Exército chinês

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POR CARLOS PEREIRA – via Linkedin

O mapa do futebol mundial poderá passar por grandes transformações nos próximos anos. Inevitavelmente, a discussão sobre a qualidade do futebol ainda fica restrita aos sul-americanos, com os seus grandes talentos individuais, e aos europeus ocidentais, com os seus organizados e bem-sucedidos campeonatos.

O que temos visto nesses últimos anos é o crescimento exponencial em mercados com pouca tradição que ainda não conseguimos afirmar se realmente irão prosperar ou se tornarão mais uma promessa não concretizada. Temos exemplos históricos de países que tentaram criar ligas promissoras e multimilionárias, mas que não conseguiram avançar. Citando de forma rápida, vimos a expansão da J-League no Japão durante a década de 90, porém sem conquistar o sucesso global esperado. Também tivemos casos isolados no Oriente Médio, com a contratação de grandes jogadores e treinadores por verdadeiras fortunas, porém sem uma efetiva organização coletiva. E os EUA, na década de 70, quando lendas como Pelé, Eusébio, Muller, Beckenbauer e Cruyff tentaram popularizar o esporte por lá.

O texto de hoje e da próxima semana tratarão do futebol atual nas duas maiores potências econômicas do mundo: China e Estados Unidos. Será que esses países conseguirão fincar suas bandeiras no mundo do futebol, com o mesmo nível de excelência organizacional que vemos em países como Inglaterra, Espanha e Alemanha? O que sabemos é que são dois modelos bem distintos um do outro e que valem a pena ser analisados.

Começaremos com a China…

Em meados da década de 90, a China começou a importar jogadores para a sua liga local, porém de uma maneira bastante modesta. Jogadores desconhecidos foram desbravar esse novo mercado com a esperança de conquistar a sua independência financeira. Nessa época, alguns brasileiros se aventuraram por lá em troca de contratos anuais em torno de US$ 100 mil. Como base comparativa, esse valor é o que o argentino Carlos Tevez receberá por dia em sua conta pelo contrato assinado em dezembro com Shangai Greenland Shenhua. Para atuar no clube por duas temporadas, receberá o estratosférico valor de US$ 240 milhões, tornando-se o maior salário do futebol mundial, à frente dos dois maiores astros do planeta, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi.

Esse recorde parece que terá prazo curto para ser quebrado, pois a cada dia especula-se uma nova investida. Nas últimas semanas, notícias sobre propostas a estrelas do futebol mundial movimentaram o mercado. Um clube chinês teria feito uma proposta de € 300 milhões ao Real Madrid por Cristiano Ronaldo, com o pagamento de salário de € 100 milhões por ano ao jogador. Lionel Messi também teve seu nome citado como pretendido pelo clube Hebei Fortune para receber valores similares aos oferecidos a Cristiano Ronaldo. Também há sondagens para jogadores como Robert Lewandowski, Alexis Sanchez, Pepe, Arda Turan e Edinson Cavani que se equiparam aos valores hoje pagos a Tevez. Sem contar outros nomes que também já estavam na China ou chegaram agora com salários maiores aos pagos pelo mercado europeu, como os brasileiros Oscar, Hulk, Ramires e Alex Teixeira, o argentino Lavezzi, o belga Witsel e o italiano Graziano Pelle.

Esse potencial de investimento só é possível graças a dois fatores fundamentais: (1) o apoio do governo chinês, liderado pelo presidente Xi Jinping, que sonha em transformar o país em uma potência do futebol mundial até 2050; (2) e o investimento de empresas chinesas gigantescas, muitas delas diretamente ligadas ao Estado, que possibilitam a contratação de grandes estrelas, a construção da infraestrutura necessária e a criação de programas para a formação de jogadores e promoção do futebol pelo país.

Há um dilema bastante interessante e que merece total cuidado nessa empreitada chinesa. Hoje há um limite para a contratação de no máximo 5 jogadores estrangeiros por equipe, sendo que 4 podem atuar como titulares em cada jogo. Dessa forma, a Super Liga Chinesa quer garantir que, a presença de grandes estrelas do futebol mundial, possibilitem o desenvolvimento técnico dos jogadores chineses e estimule o interesse dos jovens que sonhem um dia ser um desses ídolos. Essa limitação impacta na qualidade técnica dos jogos nesse primeiro momento, portanto o modelo precisa ser entendido por todos como algo que conquistará resultados concretos a médio prazo. Mesmo assim, os resultados parecem satisfatórios. A média de público do campeonato chinês já é a 6ª do mundo, com média acima de 22 mil pessoas por jogo, à frente do Campeonato Brasileiro. A tendência é que esses números cresçam bastante nos próximos anos com a chegada de novas estrelas e com a construção de estádios modernos.

A política adotada pelo governo é tão agressiva que o futebol passou a ser parte do currículo escolar obrigatório. Em 5 anos, pretende-se alcançar 8 milhões de crianças que pratiquem futebol regularmente, contra 50 mil que praticavam em 2015. O modelo a ser seguido tem como base o que foi adotado pelo país para tornar-se uma potência nos esportes olímpicos. Em 1988, o país conquistou 4 medalhas de ouro e, em 2008, sediaram os Jogos em Pequim e conquistaram 100 medalhas, sendo 51 de ouro, desbancando os Estados Unidos da liderança.

O sonho chinês pode sim tornar-se realidade. O país possui a maior população do mundo capaz de fabricar bons jogadores e conquistar fãs, tem um poder de investimento elevado e apoio incondicional do governo local. Para que não se torne um pesadelo, é preciso muito cuidado com a inflação gerada na contratação de jogadores, pois se hoje as propostas já assustam o mercado, não temos ainda parâmetros para saber onde estará esse perigoso limite.

O texto da próxima semana falará sobre o plano de expansão do futebol nos EUA e da Major League Soccer.

*Texto originalmente publicado na Universidade do Futebol: http://universidadedofutebol.com.br/o-exercito-chines/

Papão treina para entrar forte no Parazão

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O Paissandu treina com afinco na fase de preparação para o Campeonato Paraense, competição que vai concentrar as atenções do time até o final de fevereiro. Jogadores importados e remanescentes da temporada passada vêm se condicionando todos os dias, na Curuzu, sempre com exercícios que incluem treinamentos com bola.

Marcelo Chamusca prefere esse tipo de prática, a fim de garantir o interesse total dos atletas pelas orientações ministradas. No próximo sábado, às 9h, na própria Curuzu, os profissionais enfrentarão em jogo-treino o time que disputou a Copa SP de Futebol Junior. A intenção do técnico é observar a garotada e dar ritmo aos jogadores do elenco de profissionais. (Com informações e fotos de JORGE LUIZ/Ascom PSC)

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Depois de esfaqueado, pastor pede R$ 8 milhões aos fiéis

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DA REVISTA FORUM

O pastor Valdemiro Santiago voltou à Igreja Mundial do Poder de Deus nesta terça-feira (10) depois de ter sido esfaqueado durante um culto há três dias. Na ocasião, ele brincou sobre o ataque ao chamar um fiel ao altar. “Eu não vou nem revistar você. Mas não aperta que eu estou todo costurado”, disse. Depois do abraço, continuou: “Quanto é que vale isso? Isso aí vale uma ‘facãozada’, duas, três, mil. Vale o sangue. Vale a dor. Eu confesso a você que eu vim contra a vontade do médico, da bispa”.

Valdomiro aproveitou a oportunidade para pedir ajuda aos membros da igreja para seu canal de TV que, segundo ele, custaria uma quantia de R$ 8 milhões por mês. “Eu preciso da ajuda de vocês para pagar este canal, esta obra”, pediu. “Deus me deu vocês, não como propriedade, mas como filhinhos, irmãos. Quero ser pai de vocês. Ajudem essa obra. Deus vai lhes dar muito para ajudar”, completou.

Em sua fala, o pastor enfatizou seu estado de saúde. “Eu não posso ficar muito tempo de pé, porque o meu lado esquerdo ainda está um pouco prejudicado. No dia perdi um pouco do movimento, mas já voltou tudo. Quando meus braços se moverem eu vou abraçar. O médico deve estar lá mandando vir camisa de força, tropa de choque me resgatar”, comentou.

Seel promete Mangueirão revitalizado para as competições de 2017

A Seel informou nesta quarta-feira que o gramado do Estádio Olímpico Jornalista Edgar Proença, o Mangueirão, foi revitalizado para a nova temporada estadual de jogos, que será aberta com a disputa do Campeonato Paraense Banpará 2017. O campo recebeu tratamento especial no final de dezembro para atender ao calendário esportivo de 2017, que prevê jogos pelos Campeonatos Paraense, Brasileiro, Copa Verde e Copa do Brasil.

Segundo a diretora do Estádio Olímpico, professora Cláudia Moura, o trabalho inclui descompactação, nivelamento, calagem, adubação com três fatores diferenciados de produtos químicos e manutenção do sistema de irrigação. Após esse procedimento, o gramado passará por um processo de repouso e observação. O trabalho deverá ser concluído até o próximo dia 25, quando o local ficará à disposição da FPF e CBF para realização de jogos oficiais.

Fim de uma era: Bernardinho sai de cena

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Bernardinho está fora da seleção brasileira. Depois de meses de espera, o treinador teve seu futuro anunciado nesta quarta-feira, em uma coletiva de imprensa na sede da Confederação Brasileira de Vôlei, à qual não esteve presente. Nas últimas semanas, o técnico teve uma série de reuniões com a direção da entidade e, na noite de terça-feira, definiu seu futuro. Bernardinho ocupou o cargo por quase 16 anos. Bicampeão olímpico, um dos maiores técnicos da história do vôlei mundial conquistou o histórico ouro nos Jogos do Rio, no ano passado. Agora, se despede antes do início do ciclo rumo aos Jogos de Tóquio, em 2020. Renan Dal Zotto, diretor de seleções até os Jogos do Rio, será o novo técnico da equipe.

– Infelizmente as certezas que a gente estava aguardando só passaram a acontecer de ontem à noite para hoje. O presidente Toroca convidou antes mesmo dos Jogos tanto Zé Roberto quanto Bernardinho para continuar. Zé confirmou que gostaria de continuar. Bernardinho pediu um tempo maior. Ele tinha uma enorme dificuldade de definir sua situação, até que entre Natal e Ano novo começou a decidir e ele anunciou que não continuaria – disse Radamés Lattari, diretor de vôlei de quadra da CBV.

Renan, anunciado como o comandante do time masculino, deu suas primeiras palavras no novo cargo. A história do novo treinador com a seleção brasileira de vôlei é longa. Ele fez parte da chamada “geração de prata” de 1984, dirigiu clubes italianos e do Brasil no início de sua trajetória como treinador e tem um perfil exigente na gestão de seus projetos.

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– É um motivo de muito orgulho estar aqui hoje pela confiança depositava pelo Toroca e pela CBV no meu nome. Estou há mais de 40 anos no vôlei e algumas vezes fui convocado pela CBV. Durante 13 anos como atleta, aquele frio na barriga. Depois em 2001 para ajudar na transição do Bernardo do feminino para o masculino. Isso me entusiasma muito.

Apesar de deixar o comando direto da equipe, CBV e Renan ainda vão contar com o auxílio de Bernardinho. Segundo Radamés, ele terá um cargo de gestão na entidade. Ainda não foram definidos, porém, o nome exato da função e os detalhes dela. Mas a ideia é que ele colabore com o time adulto e também com as categorias de base.

Bernardinho chegou à seleção em 2001, às vésperas da Liga Mundial daquele ano – da qual sairia campeão. Estreou no dia 4 de maio, contra a Noruega, em amistoso disputado em Portugal, como parte da preparação para o torneio. Nos últimos 15 anos, somou mais de 30 conquistas à frente da equipe. Foram dois ouros olímpicos (2004 e 2016), duas pratas (2008 e 2012) e três títulos mundiais (2002, 2006 e 2010), além de oito Ligas Mundiais. Antes, com a seleção feminina, conquistou dois bronzes olímpicos, nos Jogos de Atlanta, em 1996, e de Sydney, em 2000. Foram seis medalhas olímpicas em sequência.

Nos últimos anos, o técnico deixou claro que estava próximo de deixar o cargo. Também à frente do Rio de Janeiro, clube mais vitorioso do país, Bernardinho sentia falta do convívio com a família. O ouro nos Jogos do Rio, porém, deixou o treinador indeciso. Não se sentia pronto para se afastar do trabalho de uma vida. Nos últimos meses, tentou fazer com que a CBV aceitasse a ideia de assumir um cargo diferente, coordenando a seleção, com Rubinho, seu auxiliar, à frente da equipe. A ideia, porém, não agradou à CBV e culminou na decisão anunciada nesta quarta-feira. (Do Globo.esporte)

Montillo, o novo dono da mítica 7 do Fogão

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POR FELLIPE COSTA, MARCELO BALTAR E THIAGO LIMA – Globo.esporte

Pintou o 7! Maior contratação para a temporada, Montillo foi apresentado oficialmente pelo Botafogo na tarde desta quarta-feira com festa para torcedores em General Severiano. O meia argentino recebeu a camisa 7 de um de seus antigos donos, o ex-atacante Maurício, herói do título carioca de 1989. Depois, concedeu pomposa entrevista coletiva aos jornalistas no salão nobre da sede, que também recebeu sócios-torcedores. E por fim, saudou das escadarias do palacete cerca de 300 alvinegros que chegaram desde cedo ao clube. Agora, todos esperam que o reforço pinte o sete na Libertadores. E ele também.

– Muito obrigado a todos que vieram, principalmente com esse calor. É uma honra vestir essa camisa, não só pelo número (7), mas pela história do clube. A negociação foi fácil e rápida porque falamos com a verdade. Me arrepio, Maurício, quando você fala dessa camisa. Fico emocionado também. Muito obrigado aos torcedores pelo carinho. Não comecei a jogar, mas na rua e nas redes sociais só falam coisa boa. Vou deixar tudo aqui para fazer o melhor, mas não individualmente. O grupo está formado, fez um 2016 muito lindo, sou mais um. Não quero ser o cara que vai salvar o time. Vou dar o meu melhor e acho que vai ser um ano muito bom para todos. Estou muito feliz de estar aqui – disse o novo jogador do Botafogo.

O namoro é antigo, e essa não é a primeira vez que o Botafogo tentou a contratação. No ano passado, o clube sondou a situação do meia. Desta vez, com Montillo, de 32 anos, livre no mercado, o Botafogo investiu forte, apresentou um projeto para o jogador, que comprou a ideia e desembarcar em General Severiano em 2017. Há mais de um mês o clube vinha tocando a negociação com o empresário Sergio Irigotia.

Montillo também falou sobre a disputa da Libertadores da América. O Botafogo ainda precisa passar pela fase prévia da competição para chegar à fase de grupos.

– Trabalhando e pensando que são dois jogos (contra o Colo-Colo do Chile), não tem mais. Pensar como final. Está todo mundo empolgado, vi no vestiário. Tem pouco tempo para se preparar, mas acho que é o suficiente para chegar da melhor maneira. Tem que se conhecer, mas futebol é igual em todo lugar do mundo. Quando tem vontade e bons jogadores fica mais fácil. Não pode deixar de lado o Carioca.

Montillo passou os últimos três anos no futebol chinês, mas teve passagem de sucesso pelo Brasil. Entre 2010 e 2014, ele defendeu Cruzeiro e Santos e teve sucesso, especialmente, com a camisa do clube mineiro. Na última temporada, pelo Shandong Luneng, ele disputou 34 jogos e marcou 13 gols entre jogos do Campeonato Chinês e da Liga dos Campeões da Ásia.

Montillo é um dos seis reforços do Botafogo nessa janela. Antes dele, o clube acertou com o goleiro paraguaio Gatito Fernández (Figueirense), com os laterais Gilson e Jonas (América-MG), com o meia João Paulo (Santa Cruz) e com o atacante Roger (Ponte Preta). Além disso, a diretoria renovou os contratos de Emerson Silva e Victor Luis.

Confira outros trechos da entrevista coletiva do jogador:

Conversa com Camilo

– A gente vai se conhecendo aos poucos. Tinha treinado com ele no Cruzeiro. Teve um ano muito bom, faz a diferença dentro do campo. Vou tentar ajudar ele no que precisar para continuar crescendo. Menino novo, tem muito para dar ainda.

Condição física

– Mais importante para mim é pegar ritmo. O calendário chinês acaba em novembro e não tem mais jogo. Continuei treinando porque sabia que esse ano seria muito importante para mim. Tenho que pegar agora ritmo de jogo. Esquecer de jogar bola ninguém esquece. Trabalhei muito a parte física para chegar da melhor maneira. Estou muito empolgado, acho que as coisas vão bem.

Estrangeiros no Brasil

– Sempre tem, argentino tem muito. E aqui tem bastante. Conhecia o Canales de jogar contra só. São experientes, sempre bom ter no time. Carli temporada muito boa. Sempre bom ter pessoal do mesmo país para conversar um pouco, mas todos falam que o grupo é muito bom.

Retorno de jogadores da China para o Brasil

– Cumpri o contrato, queriam que ficasse mais um, mas para mim é difícil, tenho dois filhos pequenos. Com o Conca não sei por que voltou, isso é muito pessoal. Era o momento para voltar e essa oportunidade para mim é muito linda.

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Sobre superstições

– Tenho todas (risos). Várias, vai perceber quando entro no campo. Sempre com o pé esquerdo, faço sinal da cruz, olho para o céu, agradeço minha vó, meu avô. Mando três beijos para o céu. Tem algumas outras que não posso ficar falando (risos).

Momento do futebol brasileiro

– Acompanhava porque tinha muitos brasileiros lá, mas era muito difícil ver os jogos pelo horário. Via mais o resumo, não posso falar da parte tática porque há muito tempo não vejo um jogo completo. Uma coisa que eu gosto é que todo mundo procura ganhar, então não fica especulação.

Tempo para o ritmo ideal

– Tomara que seja nos treinos, né? Sou um cara que me cobra muito. Ainda não falei com treinador, não sabemos quem vai ser escalado ainda. Dentro do jogo vou querer estar sempre da melhor maneira, tomara que seja já no primeiro jogo.

Golaço sobre o Flamengo

Aquele gol (na Libertadores 2010) fica na memória do torcedor (assista ao vídeo abaixo). Na La U todo mundo lembra esse gol. Deixar fora o Flamengo, que era candidato a ser campeão ficou marcado. Difícil fazer o mesmo porque todo gol é diferente, todo jogo é diferente. Vou tentar fazer gol de qualquer jeito. De mão, se ninguém ver, vale também (risos).