Aos 70 anos, Bob Dylan, nascido Robert Zimmerman em Minnesota (EUA), continua a ser um dos mitos mais emblemáticos da música contemporânea. O bardo da música folk americana esteve a ponto de ganhar o Prêmio Nobel de Literatura e a Anistia Internacional celebrou seu 50º aniversário com um disco composto integralmente com versões de suas canções. Agora, a Cité de la Musique de París, em sua primeira retrospectiva dedicada a um artista vivo, propõe redescobrir o jovem Dylan, com a mostra Bob Dylan: a explosão rock 1961-1966, que ficará aberta ao público até 15 de julho. Algumas das mais importantes fotos da carreira de Dylan, feitas por Daniel Kramer, compõem a vasta exosição.
Para entender a evolução de Dylan, a mostra alterna fotografias con arquivos sonoros, trechos de vídeos, manuscritos, críticas da época e alguns objetos emblemáticos como um de seus primeiros violões acústicos, e recorda ainda seus grandes ídolos, como Elvis Presley, Buddy Holly e Woody Guthrie. Percorre assim todas as metamorfoses do gênio desde a publicação de seu primeiro disco, Bob Dylan (1962), até o clássico Blonde on blonde (1966). Termina com a relação de Dylan com a França, com seu primeiro concerto no dia de seu 25º aniversário, a 24 de maio de 1966, no Olympia de Paris. (Do El País)

Amigo Gerson,
Já fiz algumas tentativas mas, até agora, não consegui gostar de Bob Dylan. Tenho só 1 disco “Essential Collection”. Será que há algo mais rock and roll e menos ‘folk trovador’?
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