População aprova apoio de Lula a Dilma

No momento mais agudo da crise que derrubou Antonio Palocci da Casa Civil, o ex-presidente Lula foi a Brasília para tentar estancar a primeira grande crise política do governo de sua sucessora, Dilma Rousseff. Para 64% dos brasileiros, Lula deveria mesmo participar das decisões de Dilma, informa reportagem da Folha de SP publicada neste domingo. Quatro de cada cinco pessoas acreditam inclusive que o ex-presidente já esteja fazendo exatamente isso. A margem de erro da pesquisa, que ouviu 2.188 pessoas em todo o país, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Cabra bom. Papel de Lula é exatamente esse: proteger a sucessora dos ataques da direita bovina que atrapalha o país.

5 comentários em “População aprova apoio de Lula a Dilma

  1. A INTENÇÃO DESTE É FALARMOS DA LINGUA PORTUGUESA, POLÍTICA A PARTE.

    A presidenta foi estudanta?

    Existe a palavra: PRESIDENTA?
    Que tal colocarmos um “BASTA” no assunto?
    Miriam Rita Moro Mine – Universidade Federal do Paraná
    Tenho notado, assim como aqueles mais atentos também devem tê-lo feito, que a candidata Dilma Roussef e seus apoiadores, pretendem que ela venha a ser a primeira presidenta do Brasil, tal como atesta toda a propaganda política veiculada na mídia.

    Presidenta???
    Mas, afinal, que palavra é essa totalmente inexistente em nossa língua?

    Bem, vejamos:
    No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante… Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.
    Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.

    Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não “presidenta”, independentemente do sexo que tenha. Se diz capela ardente, e não capela “ardenta”; se diz estudante, e não “estudanta”; se diz adolescente, e não “adolescenta”; se diz paciente, e não “pacienta”.

    Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
    “A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta.
    Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta”.

    Por favor, pelo amor à língua portuguesa, repasse essa informação…

    Miriam Ri
    UFPR

    “Educar é formar pensadores, estimular a expansão da inteligência e
    produzir qualidade de vida”.

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  2. A população brasileira continua firma no apoio ao que temos de melhor na politica nacional. “As oposições” vão ter que juntar os cacos! Vão ter que – para fazer algum volume – se fundir. Por falar nisso onde estão mesmo as oposições? A tal da superfusão (Aécio / Roberto Freire / Agripino Maia)) será a união de zumbis!!!

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    1. É Vicente,

      E isso para o desespero de outros zumbis e defensores de democracias de plástico travestidas de “democracias modernas”, como Ali Kamel, Carlos Vereza, Miriam Leitão e outros mais…

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    2. Camarada, você esqueceu de incluir na super-confusão o Demóstenes, que baba de ódio nos microfones; o ACMzinho; o Álvaro Peruquinha Dias…

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