Publicitário debocha do “português para executivos”

tumblr_n5zolr4Qf51txa5bio1_1280O leitor já participou de um “meeting” no seu trabalho hoje? Ou ainda, caso deseje ser o seu próprio chefe, já “startou” o seu negócio? Independente do seu ramo de trabalho, com certeza já ouviu falar na necessidade de se pensar “out of the box”, certo?
Pois de olho em situações como essas, o tumblr brasileiro “Português para executivos” vem fazendo graça nas redes sociais ao apontar o óbvio: as empresas do país usam palavras em inglês demais no seu dia a dia — e, com as adaptações naturais que fazem na língua inglesa, tudo acaba soando muito engraçado.
Criador do site, o publicitário Rafael Hessel, de 26 anos, diz que tirou a ideia do tumblr do seu próprio dia a dia dentro de uma agência de propaganda.
— A ideia do tumblr partiu da minha própria profissão. Reparando no dia a dia, fui vendo o quanto os termos estrangeiros fazem parte do nosso vocabulário. Depois de anotar alguns, resolvi fazer o tumblr — conta ele. Daí foi só pensar em um nome sugestivo, com uma descrição bacana para começar as postagens.
Com muita ironia, a página de Rafael diz ter o objetivo de ajudar “você que é um executivo brasileiro” que “está tendo problemas com o seu Português de negócios, e por isso precisa usar o vocabulário de outros países”. Com imagens genéricas de engravatados, o tumblr menciona os termos em inglês usados nas empresas e mostra o seu significado em português, com exemplos que são engraçados justamente por ressaltarem o jeito desnecessariamente anglicanista de se falar nas empresas.
Essa, inclusive, é a opinião de Rafael:
— Sinceramente, acho que exageramos sim nos termos em inglês. E me incluo nessa. É algo natural, mas que ao prestar atenção, fica caricato. Era uma piada pronta praticamente
Se a página não aumentar o seu vocabulário, ao menos arrancará algumas risadas. (De O Globo) 

Firma mineira vai recuperar campo do Mangueirão

A obra de recuperação do gramado do estádio Jornalista Edgar Proença começará em junho, com prazo de 90 dias para ser concluída. O resultado da licitação foi divulgado na última quinta-feira (22) no Diário Oficial da União, e nesta sexta-feira (23) no Diário Oficial do Estado. A reunião entre membros da Comissão Permanente de Licitação, da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel) e representantes das três empresas de projetos de implantação, manutenção e produtos para gramados e paisagismo habilitadas ao processo, foi realizada na manhã de 15 de maio, quando foram abertos os envelopes com as propostas de cada companhia. A empresa ganhadora da licitação é a Green Gramados Esportivos, de Belo Horizonte (MG), que fez a melhor proposta financeira. As outras duas concorrentes são de São Paulo.

A Green Gramados Esportivos tem em seu portfólio arenas esportivas de Minas Gerais, como a do Mineirão, em Belo Horizonte, e do Uberabão, na cidade de Uberaba, no qual foram executadas obras nos mesmos padrões adotados pela Fifa para a Copa do Mundo de 2014. Segundo seus representantes, a empresa utiliza a mais alta tecnologia para um correto preparo do Top Soil, uma capa selante que ajuda na estabilização e impermeabilização do solo, além de inibir a suspensão de partículas. A empresa também é responsável pela drenagem, irrigação e programas de fertilização específicos, utilizando a mais apropriada variedade de grama para o clima. (Com informações da Agência Pará) 

Tribuna do torcedor

Por Antonio Américo Oliveira do Espírito Santo (antonio.americo@bcb.gov.br)

Gerson, parabéns pela sua analise após o Re x Pa, principalmente quando falou que o nosso futebol precisa de pessoas que venham para cá deixar sua contribuição, pois, precisamos estar de novo numa séria A, seja com Remo ou Paissandu comentários como estes que está tudo armado pelo sistema para ressuscitar o Remo, só trazem conseqüências desastrosas, botando em cheque federação, árbitros , clubes etc. se alguém ressuscitou o Leão foi o técnico do Paissandu pois não teve capacidade para ganhar o 1º turno, poupou tanto titular que deveria jogar com os juniores contra o São Francisco, único time capaz de tirar a vaga do Remo na série D e por fim, depois de estar ganhando de 2×0, ceder o empate. Acho que ele está caindo na real que perder um Re x Pa significa destituição de cargo (Charles, Agnaldo etc.). Acho bom achar outra desculpa!

Apenas a primeira batalha

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Por Gerson Nogueira

Foi um jogo empolgante, talvez o mais equilibrado de todos os clássicos da temporada. Não faltou alma, sangue e vontade. De um lado, um Paissandu senhor da vantagem na decisão e com suas principais peças descansadas exclusivamente para o jogo. De outro, um Remo que ficou 22 jogadores sem jogar à espera das finais do returno. Tanto esmero dos rivais em se preparar para o confronto se evidenciou nas ações em campo. Duas forças antagônicas, com arrumações táticas diferentes e ênfase no esforço coletivo. Nas arquibancadas, porém, o público destoou em relação à qualidade do clássico – presença de pouco mais de 6 mil pagantes.

O começo foi claramente dos azulinos, que, pela urgência em reverter a desvantagem na decisão, partiram resolutos em busca do gol. Construíram boas jogadas, puxadas principalmente pelo ponta Roni, mas não conseguiram transformar essa presença ofensiva em situações claras de gol. Estabeleceram uma sensação de perigo que não se materializou em lances agudos na área.

A predominância remista durou exatos 15 minutos. A inversão de atitudes começou por força das circunstâncias, com as substituições de Pablo (lesionado) por Ricardo Capanema e de Zé Antonio por Billy. Capanema foi escalado para vigiar Roni e se entregou à tarefa com gosto, o que diminuiu a intensidade do Remo pelo lado direito do ataque. Em combate direto aos remistas Dadá e Ilaílson, Billy assumiu no meio-campo um papel de condutor de bola que Zé Antonio não chegava nem perto de executar. Penso que o jovem volante ganhou em definitivo a titularidade ontem à noite.

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Foi através de Billy que o Papão começou a inverter as coisas no Re-Pa, tirando seu meio-campo do imobilismo inicial. Aos 17 minutos, surgiu o primeiro ataque bem organizado pelos bicolores. Lima recebeu bola no bico esquerdo da grande área e cruzou alto em direção ao segundo pau. Djalma cabeceou em direção à pequena área, mas a bola resvalou no braço do lateral Alex Ruan. Dewson Freitas assinalou pênalti, que Augusto Recife converteu.

Atordoado pelo gol, o Remo saiu em busca do empate e teve duas boas chances, ambas em cobranças de escanteio. Mas foi o Papão que voltou a balançar as redes. Aos 30 minutos, em cobrança de falta bem ensaiada, Pikachu foi lançado na área azulina pelo lado direito e, sem marcação, bateu forte e rasteiro, estabelecendo 2 a 0. O Papão se valia, novamente, de sua objetividade nos lances de área.

O Remo, tentando juntar os cacos, partiu para a reação, mas esbarrava num bloqueio mais firme e técnico no meio-de-campo. A necessidade de chegar ao gol levou Eduardo Ramos a se aproximar da linha de ataque, invertendo posicionamento com Leandro Cearense pelo lado esquerdo. A fim de fugir à marcação de Capanema, Roni passou a correr pela esquerda depois que Alex Ruan foi substituído por Val Barreto. E foi por essa via que acabou nascendo o primeiro gol azulino.

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Lépido, Roni enfileirou marcadores na entrada da área do Papão e passou para Eduardo Ramos arrematar de fora da área, sem chances de defesa para Paulo Rafael, aos 39 minutos. O Remo ainda teria, com o próprio Roni, outra grande oportunidade, aos 44, mas Paulo Rafael e Charles impediram o gol.

Depois do intervalo, o Papão surpreendeu logo aos 2 minutos em escanteio que foi desviado por Charles para as redes. Dewson assinalou falta sobre Fabiano, em marcação contestada pelos bicolores, mas o árbitro havia invalidado o lance antes da definição, observando infração cometida pelo centroavante Lima.

O jogo ganhou outra dinâmica com o avanço do Remo em busca do empate. Com quatro atacantes (Potiguar, Cearense, Val Barreto e Roni), o time se mantinha no campo de ataque e explorava melhor os contra-ataques. Aos 17 minutos, depois de cruzamento da direita, Barreto cabeceou e a bola foi nas mãos do zagueiro Charles. Dewson apontou o penal, que o próprio Barreto converteu.

Aos 35, outra grande chance para o Remo em cabeceio de Barreto, mas a bola passou sobre o travessão. O último lance de área pertenceu ao Paissandu. Cruzamento de Pikachu da direita alcançou Marcos Paraná entrando livre pela direita, quase na pequena área. O chute saiu rasteiro e cruzado, mas Fabiano se redimiu na falha do primeiro tempo e espalmou a bola.

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Arbitragem sob ataque 

Ao contrário de outras jornadas, quando se destacou pela segurança e rigor nas marcações, Dewson Freitas acabou vitimado pela tolerância excessiva com o jogo violento. Logo a um minuto, deixou de punir Bruninho, que acertou pontapé em Roni junto à lateral. Depois, evitou expulsar Max após falta em Lima – o zagueiro já tinha cartão amarelo. Não expulsou Tiago Potiguar, que deu pisão em Ricardo Capanema, e anistiou Billy, que deu carrinho por trás em Roni. Permitiu ainda que os jogadores tomassem conta do jogo. Djalma chegou a peitá-lo várias vezes, reclamando acintosamente de marcações.

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Como efeito direto disso, o técnico Mazola Junior dominou o pós-jogo com declarações graves e aparentemente destinadas a colocar a arbitragem sob pressão. Afirmou que estaria “tudo armado para beneficiar o Remo”, apontando um impreciso “sistema” como responsável pelo suposto esquema, não sem antes registrar que quando chegou ao Paissandu o clube se encontrava “no lixo, destroçado”.

Seria apenas mais um capítulo a engrossar o alentado histórico de polêmicas do clássico mais disputado no Brasil, apimentado por pinceladas marqueteiras, mas as acusações do técnico se revestem de gravidade por colocar sob suspeita o campeonato estadual, sem definir com clareza responsabilidades pelo tal esquema de favorecimento. Antes de Mazola, ainda no final do primeiro tempo, o diretor Roger Aguillera também fustigou a arbitragem, invadindo o campo para reclamar de marcações de Dewson Freitas. Detalhe: nesse momento, o Papão vencia por 2 a 1. (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola)

Polêmica pós-clássico

“O que aconteceu hoje veio provar que a culpa não é da arbitragem paraense. A culpa é do sistema. Está tudo feito, tudo armado, tudo programado, desde o começo do campeonato, para que o Remo se classificasse para a Série D e seja campeão. Não vou mais aceitar passivamente isso”.

De Mazola Junior, técnico do Paissandu, depois do empate em 2 a 2 no clássico decisivo do returno.

Tribuna do torcedor

Por Bruno Ruivo

Questionamentos, afirmações, duvidas ! Entendam como quiserem. Os dois grandes sempre quiseram árbitros Fifa na final. De repente se tornaram fãs do Dewson. Arbitragem deixa de expulsar pelo menos 2 de cada lado e marca um pênalti pra cada lado, sendo que na visão de quem viu o jogo pela tv não existiu nenhum… após 2×2. Ninguém joga mais. Desrespeitos à arbitragem sem punição. Não irei para o próximo jogo. Me senti um palhaço e não é para o Remo ser campeão que surgem essas atitudes tendenciosas e sim para que hajam mais Re-Pa’s. Assim TODOS lucram gregos , troianos e, nesse caso, espartanos. Minha opinião.