33 comentários em “A arte de Atorres

  1. Cláudio, com todo o respeito que o amigo merece.

    Eu penso que Agnaldo, agora, não é o técnico à altura do Clube do Remo. Mas também penso que qualquer outro técnico que venha agora não terá mais tempo para mudar muito.

    Mas ele – Agnaldo de Jesus – é o que temos. E se não há outra coisa a fazer, o jeito é torcermos para que ele acerte na preparação, escalação e orientação do time.

    Você lembra do Júlio Cesar Leal?
    Pois é. Aquele mesmo que gostava de falar de ‘brilho nos olhos’ e coisas assim. Aquele cara foi um vencedor, fazendo daquele time limitado do Remo – na época em que o Paysandú vinha ganhando tudo e estava na primeira divisão – um vencedor daquele campeonato.
    E ainda assim foi muito criticado pela mídia e – porque muitos são pautados pela mídia – pela grande maioria dos torcedores azulinos.
    Então, deixemos o Agnaldo trabalhar.

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  2. Hahaha…o controlador é bicolor. A cara dele de quem vai muito procurar por esse avião.
    Melhor ainda seria o busão do Pirão perdido numa PA da vida. Rsss

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  3. É, o Forrest Gump tupiniquim está desaparecido. Deve estar decorando alguma lenda antiga….bem do tempo que goleiro podia pegar bola recuada. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk………..

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  4. Amigo Valentim, o amigo me conhece bem, pra saber que não vou atrás da mídia…Em 2012, Sinomar perdeu um turno que não deveria, pelo tempo que deram a ele, mas sem competência, não era pra ter dado esse tempo a ele. Flávio Lopes foi contratado 2 dias antes do início do 2º turno, com um jogo contra o Águia, lá dentro de Marabá, e venceu por 4 x 1 e venceu o 2º turno… Perdeu o Campeonato, para as lambanças do Hamilton Gualberto…Sabemos disso…Não acredite em tudo que você ouve, ler e escuta na mídia

    Entenda 2 coisas:

    1- Nunca perca tempo com um incompetente no comando técnico de um clube;

    2- Um bom técnico, se o elenco estiver mais ou menos bem montado, que é o caso do Remo, ele não precisa de tempo e de conhecer jogadores para apresentar os resultados, desde que ele seja um técnico de resultados imediatos(trabalha mais taticamente), como Flávio Lopes, por exemplo…

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  5. Entenda também uma coisa, amigo C. Santos:

    Não se trata aqui só de competência técnica para esta ou aquela função.

    Assim como aconteceu a J. C. Leal, Charles e Agnaldo, independente se têm ou não competência como treinadores do Remo, vêm sendo vítimas da falta de respeito de alguns. E o que me surpreende é quando isso vem de alguém equilibrado, que emite opiniões abalizadas.

    Quando a ofensa ou desrespeito vem de gente insana, isso não se leva em conta porquanto, afinal de contas, o que vem de baixo não pode atinge ao homem honrado.

    Imagina o Cláudio Santos no cargo de técnico do Remo ou do Paysandú. Aí vem alguém e o chama de ‘pateta’. Pode ser até que o próprio, por grandeza de espírito, não venha a se ofender, porém a família, esposa, filhos, netos, certamente sofrerão com isso.

    Dizer que alguém não está ao nível de determinado cargo é uma coisa; outra coisa diferente e expressar palavras ofensivas.

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  6. Entendo o que falas, A. Valentim. Existe expressões que soam forte para o cidadão. Na imprensa paraense, com todo respeito Gerson, existem pessoas que envergam o microfone para “vomitar” grosserias contra um cidadão. As vezes estes até falam coisadque concordo, todavia, se utilizam de expressões que não utilizaria nem para meu inimigo.

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  7. A julgar pelo ponto de vista do remista acima, imagine a família de um morto quando alguém não o deixa em paz e até publica post de uma página inteira em seu blog, acusando-o de criminoso. Independente de ter assumido ou não qualquer ato, seus descendentes e talvez viúva estão aí. E chamar de pateta é pior?

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  8. Taí. Recebi o apoio de dois comentaristas bicolores, gente insuspeita. É por aí, a gente não deve jamais que as paixões, sejam elas de qualquer natureza, ofusquem a sensatez.

    Lembro-me do quanto se falou no ano passado de Lecheva e do Luís Omar Pinheiro, mas não me aproveitei disso para expressar minha antipatia a nenhum deles, procurando comentar apenas o que era pertinente ao futebol.

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  9. Valentim, comenta lá no teu blog sobre a condenação (16 anos de xilindró + 8 anos regime semi-aberto) do Sérgio Cabeça pelas irregularidades (desvio de cerca de R$ 11 milhões) cometidas quando o mesmo era diretor da antiga ETFPa. O cabeça ainda está vivo para se defender, Miguel Pinho não.

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  10. O Valentim não tem culhão para isso, pois mexer com quem já morreu não corre risco de responder processo, já contra quem pode rebater….
    Além do mais eu não acredito em nenhuma palavra do finado, ele mostrou alguma prova, algum recibo de depósito na conta dos tais árbitros?, para mim pareceu mais autopromoção de quem já estava no fim da linha!

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