Record demite apresentador que fez ofensa racista à cantora Ludmilla

20170118-2

Menos de 24 horas depois da polêmica envolvendo o jornalista Marcos Paulo Ribeiro de Moraes, conhecido como Marcão do Povo, e a cantora Ludmilla, chamada de “macaca” pelo comunicador, a Record decidiu encerrar o contrato com o profissional. A partir desta quinta-feira, 19, o ‘Balanço Geral DF’ estará sob novo comando. O canal ainda não informou o nome do profissional que ficará responsável pela apresentação.

Em comunicado, a Record lamentou o ocorrido e se desculpou pelos transtornos causados à cantora Ludmilla, sua família e seus fãs motivados pelo comentário feito pelo apresentador. “A emissora repudia qualquer ato dessa natureza e afirma que este tipo de conduta não está na linha editorial de nosso jornalismo”, ressaltou.

Ainda na nota, o canal explica que, por não concordar com a postura do jornalista, “optou por rescindir o contrato do apresentador Marcão”. Marcão chegou à Record em agosto de 2016, quando foi chamado para comandar o ‘Balanço Geral DF’. Quando fechou contrato com o canal, ele afirmou que “foram anos e anos esperando por uma oportunidade como essa”.

“Tenho amor pela Record porque é uma emissora que preza pela família brasileira. Só tenho a agradecer a todas as pessoas que influenciaram na minha contratação e a todos aqueles que me ajudaram ao longo do caminho de ter chegado até aqui. Pretendo, claro, galgar ainda mais sonhos e alcançar mais objetivos. O céu é o limite”, disse entrevista ao R7. Antes de ir para a Record, Marcão presentava o ‘Chumbo Grosso’ na TV Goiânia, afiliada da Band em Goiás.

Entenda a história
Âncora do ‘Balanço Geral DF’, da Record, o jornalista Marcos Paulo Ribeiro de Moraes, conhecido como Marcão do Povo, chamou a cantora Ludmilla de “macaca” no programa veiculado na segunda-feira, 9. O caso só ganhou a mídia agora depois de o vídeo se espalhar pela rede. Marcão ofendeu a funkeira durante o quadro ‘A Hora da Venenosa’. Ao lado da jornalista Sabrinna Albert, ele estava criticando a cantora por seu suposto comportamento com os fãs. “É uma coisa que não dá para entender. Ela era pobre, macaca, pobre, mas pobre mesmo”, disse Marcos, que emendou: “eu também era pobre e macaco, falava isso para os meus amigos. Hoje, digo que sou rico de saúde, graças a Deus”. (Do Comunique-se)

Barão anuncia volta sem Frejat e com Rodrigo Suricato no vocal

hqdefault

POR CAUÊ MURARO, no G1

O Barão Vermelho anunciou nesta terça-feira (17) que Roberto Frejat não faz mais parte da banda e vai ser substituído por Rodrigo Suricato, do Suricato.

Em entrevista ao G1 por telefone, o baixista Rodrigo Santos afirmou Frejat seguirá em carreira solo e que sua saída “foi numa boa, ninguém brigou”. “Somos todos amigos – eternamente amigos”, disse. “Foi uma decisão de comum acordo. E o Frejat elogiou o Rodrigo Suricato como cantor, a gente gosta muito dele.”
Em seu perfil no Instagram, Rodrigo Suricato comentou “o honroso e desafiador convite”. “Agora tenho tenho duas casas para me expressar: Barão Vermelho e Suricado”, escreveu, explicando que vai conciliar os dois grupos (leia, abaixo, a íntegra do texto).

Roberto Frejat foi um dos fundadores do Barão Vermelho, que começou a carreira em 1981. Na época, o líder era Cazuza (1958-1990), que saiu em 1985. A partir dali, o próprio Frejat assumiu o vocal.
Além de Rodrigo Suricato e de Rodrigo Santos (que entrou em 1992), a formação atual do Barão tem dois de seus músicos fundadores: Guto Goffi na bateria e Maurício Barros no teclado. O guitarrista Fernando Magalhães (que entrou em 1985) completa o time.
O plano é que o primeiro show com Rodrigo Suricato no Barão aconteça em maio. A apresentação deve abrir uma turnê comemorativa dos 35 anos do grupo. De acordo com Rodrigo Santos, a ideia é entrar em estúdio “ou no final deste ano ou no início do ano que vem” para gravar um disco de inéditas.

“Existe um hiato na cena de rock nacional, e o Barão tem todos os pré-requisitos pra preencher. Chegou a hora do Barão, é hashtag #barãoprasempre”, afirmou. “A fase de paradas, de interrupções e de férias acabou. O Barão está de volta – e com alma de garotos.”
Da atual formação, Rodrigo Suricato passa a ser o mais jovem, com 37 anos. Seus novos parceiros nasceram na década de 1960. Santos também adiantou: “Na comemoração dos 40 anos do Barão, em 2022, esperamos estar todos juntos, e com o Frejat também. Ele sempre teve as portas abertas”.

frejat-11-001

Rodrigo Santos lembra que a turnê dos 35 anos de carreira do Barão Vermelho estava acertada para 2017. “Quando acabou a tour 2013 [celebrando os 30 anos do Barão], a gente pré-combinou que iria parar por cinco anos de novo – para não ficar comemorando só de dez em dez anos. O Barão merece estar na estrada”, explicou.

“A gente foi meio que aceitando, deixando correr, até pela importância do Frejat. Só que chegou uma hora… No meio do ano passado, teve uma reunião em que a gente falou: ‘Vamos voltar, tá tudo certo’. Mas o Frejat disse que estava com muitos compromissos, querendo se dedicar à carreira solo, não era uma boa hora pra ele. E a gente achava que seria uma hora boa pra gente…”

“Chegou uma hora em que muitos pensavam de uma maneira, e o Frejat de outra. Talvez fosse a hora de cada um seguir o caminho”. Além de Rodrigo Suricato, outros nomes foram cogitados como substituto do cantor e guitarrista. “Precisava achar alguém que combinava com a banda, e a gente não sabia se o Rodrigo estaria disponível”, disse o baixista.

“Depois, a gente descobriu que ele tava available – e foi uma honra para ele. A gente marcou um ensaio para ver se rolava a vibe, e o Rodrigo já chegou com 19 músicas. A gente tacou fogo, tocou quatro horas sem parar. Foi decisivo, encaixou perfeitamente. A partir daquele momento, ele era o cantor e guitarrista do Barão, com toda humildade de reconhecer o legado Frejat”.

Íntegra do texto de Rodrigo Suricato sobre sua entrada no Barão Vermelho:

Barão Vermelho e Suricato. Vamos nessa 2017

Recebi o honroso e desafiador convite de cantar e tocar guitarra na maior banda de rock do Brasil, celebrando seus 35 anos de história em 2017. Agora tenho duas casas para me expressar: Barão Vermelho e Suricato.

Como artista, naturalmente curioso e interessado, me sinto muito atraído por novas formas de expressão. Toquei e gravei com muita gente, dos estilos mais diversos, e sempre com meu próprio sotaque, sem muita crise de identidade.

Ser plural, musicalmente falando, é a maior prova de fidelidade que posso dar ao artista que sou hoje. ‘Ser dois, ser dez e ainda ser um’ como escreveu o Herbert.

Eu amo a troca, principalmente quando ela flui de forma não imposta. Quando ela simplesmente “acontece” sem explicar muito.

Depois de uma improvável ligação do Maurício Barros ( tecladista ) pisquei o olho para aquele dia 19 de novembro cinza e confuso. Fizemos um ensaio onde lembrei de cabeça de 19 canções sem ter feito nenhum dever de casa. Ok, vamos nessa.

Confesso que é estranho e ao mesmo tempo familiar quando me imagino naquele palco do Cazuza e do Frejat. Dois GRANDES ídolos, insubstituíveis, patrimônios da nossa música. Críticas serão inevitáveis e eu passarinho quanto a isso. Tenho muito respeito pela história do Barão e agradeço o carinho e gentileza do Frejat.

Minha intuição é que irei me divertir bastante junto aos queridos Maurício Barros, Guto Goffi, Fernandão Magalhães e Rodrigo Santos.

A fuselagem sólida que faz o Barão Vermelho voar e me recebeu com tanto carinho. Garotada boa e cheia de gás ❤

O que temos hoje, pelo menos até agora, é uma grande vontade de levar para o vocês esse incrível repertório. Vamos arrebentar nos shows. O futuro, as canções e as parcerias pertencem ao tempo e só ele dirá.

Que esse mesmo tempo e nossa generosidade permitam a construção de laços fortes para deixar o vôo com a paisagem mais bonita, pelo tempo que for. Agradeço a honra e confiança no meu taco para um momento tão importante da história do grupo.

Aos amados fãs da Suricato: A banda segue em todas suas possibilidades, preparando um novo disco para 2017. Iremos nos ver bastante por aí. Enquanto meu coração.

Sobre a crise que assola o jornalismo

demissoes-balanco-2016-990x684

POR ALMIR RIZZATTO, no Comunique-se

Nos últimos anos estão sendo trágicos e deflagraram uma crise no jornalismo. Arrecadações cada vez menores em publicidade, quedas nas vendas e más administrações vêm derrubando veículos de comunicação (alguns até tradicionais). Muitos que tentam sobrevida cortam editorias, atrasam salários, oferecem condições precárias de trabalho e enxugam o número de profissionais.

Pelas conversas que tenho com colegas que trabalham em redação, o clima é sempre tenso. A possibilidade de ser demitido a qualquer momento atormenta qualquer um.

De acordo com levantamento feito pelo jornalista Sidney Rezende, mais de 1.200 colegas foram demitidos em 2016. Isso só em São Paulo! E sem contar os PJs, que trabalham como prestadores de serviço e que hoje em dia representam boa parcela da nossa classe.

A nossa responsabilidade
Sim, a situação é grave e sabemos que o quadro só vem piorando, mas a grande questão é: o que você vem fazendo diante da crise no jornalismo?

Faça uma autocrítica, independentemente de você estar atualmente empregado ou não. Depois que se formou, você se aperfeiçoou? Buscou mais capacitação? Fez cursos que pudessem prepará-lo para uma nova atuação no jornalismo? Participou de palestras, workshops e congressos, mesmo online, sobre as mudanças na comunicação? Você já está pronto para atuar nesta nova era, inclusive no marketing digital?

Caso a resposta seja “não” para várias das perguntas acima, fica claro que não é só o jornalismo que precisa se reinventar, certo?

Como comunicadores, temos talentos múltiplos, cobiçados pelo mercado. Tire da cabeça a ideia de trabalhar apenas em redações ou com assessoria de imprensa. Empreenda! Mergulhe na nova era para prestar serviços online ou até mesmo transformar seus conhecimentos como jornalista em produtos digitais.

Ainda não é tarde para começar, mas daqui a pouco pode ser…

PSDB viu no uso político oportunista do MPF a única forma de voltar ao poder

POR JOAQUIM DE CARVALHO, no DCM

Durante uma audiência, dia 12 de dezembro, para ouvir uma testemunha no processo sobre o tríplex do Guarujá, em que o Ministério Público Federal acusa Lula de ser o proprietário, o juiz Sérgio Moro gritou com um dos advogados de defesa, Juarez Cirino dos Santos. “Doutor, está sendo inconveniente. Já foi indeferida sua questão. Já está registrada e o senhor respeite o juízo!”, disse.

O advogado não se deixou intimidar. “Eu? Mas, escuta, eu não respeito Vossa Excelência enquanto Vossa Excelência não me respeita enquanto defensor do acusado. Vossa Excelência tem que me respeitar como defensor do acusado, aí então Vossa Excelência terá o respeito que é devido a Vossa Excelência. Mas se Vossa Excelência atua aqui como acusador principal, Vossa Excelência perde todo respeito”, respondeu o advogado.

Esse enfrentamento da defesa não foi um caso isolado. Dias antes, o próprio Cirino havia advertido Sérgio Moro de que suas perguntas iam além do teor da denúncia. Moro respondeu que havia “um contexto” e Cirino disse que só havia contexto na cabeça dele, porque as perguntas não podem ir além do que diz a denúncia.

Essa advertência foi interpretada no meio jurídico como um “puxão de orelha” do advogado em Moro e ganhou repercussão principalmente pelo fato de que Cirino é considerado um dos papas do Direito Criminal do Brasil. Além disso, Cirino tem 74 anos de idade e Moro, 44.

Professor universitário, Cirino tem um livro, “Curso de Direito Penal”, que é apontado como um marco acadêmico. “O melhor Curso de Direito Penal já escrito. Sim, de todos os tempos. Sim, em todo o mundo. “O” livro que você precisa, mas pode chamar de bíblia dos criminalistas críticos. É antes/ depois de Cirino (aC/ dC)” , escreveu, nas redes sociais, o professor de Direito Penal da Universidade de São Paulo, Maurício Stegemann Dieter.

O endurecimento da defesa de Lula, em relação a Moro, faz parte de uma estratégia para enfrentar um processo que Cirino considera atípico. “A Lava Jato é um processo político”, disse Cirino, em entrevista ao DCM.

“Vamos agir estritamente como defensores técnicos, mas sem deixar de denunciar o processo político subjacente aos processos criminais, como a única forma de defesa não apenas do presidente Lula, mas da própria democracia no Brasil.”, disse Cirino ao DCM, no mesmo dia em que se preparava para responder a uma citação a Lula, no quinto processo aberto contra ele em Curitiba.

A defesa de Lula, da qual Cirino faz parte juntamente com mais três advogados, teria dez dias de prazo para rebater 188 páginas da denúncia sobre um terreno no centro de São Paulo onde seria construído o Instituto Lula e o aluguel de um apartamento vizinho ao de Lula, em São Bernardo. “Não tem uma prova, só suposições, mas vamos responder. Tecnicamente”, disse.

juarez2

Leia os principais trechos da entrevista:

DCM – Por que a defesa do presidente Lula está mais agressiva?

Juarez Cirino dos Santos – A defesa de Lula não é uma defesa agressiva, mas uma defesa conflitual, ativa, ofensiva. Estamos enfrentando um processo que é nitidamente político. Um processo que tem aparência de processo criminal, mas é um processo político.

Alguns podem interpretar essa postura da defesa como desespero, diante de uma derrota iminente.

Essa interpretação é absolutamente equivocada. É uma estratégia da defesa. Na verdade, nos processos criminais contra Lula, não existem fatos concretos imputados, existem apenas suspeitas, suposições, hipóteses. Logo, não existe nada, absolutamente nada que prove o envolvimento do presidente Lula com fatos criminosos de qualquer natureza. O que existe é apenas isto: uma guerra judicial-midiática-conservadora para destruir a imagem pública e a figura política do ex-presidente Lula.

Enquanto o Ministério Público Federal promove processos políticos, sob aparência de processos criminais, contra o ex-presidente Lula, a defesa trabalha com argumentos jurídicos para destruir processos políticos em forma de imputações jurídicas. Em outras palavras: eles fazem um processo político, nós fazemos uma defesa jurídica, mas para que a defesa jurídica tenha possibilidade de êxito, é preciso denunciar o que está por trás disso.

E o que está por trás? 

Algo de muito sério: o emprego do sistema de justiça criminal como arma de guerra política contra determinados inimigos internos, conhecido sob o conceito de lawfare, na literatura americana. Os objetivos dessa guerra política através do sistema penal são múltiplos: danificar a imagem pública do adversário, destruir a legitimação política do oponente, absorver/ empatar o tempo útil da vítima, obter vitórias na opinião pública contra o inimigo etc.

No caso Lula, a guerra legal promovida pelas forças tarefas do MPF, com a utilização da capacidade tecnológica de investigação da Polícia Federal e a aparente coordenação dos órgãos jurisdicionais competentes, pretende atingir simultaneamente todos e cada um desses objetivos estratégico-táticos, impossíveis pelos métodos normais de ação partidária – ou seja, com o debate público de programas políticos em campanhas eleitorais, o método tradicional de luta pelo poder do Estado nas sociedades capitalistas.

O uso da lei penal como arma ou instrumento de guerra política, pela ação integrada de procuradores da república e de juízes federais na Operação Lava Jato, por exemplo, representa grave perversão do devido processo legal, produzida por propósitos político-partidários subjacentes aos procedimentos policiais-judiciais, que solapam as finalidades político-criminais atribuídas ao sistema penal. Como se vê, existe uma organização política, um movimento ideológico, que tem por trás um partido político, que incentiva essa ação.

Que partido?

O partido que perdeu quatro eleições presidenciais para Lula e Dilma e não aceitou a última derrota. Então, vislumbrou no uso político oportunista de setores conservadores do Ministério Público Federal (e da Polícia Federal) e de alguns segmentos da Justiça Federal, a única forma de voltar ao poder.

O PSDB?

Sim, mas outros partidos políticos conservadores também se aproveitaram disso. O que querem é tirar um concorrente de peso do caminho. É um processo político.

Há chance de Lula reverter isso no Poder Judiciário?

Claro! Basta que o Poder Judiciário cumpra o papel constitucional de aplicar o direito ao caso concreto, independente de pressões políticas ou distorções ideológicas. Além disso, existem os recursos, que integram o princípio da ampla defesa, e vamos utilizar todos os recursos possíveis e disponíveis para demonstrar a improcedência das acusações, ou a óbvia parcialidade de alguns órgãos jurisdicionais brasileiros. Como sempre, vamos agir estritamente como defensores técnicos, mas sem deixar de denunciar o processo político subjacente aos processos criminais, como a única forma de defesa não apenas do presidente Lula, mas da própria democracia no Brasil.

Nesse contexto, como classificar a forma como o juiz Sérgio Moro conduz os processos contra Lula na vara dele?

O juiz Sérgio Moro é um magistrado competente, do ponto de vista técnico, mas que tem se comportado, do ponto de vista do processo criminal concreto, como o acusador principal.

CBF altera data de estreia do Leão na Copa do Brasil

copa-do-brasil

A CBF informou à Federação Paraense de Futebol na tarde desta terça-feira, 17, que a estreia do Remo na Copa do Brasil foi transferida do dia 15 para 16 de fevereiro, atendendo solicitação feita pelo clube paraense. A diretoria do Leão pediu a mudança tendo como justificativa o clássico contra o Paissandu, válido pelo Campeonato Paraense, previsto para 12 de fevereiro. 

A partida contra o Brusque (SC) está confirmada para 20h30 (HBV), no estádio Augusto Bauer, em Brusque, a cerca de 100 km de Florianópolis. A partir deste ano, a Copa do Brasil terá algumas mudanças em seu regulamento. Antes, dois jogos (em ida e volta) compunham todas as fases da competição. Caso o visitante vencesse por dois gols ou mais de diferença, era eliminado o jogo de volta. 

Agora haverá somente um jogo entre, sendo mandante a equipe com posição inferior no Ranking da CBF. Por isso, no confronto entre Brusque e Remo, o representante paraense será o visitante. Outra modificação é a vantagem do empate para os visitantes nas duas fases iniciais, sem o gol qualificado como critério de desempate. Esse critério retorna nas próximas fases do torneio.