Os craques da seleção da Bola de Prata de 1972, da revista Placar. Em pé: Aranha (Remo), Marinho Chagas (Botafogo), Figueiroa (Inter), Beto Bacamarte (Grêmio), Leão (Palmeiras) e Piazza (Cruzeiro); Agachados: Osni (Vitória), Alberi (ABC), Zé Roberto (Coritiba), Ademir da Guia (Palmeiras) e Paulo César Caju (Flamengo) | Crédito: Arquivo Placar.

Pelos times representados por cada atletas, nota-se que o futebol poderia até ser desorganizado, mas era muito mais democrático, apesar do regime ditatorial da época.
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Correção: Atleta e não atletas, é que mudei o texto, mas esqueci de apagar o S.
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No time remista daquela época, o reserva de Aranha era ninguém menos que Nelinho, vindo do Galo mineiro. Quando acabou o contrato, Nelinho saiu do Leão Azul voltou para Minas e foi bater no Cruzeiro chegando a seleção nacional como todos sabem. Pra mim o mais forte e mais certeiro chute que já vi no futebol.
Quanto ao aracnídeo laureado, nunca mais se ouviu falar e, infelizmente, não conseguiu projeção que chegasse próxima da do seu reserva.
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Remo titular de 1972 : Dico. Aranha, Mendes, Dutra e Cuca, Elias e Hertz, Caito, Roberto, Alcino e Peri. Tinha ainda : Nelinho, Rui Azevedo, Lúlio Oliveira , Tito, William, Copeu etc.
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Dico foi o melhor goleiro. Perdeu o troféu para Leão porque não disputou o número mínimo de paridas exigidas. Acho que foi por um jogo. Dico era pequenino mas pegava muito…
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Treinador João Avelino que mando diminuir as traves pro remo se dar bem, e o motivador do post foi uma invenção da crônica paraense da época.
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Os laterais Aranha e Cuca eram de uma regularidade muito grande, talvez, motivados pela qualidade dos laterais reservas, Nelinho lateral direito e Lúcio Oliveira, lateral esquerdo.
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