Voltando pra casa!

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Por Waldemar Marinho

Por volta das 20h do domingo, depois do Dia Internacional da Mulher, fugindo do chato do Faustão na TV, fui ler o livro da Fernanda Torres na sacada do confortável apartamento onde estamos hospedados. De repente, na tranquilidade do começo da noite domingueira, gritos de “Leão, Leão!!!”. Berros e xingamentos de desabafo, em ondas, saindo das janelas de todos os prédios do bairro do Umarizal. Em seguida, rojões estourando por toda a cidade repetindo aquele clima de virada de ano novo que dá aquele nó na garganta. O Clube do Remo, eterno rival do Paissandu, fez um gol numa partida fora de casa, na inauguração da nova arena de futebol de Manaus, numa partida inaugural contra um time de lá. Sou simpatizante do Papão da Curuzu, mas não deixei de sorrir com a alegria dos torcedores do “gato pirento”. Esta é a minha cidade. Tantos anos depois de ter ficado fora cumprindo um exílio involuntário por necessidade de sobrevivência, sinto que estou novamente em casa. Leão, porra!

(*) Meu compadre Marinho é um gente-boa, aquele tipo bonachão, amigo dos amigos e de bem com a vida, mesmo que quando a vida não está bem. Funcionário aposentado do Banco Central e jornalista acidental, já morou em várias capitais brasileiras, mas é em sua Belém que se sente verdadeiramente em casa. Seja bem-vindo, compadre. 

13 comentários em “Voltando pra casa!

  1. Time pequeno querendo ser grande, só pode dar nessas tolices amigo Édson.

    Pra quem comemora até torneio de cuspe a distância, eles estão até que indo bem.

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  2. Fiz 39 anos por esses dias, Valentim, e posso dizer com clareza que o seu time fedorento é o que mais me faz feliz de pois do PAYSANDU, já rí muito de vcs

    Num Re-Pay por exemplo, já perdí as contas de olhar no relógio, e faltando 5 ou 6 minutos vcs começarem a sair um atrás do outro do mangueirão sob aquele do vaio pro chiqueiro vai, isso é impagável

    A nossa vida pertence a Deus, nobre remista, uma folha não cai da arbore se ele não deixar.

    Ah, não perca as estribeiras!

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  3. Verdade Miguel. Antônio Valentim, baluarte dos bons deste espaço, era mais comedido nos comentários… Depois do primeiro turno, vencido pelo tradicional rival (que frequentou a série A pela última vez no tempo que goleiro pegava bola recuada com a mão) colocou as asinhas de fora… Amigo Valentim, não se esqueça que quento maior o vôo maior a queda… Bom dia amigos (virtuais, como bem disse Valentim).

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  4. Esse bicho tá é dooooooido!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! hahahahaha…. bom dia a todos.
    Bom saber que março de 2014 é um mês muito especial. mês de São José, padroeiro das famílias. Mês que há tempos nosso futebol não era tão agitado.
    Ficamos de fora da festa da Copa, mas mesmo assim temos muita festa de futebol aqui, patrocinada pelos nossos próprios clubes e por nós mesmos e é dessa forma apoiando nossos clubes é que iremos conquistar respeito de quem quer que seja.
    Um grande abraço a todos. Rivais sempre, inimigos, nunca.

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  5. O seu compadre Waldemar Marinho, pode até ser gente boa. Porém o que ele escreve reflete muito bem, o que sente o angustiado bicolor quando escuta como ele mesmo diz, o grito de Leão vindo de todos os lados. ele está certo, pois se não fossemos a maior torcida do Norte, o som sairia apenas do apartamento de alguns gatos pingados , ou de melho, de alguns cachorros pingados, que como ele optaram por torcer, torcer não, simpatizar com o freguês listrado. Diga para o seu grande amigo Waldemar, que ele não viu e nem ouviu nada. Se ele desse uma volta na Cidade, ele ia perceber que o barulho, a euforia, o pipocar dos fogos, eram muito mais intensos do que a euforia por uma simples virada de ano. Waldemar , volta pra tua cova . Já que estais aposentado, vai morar lá na curuzu, pois lá não tem foguetório e nem gritos de alegria. Lá tem muito choro e ranger de dentes , e de vez em quando isso quando o papinha joga, bate um cheiro esquisito vindo da arquibancada.

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  6. A probabilidade do Edson morrer cedo é muito baixa. Já foram mais de 100 anos e nada de título relevante. É curioso ver como um turno de campeonato sobe a cabeça das pessoas.

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