12 comentários em “Capa do Bola – sexta-feira, 04

    1. Amigo, pelo que acompanho do trabalho da equipe do Bola, mesmo não diretamente envolvido, nenhuma das chapas é “apoiada” pelo jornal. Veja o noticiário dos últimos 10 dias e avalie. A cobertura é bastante equilibrada de todo o processo eleitoral azulino.

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  1. Eles estão de sacanagem tirando a eleição do dia 12 sexta que vem pra dezembro fora seus incompetentes larguem o clube seus ladrões cade os mais 400 mil reais do ano passado a torcida tem protestar

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  2. Desde 2014 é a mesma ladainha azulina e nada de planejamento, 2017 será mais um ano de frustrações e decepções, a menos que o clube, agarrado à toda sorte, vivencie um milagre futebolístico. É triste e lamentável.

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  3. Parece que a futura direção Bicolor manda um recado aos atuais jogadores: eu sei o que vocês fizeram no campeonato passado, daí começar bem antes a procurar um elenco que produza mais alegria e menos horror

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  4. Em virtude dos atos acontecidos no baenão, infelizmente sou favorável que a torcidade interceda nessa bagunça, tomando posse de todos os bens do clube, expulsando esses falsos remistas. Sei q depois a justiça vai dar parecer favoráveis a eles, porém precisam de uma pressão de fora para se mancarem e sentirem na pele que o clube não é deles.

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  5. Não sou sócio remista, infelizmente. Mas penso que votar é comparar. Manoel Ribeiro até teve o mérito de estar a frente do acesso à série C em 2005. Ele também tem um nome forte que agrega pessoas de várias gerações, inclusive recebeu apoio em um passado recente do hoje adversário André. O problema é que Manoel Ribeiro é resistente à democracia no Clube e representa um amadorismo dos anos de 1970. Isso não existe mais em pleno 2016. O André, por sua vez, traz as idéias da nova geração. Viajou para conhecer como o Flamengo hoje é um dos clubes que mais paga dívidas no Brasil. Os rubro-negros estão deixando de ser um potencial adormecido para se transformar em virtual potência nos próximos anos. Um ciclo virtuoso que combina elevação da confiança dos investidores; lucro obtido com a exposição de mídia e as rendas graças de uma grande torcida podem torná-lo uma potência. Guardadas as devidas proporções, a gestão do André pagou mais de R$ 3 milhões em dívidas. Alem disso, até agora apenas Schmöller parece ter entrado na justiça do trabalho nessa gestão. Esse adiamento das eleições só engessa tudo, porque o estatuto não permite que quem está no poder agora deixe dívidas para o próximo gestor. Logicamente que o André teve falhas. E a maior é a prestação de contas atrasada (segundo ele por conta da adesão ao Profut), mas quem pegar o Remo vai enfrentar problemas desafiadores. Não existe milagre, mas existe um melhor sim. É só comparar.

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  6. Seria interessante que o atual presidente azulino prestasse contas dos seus nove meses de trabalho, informando o passivo que havia quando assumiu, as dívidas contraídas na sua própria gestão, e o que pagou. Na oportunidade, deveria também esclarecer o que insinua desconfiar sobre o assalto na sede durante a gestão do oposicionista, gestão está da aula também fazia parte. Sem isso, ele se faz idêntico aos veteranos gestores.

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  7. Também me inscrevo dentre aqueles que vislumbram um aparente apoio à candidatura da situação no pleito azulino por parte do Bola. Aliás, o camisa 13 também me passa impressão semelhante. Dia desses, o Programa da Televisão até cortou um bolo satirizando o aniversário da condição de insolúvel do assalto à Sede Azulina.

    Todavia, em princípio, não vejo nada de errado na tomada de partido. Afinal, problema mesmo é alegar neutralidade por um lado, e, por outro, tomar atitudes em prol de dos candidatos, por outro.

    Enfim, mas o que é incontestável é que como teria dito o Conselheiro Passarinho, independentemente de quem ganhe, o certo é que quem perderá é o Remo. E tal sentença merece crédito eis que proferida por quem tem histórico e qualificado conhecimento da realidade azulina, seja do ponto de vista atual, seja sob a ótica mais remota.

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