Pequena homenagem a meu seriado favorito, The Office, versão americana. Dwight Schrute (interpretado pelo ator Rain Wilson, na foto acima), o amalucado vendedor da firma Dunder Mifflin, filial de Scranton (Pensilvânia), é um dos personagens mais marcantes por exprimir maravilhosamente o humor nonsense da premiada série. Criada originalmente por Ricky Gervais e Stephen Merchant para a BBC de Londres, a história ganhou oxigênio e pegada mais forte na versão americana, a partir da feliz escolha de Steve Carell (abaixo) para o papel principal, o de Michael Scott, gerente completamente caótico do escritório. Na foto menor, o par romântico Pam e Jim da comédia.
Acompanho The Office desde seu primeiro ano e posso dizer que não perdeu gás nem mesmo com a despedida de Carell (no final da sétima temporada, ano passado). Recomendo a quem ainda não conhece essa preciosidade.


“Vida de Escritório”, em português, parece ser uma série interessante mesmo, apesar de eu nunca ter prestado muita atenção na mesma.
Quanto às séries de tv, gostava muiito do Batman de Adam West, dos anos 60 produzido pela ABC(quando foi reprisado no Brasil pelo SBT. Estava passando no canalTCM, mas saiu da grade); e gostava muito também da série Arquivo X (The X-Files), transmitida no Brasil pela Record e sendo atualmente transmitida pelo canal TCM.
E por falar no canal TCM (pra mim um dos melhores canais das tvs por assinatura), ontem revi o filme “Nixon”, de Oliver Stone. Na semana passada assisti “A última sessão de cinema” (The last picture show), de Peter Bogdanovich. Que filme hein Gerson!?
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E a Cybil Shepard (famosa no Brasil nos anos 80 por contracenar com Bruce Willis em “A gata e o rato”)? Era uma ninfeta maravilhosa…
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Não sou cinéfilo, nem entendo da sétima Arte, mas até hoje me pergunto porque um canastrão como Willys fez fama e fortuna e aquela moça linda não deu quase em nada.
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Gerson, que tal fazeres uma enquete com os blogueiros e suas escolhas dos melhores filmes de todos os tempos (nacional e internacional)? Poderia ser por gênero (ção, drama, comédia, aventura, ficção científica, realismo fantástico, musical, mudo, noir…) ou por escolas (francesa, brasileira, nouvelle vague, neo-realismo italiano, blaxploitation, cinema marginal, político e etc…).
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