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Uma prova de que nada é impossível.
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Ao ser levado para Brasília, acredito que incentivou o time curitibano.
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Uma prova de que torcida não ganha jogo
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Sem querer tirar os méritos da indiscutível vitória dos paranaenses, aquilo lá não é torcida. Ali devia estar a fina flor do coxismo ‘aspone’ que povoa a capital federal e as imagens da tevê atestam isso: muito selfie, muitos beijinhos entre casais, algum barulho antes do jogo iniciar e depois passou-se do silêncio à vaia, daí à silenciosa batida em retirada pra evitar os percalços do trânsito.
Aliás, por falar em vaias, qual o motivo do seu direcionamento ao zagueiro César Martins? Só o alheamento total do que estavam vendo justifica a atitude daquela malta ignara. Quem fez o pênalti foi o Pará, quem deu condições de jogo ao Henrique, no lance do segundo gol, foi o Samir e até então César tinha sido o jogador do Flamengo que mais havia levado perigo ao gol curitibano. Por aí se vê como o Brasil sediou, mas não jogou em casa na copa do ano passado, sem que isso justifique qualquer desastre.
Para mim, aquela ausência de torcida, apesar do eventual aglomerado nas dependências do ‘Mané Garrincha’, ontem, é simbolizada por uma figura que registrou sua presença em sua página do face: o ainda presidente da Câmara Federal trajando uma camisa do Fla por cima de uma camisa social, imagem emblemática da distância entre as duas categorias na medida em que não existe alguém que encarne mais o sentimento anti-povo do que o dito cujo.
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uma prova que quando não tem apito amigo a coisa é diferente
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Penso exatamente assim.
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Perdão, mas isto é uma simplificação grosseira. O Flamengo tem 12 vitórias e raramente se viu o adversário derrotado reclamar da arbitragem, conforme constatou-se no domingo. Aliás, quem tem reclamado sistematicamente de arbitragens tem sido justamente o Mengão, talvez por estar no lado oposto da atual direção da CBF.
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Tem razão, amigo Amorim.. o chiste foi apenas para não perder o hábito, em face de anos e anos de favorecimento. Na verdade, a bola da vez deste campeonato é o irmão quase gêmeo paulista.
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Amigo Amorim, na semana passada, depois de ter sido beneficiado em jogo do Brasileiro a diretoria do Fla chegou a admitir isso em comunicado à imprensa. Não tem sido tão prejudicado, não. Talvez apenas estranhe – e é natural – que a arbitragem tenha sido correta quase sempre.
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Prova que o Corinthians deu uma sobra não bem aproveitada pela maioria, Grêmio e Santos captaram. Rsrsrsrs
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É verdade. Não souberam aproveitar a folga dos árbitros corintianos.
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Amorim, não sei se tu conheces o Distrito Federal,..mas o pouco tempo que por lá passei, percebi o quanto na época havia um domínio considerável de cariocas, por razões óbvias .
A maioria dos 67 mil manuéis, tem sim, ascendência carioca. Quanto aos empanados, é normal a presença deles em qualquer evento “beneficente”.
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Acho que a arbitragem é mais vigiada do que mal intencionada e a simples razão é a série de recomendações diversionistas que permitem a um juiz marcar pênalti do Pará(pra mim, claríssimo); e deixar de marcar o do jogador do Corinthians contra o Internacional tão claro quanto.
No final, o árbitro é crucificado e os que criam essas normas bandalhas dormem tranquilos. Aí, lamentavelmente, reside nosso maior mal: aquela malandragem da ginga no gramado que deixava os gringos doidinhos deu lugar à malandragem dos cartolas que produz figuras como Marin, Del Nero e assemelhados.
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Pelas palavras do companheiro Amorim, fica claro que o apito amigo é obrigatório, quando não vem gera crise de relacionamento com a CBF.
Caro Harold, a questão é que o jogo beneficiente foi assistido por famílias ou um publico do estilo copa do mundo, por isso aquele comportamento da torcida.
Por isso que eu elogio as torcidas organizadas neste sentido, apenas, nas arquibancadas elas fazem o estádio apoiar o clube com cantos e gritos de ordem, exatamente o que não teve o flamengo
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