Gana e alma fazem a diferença

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Por Gerson Nogueira

A pancadaria final, envolvendo jogadores e até técnico, estragou muito do prazer que o jogo proporcionou aos 12 mil espectadores presentes. Iniciado por um torcedor que saiu do túnel destinado aos árbitros e foi provocar os jogadores do Remo após o terceiro gol do Paissandu, o tumulto na verdade teve origem e inspiração lá atrás, ainda no primeiro clássico.
Ali, torcedores, técnicos e atletas foram levados a acreditar que o futebol é uma guerra sem tréguas, onde tudo vale. Bobagem. Futebol é apenas um esporte. Não pode determinar confrontos sangrentos de vida ou morte. Deve divertir e aproximar as pessoas, jamais afastá-las.
Até os 49 do segundo tempo, o jogo cumpriu seu verdadeiro papel. Foi um tremendo espetáculo. De técnica razoável e até alguma rispidez, mas disputado com alma e gana. De parte a parte, com entrega total. Como um Re-Pa de verdade. Os 20 minutos finais foram empolgantes e revelaram, além de lances de tirar o fôlego, muita superação por parte do Paissandu, que amargava a desvantagem de dois gols no placar.

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Ocorre que, como o futebol é disputado até o último segundo, o time não esmoreceu jamais. Manteve-se confiante, determinado a obter o empate que lhe servia. E o resultado veio, já no apagar das luzes, como diziam os narradores do rádio antigo. Um prêmio ao esforço dos bicolores e um tremendo castigo para os azulinos.

Aos 46 minutos, quando o título do campeonato ainda estava nas mãos do Remo, o infernal Roni poderia ter sacramentado a vitória. Escapou do pontapé de Ricardo Capanema e driblou o zagueiro Charles, invadindo a área para mandar rasteiro em direção ao gol. Já festejava o desfecho do belíssimo lance, o mais brilhante da noite, quando a bola caprichosamente estourou no poste esquerdo do goleiro Paulo Rafael. Logo a seguir, viria o gol de Zé Antonio no minuto final do confronto.
O clássico, porém, foi muito mais do que esse final eletrizante. Teve alternâncias no marcador, deu aos remistas a impressão inicial de que a vitória estava próxima. Com gols de Leandro Cearense (aos 6 minutos) e de Rafael Andrade, aos 21, o Remo era senhor da partida.
Mais organizado, controlava o meio-de-campo e escapava sempre pelos lados com grande perigo. O Paissandu, que usou escalação inicial confusa na defesa e inexistente no meio, só explorava uma jogada: cruzamentos sobre a área. Ameaçou apenas a alguns minutos do fim da primeira etapa, quando em contra-ataque Lima lançou Jô na área. Livre, diante de Fabiano, o atacante disparou à meia altura, mas o goleiro fez um pequeno milagre. Para corrigir as escolhas erradas, Mazola Junior já havia lançado Leandro Carvalho e Aírton, tirando Marcos Paraná e Djalma.
Quando voltou dos vestiários, o Remo trouxe Rubran como novidade, substituindo a Tiago Potiguar. O objetivo de Roberto Fernandes era óbvio: segurar o resultado. Ora, administrar placar na metade do jogo é sempre temerário. E não deu outra. Lima diminuiu aos 12 minutos. O Remo, porém, ainda presente no ataque, conseguiu ampliar, através de Rubran, aos 25, escorando bola que veio de escanteio.

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A partir daí, o Remo abriu mão da parte ofensiva e se concentrou em segurar a pressão do Paissandu. Tudo parecia se encaminhar para um triunfo azulino, o primeiro no confronto entre os rivais neste ano. Acontece que a jogadinha manjada de bola na área acabou surtindo efeito.
Atento aos espaços que o Remo permitia ao recuar a marcação, o Paissandu aumentou a quantidade de chuveirinhos e acabou chegando ao segundo gol em penal marcado sobre Dênis. Augusto Recife, o melhor dos bicolores, bateu e fez o Papão voltar a sonhar com a conquista.
O Remo se encolheu ainda mais. Carlinho Rech entrou para se juntar aos outros três zagueiros e formar uma espécie de barreira do inferno. Não deu certo. Rech acabaria expulso, levando com ele o próprio Fernandes, que invadiu o campo para reclamar com o árbitro. Ainda haveria tempo para a jogada sensacional de Roni, que a trave impediu que virasse gol, e o cabeceio certeiro de Zé Antonio para empatar aos 49 e dar o merecido título do returno ao Papão. (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola)

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Arbitragem acima de qualquer suspeita

Resultado inquestionável e suficiente para desfazer as lorotas marqueteiras quanto a supostos esquemas de bastidores. Cabe ao torcedor e a todos que vivem do futebol saber separar o joio do trigo, aceitando o fato de que erros de arbitragem acontecem e não devem ser vistos como desonestidade. Árbitros precisam decidir sobre lances em fração de segundos, enquanto seus críticos levam às vezes dias sem chegar a uma conclusão concreta.
Qualquer outra interpretação configura apenas intriga combinada com irresponsabilidade. O Papão venceu por não desistir jamais e saber aproveitar as chances que surgiram. É um legítimo campeão de turno e obviamente ninguém pode lançar dúvidas quanto à lisura dessa conquista. Que fique a lição para as próximas duas batalhas. E que os arautos da violência permitam que a alegria prevaleça.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quinta-feira, 29)

48 comentários em “Gana e alma fazem a diferença

  1. Sem gozações clubísticas: o Paysandu foi uma verdadeira “mãe” antes se se “vestir de macho” e empatar o jogo.
    O clube do remo jogou nos erros do adversário e marcou seus 3 gols em falhas da defesa bicolor. Mazola escalou o time mito mal e quase perde o campeonato! Jô e Marcos Paraná não disseram a que vieram na partida de ontem. Não digo que foi esquema tático ou favorecimento da arbitragem. O Paysandu teve muita sorte e perseverança, como há muito não via acontecer. Podia ter levado o famoso “prego no caixão” naquele chute do Rony que estourou na trave, mas não era o dia. Sou bicolor fanático e estou feliz com o resultado final, mas o Paysandu precisa melhorar MUITO se quiser ganhar o estadual.

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  2. Excelente imagem do jogo, bem como do clima em que foi disputado. Eu só acrescentaria dois elementos: primeiro, a omissão do Eduardo Ramos que voltou a se repetir pela enésima vez, o que significa falha reiterada do técnico remista, no mínimo; segundo, a queda por terra da tese segundo a qual o Leandro Carvalho só aguenta jogar uma parte do segundo tempo.

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  3. Bom dia! Que jogo, amigos. Eu, como de costume, acompanhei os comentarios do blog sem querer tirar o olho da tela pra digitar rss. Olha, quando ainda estava 2×0 e o RF começou a recuar o time e colocou o Ratinho baleado muito cedo, cheguei a comentar com amigos no whatsapp que se ainda desse empate e dependendo de como seria, tinha esquema e até aquele pênalti eu achava que tava no script, apenas estranhando a quantidade de amarelos e suspensos para o próximo jogo (não sei ao certo se os amarelos serão zerados pra final). Mas o desenrolar das coisas me fez queimar a língua, muita entrega e pancadaria pra um jogo “acertado”. Outra, confere que houve três expulsos de cada lado depois da confusão?

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  4. Parabéns Papão!
    Só lamento por um motivo. A vitória vai encobrir as falhas técnicas. Foi só vontade do time. Quem é fanático não verá, mais foi.
    O técnico (metralhadora verbal) Mazola Jr. teve sorte. Como futebol é resultado, ele fica. A hora que ele perder o alvo será a própria pátria. Aguardem.

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  5. Pode até ganhar o campeonato, porém, precisa mudar de atitude, refiro-me ao técnico Mazolla Jr., que decididamente precisa saber a diferença entre objetividade/pragmatismo e teimosia, ele está insistindo muito nesse esquema retranqueiro, que já fez água, ou seja, está manjado, ontem quase o barco afunda; quanto ao Marcos Paraná, já pode ir, outro que bem poderá acompanhá-lo, é o João Paulo, ontem não saltou uma gillete, foi responsável direto, por dois dos gols sofridos.
    Bastante entusiasmado com o resgate do Espírito Guerreiro, apresentado no 2º segundo tempo de jogo, pela equipe do Grande Bicolor Celeste Amazônico, aquele que “MATA NA HORA”, não dá chance de reação ao adversário, parabéns ao grupo, PARABÉNS NAÇÃO CELESTE AMAZÔNICA!!!!

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  6. Amigos,

    Havia dito no jogo passado que aquele foi o clássico mais emocionante do ano. Devo, obrigatoriamente, retificar-me. O jogo de ontem, pela suas alternância e emoção, foi o melhor RexPa dos últimos cinco anos. Apenas duas coisas destoram no RexPa: o público que foi pequeno e o dia/horário da decisão.

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  7. Papão campeão invicto do 2º turno, OK.
    Porém fica a preocupação, antes era somente a rivalidade em campo com a bola rolando, hoje estamos com a intolerância e a violência que está saindo das arquibancadas e das ruas, passando para dentro do campo, o que acaba servindo de munição para acirrar ainda mais a briga entre torcidas (des)organizadas, aí está o porque de tanta violência após os jogos, isto é, diretoria e comissão técnica acabam promovendo (contagiando) os torcedores, afastando quem realmente gostaria de assistir ao jogo.
    Quando será que vão acabar com estes atos, talvez quando ocorrer uma tragédia com inúmeros mortos e feridos de ambos os lados.
    Parabéns Papão pela conquista do 2º turno. Vamos aguardar a decisão nos dias 04 e 06/Jun, pois o campeonato ainda não acabou.

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    1. Observações pertinentes, Rafael. Tenho me preocupado muito com isso. A exarcebação da violência tem origem nos protagonistas do jogo e se espraia pelas gangues. Quando um sujeito invade o campo pra provocar atletas do rival aí a coisa está muito próxima de um torneio de várzea, algo que não deveria interessar aos que amam o futebol de verdade.

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  8. Uma boa partida de futebol com gols e emoção. Tudo que se quer.

    Só não entendi o porquê do Mazola ter entrado (novamente) com o Capanema na lateral esquerda. Não entendo também as escalações de cara do Jô e do paraná, que já provaram não serem o que esperávamos.

    Ora, se é para ter um meio compacto, não hesitaria de deixar o Recife como o 10 que falta. Marca muito bem, tem uma ótiuma visão de jogo e preparo de dar inveja à qualquer um. Ou então entrar com o Zé, Capanema, Recife e Airton/Bruno, que alternariam posições no meio e na esquerda.

    Uma coisa é certa, o fator psicológico do adversário foi destroçado, pois além de entregar o título no final, não consegue ganhar do Eterno Campeão do Campeões.

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    1. Escalação equivocada, corrigida novamente aos 20 minutos do primeiro tempo. O eloquente técnico do Papão tem tido a proteção dos deuses, mas anda exagerando nas invenções. Essa do Capanema na lateral esquerda foi de lascar, bem como a confusa missão entregue ao Pikachu. Também estranhei a substituição de Djalma, o mais rápido dos defensores do time. Como tudo está bem quando acaba bem, nada disso importa ao torcedor, que logicamente prefere comemorar. Mas que as lambanças se repetiram, isso é inegável.

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  9. Ah, ia esquecendo. Tudo o que aconteceu após o gol do título foi deplorável. A começar pela invasão do campo de jogo por um sujeito que nada tinha a ver com a partida e a findar com agressões, pontapés e cenas até trágicamente hilárias. Lembrou muito aquelas famosas porradas em gafieira, quando o que valia era o braço.

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  10. Assim como o amigo Mauricio, apenas acompanhei os comentários do blog, pois o jogo estava tenso e muito disputado, mas gostaria de parabenizar o amigo Heleno, que torcia como um louco pelo blog e acreditou até o ultimo segundo, quando praticamente todos os bicolores já estavam conformados com a vitoria do rival o amigo Heleno gritava…eu acredito…eu acredito..foi um jogo emocionante com um final feliz para os bicolores…parabens a torcida do Papão e em especial ao amigo Heleno (esse é bicolor de verdade)..rs

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  11. Gostei da arbitragem. Lembro que no 1º tempo o Leandro Carvalho só faltou bater no auxiliar, o juiz foi lá e deu amarelo e saiu. Sem conversa, tá certo. Acho que os 4 minutos que ele deu, o penal, foi tudo certinho. Enfim, ganhou quem teve mais vontade e quem acreditou até o final.

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  12. Como comentei no post 6. A vitória vai encobrir as falhas técnicas. Foi só vontade do time. Quem é fanático não verá, mais foi.
    O Mazola Jr. vai usar a sua arma verbal contra o próprio Papão.E o sistema? Eu gosto de futebol, título… quem comanda tem que saber que não basta vencer. É preciso saber liderar. Este rapaz não sabe o que é isso.
    Parabéns Papão!
    Acho que as mortes já podem ocorrer no sábado. Paissandu x Fortaleza. O problema é se for de algum inocente.

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  13. Passada a emoção da partida e poeiras ao chão, não podemos deixar de destacar que a vitória (empate) bicolor veio muita mais pela garra e determinação dos atletas. Os três gols de bola parada escancaram de vez a fragilidade da defesa bicolor em bolas aéreas, fato este, que já está se repetindo em demasia! Alerta Amarelo ligado.
    Não gostei das atuações de Jô que está mais para ator do que jogador de futebol, em quase todos os lances caia feito folha amarelada pelo tempo e quando acionado em momento crucial do jogo, quando o escore era de 2 tentos a favor do adversário, foi totalmente incompetente chutando a bola à meia altura facilitando o trabalho de Fabiano.
    O outro atleta foi Marcos Paraná que não se achou na partida de ontem, erros primários de cruzamentos, cobranças de escanteio e passes curtos totalmente equivocados.
    A boa surpresa foi saber que Lima não é apenas um jogador de área, durante o jogo saiu muitas vezes para fazer jogadas de efeito que pela falta de qualidade dos companheiros da frente não tiveram um desfecho melhor. Sua presença de área sempre nas horas mais importantes, carimbou sua fama de matador!
    Ontem a zaga bicolor tomou um baile do garoto Roni, o melhor jogador azulino em campo!
    O Paysandú fez por merecer o returno, fez a melhor campanha abrindo 5 pontos do segundo colocado, e comum detalhe, campeão invicto! Mas não nos iludamos, o time tem que receber reforços para entrar jogando e não para ficar uma eternidade no estaleiro para quando entrar não corresponder, exemplos, Marcos Paraná e Jô!
    Não há o que falar da arbitragem, durante a partida fiz muitos destaques positivos ao mediador, nota 9!
    Negativo: a presença de pessoas não credenciadas no gramado. Sempre escuto as reclamações dos que trabalham na imprensa, das dificuldades impostas a estes profissionais, mas que não são de mesmo calibre com o sujeito que não tem nada com os times, não é diretor, não é assistente, etc.

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  14. Não defendo a atitude do torcedor do Paysandu que desencadeou toda aquela confusão, e os fins não justificam os meios, mas algo que passou despercebido no primeiro turno, onde o Remo foi campeão, foi a atitutde de um médico e diretor do Remo que foi até a torcida do Paysandu que estava nas cadeiras cativas, inclusive eu, e mostrou as bolas pra torcida que ali estava. Da mesma forma que a a atitude do torcedor do Paysandu foi deplorável, a desse diretor e médico do Remo deveria seguir a mesma punição que o do Paysandu recebeu, e isso ninguém falou nada.
    Mas com a bola rolando, o Paysandu fez por merecer o titulo, foi melhor em todos os aspéctos. Ante a vários vetores externos, cito: Erro do juiz, até a interferência de auditores do TJD em tirar o jogador a primeira partida, foi inquestionável a vitora bicolor a justiça em campo foi feita

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  15. Pedro Paulo. Quanto exagero dizer que achas que as mortes ja podem ocorrer. A polícia está aí para fechar o cerco. A briga. Ontem. Foi dentro de campo. Fora foi mais do mesmo. Creio que para o jogo de sábado não haverá grandes problemad (apenas se a polícia quiser). Vejamos. O Fortaleza tem direito a uma porcentagem minima. Cinco porcento. O resto é do PSC. Sábado não é RexPa amigo. É um jogo que é possível limitar a ação do outro.

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    1. Mas o que preocupa, amigo Celira, é que a violência externa começa a ser reproduzida dentro do campo de jogo. Insisto que a exarcebação irresponsável da rivalidade vai trazer sérios prejuízos para o nosso futebol, que é todo estruturado em torno dos dois rivais. As declarações do técnico depois do primeiro clássico tiveram influência no descrédito em torno da decisão, cristalizando velhas desconfianças quanto a marmeladas e arranjos. Isso se refletiu na renda decepcionante, com apenas 10 mil pagantes no Mangueirão. É algo que deve entrar na agenda dos gestores do futebol. A galinha de ovos de ouro já vem desgastada pelo excesso de jogos e agora sofre novo golpe quanto à credibilidade das competições. É mais sério do que parece.

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    2. Celira, o pior é que tudo acaba relativizado, como se não tivesse maior consequência. O problema é que as arquibancadas ficam atentas ao que fazem jogadores, técnicos e dirigentes. Confesso que receio bastante o que pode vir a ocorrer nas duas partidas decisivas. Há muita ameaça velada, muita promessa de ajuste de contas, ouvi isso no Mangueirão ontem, dos dois lados. Nosso futebol já está por demais mulambento para sofrer mais prejuízos de imagem.

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  16. Verdade amigo Gerson, os dois jogos a seguir são preocupantes. Ontem ouvi uma entrevista do Capanema na clube dizendo que um diretor do remo ameaçou ele e até sua familia e ele ainda disse “eu moro na pirajá, quero ver se ele é homem de aparece por lá”… quer dizer a violencia entre os jogadores e diretores dos clubes já ultrapassou a fronteira dos estádios, daqui a pouco vão está se matando pela rua…lamentável.

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  17. Celira, talvez você não saiba mais as organizadas são articuladas, e a do Remo é parceira do Fortaleza. É provável que tenha gente infiltrada.
    Acho que outro dia houve uma morte com um vaso sanitário atirado.
    Uso a voz deste veiculo de comunicação para tentar potencializar o alerta. Eu sou apenas um leigo observador. De repente é exagero.

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  18. A arma secreta azulina, o Ratinho, ficou preso na ratoeira da Mucura Malina, kkkkkkk. Já vide tudo em futebol e essa de fingir que o atleta estava fora por contusão…até parece que o mesmo era um Messi, um Cristiano Ronaldo ou um Neymar da vida!

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  19. Bom dia, neste dia Alvi-Azul ! rs

    Cadê o pessoal do Cachorro de Peruca ? Rocildo apareceu ?! rsrs

    Se foram comprar perucas pro cachorro, eis umas dicas:

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  20. Acácio, segundo o Ruy Guimarães, em seus comentários, pela Clube, a escalação de Capanema, pela esuerda, foi para fazer marcação sobre o perigo Ronnie. Achei uma ótima estratégia, isso.

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  21. Amigo Gerson.

    Na verdade não quis relativizar. Se me fiz ser entendido desta maneira, peço que reconsiderem. Sou extremamente contra a naturalização de práticas de violência.

    O que quis dizer a Pedro é referente ao jogo de sábado. Penso que é um jogo que a polícia pode maneja-lo vom sabedoria. Evitando violência externa.

    Sobre a violência do campo reverberar fora fo campo. Concordo plenamente com você. Vou mais longe. Sabendo do atual clima. Penso que cabe a PSC e Remo promoverem campanhas de paz na TV com seus atletas.

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  22. Pedro.

    Ja havia comentado esta programação de guerra para esse jogo por parte dos não torcedores.

    Apenas penso que, por mais que não devamos naturalizar a violência, até o extinto reino mineral sabe disso… cabe as nossas autoridades agirem preventivamente.

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  23. Vandick tem a OBRIGAÇÃO de BANIR da Curuzú o estúpido responsável por invadir o campo e criar a confusão. Esse sujeito tem de ser punido exemplarmente.

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  24. Na verdade amigo Gerson, penso que fiz-me entender mal. Sou totalmente contra ações de violência dentro e fora de campo. Vale dizer que a violência nunca deveria ser naturalizada. Como vem sendo pelo governo do estado (por exemplo).

    Apenas achei o amigo Pedro um pouco exagerado. Mesmo assim, como diz o ditado, quem avisa amigo é.

    Ps. Penso que Remo e PSC (com seus jogadores) deveriam fazer campanhas pela paz dentro e fora do estadio ao longo dessa semana.

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  25. Caros, ainda não sabia, mas vendo o SBT Esporte, vi claramente a cena mostrando o Vanderson dar um soco, por trás, no rosto do goleiro Fabiano, do CR. Deplorável e vergonhoso, o Vanderson ter feito isso, ainda mais por ser o Fabiano um profissional aparentemente dos melhores. Uma grande vergolha, isso feito pelo Vanderson…

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  26. Só um ‘recadinho’ PAYSANDÚ se escreve com Y e apenas um S e não com ‘i’ e dois ‘ss’. Respeitem o Maior do Norte esse é o nome oficial do PAYSANDÚ caro blogueiro Gerson ! Admita Gerson vocÊ é um remista doente…

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