Leão goleia Japiim no Mangueirão

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O Remo goleou o Castanhal por 4 a 1, na manhã deste domingo, em amistoso de preparação para o mata-mata da Série D. O jogo, realizado no estádio Jornalista Edgar Proença, teve um público de aproximadamente 1.500 torcedores. O volante Chicão abriu o placar no primeiro tempo. Léo Paraíba ampliou aos 8 minutos do segundo tempo.

O Castanhal reagiu com Luquinha, mas Aleílson (2 vezes) sacramentou a vitória azulina. Foram os primeiros gols do atacante com a camisa do Remo. O centroavante Kiros estreou, com atuação discreta. A partida marcou também a estreia do terceiro uniforme oficial do clube, lançado durante a semana pela Umbro nas cores vermelha e azul-marinho.

No próximo sábado, o Leão estreia no mata-mata da Série D 2015 enfrentando o Palmas (TO), às 16h, no estádio Nilton Santos, na capital tocantinense. (Foto: DOL)

A quem interessa boicotar o Esportivo Interativo?

DO PORTAL COMUNIQUE-SE

Os jogos da Liga dos Campeões da Europa acabaram de desembarcar na programação do Esporte Interativo. O evento deu vida à discussão sobre a situação da emissora com as operadoras de TV por assinatura. Em texto veiculado – e impulsionado – no Facebook, o veículo de comunicação perguntou: “a quem interessa impedir o crescimento dos canais Esporte Interativo?”.

Em nota, a emissora afirmou que as operadoras de TV paga se beneficiam pelo aumento da concorrência e que, assim, os assinantes só ganham quando têm acesso a todos os canais. “Por que a Net decidiu tirar o Esporte Interativo da grade de programação da Claro TV depois do Esporte Interativo vencer dois de seus maiores concorrentes na disputa pelos direitos de transmissão da Liga dos Campeões?”, seguiu questionando os responsáveis pela empresa de comunicação.

No post, a direção do EI afirmou que por mais que seja estranho, as barreiras para a entrada dos canais aumentaram depois da conquista dos direitos de transmissão da Champions League, um dos principais torneios de clubes de futebol. “Estamos fazendo todo o esforço para que todos os amantes de esportes possam nos assistir e, mais uma vez, queremos dar uma satisfação ao nosso público. Entendemos que tem muita gente frustrada hoje por não ter os canais Esporte Interativo e renovamos nosso compromisso de continuar trabalhando duro pra vencer as barreiras que são colocadas na nossa frente”.

Na semana passada, também por meio de texto divulgado no Facebook, o Esporte Interativo reclamou de “informações plantadas” na imprensa. O canal se referia, também, aos jogos da Liga dos Campeões, que serão transmitidos com exclusividade pelo espaço. “Qualquer informação diferente desta (da exclusividade), é informação plantada com o objetivo de confundir os amantes de esportes, atrapalhar a entrada dos canais Esporte Interativo nas operadoras de TV paga e, no fim, impedir a competição limpa entre os vários canais de esportes”, explicou o canal.

Das armadilhas do tempo

POR GERSON NOGUEIRA

A CBF solta foguetes pelo aumento do tempo de bola rolando nos jogos do campeonato brasileiro da Série A. De fato, é algo digno de comemoração. Sempre que o jogo flui e os jogadores se dedicam mais a correr do que a encher a paciência do árbitro, o espetáculo ganha em qualidade e dinâmica, e o torcedor obviamente sai lucrando.

Em relação a 2014, os números melhoraram bastante. O fato mais significativo é que triplicou a quantidade de partidas com mais de 60 minutos, dentro do padrão que a Fifa considera ideal. Dos 260 jogos realizados, 47 (18,07%) atingiram o índice, contra 16 jogos (6,15%) no ano passado.

Gabriel Jesus recebeu elogios de Marcelo Oliveira

O levantaram destaca a participação de alguns times nos jogos que registraram mais de 60 minutos de bola valendo. São Paulo, Atlético-PR, Atlético-MG, Corinthians, Cruzeiro e Sport Recife estão entre os que mais contribuíram para que o jogo fosse mais corrido. A média de tempo de bola em jogo também subiu, chegando a 54 minutos e 51 segundos. Na Copa do Mundo de 2014 a média chegou a 57 minutos.

Das 26 rodadas disputadas na Série A, a última foi a de melhor desempenho, com 568 minutos de tempo total nos 10 jogos. Contribuem para essa evolução a disposição das equipes em jogar de verdade, sem apelar para truques e antijogo e a orientação dada à arbitragem.

Respaldados pela comissão de arbitragem, os juízes estão mais severos na punição a reclamações de jogadores, o que tem garantido diminuição das paralisações.

O mesmo ocorre quanto ao índice de faltas, cuja média caiu de 33 para 27 por jogo. Neste ponto fica a dúvida se as faltas estão menos frequentes ou se os árbitros estão mais flexíveis, apitando à inglesa e evitando parar o jogo em função de qualquer choque ou empurrão.

Só por curiosidade, o jogo com maior tempo de bola rolando no Brasileiro foi Atlético-PR x Atlético-MG, com 69 minutos e 40 segundos. Deve ter sido um dos jogos mais disputados de todos os tempos no Brasil. A arbitragem foi de Thiago Peixoto, uma das novas apostas da arbitragem brasileira, juntamente com o nosso Dewson Freitas, que não aparece entre os árbitros dos jogos com mais tempo de bola rolando, mas contribuiu no quesito aplicação de faltas. São dele os números mais expressivos quanto a jogos com menor índice de infrações.

Coincidência ou não, os árbitros mais destacados no levantamento da CBF pertencem à nova safra. Além de Peixoto e Dewson, aparecem Ricardo Ribeiro (MG), Wilton Sampaio (GO), Péricles Cortez (RJ) e Anderson Daronco (RS). Têm sido fundamentais para a elevação do tempo de jogo, embora a qualidade técnica dos espetáculos dependa sempre do desempenho dos times.

Fica faltando apenas a arbitragem brasileira adotar um critério único para a marcação de pênaltis por toques de mão na bola. É até aqui a principal praga do campeonato desta temporada porque os árbitros definem a marcação dos penais muito mais pela cor das camisas do que pelas normas da Fifa.

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Novo desenho ofensivo no Leão

O Remo joga contra o Castanhal um amistoso caça-níquel na manhã deste domingo, no estádio Jornalista Edgar Proença. Além de arrecadar uns cobres, o time aproveita para testar posicionamentos e opções táticas para o primeiro mata-mata da Série D, previsto para começar na semana que vem.

Pelos treinos, Cacaio deve seguir utilizando o 4-4-2 clássico, de perfil ofensivo. No meio-de-campo, Eduardo Ramos e Juninho são os armadores e Ilaílson e Chicão cuidam da marcação. O ataque terá um homem de referência (Kiros? Rafael Paty?) e um atacante de lado, provavelmente Léo Paraíba.

Diante do Castanhal essa formação deverá ser testada, embora já venha sendo empregada por Cacaio desde o Campeonato Paraense. A diferença é apenas quanto aos nomes dos jogadores. No Parazão, Ramos jogava ao lado de Bismarck e Paty tinha Roni como principal parceiro de ataque.

A chegada de Kiros cria uma nova alternativa ofensiva, pois o Remo passa a dispor de um jogador talhado (pelo porte físico) para o jogo aéreo. Apesar de primitiva, a opção pelos cruzamentos requer preparo especial dos laterais e pontas. Sem capricho nas bolas alçadas, o centroavante vai apenas sofrer de torcicolo.

Em 2005, na Série C, o vitorioso Remo de Roberval Davino fez do centroavante Capitão e do beque Carlinhos importantes armas nas chamadas bolas paradas. Para a coisa funcionar, contava com os laterais Marquinho Belém e Eduardo, submetidos a treinos exaustivos de cruzamentos. É o que cabe a Cacaio fazer agora com Levy e Alex Ruan.

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Emerson no Bola na Torre

O goleiro do Papão é o convidado do Bola na Torre deste domingo. Guilherme Guerreiro comanda o programa, com Giuseppe Tommaso e este escriba de Baião na bancada. Começa por volta de 00h20, logo depois do Pânico, na RBATV.

(Coluna publicada no Bola deste domingo, 20)

Em 15 anos, jornalismo será produzido por robôs

Chefe-cientista da Narrative Science, Kristian Hammond prevê que em 15 anos 90% das notícias serão escritas por máquinas com conteúdo narrativo automatizado. Não é só o profissional que tem essa visão. Em reportagem para a BBC, a consultoria Boston Consulting Group afirmou que até 2025 um quarto dos empregos será substituído por robôs, incluindo a função dos jornalistas.

A reportagem da BBC reúne a previsão de diversos estudos sobre o futuro de algumas profissões. De modo geral, a Universidade de Oxford, no Reino Unido, aponta que 35% dos atuais empregos no país correm o risco de serem automatizados nas próximas duas décadas. A BBC criou lista com as carreiras “ameaçadas” como motorista de táxi, operários de fábrica, médicos, barman e, claro, jornalistas.

A possibilidade de que robôs escrevam textos no lugar de profissionais da comunicação não é nova. No ano passado, o Portal Comunique-se falou sobre estudo que mostra como as máquinas produzem conteúdo. O professor de mídia e comunicações da Karlstad University (Suécia), Christer Clerwall, fez pesquisa com 46 alunos da graduação de jornalismo, que avaliaram textos escritos por jornalistas e robôs.

A avaliação final mostrou que, das 27 pessoas que responderam o questionário, 10 disseram acreditar que um jornalista era o autor da nota feita de maneira eletrônica. Dos 18 entrevistados que leram a matéria escrita por um profissional, 10 arriscaram ao dizer que tinha sido escrita por um programa.

O chefe-cientista Hammond não acredita, entretanto, que essa possibilidade tecnológica tire o emprego dos profissionais da imprensa. Para ele, o momento pode significar que jornalistas vão ampliar o campo de atuação. “O mundo das notícias vai se expandir. Os jornalistas não vão precisar escrever reportagens a partir de dados. Tudo será feito por máquinas”. (Do Portal Comunique-se)

A agonia do rádio no Brasil

POR ÁLVARO BUFARAH, no Comunique-se

Historicamente, o rádio no Brasil é um veículo de comunicação de grande audiência, mas pouco reconhecido pelo mercado publicitário, o que lhe rendeu o apelido de “primo pobre” entre as mídias, uma referência ao quadro com Brandão Filho e Paulo Gracindo, na Rádio Nacional do Rio (Primo pobre e Primo rico).

No dia 25 de setembro, é comemorado o “Dia do Rádio” em homenagem ao dia de nascimento do Edgard Roquete Pinto, professor que junto com Henrique Morize, trouxe o rádio para o país oficialmente. Porém o assustador é que o rádio, enquanto meio de comunicação, está em agonia profunda, sem verbas, sem criatividade e sem profissionais. Embora as pesquisas demonstrem que ainda é o veículo de maior audiência das oito da manhã as seis da tarde, a grande maioria das emissoras não consegue o mínimo de investimentos para manter suas programações.

A história do rádio no Brasil tem início com uma injustiça, pois o padre gaúcho Landel de Moura inventou o primeiro equipamento para a transmissão de voz humana a distância sem fio, mas acabou sem o reconhecimento devido, vindo a falecer sem que sua história fosse contada aos ouvintes brasileiros. Ou seja, de saída, o inventor já foi premiado com o ostracismo.

A morte do rádio foi anunciada com a chegada do cinema, da TV e, mais recentemente, da Internet e, mesmo após 90 anos de serviços prestados, ainda se fala nisso. Mas, uma pesquisa do Grupo de Profissionais de Rádio de SP, com os criativos das agências de publicidade, mostra que o veículo é o que melhor se adapta as novas plataformas digitais. Então o que deu errado para que o meio seja tão desprestigiado?

Vários motivos podem ser listados. O primeiro, e mais assustador, é que as emissoras não conseguiram profissionalizar a gestão e muitas ainda não conseguem se reconhecer como empresas de comunicação, não têm planejamento, nem organização, nem fluxo de caixa. Dentro deste aspecto, também não há uma política de gestão de talentos. É comum perderem profissionais formados nas rádios para outros veículos que pagam mais e oferecem alguns benefícios considerados básicos, como plano de saúde.

Muitas vezes, não há bons gestores nem profissionais qualificados na produção de conteúdo. Com isso, a qualidade e a criatividade do que vai ao ar cai e não se encontra traços mínimos de um produto diferenciado. Para os gestores, tem de haver mais cortes, para os conteudistas tem de haver mais investimento. E quem sofre é o ouvinte que não reconhece nenhuma diferença entre as programações das emissoras.

As empresas estão perdendo um ótimo momento e boas ferramentas digitais para interagirem com seus ouvintes e fidelizá-los por meio de uma participação muito mais ativa. A internet veio para ficar e com ela um novo perfil de ouvinte, mais rápido e seguro de suas necessidades. O rádio não morre, mas tem de se reciclar, se reinventar, levando uma nova programação para a internet. Não adianta aguardar uma solução mágica que levará o veículo a uma nova era de ouro. O tempo passa e as pessoas mudam, os veículos também têm de mudar.

(*) Jornalista e pesquisador do meio rádio na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), mestre em comunicação e mercado pela Faculdade Cásper Líbero (FCL), pós-graduado em administração de empresas pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) e professor do curso de Rádio e TV. Atuou mais de 20 anos no mercado de rádio nacional e internacional.

Corrida do Engenheiro movimenta e premia atletas

A 6ª Corrida do Engenheiro, promoção do Clube de Engenharia do Pará, foi disputada na manhã deste domingo (20), na avenida João Paulo II, em percurso com 7,7 quilômetros com largada e chegada no Parque Estadual do Utinga, no bairro do Curió-Utinga. A prova, realizada pela primeira vez em via pública, de vez que o Parque, local das edições anteriores, encontra-se em obras, teve como vencedores gerais os atletas Rosivaldo Moreira da Silva, o Bragança, do clube Corpa, e Edna Maria de Oliveira Silva, também do Corpa. Rosivaldo sagrou-se tetracampeão da corrida e Edna, tricampeã.

Na categoria engenheiros os vencedores foram Alan Rafael Menezes do Vale, do Detran-PA,  e Izaíde Farias Serrão, da Celpa, em sua terceira vitória na prova. Entre os acadêmicos de Engenharia quem venceu a prova foi Evandro Guedes Cordeiro, da Célio Lobato Assessoria Esportiva, e Fernanda dos Santos Bastos, estudante do Cesupa e atleta da equipe Manoel Corredor.

Os três primeiros colocados no masculino e feminino de cada uma das três categorias foram premiados com troféus, medalhas e cheques respectivos de R$ 300,00, R$ 200,00 e R$ 100,00. Todos os corredores ganharam medalhas de participação da prova. (Da Zê-Efe Comunicação & Marketing) 

Leão perto do Top 20 do Torcedômetro

Campanha de sócios do Remo

DO LANCE!

O Remo realizou recentemente diversas ações de marketing para atrair novos sócios-torcedores, e o resultado está sendo positivo. O clube ganhou associados e agora está perto do Top 20 do Torcedômetro, ranking nacional do Movimento por um Futebol Melhor. Em 22º lugar, o Remo tem 8.170 filiados. O 20ª colocado é o Fortaleza, com 8.451. No meio deles está o Avaí, com 8.333.

Apenas neste mês, o Remo ganhou 2.324 sócios-torcedores. No ano, são 7.377 novos filiados.

Além de ajudarem seu clube, os sócios-torcedores também aproveitam os descontos e benefícios oferecidos pelas empresas parceiras do Movimento. Além da Ambev, são centenas de produtos de Unilever, Pepsico, SKY, TIM, BIC, Centauro.com.br, Easy Taxi, Multiplus, Editora Abril, Méliuz e Raízen.

Desde 2013, o movimento concedeu mais de R$ 60 milhões em descontos aos associados. Em julho, o Movimento atingiu a histórica marca de 1 milhão de sócios e contribui para uma receita estimada de R$ 400 milhões/ano no futebol brasileiro.