidente deposta se ressentiu da habilidade revelada por Campos em 2005, quando foi um dos generais de Lula na luta contra um golpe da oposição que se urdiu no Congresso e foi debelado com maestria nos bastidores.

Ontem o mar de Paraty selou a biografia de Teori Zavascki, dando a ela um desfecho inesperado e abreviando a trajetória de um dos mais relevantes juristas contemporâneos do país.

Um entre os 11 ministros do Supremo Tribunal Federal, Zavascki sabia se conservar austero nas palavras num plenário em que passamos a assistir, nos últimos anos, a espetáculos deprimentes de provocações e arrivismos entre juízes.

Magistrado que sabia o valor e a eloquência dos autos, evitava antecipar votos ou desperdiçar palavras na mídia: pronunciava-se por meio das sentenças e dos despachos.

Senhor dos ritos e dos procedimentos dos processos que lhe cabia julgar, soube ter a dimensão de seu papel na História e puxou as orelhas até de candidatos a santos e a beatos, como Sergio Moro, quando este estraçalhou a impessoalidade e a moralidade da toga e agiu como protagonista da cena política divulgando ilegalmente e ao atropelo da decência conteúdos de conversas telefônicas captadas entre uma presidente da República e um ex-presidente.

Teori tornava grandes seus pequenos gestos. E conferir normalidade à missão gigantesca da qual estava incumbido – a de relatar os processos da Lava Jato no que tangia àqueles réus com prerrogativa de foro – era um comportamento diferente e salutar numa Brasília povoada por alpinistas biográficos.

A grande conspiração da História nesse enredo até ontem improvável da morte de Teori Zavascki foi a de privar o Brasil do julgamento de um juiz que se pronunciava com o senso de Justiça a lhe governar a alma, e não como auxiliar da promotoria dos justiçamentos fáceis de quem busca apenas escutar o senso comum. Teori parecia ter a coragem singela de ser ele mesmo em suas sentenças, e não aquilo que esperavam dele. Isso o tornava diferente. E gigante.

Junto com Teori, empresário levava massoterapeuta no avião para Paraty

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O empresário Carlos Alberto Filgueiras, de 69 anos, estava com dores nas costas por causa de uma inflamação no nervo ciático. Por essa razão, quis levar para passar alguns dias em sua casa em Paraty uma massoterapeuta. Muito jovem, a profissional só pôde embarcar no avião depois que o dono dos hotéis Emiliano aceitou levar também a mãe da moça.

O nome da mãe da massoterapeuta é Maíra (foto abaixo). O nome da filha não foi divulgado. O Poder360 ouviu essas informações de pessoas ligadas ao empresário, que morreu nesta 5ª feira (19.jan.2017) a bordo de seu avião em Paraty (RJ).

A grafia do nome da mãe da massoterapeuta e o seu sobrenome não foram confirmados oficialmente pelas autoridades apurando o acidente quando o Poder360 publicou este post nos primeiros minutos desta 6ª feira (20.jan.2017). Maíra, sua filha, o ministro do STF Teori Zavascki e o piloto da aeronave, Osmar Rodrigues, 56, foram as outras 4 vítimas no acidente.

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Teori conhecia Carlos Alberto há alguns anos. Seus laços de amizade se fortaleceram quando o magistrado ficou diversas vezes hospedado no hotel Emiliano, em São Paulo, durante um penoso tratamento de sua mulher, que estava com câncer. Maria Helena Marques de Castro Zavascki era juíza federal e morreu aos 50 anos em agosto de 2013.

De temperamento público comedido, Teori acabou se aproximando de Carlos Alberto, uma pessoa expansiva e conhecido por ter muitas namoradas, quase sempre bem jovens. Ficaram cada vez mais amigos.

O jeito expansivo e namorador de Carlos Alberto contrastava com a imagem “low profile” cultivada por Teori. Nesta 5ª feira (19.jan.2017), a experiente jornalista Luiza Pastor publicou em uma rede social 1 texto (leia aqui) sobre como se comportava o dono do hotel Emiliano no ambiente feminino.

Segundo a jornalista, Carlos Alberto vivia “rodeado de belas mulheres, daquele tipo que se dispõe a ser mero enfeite”.

Certa vez, relata Luiza Pastor, o empresário “perguntou como fazer para encontrar uma mulher interessante, inteligente e que não pensasse apenas em seu dinheiro”. A jornalista respondeu:

“Que tal começar procurando em algum lugar que não seja o Café Photo ou o Bahamas? Se você, por acaso, conseguir encontrar uma mulher com esse perfil e, de cara, convidá-la a passar o fim de semana em sua casa de Paraty, presenteando-a com um jogo de malas Louis Vuitton, com certeza ela vai sair correndo de susto”.

Mãe e filha

As duas passageiras que, até então, não tiveram seus nomes revelados são a massagista Maíra Panas e sua mãe, Maria Hilda Panas. Nenhuma delas sobreviveu.

Ambas seriam da cidade de Juína, no interior do Mato Grosso, e as mortes foram confirmadas pela imprensa local. Maíra trabalhava no hotel Emiliano, pertencente a Carlos Alberto, e morava em São Paulo há dois anos. Era considerada amiga e funcionária de confiança do empresário. A viagem para Paraty (RJ), onde o acidente ocorreu, foi um presente de aniversário para a mãe da moça, comemorado no último dia 15.

Nas redes sociais, amigos lamentaram o falecimento de Maíra, que também era dançarina e modelo. De acordo com testemunhas, ela ainda foi vista com vida no mar e pediu socorro, mas não conseguiu ser retirada dos escombros a tempo. O avião, de modelo Beechcraft C90GT, de pequeno porte, saiu do aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, e caiu por volta das 13h30 perto de Ilha Rasa, a poucos quilômetros da pista de pouso. (Com informações da Revista Forum e de Poder360)

Enquanto isso, no país do golpe…

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O sujeito citado 43 vezes nas delações vai escolher o novo relator da Lava Jato no STF. O Brasil, definitivamente, não é para amadores.