Estudos elaborados pelo Ministério da Justiça indicam que o PCC e o Comando Vermelho estão prestes a se tornar cartéis internacionais do tráfico. Órgãos de informação do governo não falam em público, mas reuniram informações assustadoras. As facções do tráfico que se digladiam nos presídios –Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV)– trabalham de maneira orgânica para se tornarem dos mais expressivos cartéis de drogas do planeta.
PCC e CV já deram o primeiro passo: se nacionalizaram. E o Brasil é um dos maiores consumidores de cocaína e derivados do mundo. Além disso, o país é uma das mais importantes rotas de distribuição da droga para outros continentes.
Os 2 grupos agora guerreiam por um objetivo maior: disputam o domínio do tráfico nos países vizinhos. Assim, passariam a ter o controle de enormes mercados consumidores, distribuidores e produtores, o que caracteriza um cartel.

Paraguai, Equador, Peru, Colômbia e Venezuela são os maiores produtores da América do Sul e ligados à rota global de drogas. PCC e CV, segundo os órgãos de informação apuraram, já disputam contra grupos locais desses países o controle da produção.
O presidente Michel Temer já foi informado de que os traficantes brasileiros estão prestes a se tornar verdadeiros carteis do tráfico internacional. Mas na atual situação econômica do país, não há recursos suficientes. É de desalento o clima interno no governo em relação ao assunto.
A solução paliativa tem sido adotar medidas pontuais, como as anunciadas pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. Mas são medidas incapazes de solucionar o problema enquanto as organizações criminosas e o narcotráfico continuarem em expansão no país.
As duas organizações criminosas cresceram graças à “flexibilidade” propiciada pelas relações com as forças de segurança de São Paulo, cujos governos tucanos sempre preferiram estabelecer um pacto de convivência a buscar o enfrentamento com os bandidos. O detalhe é que o atual ministro da Justiça foi advogado de um dos líderes do PCC. (Com informações de Poder 360)
E quem permitiu que atingissem este nível?
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A resposta está no próprio texto, cidadão. Recomendo rápida pesquisa nos jornais acerca das relações do governo Serra e Alckmin com o PCC, de Marcola.
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O tráfico de drogas para se expandir nacional e internacionalmente depende de fatores que dizem respeito às esferas de governo tanto estadual, quanto nacional. Então, se há mesmo “flexibilidades”, o contexto, sem dúvida, também abrange o governo federal, especialmente se o tráfico é internacional. Aliás, o problema da (in) segurança, onde se insere o tráfico de drogas e suas infelizes consequências, é um dos grandes passivos dos governos brasileiros, tanto a nível estadual, quanto a nível nacional.
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