Papão estreia na Série B contra a Ponte Preta, em Campinas

A CBF divulgou na tarde desta terça-feira a tabela do Campeonato Brasileiro da Série B. O Paissandu estreia contra a Ponte Preta, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas-SP, no dia 13 de abril (sábado). Como a Ponte foi penalizada com 5 jogos de portões fechados pelos incidentes contra o Vitória pela Série A 2017, a partida contra o Papão deverá ser disputada sem torcida no estádio.

Jogos do Papão no turno da Série B:

13/04 – Ponte Preta x Paissandu

17/04 ou 20/04 – Paissandu x Londrina

24/04 ou 28/04 – Paissandu x Brasil

01/05 ou 04/05 – Sampaio x PSC

08/05 ou 11/05 – Juventude x PSC

15/05 ou 19/05 – PSC x S. Bento

22/05 ou 25/05 – Avaí x PSC

29/05 ou 01/06 – PSC x Boa Esporte

05/06 – Criciúma x PSC

08/06 ou 09/06 – Goiás x PSC

12/06 ou 15/06 – Paysandu x CSA

19/06 – CRB x PSC

26/06 – PSC x Fortaleza

03/07 – Coritiba x PSC

10/07 ou 14/07 – PSC x Vila Nova

17/07 ou 20/07 – Oeste x PSC

24/07 – PSC x Guarani 

27/07 – PSC x Figueirense

31/07 ou 03/08 – Atlético-GO x PSC

Ziggy lança o bloco carnavalesco Unidos do Camaleão

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Com alusão a David Bowie, Ziggy Hostel Club cria o bloquinho de rua “Unidos do Camaleão”, que sai pelas ruas do bairro de Nazaré no sábado. A semana ainda traz shows das bandas Black Mariachis, Joana Marte, Liège (foto) e muito mais.

Pela primeira vez, a Quarta-Sábado vai dar uma pausa na música pop e vai fazer uma pista indie pra galera rockeira também ter um passeio no meio da semana. Dessa vez, quem vai comandar a pista do Ziggy será a DJ Hanna Santiago e Rafael Regis. Eles vão mandar sets com músicas nostálgicas e outras recentes, pra todo mundo cantar junto e também conhecer músicas novas.

No dia seguinte, a quinta recebe a artista paraense Liège, que toca o seu EP “Filho de Gal”, o qual permeia a MPB contemporânea com ritmos amazônicos, pop e rock. Ela vai se apresentar no Café do Ziggy durante o Happy Hour da casa e mandar som bem good vibes pra todo mundo ficar relax.

black mariachis

Na sexta, a Roquerági recebe os shows das bandas Black Mariachis (foto acima) e Joana Marte no club da casa. A Black Mariachis é uma banda que surge em meio a influências múltiplas. Do punk ao grunge, aposta em riffs que marcam pela simplicidade e cativam pelo apelo radiofônico das guitarras distorcidas, do baixo intenso e da bateria hiperativa. Enquanto isso, a Joana Marte bebe em referências brasileiras com toques psicodélicos e apresenta um som consistente que vem chamando atenção como grande promessa da cena paraense.

E, pra encerrar a semana com chave de ouro, no sábado, o Ziggy vai fazer seu próprio bloquinho de carnaval. Será um pequeno cortejo (porém com muita folia) ao redor do quarteirão da casa. A concentração será às 16h, com saída pelas ruas às 17h. O trajeto será embalado por uma Bike Som com muita música carnavalesca. Além disso, também vai rolar apresentação da banda “Que Bloco é Esse?”, pra todo mundo dar o balão ao som de muito axé 90, marchinhas e o que mais der na telha.

O Unidos do Camaleão retorna pro Ziggy por volta das 18h e leva a festa pra dentro da casa. Vai rolar show da banda Bando Mastodontes com muita brasilidade e aquela energia inesgotável que só o carnaval traz. (by Imprensa se Rasgum)

SERVIÇO

(QUA) Happy Hour + Quarta-Sábado Indie. Happy Hour: 18h às 21h

Quarta-Sábado (21h) – DJ’s: Hanna Santiago e Rafael Regis

(QUI) Happy Hour + Liège no Café do Ziggy. Pocket Show: Liège. Happy Hour: 18h às 21h

(SEX) Happy Hour + Roquerági, Happy Hour: 18h às 21h. Shows: Black Mariachis e Joana Marte. Dj’s: STRR e Lux

(SÁB) Bloco Unidos do Camaleão. Shows: Que Bloco é Esse? e Bando Mastodontes

DJ’s: MauVianna e Azul 

GloboEsporte divulga mapa dos clubes mais curtidos no Facebook

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Pelo segundo ano, GloboEsporte.com e Facebook revelam os clubes mais curtidos em todos os cantos do país. Time a time, cidade a cidade, navegue pelo mapa e observe como se distribui o apoio virtual do torcedor brasileiro. Dados capturados em maio de 2017. Flamengo e Corinthians lideram nas curtidas em termos nacionais. No mapa abaixo, sempre destacando dois clubes, mostra quem são os protagonistas em cada região do Brasil.

                                  Mais curtidos Nº de municípios População da área
Corinthians e Flamengo 2.238 55.664.002
Corinthians e São Paulo 904 48.862.740
Flamengo e Vasco 383 29.818.462
Atlético-MG e Cruzeiro 439 12.833.357
Grêmio e Internacional 516 11.527.808
Bahia e Vitória 17 4.057.029
Santa Cruz e Sport 14 3.914.317
Corinthians e Sport 109 3.608.660
Atlético-PR e Corinthians 33 3.574.444
Ceará e Fortaleza 9 3.563.797
Flamengo e Remo 17 2.522.304
Cruzeiro e Flamengo 147 2.161.626
Corinthians e Santos 12 1.873.528
Bahia e Corinthians 62 1.778.784
ABC e Flamengo 36 1.767.552
Flamengo e São Paulo 51 1.764.445
Corinthians e Palmeiras 112 1.546.748
CRB e Flamengo 11 1.256.892
Botafogo-PB e Flamengo 7 1.132.286
Bahia e Flamengo 23 1.074.405
Avaí e Figueirense 9 980.878
Flamengo e Joinville 11 942.558
Corinthians e Grêmio 55 925.423
Chapecoense e Grêmio 90 920.785
Corinthians e Cruzeiro 35 857.183
Ceará e Corinthians 30 831.068
Criciúma e Flamengo 32 802.154
Corinthians e Londrina 7 797.024
Botafogo e Flamengo 33 776.228
Chapecoense e Flamengo 54 622.937
Campinense e Flamengo 8 526.238
América-RN e Flamengo 43 472.430
Flamengo e Grêmio 18 282.478
Figueirense e Flamengo 5 25.009

Os números de Belém são os seguintes:

As equipes mais curtidas de BELÉM-PA
Equipe Curtidas
Flamengo 186.509
Remo 163.956
Corinthians 139.837
Paysandu 131.030
São Paulo 57.837
Vasco 42.391
Palmeiras 40.844
Chapecoense 32.348
Santos 29.036
10ª Botafogo 16.234
11ª Fluminense 14.245
12ª Atlético-MG 10.415
13ª Cruzeiro 8.523
14ª Grêmio 7.426
15ª Internacional 7.136
16ª Fortaleza 6.347
17ª Ceará 5.151
18ª Atlético-PR 4.441
19ª Sampaio Corrêa 4.434
20ª Sport 3.763
21ª Bahia 2.698
22ª Santa Cruz 2.533
23ª América-RN 1.753
24ª Náutico 1.471
25ª Coritiba 1.188
26ª ABC 1.188
27ª Figueirense 1.151
28ª Ponte Preta 1.140
29ª Vitória 1.107
30ª Portuguesa 1.030

Inquérito de Jucá ficou 5 anos na gaveta de Gilmar

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Em sua coluna nesta terça, na Folha de SP, o jornalista Bernardo Mello Franco relembra que o inquérito contra o senador Romero Jucá que acaba de prescrever ficou nada menos do que cinco anos parado na gaveta do ministro Gilmar Mendes no Supremo Tribunal Federal.

Confira abaixo alguns trechos do texto:

“O Supremo acaba de fornecer mais um exemplo de sua ineficiência para julgar políticos com foro privilegiado. Depois de 14 anos, o tribunal arquivou um inquérito que apurava se Romero Jucá recebeu propina em obras federais em Roraima. O senador não foi declarado culpado nem inocente. O caso prescreveu antes de ir a julgamento.

(…)

Os registros da Corte mostram que um de seus colegas [Gilmar] ajudou a assar a pizza servida ao presidente do PMDB. Em abril de 2006, Gilmar Mendes pediu vista do inquérito contra Jucá. Ele levaria quase três anos para devolver os autos, em fevereiro de 2009.

Depois disso, o ministro assumiu o comando da Corte e ainda esperou até setembro de 2011 para pautar a questão de ordem que levantou. Ele propôs devolver o caso à primeira instância, mas foi derrotado na votação em plenário.

Durante os cinco anos em que Gilmar segurou o inquérito, o relógio correu contra a investigação e a favor de Jucá. O senador ainda responde a pelo menos dez inquéritos e disse ontem que todos serão arquivados. Pelo visto, sua nova profecia tende a se realizar”. (Do Brasil247)

A última de FHC

FHC diz que a maioria dos eleitores brasileiros “não tem os valores da decência e democracia”.

Não, não é piada.

Trata-se de sentença proferida pelo ilibado cidadão que comprou votos de deputados para bancar sua própria reeleição.

O Brasil é um circo decadente.

Pecados que vêm de longe

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POR GERSON NOGUEIRA

O Remo embarcou ontem com destino ao jogo mais importante deste começo de temporada. Vai desafiar o quase desconhecido Atlético-ES, de Itapemirim, pela primeira rodada da Copa do Brasil. Caso não perca, o Leão avança à fase seguinte e fatura R$ 600 mil de bonificação, valor que pode triplicar na segunda etapa, quando o adversário deverá ser o Internacional-RS.

Mais do que a ameaça representada pelo time capixaba, o Remo terá que superar seus próprios medos e hesitações. No campeonato estadual, o time tem feito um zigue-zague, oscilando entre resultados toscos (como a derrota para o Independente, em Independente) e a categórica atuação no Re-Pa.

Por coincidência, o segundo jogo fora de Belém – contra o Manaus, na Arena da Amazônia – marcou também a repetição dos muitos erros mostrados diante do Galo Elétrico. Resumidamente, o vexame na capital baré teve a ver com caos defensivo, pouca agressividade e ausência de qualidade no meio-campo.

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Não é um problema exclusivo da era Ney da Matta. Há tempos, com times e propostas diferentes, o Remo vem se apequenando quando se apresenta longe de sua torcida. Torna-se frágil e inseguro. Mesmo quando vence, o triunfo é marcado por dificuldades extremas e muitos sustos.

A partida de amanhã tem muita semelhança com a do ano passado, contra o Brusque-SC, azarão que se deu bem explorando as fraquezas remistas. Da Matta devia passar a vista no teipe desse jogo. Talvez assim evite erros pontuais, como a excessiva e temerária preocupação em garantir o empate.

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De olho nas ricas possibilidades do mercado europeu

Muita gente não entendeu e até desdenhou do anúncio oficial pelo Papão da contratação do meia britânico Ryan Williams, de 26 anos, que vinha atuando no futebol do Canadá. Acontece que o Papão está mesmo disposto a invadir o mercado boleiro internacional. Depois de contratar o paraguaio Cáceres e quase trazer Filigrana, agora volta suas vistas para a Europa.

Internacionalizar a marca pode ser a saída para as limitações do negócio futebol no Brasil. Não há dúvida de que a ideia de tentar atrair o interesse de clubes, empresários e agentes do Velho Mundo é uma sacada inteligente e moderna.

Williams pode até não render em campo o suficiente para ser titular do Papão de Marquinhos Santos, mas sua presença no elenco será explorada como ponte para excursões, parcerias e exportação de pé-de-obra paraense para a terra da Rainha.

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Saudades dos tempos de Ted Boy e Príncipe Mongol

A nostalgia invadiu os lares na madrugada de domingo sob forma de uma homenagem involuntária aos reis do Telecatch, que encantava crianças de todas as idades nos anos 1960 com seus duelos de mentirinha, saltos acrobáticos e golpes circenses. Era gostoso de ver porque se assumia como palhaçada. O UFC, com lutas e resultados pra lá de esquisitos, guarda o pecado original de querer se levar a sério.

O evento de sábado em Belém, a exemplo do que havia ocorrido com Popó, em sua recente despedida dos ringues, teve o apito amigo a influir no resultado da luta mais importante. Sem cultivar maior entusiasmo pela modalidade, acompanhei de longe, mas não pude deixar de ver os vídeos do combate e a repercussão nas redes sociais escrachando o veredito final.

Aúvida sincera é se o Dragão baiano-paraense, de tantas conquistas na seara das lutas, precisava realmente de uma vitória de pé-quebrado. Vencer é bom quando há pleno merecimento. Ganhar por ganhar não eleva, muito pelo contrário. Por tudo o que vejo e ouço, prefiro ficar mesmo com as lembranças de Ted Boy Marino, Índio Paraguaio e Príncipe Mongol.

Era farsesco, mas divertido.

(Coluna publicada no Bola desta terça-feira, 06) 

Rock na madrugada – Spencer Davis Group, Keep on Running

Universidade particular no Brasil não produz conhecimento, diz estudo

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O relatório Research in Brazil, disponibilizado pela Clarivate Analytics à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e divulgado no último dia 17 de janeiro, mostra que as universidades particulares não produzem absolutamente nada de conhecimento relevante no Brasil.

A produção científica no país é dependente exclusivamente das universidades públicas. Recente relatório do Banco Mundial não levou em conta essa produção. A destruição das universidades públicas no Brasil, como está acontecendo com a UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), pode ser a destruição de todo o conhecimento científico que o país produz.

O relatório traz também um ranking das universidades públicas que mais produzem conhecimento científico relevante. A Unicamp ficou em terceiro lugar, atrás apenas da USP e da Unesp. A UERJ, por sinal, é a décima universidade que mais produz conhecimento científico. (Veja quadro.)

Um outro fator relevante é que os grandes empresários brasileiros não investem em pesquisa. Nas parcerias de pesquisa com empresas, a única grande empresa que investe de forma relevante em desenvolvimento tecnológico no Brasil é uma estatal, a Petrobras. Exceto o setor farmacêutico, que é o único setor apontado com investimento em ciência e tecnologia, a iniciativa privada no Brasil não produz conhecimento.

O documento traz o desempenho da pesquisa brasileira em um contexto global entre os anos 2011 e 2016. Os dados foram obtidos do InCites, plataforma baseada nos documentos (artigos, trabalhos de eventos, livros, patentes, sites e estruturas químicas, compostos e reações) indexados na base de dados multidisciplinar Web of Science – editada pela Clarivate Analytics (anteriormente produzida pela Thomson Reuters).

O relatório mostra que as as universidades públicas produzem artigos científicos altamente citados e alcançou boas taxas entre 1% dos papers mais citados do mundo. Os critérios analisados foram: a quantidade de documentos produzidos, o impacto da citação, artigos no top 1% e 10% dos mais citados do mundo, colaboração com a indústria e colaborações internacionais.

O número de citações que uma publicação de pesquisa recebe reflete o impacto que teve em pesquisas posteriores. As publicações científicas citam documentos anteriores para validar uma contribuição intelectual. Portanto, pode-se dizer que uma publicação (ou uma coleção de publicações) com uma contagem de citações mais elevada teve um impacto maior no campo de conhecimento ao qual se relacionou. (Carta Campinas com informações de divulgação)

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