Foi um autêntico clássico de Libertadores: raça, marcação, pênalti perdido, suor e lágrimas. Um jogaço.
Foi um autêntico clássico de Libertadores: raça, marcação, pênalti perdido, suor e lágrimas. Um jogaço.
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Quando ouço falar na garra uruguais remeto-me a decada de 60 quando o Santos passava por cima desse denodo. Fosse aqui ou lá, os charruas tinham pouca sorte com Pelé & Cia. Bons tempois.
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O sempre copeiro e perigoso Peñarol. Assisti o jogo todo. Foi mesmo uma partida com cara de mata-mata de Libertadores. O Peñarol passou com suor e lágrima com direiro a penalti perdido.
Uma coisa que me chamou a atenção foi que a camisa do time uruguaio não tem nenhum patrocinador, com excessão do que fornece o material esportivo. Isso ressalta ainda mais a bela camisa aurinegra diferente do Santos e de muito time aqui do Brasil que mais parece um abadá.
Vai ser uma final interessante.
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Égua Gerson, perfeita a tua descrição do jogo. Um jogaço mesmo. E como é bom ver o valente e charmoso futebol uruguaio de volta ao cenário futebolístico mundial.
Começo a suspeitar que a chegada da Celeste Olímpica nas semifinais da Copa do Mundo de 2010 não foi obra de mero acaso.
PS1: Apostei com quem quisesse que a final seria uma “final clássica”, com gosto de nostalgia, entre o Peixe santista e os Carboneros de Mondevidéu.
PS2: Que uniforme o do Peñarol hein?!
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Manda esse Peñarol pra cá que eles levam peia de novo.
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