Enquanto isso, no país da Copa…

Da Reuters

O Brasil registrou abertura de 260.823 vagas de trabalho no mês passado, melhor resultado para meses de fevereiro desde 2011, influenciada por altas contratações no setor serviço, na indústria e na construção civil. O número, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apresentado nesta segunda-feira pelo Ministério do Trabalho, é mais que o dobro dos 123,4 mil postos gerados em fevereiro do ano passado.

Em janeiro deste ano foram criados 30 mil postos com carteira assinada, de acordo com dados ajustados. Pesquisa da Reuters feita com analistas de mercado mostrou que a expectativa, pela mediana das previsões, era de abertura de 110 mil novas vagas, com as projeções variando entre 91 mil e 130 mil novos postos.

Em fevereiro, as contratações foram lideradas pela forte expansão do emprego no setor serviços, que apresentou contratação líquida de 143,3 mil pessoas. Por subsetores destacaram-se as instituições de ensino e os segmentos de alimentação, de transportes, de comunicação e de saúde.

5 comentários em “Enquanto isso, no país da Copa…

  1. Gostaria de saber onde estão essas vagas de emprego, tão propaladas pelo desGoverno dilma, haja vista, que aqui no Pará, não as encontro, aliás, a imprensa e os órgão especializados, locais, divulgam exatamente o contrário:

    “Pará perdeu 3.600 postos de trabalho em janeiro

    Sexta-Feira, 21/02/2014, 06:19:13 – Atualizado em 21/02/2014, 06:19:40
    O Pará fechou o mês de janeiro com saldo negativo de trabalhos formais. Pelo menos 3.600 postos foram perdidos, principalmente na área da construção civil. Os dados foram divulgados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) com base em informações do Ministério do Trabalho e Emprego.
    Segundo o balanço do Dieese/PA, no primeiro mês do ano foram feitas em todo o Estado 28.381 admissões contra 32.039 desligamentos. Outros setores contribuíram com saldo negativo para a queda: comércio com 1.141 postos; indústria de transformação com 321; extrativa mineral com 264; setor serviços com saldo negativo de 222 postos e setor da agropecuária com saldo negativo de 104 postos de trabalhos formais.”

    Pois é, como sou Paraense e quero o progresso e o desenvolvimento do meu Estado, não entro no oba-oba, dos simpatizantes do desGoverno dilma, aquele que investe o nosso dinheiro, construindo portos em cuba, que não produz nada, e nem vai gerar nenhum emprego para Brasileiros(Paraenses então?) em detrimento de investimentos que promovam o desenvolvimento deste Estado, que precisa dos incentivos federais, haja vista, que só a contrapartida estadual não é suficiente para realizá-los, sabemos.

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  2. Esqueci de citar a fonte, da matéria divulgada acima, post 1, até o momento, desculpem:
    retirado do portal ORMNews.

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  3. Aliás, desde 2011 que o Pará vem perdendo postos de trabalho. Se, em 2010, o saldo de empregos com carteira assinada beirou os 65 mil postos, caiu no ano seguinte pra cerca de 40 mil, terminando o ano passado com um saldo de pouco mais de 5 mil vagas. Não por coincidência, os investimentos do governo do estado na economia paraense estão no nível mais baixo dos últimos vinte anos, mais de 800 mil famílias no estado dependem do programa federal Bolsa-Família e mais de 80% da população economicamente ativa do Pará recebem como remuneração até um salário mínimo, daí ser o o nosso estado aquele que tem a mais baixa renda per capita do país.
    Menos mal que a realidade do país é bastante diversa dessa que ora nos aflige.

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  4. É J. P. Amorim, só que nenhum Estado da nossa federação por mais rico que seja, a exemplo cito S. Paulo, consegue se desenvolver sem os investimentos federais, e os governos progressistas hoje com dilmona porralouca, tem sistematicamente trabalhado em prol dos mais ricos que só fazem sugar este Estado, mantendo-o eternamente fornecedor de matérias primas, celeiro do Brasil, energia para todos, menos para os Estados produtores etc…

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