Senador tucano perde a linha e parte pra agressão

As imagens mostram Aloysio Nunes, senador tucano por São Paulo, aborrecendo-se com perguntas de um repórter e subindo nas tamancas.

8 comentários em “Senador tucano perde a linha e parte pra agressão

  1. É desse tipo de jornalismo, perpetrado pelo repórter aí do vídeo, o Rodrigo Pilha, que uma postagem de ontem aqui no blog falava. Me refiro a um artigo de autoria de Samuel Lima, cujo título é o seguinte: “Ativismo político midiático e discurso antijornalísitco”. Bem a propósito, na epígrafe, diz o artigo (…) Longe disso, o que se vê nas páginas e nas telinhas, nessa antecipação inequívoca da disputa eleitoral, é um protagonismo dos atores midáticos de forma agressiva, enviesada e intensa, como poucas vezes se viu na história recente”.

    Este repórter, é um típico ativista do antijornalismo de que fala o Samuel Lima. Ele, o repórter, na verdade, é um patrocinado pelo José Dirceu, e até bem pouco tempo era assessor de uma parlamentar petista. E para provar a condição de pau mandado do tal repórter, abaixo segue um outro vídeo colhido no youtube, onde ele mostra nitidamente sua verdadeira função político-ativista:

    Agora, independentemente disso, o Senador envolvido na situação tem de ser submetido ao conselho de ètica, por quebra de decoro parlamentar, eis que uma autoridade republicana não pode ter o comportamento que ele teve, se deixando cair como um patinho nas provocações do “pau mandado”, mostrando sua condição intolerante, revelando ser no mínimo um desequilibrado, conduta incompatível para o exercício do cargo. O que será que este senador não diz ou faz diante das situações limite ou quando está sozinho com os seus pares supostamente atuandon para resolver os problemas do Brasil. Sim ele deve responder e ser punido.

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  2. Em política, o discurso é o que prevalece. O que vemos é que os políticos brasileiros não toleram qualquer tipo de provocação. E perguntar sempre será provocar. Um político jamais deveria usar a truculência para não responder a uma pergunta, nem deveria cobrar bajulação com questões de resposta fácil e que permitam seu sorriso benevolente ao final. Não deve. Não pode. Não é possível conviver com a imprensa conivente, que não critica, que não investiga e que se submete aos caprichos do poder. Se perguntas como essa incomodam, há de se conviver com elas. Entre os dois, há mesmo uma relação de verificação, de confrontação. Há jornalistas que divulgam cultura, há comentaristas esportivos, mas chega a ser ridículo como a mídia tem se tornado um meio de fazer marketing político. Propaganda eleitoral é uma coisa, noticiário é outra. A reação à questão é indigna porque a questão não precisa ser formulada pela oposição, tenho certeza de que quem votou nele gostaria de saber se é verdade ou não, e não só na resposta, mas de ver a denúncia devidamente apurada.

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  3. Lopes, estou de pleno acordo contigo.

    Por isso que critico “O Cafezinho” que chegou a criticar duramente a Dilma e o Mantega. Este por ter feito declarações admitindo que haverá aumento de tributos, aquela porque admitiu que a Petrobrás fez um negócio ruim no caso Pasadena.

    Isto é, o jornalista se zangou porque os protagonistas políticos prestaram declarações que não se afinavam com as versões fantasiosas que ele publica no seu blog. Pode uma coisa desta? É muito ativismo subjornalístco.

    Aliás, o Cafezinho e o Pilha são semelhantes até na atuação patrocinada pelo Dirceu.

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