O passado é uma parada…

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Zico em ação contra os argentinos na Copa do Mundo de 1982, na Espanha. Brasil venceu a partida, mas caiu na fase seguinte diante da Itália de Rossi.

17 comentários em “O passado é uma parada…

  1. Cracaço! Mas a seleção caiu nessa fase mesmo, não era mata-mata e sim um triangular em que passava o primeiro. Brasil jogaria pelo empate no próximo jogo contra a Itália, pois venceu a Argentina e esta empatara com a Azzura. Olha esse triangular!

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  2. E pensar que tivemos três chances. 0x0; fomos buscar 1×1 e no 2×2 parecia que tudo estava resolvido.
    Mas em cima da hora, tal qual Zé Antônio, “Il bambino d’oro” Paolo Rossi, matou a pau. E não teve bode nem sururu, mas uma zebra monstruosa.

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  3. Aí morreu o legítimo futebol brasileiro praticado pela Seleção e por nossos clubes: ofensividade, bola no chão de pé em pé, meia cancha preferencialmente povoada de talentos criativos e atacantes definidores e acima da média (muito embora nessa Seleção pontificasse o caneleiro Serginho Chulapa).

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  4. Discordo do amigo Malcher, nosso futebol não morre nunca.

    Não canso de dizer que Zico foi o maior jogador da minha geração.

    Em 82 tinha 7 anos, não sabia ao certo o que acontecia, mas começava a entender a paixão do nosso povo, em especial do meu pai pelo futebol.

    Estavamos em Salvaterra passando férias, e os jogos assistíamos na barraca de um sr chamado Pajé, que na hora do intervalo desligava a Tv pra economizar energia rsrsrs

    Nessa copa ví meu pai feliz nas vitórias e ví triste quando perdemos pra Itália.

    Papai assim como eu gostava do Dr Sócrates.

    Na volta, arrumou um pequeno cachorro vira lata, de quem lembro que era magrinho, e no seu humor contagiante colocou o nome de Telê Santana.

    Os amigos não sabem, mas meu pai pulou uma fogueira semana passada, com 82 anos chegou a ter um principio de derrame,mas graças a Deus não ficaram grandes sequelas.

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  5. Assisti alguns jogos da copa de 82 no YouTube e vi que o time só atacava. Os volantes, Cerezo e Falcão, jogavam como verdadeiros meias e se o Telê tivesse posto um bom volantão para proteger a zaga, poderia ter conquistado o título.

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  6. Nosso futebol não morrerá tão cedo mesmo… mas já não podemos escalar duas ou três seleções de nível como antigamente caro Edson. É só vermos por exemplo o nível técnico de nossos certames, outrora os melhores do mundo. Jogos que não prendem a nossa atenção, são modorrentos, feios, cheios de chutão. A Libertadores deste ano foi uma amostra do estágio atual de nosso futebol de clubes, o do dia a dia, que no frigir dos ovos é o que conta mesmo, pois Copa América, Olimpíadas e Copa do Mundo são sazonais. E nossa seleção já nem é tão “brasileira” assim, pois apenas uns três jogam por aqui e o restante joga na velha Europa. Além disso, nenhum é protagonista em seus clubes. Mesmo assim, Brasil é Brasil e sempre será favorito em qualquer competição.

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