Deu a lógica: Papão na final

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Por Gerson Nogueira

Muitos contestaram quando observei aqui na coluna, depois do primeiro jogo da semifinal, que o Paissandu havia botado a mão na vaga. O vaticínio não era em vão. Baseava-se na lógica. E foi justamente a lógica que permeou a segunda partida, ontem, com placar final de 0 a 0. Coube aos bicolores a interpretação mais objetiva do que representava a Copa Verde no contexto regional. É, repito, a competição mais importante do ano, sob vários pontos de vista. Destaco os mais óbvios: permite participação numa competição internacional (Copa Sul-Americana) e garante o título oficioso de campeão do Norte.

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O Remo não se preparou adequadamente para a Copa Verde, como também não se planejou para o Campeonato Paraense. Como cumpriu o primeiro objetivo no certame estadual – vencer o turno – achou que talvez pudesse repetir a dose no torneio regional. Não deu. O Paissandu, que havia se ajustado ao longo do Parazão, deslanchou na Copa Verde. Marcou 20 gols, sofreu 4 e se manteve invicto até agora. Não é por acaso.

Foi do Remo o tempo maior de posse de bola na partida de ontem. Domínio que se mostrou ilusório nos primeiros 45 minutos. O time tinha a bola, mas não construía as jogadas necessárias para reverter a situação favorável ao adversário. Ratinho, Tiago Potiguar e Jonathan corriam muito, mexiam-se, mas sem organização ou método. Na correria, a bola escapava de seus pés e era retomada pelos marcadores do Papão, que, por seu turno, se encarregavam de errar também, devolvendo as gentilezas.
unnamed (88)Um jogo de erros, que perdurou ao longo de todo o primeiro tempo, com poucos momentos de fato emocionantes. Mais organizado, o Paissandu trocava passes e arriscava somente nas boas. O problema é que o time veio formatado para evitar gols e caprichou demais na disciplina tática, recuando em excesso. Nem assim o Remo se impôs e fez valer a maior presença ofensiva.
O segundo tempo teve um desenho diferente. Disposto a tudo, apesar do caos reinante no meio-de-campo, o Remo foi à frente e esteve a pique de marcar. Desfrutou de pelo menos três grandes chances. Nos contra-ataques, o Papão também teve momentos interessantes, mas falhou na aproximação entre meio e ataque, vitimando o artilheiro Lima, que ficou novamente em branco.
No final, levou a melhor a equipe mais preparada, que soube driblar suas limitações e garantir o resultado que lhe interessava, mesmo correndo alguns riscos desnecessários no confronto de ontem. Sem contar com um grande elenco, Mazola Junior transformou limão em limonada e armou um time competitivo, driblando carências crônicas no setor de criação. A conquista de um lugar na final da Copa Verde é, acima de tudo, mérito do treinador e de uma política austera de contratações.
A vaga de representante do Pará na decisão ficou em excelentes mãos, com toda justiça.
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Os quatro melhores do grande duelo
Charles agiganta-se nos grandes jogos. Brilhar nas situações decisivas é uma característica dos bons jogadores. O zagueiro, uma das grandes contratações do Papão (ao lado de Lima) foi novamente fundamental ontem. Mateus também teve grande papel.
Sem Eduardo Ramos e Athos, o Remo foi mais solidário, vibrante e comprometido no segundo Re-Pa das semifinais. Com alguma sorte e um mínimo de arrumação, podia ter vencido. Curiosamente, a saída de Carlinhos Rech (expulso) tornou o time mais rápido. Dadá e Potiguar foram os mais destacados do time.
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Direto do blog
“Olha, para quem assistiu a partida com emoção, pode ter sido um jogo emocionante, movimentado, eletrizante… Mas quem assistiu com frieza, sem tomar partido por um lado ou outro, A coisa tá preta! Está terrível o nosso futebol. No final, deu pena das duas equipes, estropiadas, sem condicionamento físico, a se arrastar pelo gramado. Nenhum desses atletas reune condições de atuar num centro sequer mediano do futebol brasileiro. O Remo, mesmo com dez, teve um domínio inexplicável lá pela metade do segundo tempo e esbarrou nas próprias limitações. Depois cansou e aí foi a vez de o Paissandu esbarrar nas suas igualmente imensas limitações técnicas e não saber matar o jogo. Precisamos melhorar urgentemente o nível técnico do nosso futebol – fica o alerta!”.
 
Do Pedro Lins, insatisfeito com a pobreza técnica do maior clássico da Amazônia.
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 24)

28 comentários em “Deu a lógica: Papão na final

  1. Acredito que dependendo daquilo do que foi planejado, pelo menos, da parte Bicolor, o grupo de operários conseguem colocar em prática tudo o que foi ensaiado e determinado pela comissão técnica. Não é à toa que estão invictos a 14 jogos, tem a artilharia e defesa menos vazada das competições que disputam!
    Já, do outro lado da Almirante Barroso, que contém os”galáticos” no elenco, só vejo um amontoado de jogadores correndo atrás da bola esperando pelo momento de lucides de alguém para tentar vencer a partida, não é à toa que estão a 8 jogos em jejum!

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  2. Primeiro disseram que os adversários do Paysandú eram amadores, mas agora enfrentamos o elenco mais caro do Pará, formado por jogadores à nível de série B.
    Na verdade o que sinto é que o grupo bicolor é voluntarioso e se propõe a fazer o que é planejado sem fugir das suas características.
    Embora eu não tenha gostado das duas últimas atuações, conseguimos o nosso objetivo que era passar para a final.
    Agora é a decisão, temos a oportunidade de voltar ao cenário internacional, mas vale lembrar que restam dois jogos contra equipes bem qualificadas que também querem esta vaga na sul-americana.
    Mais dois jogos duríssimos nos quais o Paysandú terá que superar a tudo e a todos para ser campeão!
    Creio que o Paysandú pelo que tem mostrado até aqui fez por merecer chegar nesta decisão.
    A luta pelo título ganha os capítulos finais e espero que seja um final feliz para a torcida alviceleste que fez bonito nesta semifinal!
    VAMOS PAPÃO!!!

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  3. Concordo com a observação de Pedro Lins.
    Vi o jogo de Brasília vs. Brasiliense, e também não vi nada de mais.
    Percebi, porém, que o Brasiliense é daqueles times pragmáticos, que aguarda o momento certo para dar o bote. Ocorreu isso em duas vezes, deixando a equipe de Luís Estêvão praticamente na decisão contra o Paysandú.
    Vindo a Belém, o comportamento da equipe candanga não deverá ser diferente da do jogo de ontem.

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  4. A partida foi tecnicamenre horrível, o Paysandu então…Não acreditava vendo das arquibancadas tantos passes de cinco metros errados. Por outro lado continuamos sem pegar time forte na CV, porque o Remo é ridículo.

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  5. Objetivos da diretoria do Remo alcançados ?

    * Goleado na Copa do Brasil
    * Fora da Copa Verde

    Só falta um objetivo, fica fora da série D, só não deve acontecer porque os Bananas de Pijamas devem ajudar.

    Parabéns pelo incompetência Pirão e Cia.

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  6. Gerson, você resumiu tudo em uma frase.

    “A vaga de representante do Pará na decisão ficou em excelentes mãos, com toda justiça.”

    Parabéns!

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  7. É dificil analisar um RexPa sob uma perspectiva técnica, pois, trata-se de um jogo estritamente emocional… o jogo de ontem não fugiu a essa regra.

    Meu Pai costuma a dizer que o RexPa é o jogo mais chato de se assistir (tanto de Paissandu como de Remo), salve raras exceções. Penso que na perspectiva técnica eu deva concordar com ele. Todavia, sob a ótica emocional, o RexPa é o jogo mais emocionante do futebol da Amazônia, tanto que, mexe com a semana do paraense.

    Por que escrevo isso, para discordar em parte do texto do Pedro. Não que eu pense que nosso futebol esteja maravilhoso, longe disso.

    Mas assistir jogos do carioca, paulista, brasileiro e mesmo das libertadores mostra claramente que o futebol nacional e americano encontra-se distante do melhor futebol realizado no mundo, sendo muitas vezes enfadonho.

    Enfim, penso que o melhor Paissandu (que não é um time maravilhoso, mas que joga mais do que jogou ontem) deve aparecer no próximo jogo, contra um adversário que não conhece o PSC e que com certeza não será tão respeitado como foi o tradicional rival.

    Bom dia amigos.

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  8. Tenho que concordar com o Pedro. O jogo de ontem foi mesmo de uma pobreza técnica em ambas às partes. O Remo, porém, demostrou uma disposição em campo que não vinha apresentando nos jogos anteriores, jogadores que apesar da crônica ausência de um padrão de jogo definido, fizeram algo que me deixaram digamos, confiante para os próximos jogos, à troca de passes, triangulações e principalmente à criação de jogadas com possibilidades de gol. Vi tudo isso acontecer e um pouco mais de sorte, teríamos eliminado a equipe rival que reconhecemos tem uma organização tática bem definida, mas ontem mesmo o Remo com 10 jogadores em campo, o que parecia ser mais fácil para o Paysandu, tornou-se até para minha surpresa uma superação por parte da equipe do Remo que de forma voluntariosa lançou-se ao ataque e quase marca o gol diversas vezes, só não fez por obra e graça do goleiro Matheus do Paysandu. Por fim, espero que essa vontade aliado à conformidade de um padrão de jogo, possa surgir nos próximos embates do Leão mais querido.

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  9. Como assim Ibis?? Rosivan Silva esse que chamas de Ibis por acaso não é o time qual o dirigente falou que ganharia o paraense com o time reserva?? A soberba desse time azul, já lhe custou uma goleada na copa do Br. a eliminação da Copa Verde e me deixou muito feliz, afinal depois do Papão da Amazônia o rEmo é o time que mais me dá alegria no Futebol paraense!

    hahahahahahahahahaha

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  10. Nem o Barça jogaria um bom futebol neste gramado cheio de problemas. Acho exagero exigir um nível técnico elevado neste conjunto de particularidades, inclusive emocional, que envolvem um REPA.

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  11. Parabéns ao técnico Mazola Jr. que sabe manter a frieza e agir da mesma forma; bem sabemos que o Grande Bicolor Celeste Amazônico, não possui armador “de ofício”, sendo obrigado portanto, a improvisar jogadores de outras características para aquela função, no jogo ontem agravou-se ainda mais essa carência, com a contusão do Bruninho, que jogaria naquela faixa tentando desempenhar aquela função, puxa! o cara conseguiu manter o equilíbrio tático do time e conseguiu o resultado que interessava, feito muito bem lembrado pelo blogueiro Mor, no texto, quando escreveu “…transformou limão em limonada” certíssimo, ademais, “gato escaldado, tem medo até de água fria”, o Mazolla, não havia digerido ainda, a perda do primeiro turno do parazão, com dois empates frente ao adversário, estava com o remo atravessado na garganta, por isso berrou, “quero o remo na semifinal”, claro, já conhecia o adversário, muitos o tomaram por arrogante e tentaram, com hostilizações, minar o ambiente Bicolor, mas, o caminho tático traçado, se não foi bonito, foi eficiente e o que vale é saber jogar com o regulamento também.
    A final será dificílima, pois o Brasiliense, joga de forma semelhante e tem alguns bons valores, a exemplo do Zé Roberto, ex-botafogo e framengo, foi dele o primeiro gol do Brasiliense no jogo de ontem contra o Brasília.
    Quero chamar a atenção, que sempre me manifestei de forma contrário à participação de nossos times nessa Copa Verde, da forma como foi deformada, com a inclusão de times até do Espírito Santo, pois como lembram, essa copa é uma reedição da Copa Norte, bom, chegamos à Semifinal, mas, já deveríamos estar com a vaga na sul americana garantida, se não fosse o mal enjambrado arranjo político que as Federações Nortistas, sem bagagem alguma na CBF, aceitaram.
    Mesmo assim, estamos a 180 minutos de retornarmos ao cenário internacional de futebol; Égua de Ti, Futebol Paraense!!!!, tanta gente poderosa trabalhando contra!!! puxando prá tráz!!! te dando carteirada!!! te tomaram até a sub-sede da Copa 2014, e tu, ignorando a tudo e a todos, te renovas e passas por cima, triturando tudo, tal qual um trator de esteira, destruindo mídias piratas, apreendidas dos Camelôs do Ver-o-Peso.

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  12. Ontem, fiquei satisfeito e posso dizer que hoje temos o melhor técnico desde os tempos em que o papão era da elite do brasileirão.

    Mesmo com um time que não tem atacantes ( só o Lima e ele não é velocista ) o cara consegue com 3 volantes fazer o time ter uma certa ofensividade, isso poq fez das laterais ( Airton e Carvalho de um lado, Pikachu e Djalma do outro ) uma arma atirada para a cabeça do adversário.

    Infelizmente ontem esses laterais estavam errando, principalmente a bola do passe pro gol, mas está funcionando.

    O rival indiscutivelmente, olha pro banco e tem melhores peças individuais pra dar mais força ao ataque, mas a expulsão do Rech e a boa atuação, principalmente do nosso grande zagueiro Charles, diminuiu o efeito disso.

    Penso que no parazão, poder contar com o Jô, será nossa maior carta na manga, pra faturar o Bí campeonato, já foram 5 clássicos e o rival não venceu ou seja está provado que por termos o melhor treinador, temos o melhor time, já chegamos na final da copa verde, não ganhamos, apenas eliminamos os tocos do caminho, agora é hora de pavimentar a estrda que nos levará a sulamericana contra o um adversário do nosso top.

    E o Parazão tbm será nosso, não é soberba, é convcção!

    Papãoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo

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  13. Rosivan, eu disse que o Paysandu ia eliminar o Íbis do Norte como vc gosta de chamar o seu próprio clube.

    Não chuto bola, mas confio no meu clube.

    Falei e disse, sem soberba e sem choro tá mano?

    Não ganhamos nada, pois agora sim sabemos que vamos enfrentar um time com alguma qualidade nessa competição.

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  14. Acho que a vaga na final foi conquistada apenas pelo regulamento. Acho o Paissandu não será Campeão se jogar contra uma equipe completa. Com dois a menos fez a artilharia tão elogiada, afinal contou com a expulsão do melhor jogador da equipe manauara. Quase não passa na fraca (tecnicamente) equipe do Remo em menor numero nos dois jogos.
    Pelo que ouço e leio da crônica, acho que a Europa ainda não descobriu o Mazola. Quero ouvir a imprensa elogia-lo após o primeiro jogo da final, repito se a equipe adversaria terminar completa.
    Não se ofendam estou apenas analisando sem paixão.
    Espero estar enganado, mas não consigo enxergar nada de genial neste profissional, apenas sorte contra equipes muito fracas. Ele não é uma unanimidade.

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  15. Pedro, entendo a sua opinião. Apenas penso que substimas o Paissandu para a final, ja que o Brasiliense está longe de ser (assim como o PSC) um grande time.

    Logo o título do PSC não será algo de outro mundo (bem como para o Brasiliense). A vantagem bicolor é a grandiosa torcida. Vale dizer que, clubes com grandes torcidas, nas finais, tendem a prevalecer.

    Não dá para comparar os jogos (Remo x Paissandu e a final futura), pois o PSC respeita o rival e este último conhece bem o estilo de jogo do Papão (diferentemente dos times de Brasília).

    Por isso, penso que o favorito somente poderá ser apontado ao final do primeiro jogo, por enquanto, tudo em aberto.

    Sobre o Princesa, destaco apenas uma coisa, perdeu lá e em Belém. Michel, o melhor jogador, não tem mais vez nu futebol local.

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  16. Pedro Lins, com os dois ”titãs”, um sem divisao e outro na serie C, vc nao está sendo um pouco exigente ? por isso outro dia, o Inter veio aqui, treinou e foi embora feliz da vida…o unico que ainda mostra alguma coisa tecnicamente falando, é o PSC..isso pq seu treinador nao é local, de repente..neh Claudio ? Um abraço, Edmundo Neves…

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  17. Mais uma vez o rival foi pragmático. E isso foi uma virtude. Traçou uma estratégia e a manteve até o final. Se manteve atrás, dali só saindo esporádica e muito cautelosamente em contragolpes, mesmo quando esteve com um a mais. Mereceu e ponto.

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  18. A continuar dando a lógica, domingo continua a saga. Já misturaram paraense com CV que eu até me confundo por qual competição eles vão apanhar. Ah sim, eles foram eliminados ontem da CV. Por quem mesmo???

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  19. Do “Pirão” para um diretor seu….antes das semis. Thiago já foi tirado o passaporte para todos jogadores e comissão técnica? Thiago responde…, mas meu presidente estamos no bloco Mercosul e só precisamos da RG, “Pirão” então providencie.

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  20. Com todo respeito ao rapaz do comentário citado na coluna, mas eu tou nem aí se o papão não jogou dando espetáculo, o importante é classificar, como bem disse o amigo Ed, estamos da 3° pra baixo, como exigir qualidade, agora uma coisa eu digo e muita há de concordar, mesmo sendo 0x0, o jogo foi cheio de emoções, e pra mim valeu o ingresso, o torcedor rival tbm deve pensar assim, tanto é verdade que no final aplaudiram o seu time e depois saíram com rabinho entre as pernas…

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  21. De fato deu a lógica. O Paysandu é um time, digamos, mais consciente daquilo que se deve fazer em campo. Os azulinos, por sua vez, são mais intuitivos, reina entre eles a vontade de superar os obstáculos, porém não há meios consistentes para a superação dos mesmos. Quer dizer que o Paysandu é desprovido dessa vontade presente nos azulinos? Não, aliás, pelo contrário. O time bicolor é melhor orientado e aparenta mais entrosamento e jovialidade.
    No entanto, são times que tecnicamente ficam aquém daquilo que se pode aceitar de times de futebol ditos profissionais. Faltam, além do estofo técnico, preparação física, aproximação entre os setores das equipes, domínio de fundamentos básicos e uma certa noção que faz com que as equipes saibam dosar fôlego e cadência.
    Há de ressaltar que o “pasto” do estádio estadual não permite grandes exibições, mas nem o pior lamaçal destinado à prática do futebol é digno de tanta indolência e indigência técnicas, ademais, em campo seco mesmo, os jogos não foram tão piores nestes termos do que o prélio de ontem.
    É exigir demais de clubes que não ocupam os primeiros degraus na escala organizacional do futebol brasileiro? Sim se quisermos que joguem como Real Madrid ou Barcelona. Mas não se quisermos que façam o óbvio de maneira razoável. E isso nem um nem outro estão fazendo.
    No mais, em se tratando de futebol de resultados, estou feliz pela classificação bicolor à final da “Green Cup” (rsrs).

    PS: O Paysandu começou a pavimentar seu caminho rumo à Libertadores de 2003 ao eliminar os azulinos dentro do Baenão na Copa Norte de 2002, que ao ser conquistada lhe garantiu na Copa dos Campeões do mesmo ano e o resto é história. Será que alcançaremos mais um competição continental ao passarmos mais uma vez pelo tradicional rival 12 anos depois? Que seja uma feliz coincidência.

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