Papão põe a mão na vaga

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Por Gerson Nogueira

Venceu o time mais organizado e seguro de seus limites. Perdeu o que entrou mais tenso e desgastado emocionalmente. Se antes do clássico, o Paissandu já havia demonstrado dispor de mais conjunto ao longo do primeiro turno e da própria Copa Verde, com a bola rolando isso ficou flagrante logo nos primeiros movimentos. Enquanto os remistas se livravam da bola de qualquer jeito, os bicolores valorizavam a posse e sabiam que destino dar às jogadas.

Faltava, porém, como vem faltando há algum tempo, o toque de classe no meio. Apesar disso, a vitória veio depois de boa manobra pela linha de fundo, como ensinam os manuais. Mas, depois do gol e da expulsão de Val Barreto, Papão preferiu trocar passes a agredir. Desperdiçou a chance de estabelecer boa vantagem contra um adversário confuso e combalido. No instante final, como castigo pela acomodação, quase cedeu o empate.

unnamed (69)Apesar da vantagem por estabelecer um ritmo e controlar melhor as emoções, o Paissandu deixava a desejar na chegada à área remista porque Lima vivia isolado pelo lado esquerdo do ataque e Héverton ficava muito atrás, participando mais das ações no meio-de-campo.

Sem um condutor no meio, o Paissandu se valia de seus laterais, principalmente Djalma, para ir à frente. Pikachu, o homem responsável pela organização, ficava no meio-termo. Nem organizava, nem se apresentava como atacante de fato.

No Remo, Eduardo Ramos continuava sua saga do sumiço. Entrou em campo, mas não deu as caras. Pouquíssimas participações, sempre com passes laterais, sem inspiração. Dadá tentava ser volante e armador, sem conseguir, obviamente. Potiguar prendia muito a bola, mas era um dos poucos a tomar iniciativa, partindo pra cima dos marcadores.

Aos 13 minutos, o primeiro lance digno de nota. A zaga não cortou uma bola marota e Lima recebeu livre à altura da linha da grande área. Bateu firme, rasteiro e a bola explodiu na trave direita de Fabiano. A jogada levantou a torcida do Papão, mas o jogo seguiu truncado, entregue aos seis volantes de Sparta – Capanema, Augusto Recife e Zé Antonio x Jonathan, Carlinho Rech e Dadá.

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O Remo aos poucos foi saindo da timidez inicial, buscando chegar pelas laterais também. Aos 21 minutos, em jogada que começou na esquerda com Eduardo Ramos e Rodrigo Fernandes, a bola chegou a Leandrão. O centroavante disparou à meia altura e a bola, caprichosamente, estourou na trave direita de Mateus.

Um a um em tiros na trave. E foi só o que aconteceu de expressivo no primeiro tempo.

A metade final trouxe um Paissandu mais agudo, pressionando e conseguindo faltas junto à área. Depois de insistir seguidamente, veio a recompensa. Djalma recebeu e lançou Pikachu, que dominou e deu um balãozinho para o interior da área, no chamado ponto futuro. Héverton calculou bem a chegada e testou, sem defesa para Fabiano.

Quando o gol saiu, Agnaldo já havia substituído Leandrão por Val Barreto e Carlinho por Ratinho. Com a desvantagem no placar, o que era difícil se tornou ainda mais complicado para o Remo de Agnaldo: o time não conseguia se impor, parecendo até intimidado em vários momentos.

As opções de saída ficaram mais congestionadas, pois Mazola adiantou a marcação e cercou os laterais Levy e Rodrigo. Com isso, a bola tinha que passar por Dadá ou Jonathan, provocando erros. Nervosos e bem marcados, andaram entregando passes nos pés dos adversários.

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Quando Val Barreto foi expulso, em falta aparentemente não intencional, o Remo pareceu se entregar de vez. As falhas se repetiam, a bola mal chegava em condições a Ratinho e Athos (que substituiu Ramos) aparecia no ataque como ponta. No Papão, Lima ficou sem receber assistências, apesar de bons ataques surgidos com Pikachu e Héverton.

E, de repente, os deuses do futebol resolveram interferir e por pouco não castigaram o excesso de zelo do Papão em administrar o placar. Em bola alta na área, rebatida de cabeça por Charles, o rebote veio para Rafael Andrade, que mandou no travessão. Susto e silêncio do lado bicolor. Vibração da torcida remista, que aproveitou o lance empolgante para deixar o Mangueirão cantando, como a dizer para si mesma que a decisão ainda não terminou.

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Clássico pobre de destaques

Djalma, Charles e Capanema (mesmo carregando nas faltas) foram os destaques. Héverton foi decisivo no lance do gol, mas teve participação discreta nas manobras ofensivas, contribuindo para isolar Lima.

No Remo, Dadá tentou arrumar a saída, mas estava muito sozinho e pouco podia fazer. Jonathan correu muito, sem produzir nada ante a desorganização reinante. Max foi bem. (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola)

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Remo desafina também fora de campo

unnamed (80)A barafunda gerencial e administrativa do Remo ficou novamente exposta ontem, depois do jogo. Diretores foram desautorizados pelo presidente e a informação sobre a contratação de Tarcísio Pugliese, cogitada desde sexta-feira, foi desmentida duas vezes. Ninguém parece se entender no clube e a derrota no clássico deve contribuir para agravar o caos.

Tudo indica, se o presidente não mudar de ideia, que Agnaldo seguirá como técnico até o próximo domingo. Pugliese foi deixado de lado, pelo menos por enquanto.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 17)

23 comentários em “Papão põe a mão na vaga

  1. Alguém viu o Rocildo Colorido ???? Ou seria Gagacildo ??? Onde ele está ??? Estará lendo um livro de Virginia Woolf da sacada de seu Ap ??? Ou estará tentando achar agora seu prozac ??? Estará no seu retiro espiritual ou entrará em um periodo sabático ??? Será que ele existe ??? Será que ele é ( flamenguista defensor do beijo gay ) ??? Será ele um profeta ??? Um Matusalém perene que vaga por ai cantarolando os feitos de um clube que outrora foi grande e hoje é um rascunho do que já foi ?? Rocildo não desista use seu grande poder mental, pra iluminar o Clube do Remo, sabemos de seus dons telúricos e clarividentes ajude o Remo a não morrer a não acabar e por favor não suma do blog seus comentários e seu conhecimento primeva do Remo são fundamentais pro sucesso deste que é o melhor e maior blog do Brasil. Abraço freguês.

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  2. Libera ai irmão alvinegro, fiz uma bela homenagem pro Rocildo o cara mais divertido deste blog, assumo sou fã da verve escrita do ancião azulino.

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  3. Uma coisa é certa, o clima de já ganhou continua favorável ao Remo. O desrespeito que o Dinho trata o Leão também é positivo. Apesar da lambança da diretoria em falar em um novo técnico, continuo afirmando e concordo com a manutenção de Agnaldo no comando do time nesta Copa Verde. Temos dois problemas grandes que são a manutenção do Leandrão no ataque e a ausência do Val Barreto. Listrados são favoritos ao título e isso é bom pra nós.

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  4. A minha intuição, caro Gerson e demais amigos deste blogue, é que, por essas coisas que só Nelson Rodrigues era capaz de explicar, a exclusão de um homem do Remo acabou sendo benéfica ao time azulino.
    Explico.
    Perdendo de um a zero, o Remo se lançaria ao ataque procurando de qualquer maneira o gol de empate. Poderia conseguir, como também além de não conseguir empatar, deixaria espaços para o Paysandú contra-atacar e ampliar para 2 a 0, o que tornaria a missão de domingo próximo impossível para o Leão Azul.
    Com o Remo com um homem a menos, talvez por excesso de respeito ao adversário, o Psc conformou-se com o resultado, ou mesmo, quem sabe, achando que o segundo gol sairia naturalmente.
    Um gol ao final do jogo, que quase aconteceu, faria injustiça ao melhor futebol apresentado pelo rival listrado.
    A sensação da torcida remista ao final foi a mesma que a minha: que nada está decidido, embora o adversário alvi-azul já esteja com alguma vantagem.

    Por mim, o Remo entraria nesse jogo do campeonato paraense de quarta-feira sem seus principais jogadores, com um time misto, e se dedicaria ao clássico decisivo de domingo, vez que basta um gol azulino para as coisas mudarem de figura.
    E eu não sei porque Ratinho não entra logo de cara. Talvez seja pela falta de condição física para 90 minutos.

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  5. Remo, foi mais do mesmo… O Remo, amigos não tem técnico… Essa briguinha do Pirão com diretores porque eles tiraram o Charles e agora ele quis mostrar que quem manda é ele, só prejudica o Remo… É bom atentar que o Thiago Passos representa o sócio e o sócio torcedor do Remo, na diretoria…Com Pirão no futebol, Remo não tem futuro….

    Só um detalhe: As 3 substituições do Aguinaldo, foram feitas após o gol do Paysandu… Aquelas mexidas de sempre… Enche de atacantes e diz, Vão lá, pelo amor de Deus e me salvem… Te dizer

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  6. Amigos, penso que o jogo foi equilibrado, muito em virtude do futebol apresentado pela PSC que fez, ontem, uma das suas piores partidas (principalmente no primeiro tempo).

    O mau futebol apresentado pelo escrete bicolor equilibrou o jogo ao ponto de em determinados momentos o Remo ser melhor na partida.

    Considerando o placar magro, entendo que, a semifinal encontra-se aberta. Sendo que o Papão tem a vantagem psicológica no próximo clássico.

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  7. Sobre o público, Gerson e amigos, o sócio torcedor diminui no fechamento da conta, pois, não passa na catraca.

    No lado do PSC havia pelo menos 4 mil pessoas a mais (que imagino ser o sócio torcedor).

    O visual entre as arquibancadas indicava a mesma coisa, quando as torcidas eram comparadas; tinhamos muito mais torcedores do Paissandu.

    Logo, a diferença de mil pagantes no fechamento do bordero não condiz com o público no estádio, vejam bem, falo de público, não de arrecadação.

    Estou escrevendo isso, pois, para o Brasil tinhamos 21 mil torcedores, todavia, quem estava no campo sabia que tinhamos entre 26 e 28 mil torcedores.

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  8. Vileta, essa é a rua da Delegacia da mulher.
    O Papão papou a Princesa do Amazonas e agora papou essa carniça de quinta categoria, só pra fazer o mal. hahahahahahahah…………

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  9. Ainda bem que jogamos mal e ganhamos , pior seria o contrário, mais domingo têm mais…Acho que o maior do Norte teve mais 2 chances com Leandro e o Pika. A do Leandro o goleiro rival foi bem bola desviada, ele teve muito reflexo..Acho que se o Lima, principalmente, ele estivesse em melhor noite as chances teriam aumentado, teve umas 3 ou 4 bolas na área em que os zagueiros sobraram e ele não dominou, outro foi o Zé Antonio que não produziu como o de costume. Acho que está em aberto, mais aqui pra nós o time do lião mesmo trazendo um técnico de ponta é muito fraco tem jogador que não sabe o básico do futebol. E digo se continuar o AJ no comando, já entra em campo apenas com um motivador só isso, apenas um animador, pode até ganhar e eliminar o maior do norte, mas acho que o futebol precisa ser levado com responsabilidade só animação não ganha jogo, mesmo o camarada sendo auxilar substituto tem que ter um pouco de estratégia, e deu para ver que durante o jogo que não existe isso nas bandas de lá. Bem mais isso é problema deles.

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  10. Dói é ver esse Zé Antônio jogar, esse cara não acerta um passe, um chute a gol, não marca, o Paysandu joga com um a menos. Se Mazola pelo amor de Deus coloca o Brunhinho no lugar dele que é um abraço.

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  11. O time bicolor mereceu a vitória, mas perdeu a chance de aumentar a vantagem, pois o Remo estava perdido. Quanto a arbitragem, o levantador de bandeira viu a agressão do Val Barreto que foi um lance difícil de visualizar pois é caso de interpretação mas não viu a acintosa tentativa de agressão no chute do jogador bicolor que quase acerta o do Remo pouco depois quase no mesmo local do primeiro lance. quer dizer que vale apenas quando acerta?

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  12. Rogério o lance do jogador do Papão foi uma revide a uma mão na cara do jogador azulino. De qualquer forma o jogador levou sorte no lance pelo fato do árbitro está olhando para o lance mais a frente e o bandeira preocupado com a saída da bola. No lance do Pikachú o Val pode até não ter tido a intenção, mas pecou pela imprudência, como pela visão do bandeira que estava de frente acompanhando o lance ficou clara a forma acintosa como o Val pisou o jogador adversário.
    Acho que o árbitro foi de regular para bom, deixou de marcar muitas faltas, mas não influenciou no resultado.

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  13. Ontem não gostei da forma como o Paysandú reagiu a expulsão do Val Barreto, parece que o time respeitou demais o adversário que ontem parecia perdido em campo e com um pouco mais de atrevimento da parte alvi-celeste poderia ter garantido logo a classificação para a final.
    Com o 1 x 0, tudo está aberto, o Remo virá para este jogo comendo bola pois sabe que não tem mais nada a perder, deverá jogar como quem disputa um prato de comida em época de seca e fome.
    Pelo lado do Paysandú o que mais me dá raiva é o fato de que em todas as vezes que temos condições de impor uma vitória com um placar mais elástico sobre o rival, vem esta complacência da parte, não sei de quem, mas que o time tira o pé do acelerador, tira!
    Mesmo realizando a pior partida neste campeonato onde peças fundamentais não funcionaram, Héverton e Pikachú não deram certo pois o último ficou perdido entre a armação e ataque, pior, tirando o cruzamento para o gol do Héverton, não fez nenhuma coisa nem outra.
    Zé Antônio errando muitos passes, inaceitável para um profissional que joga muito mais do que fez ontem em campo, ainda bem que pelo terceiro cartão, não joga a próxima partida. Deve entrar o Billy ou o Bruninho na posição.
    Também quase não se ouviu falar o Augusto Recife, peça um tanto apagada no jogo.
    O lance da bola no travessão acende um alerta ao clube bicolor pois nada está garantido!

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  14. Falem pro Pikachu mostrar as marcas das travas da chuteira do Val Barreto no peito, pois se tivesse sido pisado seria a primeira coisa que ele ia fazer para o juiz!!

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  15. Entendo que no jogo de ontem, a turma não jogou com fome e alguns continuam marcando de longe, só com o olho, por isso o bafafá sobre a zaga, isso deve ser corrigido imediatamente; no meio de campo tem que dividir e matar a jogada lá, não podem se aproximar da área nem ter facilidades para cruzamentos.

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  16. Perfeita a tradução do jogo rexpa feita por vc, Gerson!
    Na minha modesta opinião, falta técnico para o Remo (esquema tático nunca houve), banco para o Eduardo Ramos e um adeus ao Leandrão!!
    Ah…quantos jogos o glorioso não ganha do seu maior rival??

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  17. De fato, a organização e a consciência sobre o que era melhor fazer em campo durante todo o transcurso do jogo levou o time listrado à vitória. A força do conjunto prevaleceu com algumas pitadas de futebol bem jogado individualmente.

    Quanto à falta do toque de classe, o Remo também se ressentia desta carência. Ocorre que o listrado não tendo um medalhão que tenha de ser escalado, por mais que se ressinta de uma prolongada falta de inspiração (pra dizer o menos), resolve o problema com o trabalho conjunto de suas peças. Agora é preciso destacar o primor que foi o passe do Djalma para o Pikachu. Aliás, aquilo não foi só um passe, uma assistência. Foi na realidade, um autêntico lançamento muitíssimo do bem executado.

    Acho que o rival listrado fez bem em ser pragmático. Melhor manter a vitória mínima, do que arriscar-se na busca de um placar mais elástico, de uma vitória mais categórica. E o desenrolar do jogo mostrou que a cautela foi uma boa opção. Afinal, mesmo com um a menos e o listrado se acautelando, no final do jogo o Mais querido quase empata. O Mazola ainda deve estar lembrando naquele jogo contra o gavião em que o time vencia o jogo e acabou cedendo o empate pela vontade de elastecer o placar.

    Quanto ao Val Barreto, pra mim foi bem expulso. Pisou propositalmente no adversário. Ali, se esqueceu de suas convicções evangélicas e da responsabilidade que tinha com o time, com o Clube e agiu imaturamente. Prejudicou muitíssimo o Remo. Qualquer chance que o Remo pudesse ter de um resultado melhor, depois que entrou o Ratinho, foram embora mais cedo com o cartão vermelho.

    Agnaldo, depois de receber o time escalado, conseguiu apenas imprimir um tanto mais de disposição nos atletas, de vontade de participar do jogo, de se entregar mais à disputa em busca do resultado positivo. Todos os jogadores, até Eduardo Ramos, Leandrão, Fernandes se mostraram sensivelmente mais dispostos do que nas jornadas anteriores. Todavia, vontade só não basta. É necessário o mínimo de organização, conjunto, formato tático, e, principalmente, um desempenho técnico-individual ao menos razoável. O que não se viu na performance deste trio citado e de outros como o Max, o Potiguar, o Rech.

    Quanto aos destaques, entendo que pelo listrado, foi o Djalma. Fez um trabalho tático primoroso. Foi ao ataque quando teve oportunidade. Guardou a posição quando esta esteve sob ameaça no primeiro tempo. ajudou na marcação no meio de campo. E, principalmente, fez aquele lançamento, cujo desenrolar acabou no gol da vitória. Pelo Remo, achei que o verdadeiro destaque foi o Fabiano, fez duas ou três aparada que garantiram um placar em tese reversível para a partida decisiva.

    Fora do campo, nos bastidores, não me surpreendeu o desencontro de informações após o jogo sobre a assunção de um novo treinador. A postura absolutista do presidente eu já havia detectado desde quando ele ainda era vice-presidente. Cheguei a dizer que ele era uma espécie de LOP azulino.

    Agora, achei interessante o pito que o debatedor da Clube pretendeu passar no diretor de futebol do Remo, dizendo que se ele não tem a informação exata que não deveria passá-la à reportagem. O que é que há?! Ele informou aquilo que já havia sido tratado previamente: a interinidade do Agnaldo. Os contatos com o novo treinador. Se, depois, despoticamente, o presidente resolveu mudar tudo, por isso ele não pode ser responsabilizado. Me soou um tanto inoportuna a intervenção do debatedor neste particular. Aliás, como inoportuna também me pareceu a intervenção do comentarista quase que oferecendo os seus serviços profissionais ao Vandik no que respeita ao levantamento de informações sobre o valor da dívida fiscal do listrado.

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