Dez frases de Marta Suplicy, a comediante

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POR KIKO NOGUEIRA, no DCM

A senadora Marta Suplicy oficializou no sábado (26) sua filiação ao PMDB em grande estilo. Depois de 33 anos no PT, a septuagenária Marta inaugura não apenas uma fase em sua vida política, mas uma nova carreira: a de comediante de stand up.

No Tuca, no bairro das Perdizes, ela brindou a plateia com tiradas inspiradas, que levaram os presentes às gargalhadas — consta que alguns militantes pagos tiveram que ser hospitalizados.

Divido com vocês dez piadas da rediviva Marta Suplicy e seu peemedebismo maroto, seu politiquês moleque, sua graça, seu frescor e seu humor contundente e honesto:

. “Michel Temer vai reunificar o Brasil”

. “Olhei nos olhos de Michel e senti confiança”

. “José Sarney é um gigante da política”

. “O PMDB soube devolver a nós o que há de mais valioso na vida. A liberdade, o direito de ir e vir, de mudar de ideia”

. “Eu senti que eu caibo por causa disso, é um partido amplo”

. “A gente quer um Brasil livre da corrupção, livre das mentiras, livre daqueles que usam a política como meio de obter vantagens pessoais”

. “Vamos todos unir o país”

. “Chalita, a vida pública é cheia de armadilhas, mas Deus escreve certo por linhas tortas. Juntos, vamos fazer o PMDB cada vez mais forte”

. “Um, dois, três, quatro, cinco mil, Marta e Michel em São Paulo e no Brasil” (junto com a audiência, num momento orgástico)

Aplausos. Risos. E segue o baile.

11 comentários em “Dez frases de Marta Suplicy, a comediante

  1. Boas piadas mesmo. Mas, acabei não rindo da maioria, eis que já as conhecia. Já as tinha ouvido muitas outras vezes antes, contadas por outro comediante muito mais inspirado que ela. Principalmente, aquelas que se referem ao T e m e r e ao s a r n e y.

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    1. Ainda bem que, aqui e em outros lugares, sempre deixei clara minha opinião sobre Marta, uma dondoca que abriu espaço na política graças ao ex-marido.

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  2. Eis uma prova brasileira sobre o que pensam e como agem os políticos. Para eles, partidos são apenas legendas obrigatórias associadas, não ideologias. Ocorre que a ideologia é o que vai guiar a atuação do político em qualquer cargo ou mandato. Ao defender a redução dos juros da SELIC e a criação de empregos, os tucanos, no discurso, e apenas no discurso, vão contra os próprios ideais, a própria ideologia. Soa muito curioso, pra não dizer estranho, que o Serra diga em propaganda que não se lembra de momentos tão ruins para a economia nacional como agora, como se o governo FHC tivesse sido impecável em matéria de lisura e transparência. Ora, qualquer um que preste a mínima atenção à política sabe que o congresso, igualmente eleito democraticamente, vem sabotando a atuação do PT. Tudo para forçar a economia e o corte de gastos estratégicos de que o país precisa. O discurso da propaganda tucana de ontem não é uma constatação, é um efeito da atuação irresponsável dos congressistas, sejam aliados (PMDB principalmente), sejam os da oposição (como o PSDB e o PPS). Sabotar o governo e depois lhe atribuir incompetência é a jogada mais suja da direita nacional em nome do poder. Marta Suplicy no PMDB é só uma correção da distorção histórica provocada pela presença dela no PT. Para mim, nada demais, nada imprevisível.

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