Chega ao fim o mistério em torno do técnico do Atlético-GO

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A Polícia Militar de Goiás informou durante entrevista coletiva na manhã desta terça-feira (17) que encontrou o técnico do Atlético-GO, Marcelo Cabo, em um motel de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. De acordo com a corporação, está descartado que ele tenha sido vítima de sequestro, assalto ou qualquer tipo de violência. O treinador, que ficou mais de 40 horas desaparecido, passa bem.

– A polícia foi informada sobre o desaparecimento por volta de 11h (de segunda-feira), e o caso foi registrado no início da tarde. Após diligências, localizamos o taxista que havia levado ele em casa no meio da tarde. Era um táxi de Aparecida de Goiânia. Com informações dele, chegamos ao local em que estava o treinador, um motel na região da BR-153, em Aparecida. Não vamos comentar questões de foro íntimo. Isso ficará a cargo do clube e da assessoria do técnico – disse o tenente-coronel Ricardo Rocha.

A corporação informou que encontrou o treinador a partir de informações do taxista que o levou ao local na tarde de segunda-feira. Ao chegar ao motel, os policiais localizaram o carro de Marcelo Cabo. A Polícia Militar não informou se Marcelo Cabo estava acompanhado nem se ele estava sob o uso de drogas ou álcool. A hipótese de ação criminosa foi descartada.

– Não teve cometimento de crime nenhum. Ele não foi vítima de nenhum crime – declarou o tenente-coronel e assessor de imprensa da PM Ricardo Mendes.

Cabo tinha sido visto pela última vez na madrugada de domingo (15), ao sair do prédio em que mora, em Goiânia. Antes disso, na tarde de sábado (14), o treinador comandou o Dragão na derrota por 1 a 0 para o Gama, no primeiro amistoso da pré-temporada.

Segundo o clube, após o jogo, Cabo foi a uma confraternização com amigos. Ao voltar para casa, ele ligou para o filho por volta de 2h40 e teve uma conversa sobre assuntos da família. Em seguida, as câmeras registraram o treinador deixando o imóvel sem portar telefone celular e documentos pessoais.Sem contato com o comandante, o clube rubro-negro registrou o caso na Deic no início da tarde de segunda-feira, por volta de 14h.

Após coletiva no CT do Dragão, na qual a diretoria oficializou à imprensa o desaparecimento, Marcelo Cabo chegou a ser visto em seu prédio por volta das 15h48 de segunda-feira. No entanto, permaneceu no local por poucos minutos e desapareceu novamente. Segundo disseram  funcionários do condomínio à Polícia e membros do Atlético-GO, ele não estava machucado nem com marcas de sangue. Porém, aparentava estar um pouco “grogue”. Às 20h40, a assessoria de imprensa da Polícia Civil fez o comunicado de que ele havia sido localizado.

Natural do Rio de Janeiro, Marcelo Cabo tem 50 anos. Ele chegou ao Atlético-GO em 2016 e comandou o time na conquista do título da Série B do Campeonato Brasileiro. Foram 38 jogos, com 22 vitórias, 10 empates e seis derrotas à frente do Dragão. Ao longo da competição, o treinador fez trabalho consistente e foi um dos responsáveis pela brilhante campanha. Cabo iniciou a carreira no Bangu, em 2004. Depois, foi auxiliar de Marcos Paquetá na Arábia Saudita por quatro anos e dirigiu uma equipe nos Emirados Árabes. Ele também foi auxiliar técnico de Jorginho e observador técnico de Dunga na primeira passagem dele pela seleção brasileira. (Com informações de Globo Esporte, Lance! e Folha SP)

Volante chega ao Palmeiras se gabando da fama de ‘porradeiro’

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Numa apresentação que contou com frases bombásticas do começo ao fim, Felipe Melo, novo reforço do Palmeiras, atacou Antonio Tabet, vice-presidente de comunicação do Flamengo. Tudo por conta de um tuíte do dirigente, que dizia que um jogador (não falou especificamente sobre o volante) fazia juras de amor ao Fla, mas pedira R$ 1 milhão de salários para negociar. Tabet, depois, negou que o comentário tenha sido sobre Felipe Melo.

Questionado pelo GloboEsporte.com a respeito do comentário de Tabet, Felipe Melo se irritou e atacou o dirigente, a quem chamou de “piadista”, por conta de seu trabalho no “Porta dos Fundos”, canal de humor no YouTube.

– Minha pátria amada hoje é Palmeiras. Não falo mais de Flamengo. O Flamengo me procurou há alguns anos numa época em que era impossível eu vir da Europa pra cá. Nunca pedi um milhão, não sei da onde veio isso. Nesta janela, não houve nenhuma proposta, nenhuma procura. Não acredito que exista no Flamengo um vice-presidente de marketing (na verdade, é de comunicação) que praticamente me chamou de “puta”. Para rir, ele é número 1, mas como dirigente não dá. Não tive oferta do Flamengo, sou flamenguista, mas é o Palmeiras por quem eu vou lutar, é quem está colocando comida na minha casa. Se tiver que comer alguém vivo, eu vou comer pelo Palmeiras – disse Felipe Melo.

O “ousado” Felipe Melo, como ele próprio se define nas redes sociais, teve uma apresentação digna do apelido que criou. Rebateu críticas sobre as expulsões na carreira, questionou a imprensa e disse que não é um jogador “só de porrada”. Mas também não descartou dar tapa em adversário se considerar necessário.

– Nos últimos quatro, cinco anos, eu recebi apenas quatro cartões vermelhos. Para um meio-campista que está acostumado a fazer trabalho sujo, é muito pouco. Tem muita gente que me critica, mas gostaria de ter o Felipe Melo no time – foi a primeira dura resposta do jogador de 33 anos, que ainda foi além.

– Essa história de que o Felipe Melo é maldoso foi criada pela imprensa. Se não me engano, a minha média de cartões é menor do que a do Gabriel Jesus, menor do que a do Fernandinho, que está na Seleção. As imagens que mostravam de mim era de expulsões, de faltas. Felipe Melo não é só porrada é técnica também. Não fiquei 13 anos à toa na Europa. Se tiver que dar tapa em uruguaio, eu vou dar, se tiver que dar porrada, eu vou dar porrada – disse, em seguida. (Do Globo Esporte)

Chamusca descarta novas contratações

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Depois do jogo-treino de sábado, o técnico Marcelo Chamusca tem repetido que o elenco do Paissandu está fechado, descartando novas contratações. Ele diz estar satisfeito com o grupo de 30 atletas, sendo 11 recém-contratados, com os demais vindos da temporada 2016 e alguns poucos atletas oriundos das categorias de base.

“A gente não deve contratar mais ninguém para qualquer posição. Se não perdermos nenhum atleta, por questão de contusão ou outra situação, já estamos com o elenco formado”, disse Chamusca. Por outro lado, ele sinalizou a possibilidade de alguns jogadores deixarem o atual grupo.

“Existe possibilidade desses atletas mais novos serem emprestados a alguns clubes para ganharem mais maturidade”, avisou o treinador, que em outras entrevistas à imprensa já havia anunciado ser contrário a ter um grupo numeroso de atletas. (Com informações de NILDO LIMA/Bola; foto: Ascom-PSC) 

Esquema da Caixa desemboca em integrantes de governo Temer

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Durante a investigação de um esquema milionário de corrupção na Caixa Econômica Federal, entre 2011 e 2013, mais indícios são levantados contra aliados de Michel Temer e caciques do PMDB. O esquema investigado aponta para o período em que o ex-ministro do atual governo e um dos braços direitos de Temer, Geddel Vieira Lima comandava a vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa.
Mensagens capturadas pela Polícia Federal mostram que Geddel e o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, buscavam a liberação de R$ 50 milhões para empresas do Grupo Constanino (da viação Gol Linhas Aéreas), a Oeste Sul Empreendimentos Imobiliários e a Comporte Participações.
Nessas mensagens, mais uma figura de Temer aparece: o atual vice-presidente de Governo da Caixa, Roberto Derziê de Sant’Anna, aliado do presidente Michel Temer. O executivo teria sido o responsável por intermediar o esquema que, de acordo com os investigadores, rendeu propinas ao grupo e aos políticos.
Em 2012, Derziê era diretor-executivo de Pessoa Jurídica da Caixa. “Depreende-se que Eduardo Cunha estaria informando Geddel que o empresário Henrique Constantino não estaria conseguindo comunicação com Roberto Derziê de Sant’Anna, diretor-executivo de Pessoa Jurídica da CEF”. Os investigadores registram ainda: “Logo em seguida, Geddel reporta a Eduardo Cunha que Derziê já ligou para ‘HC’ (Henrique Constantino) e verifica se o assunto se trata de R$ 50 milhões”, conclui relatório da PF.
O então diretor da Caixa foi nomeado por Temer, em 2015, secretário-executivo da Secretaria de Relações Institucionais, para fazer a articulação política com o Congresso. Em seguida, ocupou a vice-presidência de Riscos do banco, sendo exonerado em abril de 2016 por Dilma Rousseff.
Cunha e Geddel também teria atuado para a liberação de crédito para a J&F. Em uma mensagem apreendida, datada de 29 de agosto de 2012, Cunha pergunta a Geddel sobre o caso da empresa, e “Geddel confirma ainda que já estaria na pauta do Conselho Deliberativo (‘CD’), e brinca sobre sua eficiência em relação aos ministros que Eduardo Cunha teria indicado”, diz a PF.
O então vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel responde ao parlamentar que já “resolveu” o tema da liberação para a J&F e, sobre a sua “eficiência”, brinca com Cunha: “Vc tá pensando que eu sou esses ministros q vc indicou? Abs” [sic], envia. E obtem a resposta do deputado: “Ok rasrsrs” [sic].
Tratava-se de medidas para operações de crédito corporativo da vice-presidência da PJ do banco. A Operação é um dos desdobramentos da Catilinárias, que investiga a captação de recursos suspeita de empresas ligadas ao grupo JBS, Eldorado e J&F.
Mais um dos movimentos no esquema de corrupção envolve outro aliado de Temer, a então diretora executiva de Fundos de Governo e Loterias, Deusdina dos Reis Pereira, subordinada ao vice-presidente Fábio Cleto. Em maio de 2012, Deusdina liberava um empréstimo a BR Vias, também do Grupo Constantino.
Com o empréstimo liberado, a Polícia Federal identificou o pagamento de propina por meio de uma empresa de Lúcio Bolonha Funaro. Desde que a ex-presidente Dilma Rousseff demitiu Fábio Cleto, Deusdina automaticamente ocupou o lugar do executivo. Michel Temer manteve a agora apontada por corrupção na vice-presidência de Fundos de Governo e Loterias. (Do Jornal GGN) 

E ainda falam em apertar o cinto

Desocupada desde que Michel Temer (PMDB) sentou na cadeira conquistada por Dilma Rousseff (PT) na eleição de 2014, a vice-presidência custará em janeiro R$ 389 mil. O valor vai atingir R$ 654 mil em fevereiro e, em março, a previsão de gastos associados ao cargo chega a R$ 919 mil. Ou seja, o orçamento do trimestre se aproxima da casa dos R$ 2 milhões. As informações foram publicadas no Diário Oficial da União, apontou Lauro Jardim, em O Globo, nesta terça (17).

Te dizer… 

Galeria do rock

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Formação mais regular do Ira!, banda paulistana dos anos 90, fundada por Edgar Scandurra e Nasi (à frente, na foto de cima). André Jung (bateria) e Gaspa (baixo) aparecem logo atrás.

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