Por Gerson Nogueira
Enfrentar o Internacional, seja qual for a circunstância, é parada difícil para times brasileiros de qualquer divisão. O Remo sabe disso e vai lançar mão de todas as armas no confronto desta noite, no estádio Jornalista Edgar Proença. Mais do que avançar na Copa do Brasil, os azulinos tentam levar a cabo um projeto de natureza financeira.
Para não perder o dinheiro da arrecadação do jogo, o Remo é obrigado a provocar o jogo de volta, previsto para o mês que vem em Porto Alegre (RS). Para isso, não pode perder por mais de dois gols de diferença.
Aos remistas interessa mais o faturamento do que a permanência na Copa BR. E a razão é bem simples: a nenhum clube emergente ou mediano, fora do eixo Sul-Sudeste, é permitido hoje sonhar com uma campanha longa e exitosa na competição.
Com a mudança no regulamento, que passou a incluir também os clubes disputantes da Taça Libertadores, a Copa do Brasil deixou de ser um torneio propício à vitória de azarões, como ocorre na França e Inglaterra. Os tempos de triunfos inesperados de Paulista de Jundiaí, Juventude e Sport-PE, ficaram pelo caminho. Fazem parte de um passado romântico. Uma nova zebra campeã é hipótese quase impossível de acontecer.
Hoje, a Copa BR é dominada pelos grandes, que têm elencos estrelados e folhas salariais que chegam à faixa dos R$ 12 milhões. O Internacional, mesmo depois de perder suas maiores estrelas (Leandro Damião e Diego Forlán), segue no rol dos favoritos ao título. Vem a Belém sem seu meia-armador titular, D’Alessandro, mas traz nomes conhecidos, como Dida e Jorge Henrique.
O Remo vai com a força máxima, mas ciente de que o jogo realmente importante será no domingo, contra o Paissandu, abrindo a semifinal da Copa Verde. Como o adversário é o Internacional, o técnico Charles Guerreiro não pode se dar ao luxo de poupar titulares. Deve repetir a mesma formação que começou a partida de domingo passado contra o Nacional, em Manaus.
Diante da necessidade de fazer caixa, admitida pela própria diretoria, soou estranha a majoração dos ingressos para o jogo desta noite. A R$ 50,00 (arquibancada), o preço afugentou muita gente. Nem as explicações do programa de sócio-torcedor servem como justificativa para valor tão alto – ainda mais às vésperas de clássicos regionais decisivos.
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Missão de extrema importância
O presidente da Federação das Associações de Municípios do Estado do Pará (Famep), Helder Barbalho, o presidente de honra do PT no Pará, Paulo Rocha e o deputado federal Beto Faro conseguiram marcar para hoje uma audiência na presidência da Caixa, em Brasília, para tentar assegurar patrocínio aos clubes de futebol do Pará. Neste primeiro momento o processo começa por Remo e Paissandu, em virtude da representatividade e tradição que possuem. Em seguida, será reivindicado o apoio aos demais clubes paraenses. Integram a comitiva o presidente do Remo, Zeca Pirão, e o presidente do Paissandu, Vandick Lima.
Clubes do mesmo porte de Remo e Paissandu, alguns até inferiores em termos de história e torcida, já contam com suporte financeiro da Caixa. A entrada em cena de Helder, ao lado de Paulo Rocha e Beto Faro, pode viabilizar um patrocínio que permitirá aos titãs do nosso futebol alçar voos mais altos.
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Sobre as escolhas da Fifa
Transcrevo aqui o comentário do amigo Cosme Rímoli, jornalista de São Paulo e colunista do portal R7, sobre a inauguração da Arena da Amazônia, em Manaus. É interessante a comparação que ele faz entre o nosso futebol e o dos vizinhos.
“O estádio ainda está em obras.
Após 44 meses…
Goteiras, banheiros ainda sem condições de uso…
Falta de energia elétrica na bancada dos jornalistas.
Internet péssima.
Reclamação dos torcedores porque o acesso ao estádio não está finalizado.
Cadeirantes protestando.
Enfim, um vexame.
Mas a inauguração às pressas tinha de acontecer.
A oportunidade era de ouro.
Jogo eliminatório da Copa Verde.
Nacional e Remo.
O empate em 2 a 2 classificou os paraenses.
Eles ficaram com a vaga.
Quando na verdade, deveria ter ficado com a sede da Copa do Mundo.
Manaus só é sede do torneio por força política.
O futebol de Belém é muito mais representativo.
Teve representante até na Libertadores.
Os clubes são mais estruturados, fortes financeiramente.
A média dos estaduais deixa claro quem é quem.
O torneio paraense em 2013 teve média de 5.022 pagantes.
O do Amazonas ficou em incríveis 807 torcedores.”
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quarta-feira, 12)
Como sempre uma bela coluna, e com esse depoimento do Cosme, melhor ainda.
Copa do Brasil:
Penso igual, hoje ser campeão é quase impossível, galgar fases e ganhar dinheiro é a meta principal.
Apoio da Caixa:
Quem dera se na frente da FPF tivessemos um presidente capaz de correr e brigar por nossos times, parabéns ao Helder, Faro e Rocha, por tomar esta iniciativa.
Papão e gato pirento agradecem.
2:28 da madruga, tem gente que pira por isso kkkkkkkkkkkk
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Obrigado, camarada alvinegro.
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Bela coluna Amigo Gerson. A Copa do Brasil, sob este novo formato, acompanhada do brasileiro de ponto “escorrido”, indica o desejo de Globo e CBF em transformar o futebol brasileiro semelhante a espanhóis, com alguns superclubes, um verdadeiro retrocesso.
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Concordo, caro Gerson. O Remo, assim como outros tantos clubes, sabe que o que tem a aspirar é chegar, no máximo, à terceira fase. No caso remista, por pegar um adversário milionário e tradicional, é grande vantagem forçar o jogo da volta, sob pena de levar prejuízo financeiro.
Sobre o patrocínio da Caixa, que vão tentar a dupla paraense, e sobre o comentário do jornalista a respeito da sede da Copa em Manaus, eu digo que é uma pena que as coisas não são resolvidas sempre no critério técnico, e nesse aspecto padecem da interferência – por vezes nefasta – política.
Se a Caixa se ativesse aos critérios técnicos, Remo e Paysandú há tempos que estampariam seu patrocínio em suas camisas.
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A coluna disse exatamente o que o torcedor do Remo sente neste momento, que passar pelo colorado será um obstáculo difícil de transpor, ainda mais pela dificuldade que o time tem em adquirir um padrão de jogo plenamente confiável. A esperança é essa, jogar de forma aplicada e inteligente para evitar que perca o jogo pela diferença de 2 gols e com isso deixar de ganhar dividendos importantes para o futuro. Em todo caso, torcemos para que venha algo de melhor, como à vitória, seja por qualquer placar.
É bom registrar também, a participação do Helder Barbalho e às outras pessoas envolvidas nessa tentativa de patrocínio aos clubes através da Caixa Econômica, tenho que certeza que conseguirão o objetivo pela força politica que tem junto ao Governo Federal.
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Quanto aos comentários do Cosme transcritos pelo amigo Gerson, tenho mesmo que ratificar tudo que nele contem. Papeando com pessoas aqui em Manaus observa-se nos comentários a existência de uma grande maioria contra o gasto dessa arena em detrimento às necessidades básicas do Estado. Quanto aos defeitos apresentados na arena na inauguração, sinceramente eu já previa isso, essa construção vem sofrendo muita pressão para entrega, inclusive em virtude disso, trabalhadores sofreram acidentes fatais e outros sem gravidade. Então, só podia dar nisso, falhas técnicas evidentes.
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Mas, Valentim, por critérios técnicos, enquanto não paguem ou negociem suas dívidas com o inss, por exemplo, creio que a dupla não conseguiria o patrocínio.E isso vai demorar muito, talvez nem aconteça. Daí que o patrocínio da Caixa, pelos critérios técnicos, na esteira, vai demorar muito e talvez nem aconteça.
Agora, fico querendo saber estes políticos que vão lá falar em favor da dupla Re/Pa, vai lá para influir para que a Caixa não aplique os critérios técnicos.
Também fico querendo saber se a Caixa vai permitir que as interferências políticas subvertam o processo e vai infringir os critérios técnicos e as leis que o instituem e vai permitir os patrocínios a quem deve o inss e todo o jogo dá um jeito de retirar uma parcela das rendas da incidência da contribuição previdenciária.
E se a interferência dos políticos referidos não objetiva impor nenhuma influência para que se descumpra o critério técnico e a lei, por que é necessário que os políticos emprestem seu nada desinteressado apoio para que a Caixa invista num produto dos mais rentáveis para a imagem da instituição?
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Mas que a arena é majestosa e confortável temos que reconhecer. Que vai se tornar um tremendo elefante branco, também acho inevitável. E sabem da última, o ingresso para o jogo entre o princesa e o Fast,na arena vai custar 60 reais, assim não querem publico que possa justificar esse custo da construção. Vai apenas aumentar às criticas dos contra.
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Estava me esquecendo desse detalhe, amigo Antonio Oliveira.
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Lucilo, em qualquer dos estados brasileiros, de norte a sul, leste a oeste, gasto neste montante é gasto desalinhado com as necessidades mais prioritárias da comunidade, máxime quando ele é bancado ainda que em parte pelo dinheiro público. Mal comparando, é como, por exemplo, promover festas suntuosas, financiar vagens de férias caríssimas, fazer banquetes fenomenais, comprar de super luxo tudo em detrimento da casa própria, da saúde, da educação, e da segurança da família. Com o agravante de que no caso deste exemplo de prodigalidade, o dinheiro é particular, enquanto no caso dos estádios, trata-se de verba pública, ou seja, é gasto de dinheiro alheio em coisas alheias às verdadeiras necessidades dos donos do dinheiro. E o que é pior ainda, algumas vezes para satisfazer os interesses privados do próprio administrador público da verba ou de seus aliados.
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Amigo Antônio Oliveira, a caixa tem patrocinado os clubes via federação, tal qual Banpara.
Vale destacar que não existe clube brasileiro capaz de atender ao critério técnico imposto pela caixa, ja que todos devem o INSS…
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Perfeito, Celira.
Então, se há este caminho legítimo para obter o patrocínio, por que se entregar a este oportunístico apoio político. Agora, será que a legislação federal autoriza atalho semelhante ao utilizado pelo Banpará?
Quanto à sua afirmativa sobre a incapacidade dos clubes brasileiros, qualquer um, atender os critérios técnicos da Caixa, uma outra pergunta: com esta afirmativa você quer dizer que os políticos citados vão lá para influir no sentido de que a Caixa conceda o patrocínio infringindo as normas técnicas e legais?
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Exatamente isso, Antônio. Falou tudo.
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Não vejo no Inter um timaço imbatível como a imprensa coloca, aliás, o Colorado tem me decepcionado bastante nos últimos anos. Neste ano, o time até se desfez de algumas estrelas e tem um técnico com fama de retranqueiro, portanto. O que me preocupa mesmo, é a ausência de um padrão tático do Remo e os desfalque no setor defensivo.
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O que preocupa é mesmo o Remo com padrão tático indefinido, acrescido das substituições por contusão. As substituições que ocorriam por opção do treinador, e não forçadas por contusões, geralmente davam melhor consistência ao time.
É claro que o adversário é bom.
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ESSE É O CARA!
Há 25 anos, numa pequena sala do CERN, Organização Europeia para Pesquisas Nucleares, um cientista chamado Tim Berners-Lee lançava as bases para uma das maiores revoluções da história da humanidade: a criação da World Wide Web, ou a WWW, como ficou conhecida quando se espalhou pelo mundo.
O CRIADOR
Só para registrar essa data tão importante para o mundo.
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Hoje vou ao trabalho um pouco mais tarde. Sabe pra quê? ficar em frente ao PC e tentar comprar ingressos pra copa. Tá difícil porque eles deixam a gente na espera com a pagina aberta, se sair você perde a vaga caso te deem acesso aos procedimentos de compra.
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Sobre a copa em Manaus e verdade não temos divisão a mais 10 anos quando o são Raimundo disputou a segundona agora fica a questão será vamos ter competência para colocar um time na terceira e depois na segunda divisão nossa cidade e uma das mais ricas do Brasil. Temos a zona Franca. Mais no futebol não ser investi como tinha que ser.
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O Intr pode não ser o mesmo de 5, 6 anos atrás, mas continua um gigante, com folha salarial de 7,5 milhões, emquanto o Remo também não é mais o mesmo de 11 anos atrás, quando desbancou esse mesmo Inter pela Copa BR, decaindo da Série B até ficar sem série. Não é muito sonhar com uma vitória hoje, mas sabemos que uma classificação seria um milagre, melhor mesmo é pensar em um resultado que nos dê a renda da partida, que aliás, pelos meus cálculos, e conhecendo os dirigentes do clube, ficará em torno de 18 mil pagantes, embora será anunciado 12 a 13 mil.
Quanto ao texto do Cosme, ele é só mais um dos muitos que enxergam o óbvio, mas que é um texto muito bom, é.
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é amigos, o dinheiro fala mais alto, só que hoje ele não vai “comprar” passagem pra outra fase da BR. Colorado 4 x 1.
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Carlos Barreto, realmente em matéria de comprar jogos vocês entendem muito bem, que o diga o Jogo Paiçandu x ABC entre outros, na matéria acima o nosso Cosme Rimoli só esqueceu de detalhar que esta média se deve a torcida do Remo, pois a do payçandu está igual a dos amazonenses 600 pagantes em média. Doí mas passa.
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Post sobre o papinha: 09/03/2014, Papinha x Princesa, comentário on line, 165 comentários. 10/03/2014 , Papinha o primeiro finalista, 10 comentários . 11/03/2014, Papinha treina para pegar o Santa Cruz, 13 comentários. Post sobre o mais querido: 11/03/2014, Os patrões, 56 comentários. 10/03/2014, A grande noite de Max, 69 comentários. 09/03/2014, comentários on line, Remo x Nacional, 309 comentários. Total de comentários do Papinha, em 03 postagens, 188 comentários. Total de comentários do mais querido em 03 postagens , 434 comentários. Obrigado meu eternos fregueses listrados, somos o Clube mais comentado no blog do Gerson Nogueira, graças ao amor enrustido de você pelo mais amado, mais querido clube dessas bandas do Brasil. tá dando ibope, tá dando ibope, assim o Gerson não larga a gente, tá dando ibope, tá dando ibope, papinhandu fala da gente kkkk. Obrigado meus fregueses por mais essa conquista . Falem bem ou mal, mas falem do mais querido, é sinal que ele está mais vivo do que nunca , atormentando o sono de vocês kkkkkkk.
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hoje vai ser mais uma quebra de record kkkkkkk 9:33, e já temos 22 postagens .
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Calma Rocildo, não se emocione muito, olha o coração!!!!!!!!!
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Rocildo aposto em 95 postagens até o início do jogo do Mais Querido. O Gerson é espero, ele sabe que colocando reportagem do Remo a mucurada pira nos comentários e a audiência do blog só ganha com isso. Dá-lhe Leão e vamos continuar comentando kkk..
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Camarada Rocildo.
Até onde sei ler (de fato um texto), penso que a coluna do Gerson aborda mais de um clube, ou será que a Caixa está querendo patrocinar apenas o Remo, clube que nos últimos anos tenta por diferentes meios vaga na série E. Logo, entendo que esta não é uma postagem exclusiva do Rival, mas de futebol paraense e brasileiro (por conta do texto do repórter da Record).
Agora, a levar em consideração que vocês gostam de títulos que não pertecem ao metier do futebol. Eu solicito que o amigo Gerson envie um troféu para a sede do rival.
O Clube que mais comenta no blog do Gerson…rs…
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*mais do futebol paraense e brasileiro…
Uma correçao no texto (escrever em celular é terrível).
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Meu pai do Céu.rsrsrsrsrsr
O cara comemora até comentários no blog.
ÉGUA! PAREI!kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
O que ociosidade e falta de títulos fazem.
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Dentre os três básicos possíveis, qualquer resultado hoje pode ser considerado normal, até mesmo a vitória do Internacional, clube que até já foi desclassificado pelo Leão numa determinada oportunidade.
Ponto fora da curva, para usar a expressão do Ministro petista Barroso, será uma goleada do time Gaúcho. Afinal, o Remo não se possa dizer que tenha um padrão de jogo, mas tem time para fazer uma partida digna no que respeita ao escore. De outra parte, apesar de ser realmente um clube portentoso, não vem, neste início de temporada jogando um futebol dos mais refinados a ponto de credenciá-lo a disparar um vareio no mais querido.
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Clube do Remo em um mês jogará em 3 estádios da Copa do Mundo: Arena de manaus, Arena Beira Rio e Estádio Nacional de Brasília (final da Copa Verde).
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Pelo que eu percebo é que este time paraense regrediu bastante e faz-me lembrar da época em que o nosso futebol paraense era tão atrasado que se comemorava perder por menos de dois gols quando se enfrentava times grandes do eixo sul sudeste do Brasil.
Acho que mesmo com toda esta discrepância financeira de elencos não devemos jogar a toalha e se encolher para não sofrer goleada e sim enfrentar de frente o adversário que mesmo poderoso deve apresentar suas falhas!
Porém, eu só tenho uma observação ao time azulino que possui um bom elenco: a falta de um técnico no banco!
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No final das contas o que é mais forte? A força política ou a força do futebol?
Sobre o jogo entre CR e ISC, deve ser uma vitória magra do Chapolin Colorado.
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Radio Clube forçando a barra, em entrevista eleitoreira com Helder Barbalho sobre a reunião com representantes da Caixa Econômica. Como escreveu o amigo Antonio Oliveira, ação puramente oportunista de políticos medíocres que nunca mexeram uma palha pelo Estado, e agora, como é ano eleitoral, estão querendo aparecer na mídia. Helder Barbalho, deixou Ananindeua cheia de buracos, lama e obras inacabadas, e agora tenta aparecer como um grande administrador. tomara que esse Sr. nunca mais concorra a cargo publico em Ananindeua, para o bem do nosso município. Nessa barca oportunista, faltaram Pirão e o Cacique Barbalhão.
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Helder falando, ao vivo, na Clube, sobre o êxito da reunião em Brasília com a Caixa: em 10 (dez) dias a instituição formalizará proposta de patrocínio à dupla Re/Pa. Isso quer dizer então que a barreira representada pelas dívidas com o INSS já foi ultrapassada? Ou esta proposta, além do aspecto financeiro condiciona o patrocínio à regularização da dívida previdenciária?
Se for a segunda hipótese, dada a enorme impossibilidade de regularização da dívida, só os políticos ganharam com esta situação. Eis que apareceram, com a divulgação da mídia, junto à comunidade torcedora, como benfeitores do futebol paraense e estão prontos para faturar os dividendos eleitorais da ação.
Tomara que os torcedores/eleitores não se deixem iludir com a manobra eleitoreira. E isso mesmo que o patrocínio se concretize.
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Só tenho uma dúvida nessa relação com a Caixa:
Como fica a questão do banpará?
Vão ficar dois bancos estampados na frente da camisa do Remo, por exemplo, já que o PSC não assinou?
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Primeiro, Acho que o Remo vence o Internacional hoje.
Segundo, Não interessa quem tras a comida à quem tem fome, interessa que tragam. 20 anos com esse Coronel nunes e o futebol do Pará só decaiu e ele ficou milinário.
Terceiro. O jornalista de São Paulo tem a visão de todo o resto do País, mesmo que nossos times estejam em divisões mais baixas do futebol brasileiro, nossa torcida é reconhecida nacionalmente e internacionalmente.
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Internacional 7 x 0 franga congelada!
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6 x 0
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Bom, já que é bolão, vou arriscar meu palpite: 3 a 1 pro Leão.
Mas, 1 a 0, já me serve, pra despacharmos o Inter lá no padrão fifa gaúcho, num 1 a 1, suado, daqueles de matar de frustração mesmo o secador mais disfarçado.
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É preciso que alguêm faça alguma coisa nesse estado, pois o Jatene não faz nada em todas as áreas, só faz o obvio.
Tanto é que passamos pela humilhante situação de termos que nos submeter a um plebiscito pra não se dividir o Pará.
O que eu já fui contra 100%, mas com esse governo desatroso e mentiroso do PSDB, já começo a pensar de outra forma.
O Helder é a esperança desse estado, é um jovem que quer buscar fazer valer que o Pará seja oe que deve ser e o que tem perdido, a maior força da Amazônia e um dos maiores estados da federação.
Não podemos fazer julgamento apenas por politicagem barata.
Ou alguêm aqui nesse blog está feliz com a administração do pescador?
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Rapaz o meu palpite era 4×0, mas pensado bem, hoje o futebol tá muito escrotinho e o Inter tbm não é essa maquina toda, então vou mudar pra 3×1 pro sací dos pampas
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É, Edson, então, o Pará tá mal arranjado, inclusive de esperança.
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Pior não ficaria, amigo Antonio.
O Homem é jovem na idade e nas ideias, o Pará precisa disso.
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Paupite:Remo 1 Inter 2
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Édson, se você com certeza não mora em Ananindeua, pois se morasse não faria uma declaração dessas. Esse jovem que você fala, deixou o nosso município completamente abandonado. Ruas esburacadas, obras inacabadas, além de lixo e mato para todos os lados. Esse Sr. pode até ser jovem na idade, mas tem os mesmos vícios das velhas ratazanas que tanto maltrataram o nosso Estado.
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Edson, talvez não. Talvez não piore.
Todavia, será que nosso estado aguenta só permanecer ruim como já está? Será só esta então nossa esperança, não piorar do péssimo em que já se encontra?
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Gil, moro em marituba que tá muito pior e está sendo administrada por um do PMDB, que é claro assumiu um abacaxí daqueles.
Mas ele é de boa indole e tem proucurado fazer o melhor possível pra tirar Marituba do fundo do poço que se encontra.
Mas em todo o Pará está essa calamidade.
Em Belém tá um caos totaal.
* Antonio, pelo visto, com o apoio do PT ao Pmdb só teremos duas opções.
Ou renovar com o Helder, ou continuar com o pescador, que sua própria família não quer que ele se candidate e seu ex amigo o já falecido Dr. Almir foi traído por ele por causda dessa ambição desmnedida dele pelo poder.
Eu já fiz minha opção!
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