Sobre a crise que assola o jornalismo

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POR ALMIR RIZZATTO, no Comunique-se

Nos últimos anos estão sendo trágicos e deflagraram uma crise no jornalismo. Arrecadações cada vez menores em publicidade, quedas nas vendas e más administrações vêm derrubando veículos de comunicação (alguns até tradicionais). Muitos que tentam sobrevida cortam editorias, atrasam salários, oferecem condições precárias de trabalho e enxugam o número de profissionais.

Pelas conversas que tenho com colegas que trabalham em redação, o clima é sempre tenso. A possibilidade de ser demitido a qualquer momento atormenta qualquer um.

De acordo com levantamento feito pelo jornalista Sidney Rezende, mais de 1.200 colegas foram demitidos em 2016. Isso só em São Paulo! E sem contar os PJs, que trabalham como prestadores de serviço e que hoje em dia representam boa parcela da nossa classe.

A nossa responsabilidade
Sim, a situação é grave e sabemos que o quadro só vem piorando, mas a grande questão é: o que você vem fazendo diante da crise no jornalismo?

Faça uma autocrítica, independentemente de você estar atualmente empregado ou não. Depois que se formou, você se aperfeiçoou? Buscou mais capacitação? Fez cursos que pudessem prepará-lo para uma nova atuação no jornalismo? Participou de palestras, workshops e congressos, mesmo online, sobre as mudanças na comunicação? Você já está pronto para atuar nesta nova era, inclusive no marketing digital?

Caso a resposta seja “não” para várias das perguntas acima, fica claro que não é só o jornalismo que precisa se reinventar, certo?

Como comunicadores, temos talentos múltiplos, cobiçados pelo mercado. Tire da cabeça a ideia de trabalhar apenas em redações ou com assessoria de imprensa. Empreenda! Mergulhe na nova era para prestar serviços online ou até mesmo transformar seus conhecimentos como jornalista em produtos digitais.

Ainda não é tarde para começar, mas daqui a pouco pode ser…

PSDB viu no uso político oportunista do MPF a única forma de voltar ao poder

POR JOAQUIM DE CARVALHO, no DCM

Durante uma audiência, dia 12 de dezembro, para ouvir uma testemunha no processo sobre o tríplex do Guarujá, em que o Ministério Público Federal acusa Lula de ser o proprietário, o juiz Sérgio Moro gritou com um dos advogados de defesa, Juarez Cirino dos Santos. “Doutor, está sendo inconveniente. Já foi indeferida sua questão. Já está registrada e o senhor respeite o juízo!”, disse.

O advogado não se deixou intimidar. “Eu? Mas, escuta, eu não respeito Vossa Excelência enquanto Vossa Excelência não me respeita enquanto defensor do acusado. Vossa Excelência tem que me respeitar como defensor do acusado, aí então Vossa Excelência terá o respeito que é devido a Vossa Excelência. Mas se Vossa Excelência atua aqui como acusador principal, Vossa Excelência perde todo respeito”, respondeu o advogado.

Esse enfrentamento da defesa não foi um caso isolado. Dias antes, o próprio Cirino havia advertido Sérgio Moro de que suas perguntas iam além do teor da denúncia. Moro respondeu que havia “um contexto” e Cirino disse que só havia contexto na cabeça dele, porque as perguntas não podem ir além do que diz a denúncia.

Essa advertência foi interpretada no meio jurídico como um “puxão de orelha” do advogado em Moro e ganhou repercussão principalmente pelo fato de que Cirino é considerado um dos papas do Direito Criminal do Brasil. Além disso, Cirino tem 74 anos de idade e Moro, 44.

Professor universitário, Cirino tem um livro, “Curso de Direito Penal”, que é apontado como um marco acadêmico. “O melhor Curso de Direito Penal já escrito. Sim, de todos os tempos. Sim, em todo o mundo. “O” livro que você precisa, mas pode chamar de bíblia dos criminalistas críticos. É antes/ depois de Cirino (aC/ dC)” , escreveu, nas redes sociais, o professor de Direito Penal da Universidade de São Paulo, Maurício Stegemann Dieter.

O endurecimento da defesa de Lula, em relação a Moro, faz parte de uma estratégia para enfrentar um processo que Cirino considera atípico. “A Lava Jato é um processo político”, disse Cirino, em entrevista ao DCM.

“Vamos agir estritamente como defensores técnicos, mas sem deixar de denunciar o processo político subjacente aos processos criminais, como a única forma de defesa não apenas do presidente Lula, mas da própria democracia no Brasil.”, disse Cirino ao DCM, no mesmo dia em que se preparava para responder a uma citação a Lula, no quinto processo aberto contra ele em Curitiba.

A defesa de Lula, da qual Cirino faz parte juntamente com mais três advogados, teria dez dias de prazo para rebater 188 páginas da denúncia sobre um terreno no centro de São Paulo onde seria construído o Instituto Lula e o aluguel de um apartamento vizinho ao de Lula, em São Bernardo. “Não tem uma prova, só suposições, mas vamos responder. Tecnicamente”, disse.

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Leia os principais trechos da entrevista:

DCM – Por que a defesa do presidente Lula está mais agressiva?

Juarez Cirino dos Santos – A defesa de Lula não é uma defesa agressiva, mas uma defesa conflitual, ativa, ofensiva. Estamos enfrentando um processo que é nitidamente político. Um processo que tem aparência de processo criminal, mas é um processo político.

Alguns podem interpretar essa postura da defesa como desespero, diante de uma derrota iminente.

Essa interpretação é absolutamente equivocada. É uma estratégia da defesa. Na verdade, nos processos criminais contra Lula, não existem fatos concretos imputados, existem apenas suspeitas, suposições, hipóteses. Logo, não existe nada, absolutamente nada que prove o envolvimento do presidente Lula com fatos criminosos de qualquer natureza. O que existe é apenas isto: uma guerra judicial-midiática-conservadora para destruir a imagem pública e a figura política do ex-presidente Lula.

Enquanto o Ministério Público Federal promove processos políticos, sob aparência de processos criminais, contra o ex-presidente Lula, a defesa trabalha com argumentos jurídicos para destruir processos políticos em forma de imputações jurídicas. Em outras palavras: eles fazem um processo político, nós fazemos uma defesa jurídica, mas para que a defesa jurídica tenha possibilidade de êxito, é preciso denunciar o que está por trás disso.

E o que está por trás? 

Algo de muito sério: o emprego do sistema de justiça criminal como arma de guerra política contra determinados inimigos internos, conhecido sob o conceito de lawfare, na literatura americana. Os objetivos dessa guerra política através do sistema penal são múltiplos: danificar a imagem pública do adversário, destruir a legitimação política do oponente, absorver/ empatar o tempo útil da vítima, obter vitórias na opinião pública contra o inimigo etc.

No caso Lula, a guerra legal promovida pelas forças tarefas do MPF, com a utilização da capacidade tecnológica de investigação da Polícia Federal e a aparente coordenação dos órgãos jurisdicionais competentes, pretende atingir simultaneamente todos e cada um desses objetivos estratégico-táticos, impossíveis pelos métodos normais de ação partidária – ou seja, com o debate público de programas políticos em campanhas eleitorais, o método tradicional de luta pelo poder do Estado nas sociedades capitalistas.

O uso da lei penal como arma ou instrumento de guerra política, pela ação integrada de procuradores da república e de juízes federais na Operação Lava Jato, por exemplo, representa grave perversão do devido processo legal, produzida por propósitos político-partidários subjacentes aos procedimentos policiais-judiciais, que solapam as finalidades político-criminais atribuídas ao sistema penal. Como se vê, existe uma organização política, um movimento ideológico, que tem por trás um partido político, que incentiva essa ação.

Que partido?

O partido que perdeu quatro eleições presidenciais para Lula e Dilma e não aceitou a última derrota. Então, vislumbrou no uso político oportunista de setores conservadores do Ministério Público Federal (e da Polícia Federal) e de alguns segmentos da Justiça Federal, a única forma de voltar ao poder.

O PSDB?

Sim, mas outros partidos políticos conservadores também se aproveitaram disso. O que querem é tirar um concorrente de peso do caminho. É um processo político.

Há chance de Lula reverter isso no Poder Judiciário?

Claro! Basta que o Poder Judiciário cumpra o papel constitucional de aplicar o direito ao caso concreto, independente de pressões políticas ou distorções ideológicas. Além disso, existem os recursos, que integram o princípio da ampla defesa, e vamos utilizar todos os recursos possíveis e disponíveis para demonstrar a improcedência das acusações, ou a óbvia parcialidade de alguns órgãos jurisdicionais brasileiros. Como sempre, vamos agir estritamente como defensores técnicos, mas sem deixar de denunciar o processo político subjacente aos processos criminais, como a única forma de defesa não apenas do presidente Lula, mas da própria democracia no Brasil.

Nesse contexto, como classificar a forma como o juiz Sérgio Moro conduz os processos contra Lula na vara dele?

O juiz Sérgio Moro é um magistrado competente, do ponto de vista técnico, mas que tem se comportado, do ponto de vista do processo criminal concreto, como o acusador principal.

CBF altera data de estreia do Leão na Copa do Brasil

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A CBF informou à Federação Paraense de Futebol na tarde desta terça-feira, 17, que a estreia do Remo na Copa do Brasil foi transferida do dia 15 para 16 de fevereiro, atendendo solicitação feita pelo clube paraense. A diretoria do Leão pediu a mudança tendo como justificativa o clássico contra o Paissandu, válido pelo Campeonato Paraense, previsto para 12 de fevereiro. 

A partida contra o Brusque (SC) está confirmada para 20h30 (HBV), no estádio Augusto Bauer, em Brusque, a cerca de 100 km de Florianópolis. A partir deste ano, a Copa do Brasil terá algumas mudanças em seu regulamento. Antes, dois jogos (em ida e volta) compunham todas as fases da competição. Caso o visitante vencesse por dois gols ou mais de diferença, era eliminado o jogo de volta. 

Agora haverá somente um jogo entre, sendo mandante a equipe com posição inferior no Ranking da CBF. Por isso, no confronto entre Brusque e Remo, o representante paraense será o visitante. Outra modificação é a vantagem do empate para os visitantes nas duas fases iniciais, sem o gol qualificado como critério de desempate. Esse critério retorna nas próximas fases do torneio. 

Apenas 10 brasileiros entre os 100 mais valorizados do Planeta Futebol

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POR EMERSON GONÇALVES, no Olhar Crônico Esportivo

É janeiro, é tempo de listas e de fazer dieta para compensar as calorias dos panetones, churrascos e outros acepipes natalinos. Deixando a dieta de lado, vamos, então, a mais uma lista, esta também do CIES Football Observatory e que mostra os 100 jogadores mais valorizados dos 98 times das Big Five: Premier League, Bundesliga, La Liga, Serie A e Ligue 1.

Sem surpresa, agora, Neymar é o brasileiro mais valorizado e é, igualmente, o jogador mais valorizado da Europa (e do mundo, por extensão), na visão do Football Observatory, ultrapassando Messi, cujo valor caiu sensivelmente.

Influência clara da idade. Neymar é 5 anos mais novo que Messi e 7 anos mais novo que Cristiano Ronaldo.  A diferença óbvia é que em 2015 Messi era um ano mais novo e na análise do FO, valia 80,2 milhões de euros a mais! Cristiano, por outro lado, passou de 114,0 para 126,5 milhões de euros. A temporada foi mesmo boa! E, para um jogador hoje com 31 anos, é um valor estupendo.

Precisamos ter em mente que esses valores são teóricos, determinados por análises estatísticas e a partir, também, dos scouts. Para um time, todavia, Cristiano pode valer muito mais que esse valor teórico, mesmo considerando sua idade.

Já não me atrevo a dizer o mesmo em relação a Messi… Enquanto Cristiano foi fantástico no United, no Real Madrid e na Seleção Portuguesa, Messi tem sido fantástico todos esses anos “apenas” no Barça (as aspas foram necessárias, porque Messi e “apenas” não combinam…).

Brasileiros…

Um brasileiro abre a lista, mas, depois dele, a lista fica sem patrícios até chegarmos à 45ª posição, ocupada por Roberto Firmino, com Willian e Philippe Coutinho logo a seguir. Na sequência, Lucas Moura, do PSG, na 56ª posição.

Mais um grande intervalo, até Fabinho Tavares, o 83º mais valorizado, com Alex Sandro encostado. Fechando a lista, Douglas Costa em 92º, Felipe Anderson em 94º e Marquinhos Aoáz em 95º.

Já tivemos participações muito melhores em outros anos e se com relação a 2015 (veja aqui) temos os mesmos 10 jogadores, tivemos mudanças nas posições, geralmente para baixo, mas com duas evoluções dignas de nota: Neymar, já comentado, e Lucas, que pulou de 81º para 56º. Marquinhos avançou 4 posições (já bem no final da lista) e Firmino 1 posição. Oscar e Marcelo saíram da lista.

Premier League domina

Nada menos que 41 dos 100 jogadores mais valorizados atuam em times da Premier League. Vamos a uma listinha com os jogadores de cada liga:

– Premier League: 41

– La Liga: 25

– Serie A: 16

– Bundesliga: 12

– Ligue 1 : 6

Detalhe: 5 dos 10 mais valorizados atuam em times da liga espanhola.

Dos 5 ponteiros, 4 na La Liga e 1 na Premier League: Paul Pogba, do United.

Desses 5 ponteiros, 3 são do Barcelona: Neymar, Messi e Suárez, o trio MSN.

O poderio da Armada Espanhola

No Século XVI a Espanha dominava os mares, ainda mais depois da união com Portugal. Seu poderio naval era tremendo e sua esquadra era conhecida e temida como La Armada Invencible. Mesmo assim, foi derrotada pela esquadra inglesa e pelas brutais tempestades do Canal da Mancha.

Lembrei-me desse episódio da história ao ver a participação dos times espanhóis nessa lista, com 25 jogadores entre os 100+ disputando sua liga.

Dos 20 clubes membros da 1ª divisão (Liga Santander) da La Liga ou LFP – Liga de Fútbol Profesional – somente 3 têm jogadores entre os 100 mais valorizados, uma concentração poderosa:

– Atlético de Madrid:  7

– Barcelona:  8

– Real Madrid:  10

Desses 25 atletas, 5 estão entre os 10+ e 15 entre os 25+.

Formariam eles uma nova Armada Invencível?

Vendo esses números – entre muitos outros – não é de causar estranheza e muito menos achar que são coincidências as campanhas dessas equipes nas três últimas edições da principal competição europeia de clubes: Real Madrid duas vezes campeão, Barcelona uma vez e o Atlético de Madrid ficando com dois vices, ou seja, 5 em 6.

Vamos acompanhar o desenrolar da atual UEFA Champions League, mas o histórico recente aponta para mais disso…

Clubes dos 100+ e o poder dividido dos ingleses

Se na La Liga temos concentração, na Premier League temos distribuição de forças. Essa distribuição foi fortemente “turbinada” pelos novos contratos de direitos de transmissão, como já analisado nos últimos anos.

Os 100 jogadores estão espalhados por 26 clubes. Desse total, 10 são da Premier League e 16 se espalham pelas outras 4 ligas, com destaque para a italiana, que tem 7 clubes entre os 26. Sobram, portanto, 3 clubes para cada uma das outras 3 ligas.

Vale a pena uma olhadinha mais atenta.

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Vamos, finalmente, à listagem dos 100 jogadores mais valiosos na avaliação dos especialistas do CIES Football Observatory.

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Mancini defende a Lei Caio Junior

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Na manhã de sábado, 14, Dia do Treinador de Futebol, o técnico da Chapecoense, Vagner Mancini, concedeu entrevista coletiva na Arena Condá. No bate-papo com os jornalistas, Vagner fez um balanço sobre a semana de treinamentos e apresentou e defendeu a “Lei Caio Júnior”. Mancini pediu a palavra no fim da coletiva, para falar em nome da Federação de Treinadores do Brasil – que foi fundada por ele e por Caio Júnior – sobre um projeto de melhor regulamentação da lei do treinador.

Como forma de homenagem, Mancini e os integrantes da Federação defendem que ela leve o nome do ex-treinador da Chapecoense, Caio Júnior. Essa lei dará aos técnicos de futebol mais respaldo e melhores condições de trabalho.

“Nós temos um projeto que está em Brasília, com o deputado José Rocha, estamos pedindo para essa lei se chame Caio Junior, que a partir de hoje se chame assim. Essa era uma luta minha e dele, e estamos fazendo essa homenagem a ele. Esperamos que nossos políticos possam aprovar uma lei que está totalmente defasada. Para que entendam que nossa luta é uma luta honesta e nos queremos simplesmente nos equiparar a outras áreas do futebol”, declarou.

De autoria do deputado José Rocha (PR/BA), a emenda solicita que os contratos dos treinadores, auxiliares e preparador de goleiros sejam registrados na CBF e federações estaduais – o que permitiria que Caio Júnior tivesse direito ao seguro -, cursos de qualificação tenham a anuência da entidade e que os responsáveis por quebras de vínculo arquem com os custos da rescisão, seja clube ou profissional, entre outras.

O projeto já tem a aprovação das comissões de Esportes e do Trabalho, sendo encaminhado para de constituição de Justiça, na capital federal, último passo antes de ser votado na Câmara.

Thiago Batista – Esporte Jundiaí / Foto: Site oficial da Associação Chapecoense de Futebol

Seis homens têm mesma riqueza que 100 milhões de brasileiros juntos

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Os seis homens mais ricos do Brasil concentram a mesma riqueza que toda a metade mais pobre da população do país (mais de 100 milhões de brasileiros), segundo o relatório da ONG Oxfam divulgado nesta semana. A ONG britânica de assistência social e combate à pobreza usa como base levantamentos sobre bilionários da revista “Forbes” e dados sobre a riqueza no mundo de um relatório do banco Credit Suisse.

De acordo com a “Forbes”, as seis pessoas mais ricas do Brasil são:

  • Jorge Paulo Lemann, sócio da Ambev (dona das marcas Skol, Brahma e Antarctica) e dono de marcas como Budweiser, Burger King e Heinz
  • Joseph Safra, dono do banco Safra
  • Marcel Herrmann Telles, sócio da Ambev e dono de marcas como Budweiser, Burger King e Heinz
  • Carlos Alberto Sicupira, sócio da Ambev e dono de marcas como Budweiser, Burger King e Heinz
  • Eduardo Saverin, cofundador do Facebook
  • João Roberto Marinho, herdeiro do grupo Globo

A fortuna somada desses seis empresários era de US$ 79,8 bilhões (cerca de R$ 258 bilhões) em 2016, de acordo com a “Forbes”.

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Na sexta posição entre os mais ricos do país, João Roberto Marinho aparece empatado com seus dois irmãos, José Roberto Marinho e Roberto Irineu Marinho, com patrimônio estimado em R$ 13,92 bilhões cada um. Se fosse considerado o patrimônio dos três irmãos juntos, a desigualdade seria ainda maior, segundo a Oxfam.

Melhora entre 2001 e 2012

No caso do Brasil, a ONG afirma que os salários dos 10% mais pobres da população brasileira aumentaram mais que os salários pagos aos 10% mais ricos entre 2001 e 2012.

“Em muitos países em desenvolvimento nos quais as disparidades salariais estão crescendo, a diferença de remuneração entre trabalhadores com diferentes habilidades e níveis de formação é um grande impulsionador da desigualdade”, diz o relatório da Oxfam, intitulado “Uma economia para 99%”. (Do UOL)

E seria muito pior se Lula e Dilma não tivessem governado o Brasil.