Remo põe ingresso a R$ 10,00 contra o S. Francisco

A diretoria do Remo decidiu fixar em R$ 10,00 o preço dos ingressos de arquibancada para o jogo de domingo contra o São Francisco, às 17h, no estádio Baenão. A venda começou na manhã desta sexta-feira nas bilheterias do estádio e na sede social. A medida visa atrair a torcida para empurrar o time contra os leoninos de Santarém, a fim de garantir o primeiro lugar e a vantagem nas semifinais.

18 comentários em “Remo põe ingresso a R$ 10,00 contra o S. Francisco

  1. Amigo Magno recebo e agradeço seus elogios com alegria e ao mesmo tempo sentindo a enorme responsabilidade de ser sempre justo e coerente com meus posicionamentos.Não para agradar a gregos e troianos, nem Jesus , nem ninguém conseguiu.
    Mas por ser minha linha de atuação.Talvez fosse material para a Tribuna do Torcedor o que vou dissertar aqui, não sei.
    Levantarei essa questão da profissionalização de forma sucinta e objetiva.
    O Escriba-roqueiro poderia aproveitar o ensejo para construir uma coluna daquelas sobre o tema, daquelas certeiras como flechas que acertam o alvo.
    Sob meu modo de compreeensão, creio que o árbitro desfilar com uniformes ostentando patrocínios não é boa idéia.Pode até ser legal juridicamente falando , mas traz subjetividades preocupantes.Se nesse uniforme há o nome da empresa X, a mesma que patrocina o clube A e um dia o árbitro vai ARBITRAR (pelo amor de Deus parem de chamar árbitro de mediador)uma partida entre esse clube A e o clube B, que tipo de impressão causaria se o time A vencese com um gol duvidoso, um gol em impedimento ou através de um penalti mais que duvidoso?Portanto publicidade nos uniformes dos árbitros é no mínimo uma falta de bom senso.
    Profissionalização da arbitragem requer uma aplicação muito mais profunda de meios, mecanismos , sociais ,trabalhistas e econômicos com transparências por parte da CBF e das Federações estaduais. Fiz meu curso de arbitragem em Rondônia por pura necessidade material.Material humano.Não conseguíamos árbitros para nosso torneios semestrais entre as igrejas e aí fiz o curso e ainda ,depois de formado,fiz palestras e mini-cursos para formar outros apitadores e assistentes, esses apenas para trabalahrem amadoramente nos torneios,sem certificado.Uma coisa que me chamava a atenção na época era o fato dos árbitros exercerem profiss~eos diversas.O Becão,Louriva era pedreiro, os doutores Floriano e e Abdala Jacob, médicos, Dr.Salatiel advogado.Almir Belarmino, militar na época era cabo, hoje é Major, inclusive já apitou aí em Belém várias vezes, Arnoldo Figarella que já apitou aí tbm, policial tbm salvo o engano.Enfim isso me chamava muito atenção.O Árbitro parecia para mim o único elo diferente de toda uma cadeia interligada de profissionais.Trabalha a semana interia em outra profissão e vai apitar , arbitrar uma partida importante no domingo , tenso, estressado com o chefe iemdiato? Liso , sem grana, muitas vezes tendo que ter brigado com colegas e puxado o tapete de outros árbitros para ser indicado.Enfim, muita coisa coopera para que ele atue com os nervos fora da pele e com amente em outro mundo.
    Todo mundo é profissional , menos o árbitro.Jornalista pago para escrever-falar-apresentar sobre futebol, preparadores físicos, médicos,fisioterapeutas,massagistas, rouperios , todos remunerados e amparados por legislação trabalhista e de seus respectivos conselhos.Exceto o árbitro.
    Fui um dos primeiros a questionar isso com o presidente da federação Rondoniana.FFER. dr.Heitor Costa , deputado na época.
    Inclusive crei um esboço de projeto e apresentei para ele.
    O esboço traz tópicos para a profissionalização do árbitro:
    Ser pago, remunerado mensalmente com direito a bônus de acordo com sua classe( árbitro FIFA, Árbitro local , etc),DEDICAÇÃO EXCLUSIVA ao futebol, inclusive cumprindo carga horária minima em local previamente determiando.Estariam sempre pesquisando,revendo erros e partidas que terminaram em tumultos, carga horária fixa semanal para exercícios físicos e estudos teóricos.Enfim DEDICAÇÃO à profissão.Isso é profisionalização do árbitro.

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  2. Leão escaldado tem medo de água fria, já sabedores que a “nova fiel do Pará” já dá sinais de frígidez e que o jogo de domingo já não vale tanata coisa assim, usaram o bom senso e diminuiram o pvalor dos ingressos.

    Como eu disse, usaram o bom senso, pois em que pese meu sarrinho, há de ser reconhecer isso.

    Ei Lop estás perdendo pro bocudo do baenão, eu hein!!!

    Alívio pra torcida azulina:

    O caveirão Souza se machucou e desfalcará o bahia nas próximas 3 semanas, inclusive não jogará aqui em Belém contra o remo, UFA!!!

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  3. pro nível do espetáculo, e considerando a transmissão pela TV, tem que baixar mesmo pra ter um bom público.

    parece que até a torcida do remo já mostra sinais de cansaço.

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  4. Acho que neste campeonato, é o próprio RE/pa, o único jogo da dupla que merece o valor (em média 15 reais) que vem sendo praticado, e isso mais pela disputa física em campo inflamada pelas torcidas. Quanto aos demais, trata-se de produto de muito baixa qualidade e 10 reais realmente já está de bom tamanho mesmo. Ontem e anteontem correspondem somente aos mais recentes exemplos de jogos de baixa qualidade da dupla.

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  5. Grandes ou não, nossas torcidas não têm a bolsa tão recheada
    assim, basta saber que a nossa renda per-capita gira em torno de 900 reais.
    Além do mais, fatores já mencionados nesta discussão desmotivam
    o publico . Houve bom senso na decisão remista

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  6. De fato, a questão das disponibilidades financeiras do torcedor é algo que não pode ficar de fora de nenhuma análise acerca da baixa freqüência da torcida nos estádios. Aliás, nos jogos como os de ontem e anteontem talvez este tenha sido o fator crucial para a determinação da presença do público, pois como dizia o Raulzito: é fim de mês. Lembro de minha adolescência, quando desabonado e querendo e “ir pro campo” como se usava dizer, vendia sucata (cobre, alumínio ferro etc), garrafas, papel etc. Ocorre que chegava um momento que as fontes do material reciclável restavam exauridas, e o jeito então era ir assistir só os famosos “15”, junto com os demais “milionários”. A minha galerinha lá em casa mesmo me tendo como um verdadeiro “fominha de estádio” custa a crer que para frequentar os jogos eu virava sucateiro ou ia só para assistir os “15”.

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  7. Antonio, também fazia isso quando garoto na década de 60, ou seja, vendia revistas, jornais, metais, etc. e quando a fonte secava virava “milionários” ou também conhecido como o “pessoal dos 15”, tudo isso para ver Moreira, Robilota, Da Costa, Quarentinha, Vila, João Tavares e outros. Bons tempos!

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  8. Fernades,meu Pai na década de 60,era da “galera dos 15” ,não tinha condições de pagar o ingresso… Ele me disse ,certa vez, que ainda viu o terceiro gol do Papão sobre o Peñarol,em 1965…

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  9. Não é coerencia da diretoria baixar preço de ingresso e sim diminuiu foi o olho gordo! Ela nunca se importou com a torcida, na verdade as duas dupla RexPa. Que só querem que os torcedores paguem o ingresso e sofram( ex:como aconteceu no ultimo RexPa ) como sempre com o amadorismo de ambas diretorias.

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  10. Excelente a reflexão do Pastor Rodrigues sobre a arbitragem de futebol. De fato, é imperativa a profissionalização da arbitragem. No entanto, um dos entraves deve ser a idade de aposentadoria, bem diferente dos demais mortais, e assim, o ideal – na minha míope visão – seria que essa profissão estivesse atrelada ao curso de Educação Física ou algo similar, permitindo ao profissional da arbitragem uma sobrevida após a idade-limite imposta pela Fifa e Cbf, dedicando-se a outras atividades pertinentes, bem assim exercer arbitragem de futsal e outros esportes, e ainda ministrar aulas de educação física, musculação etc.

    Quanto à publicidade estampada no uniforme, creio eu que, sendo ilibado o homem, nada há o que temer, nem mesmo as especulações maldosas. Sendo ele improbo, não será a ausência de publicidade que dará a ele aura de santidade.

    Quanto ao ingresso, é uma pena que os clubes paraenses tenham ainda como maior fonte de receita o ingresso do torcedor aos estádios. Diante disso, não há outro caminho a não ser liberar a bilheteria a preços populares mercê das dificuldades financeiras do torcedor menos abonado, que é a grande maioria, ainda mais com a concorrência da tevê, da chuva, do desconforto e demais empecilhos.

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  11. Ainda sõbre preços de ingressos. Em Santarem o Mundico trabalha o jogo de domingo (PSC) e anuncia preço de 10,00 . Sendo que a central do estádo custará 20,00 e 5,00 a meia entrada.
    Das arquibancadas para os gramados.
    O periodo chuvoso conspirta contra o nosso futebol que já não é
    lá essas coisas e faz dos gramados locais vitimas também.
    Apesar da eficiente drenagem, o gramado do Mangueirão apresenta algumas depressões . O engenheiro Verão que a tudo resolve nesta terra, também ajudará no Mangueirão.

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  12. Isso que dizer Sr. Tavernard que o público e a renda em Santarém serão maiores do que daqui do Baenão.

    Ainda sobre a pratica de patrocinio dos arbitros, me parece que isso é só aqui no Brasil, lá fora, inclusive na Europa isso não existe.

    E o Neymar já conseguiu seu 10° patrocinador particular.
    Essa é uma das causas que dificilmente alguêm superará o Pelé um dia.

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  13. Pois é amigo Valentim Capitão minha reflexão é apenas um esboço de um projeto que se cair nas mãos de alguém interessado em aplicar melhorias no futebol poderia ser melhor desenvolvido.Como esse caso das aposentadorias devido a idade -limite ,bem colocado por vc.Quanto ao patrocínio , creio eu que se a federação ou a CBF fizesse os contratos especificos para o quadro de arbitragem e repassasse as cotas para os árbitros individualmente e estamparia patrocinadores que não patrocinassem clubes ou jogadores não haveria nenhuma desconfiança.Acho que por eu ter sido árbitro tento mostrar que esse íten é MUITO importante no meio futebolistico.Muitos podem não concordar, mas uma péssima arbitragem é uma tragédia para os clubes.Muitos clubes na história do futebol em geral , já perderam milhões de reais e dólares por um único erro de uma única pessoa.Quando o árbitro se preocupa em ser “mediador”-agradar bilateralmente, os dois lados, já começa a se apequenar, a inclinar-se para o erro porque ARBITRAR não aparar arestas, fazer consenso.Arbitrar é decidir de acordo com a consciência de que se está tomando a decisão correta e não para agradar,através de concess~eos para um e outro lado.Se a ARBITRAGEM , o ÁRBITRO fosse profissional na acepção da palavra e nos modos como coloqeui aqui , os árbitros talvez errassem menos.

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  14. Basta, amigo Pastor Rodrigues, que um deputado ou senador se interesse pelo tema. Acho que os próprios árbitros poderiam se interessar, mas creio que a nem todos é conveniente a profissionalização tal como nós pensamos, tendo em vista que alguns estão em bons empregos.
    Creio que, profissionalizada a arbitragem, o futebol só teria a ganhar.

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