Por Gerson Nogueira
O afastamento sumário de Luis Suárez prejudica tecnicamente a Copa por privá-la de um atacante em grande forma, mas tem o aspecto salutar de punir um ato que destoa da essência do futebol como esporte. A mordida que o uruguaio desferiu no italiano Chiellini agride o conceito de jogo limpo, tão defendido pela Fifa ao longo das últimas Copas.
Pode-se questionar o rigor da pena, afinal nove jogos parecem um exagero em comparação com outras infrações de jogo. O Comitê Disciplinar da entidade, que tem histórico de inclemência em relação a gestos antiesportivos, entendeu que a agressão foi fora da disputa normal de bola.
Suárez é reincidente em atitudes dessa natureza. Já foi punido na Holanda e na Inglaterra, onde pegou 10 jogos de gancho por morder Ivanovic, do Chelsea, no ano passado. A sentença tira o artilheiro uruguaio da Copa do Mundo, estabelece multa pesada (cerca de R$ 250 mil) e afastamento de qualquer atividade no futebol por quatro meses, incluindo partidas do Liverpool e presença em estádios.
Significa, em outras palavras, que Suárez passa a ser visto como um delinquente do esporte. Para a Fifa, seu comportamento é intolerável em um campo de futebol, ainda mais na disputa de uma Copa do Mundo, assistida por milhões de pessoas no mundo inteiro.
É a maior punição já determinada pelo Comitê Disciplinar na história da Fifa e, como todos os atos delituosos previstos no código interno da entidade, é passível de recurso, mas enquanto a apelação da Federação Uruguaia não for julgada, ele terá que cumprir a suspensão nos jogos oficiais da seleção uruguaia já a partir deste sábado – confronto com a Colômbia pelas oitavas de final.
Depois do mundial, Suárez não poderá atuar na próxima Copa América e das eliminatórias para a Copa de 2018. Os artigos violados pelo ídolo uruguaio são o 48, parágrafo 1 do Código Disciplinar, e o 57.
Em conversa com jornalistas uruguaios no Centro de Imprensa da Fifa é possível perceber o ressentimento pelo que consideram uma pena exageradamente dura para Suárez. Deixam no ar a insinuação de que o goleador foi punido porque poderia representar uma ameaça ao Brasil, caso as duas equipes se defrontassem nas quartas de final.
Independentemente do raciocínio delirante, é preciso mergulhar na alma uruguaia para compreender essa reação. Para torcedores, jornalistas e jogadores da Celeste, determinadas atitudes não configuram anormalidades. Desde a infância aprendem a gostar do futebol raçudo e sanguíneo. Provocar, dar cusparadas, esbofetear adversários e peitar árbitros é parte desse arsenal de recursos, considerado plenamente válido quando o objetivo é vencer.
Na quarta-feira, o zagueiro Lugano já havia escolhido como alvo de sua ira a “imprensa brasileira”. Segundo ele, jornais e emissoras de TV do Brasil estariam amplificando episódio menor e normal, utilizado como forma de “desestabilizar emocionalmente” o jogador adversário. Parece um mero exagero verbal, mas a frase resume o pensamento médio dos uruguaios sobre futebol.
Desde Obdulio Varela que o Uruguai se aferrou à tese de que vencer jogos é questão de vida ou morte. As batalhas campais promovidas em inúmeros jogos da Libertadores confirmam essa vocação guerreira, que colide com o verdadeiro sentido do esporte mais popular do mundo. Suárez tem um passado de brigas nas divisões de base do Nacional, produto de uma infância problemática, segundo a própria imprensa de seu país.
Que ninguém se iluda: para os uruguaios, Suárez cometeu apenas um leve deslize, pelo qual não merecia qualquer punição. Para eles, ficará a convicção de que seu banimento foi imposto visando beneficiar diretamente o Brasil, que não aceita sofrer nova derrota em Copas.
É um jeito de pensar que tem a dupla utilidade de preservar a tradição guerreira e alimentar a vaidade, ao considerar que o Uruguai seria de fato o maior empecilho aos planos brasileiros de levantar a taça.
Ainda bem que o bom José Mujica, apesar de estimular a lorota de conspiração contra a seleção de Oscar Tabarez, admitiu que de Luizito Suárez não se pode esperar gestos delicados ou gentilezas. Melhor ainda se saiu Gigghia, que reprovou publicamente o gesto de Suárez, lembrando que não tinha o direito de fazer isso como representante de um país.
Por justiça, vale lembrar que, em 1994, o lateral brasileiro Leonardo foi punido com quase igual rigor por ter aplicado uma cotovelada no rosto de um jogador norte-americano. Pegou suspensão de sete jogos e desfalcou a seleção que viria a se sagrar pentacampeã do mundo.
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E se o réu pedisse perdão?
A severidade da punição repercutiu muito no mundo do futebol, com alguns jogadores admitindo a dificuldade em aceitar uma condenação tão rigorosa e outros reconhecendo a necessidade de punição. Fred chegou a dizer que no calor dos acontecimentos esse tipo de atitude pode acontecer, lamentando que Suárez esteja fora da Copa.
Fica, porém, a tristeza pela ausência de um pronunciamento do próprio jogador. Reconhecer publicamente o erro seria o primeiro passo para que seu gesto fosse abrandado e sua pena pudesse ser revista. A recepção festiva a Suárez ontem em Montevidéu, dando a ele o tratamento de vítima, indica que esse gesto nobre de admitir o erro jamais vai acontecer.
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Mudanças devem
dinamizar o jogo
Felipão finalmente deu o passo que se esperava. Entendeu que a meia cancha do escrete ia mal das pernas e que Paulinho era o responsável direto por isso, embora não o único. Como entrou bem na partida contra Camarões, Fernandinho tem a primazia de ocupar aquele espaço na intermediária onde a Seleção mais precisa de dinamismo e rapidez.
Na Copa das Confederações, o jogo intenso que começava no meio-campo acabava se irradiando pelos demais setores do time. Com isso, o Brasil saía forte para o ataque, levando a melhor nas investidas pelas laterais e também nas ações concentradas pelo meio do ataque.
Foi uma campanha irretocável, embora sem deixar saudades a respeito da velha troca de passes, tão cara a quem aprecia o jeito clássico de jogar bola. O Brasil que Felipão formatou para a Copa do Mundo tem muito a ver com aquele do torneio preparatório, mas convive com mudanças de comportamento por parte dos adversários.
Nenhum dos times enfrentados na primeira fase permitiu que os corredores laterais fossem ocupados pelos jogadores brasileiros. Até o México, que não prioriza o jogo pelos lados do campo, dedicou atenção especial a essa área tão explorada pela Seleção.
São evidências de que o Brasil da Copa das Confederações foi cuidadosamente estudado e mapeado pelos oponentes. Ninguém entra desprevenido contra Marcelo e Daniel Alves, alvos principais de marcação e combate. Com os alas vigiados, resta a Felipão preparar melhor seus meio-campistas, que dispõem de mais espaço para manobrar.
Luiz Gustavo faz uma boa Copa, mas Paulinho não reeditou as atuações de um ano atrás. Sua saída vai forçar uma recomposição de papéis do meio para frente. Oscar tende a se aproximar mais de Fernandinho, enquanto Hulk deve ficar próximo a Luiz Gustavo, como complemento e escolta.
A modificação era esperada desde o segundo jogo e Felipão chegou a pensar em escalar Hernanes, mas a boa presença de Fernandinho fez com que alterasse seus planos. Resta agora a questão da lateral direita, onde Maicon também pode ganhar uma chance, substituindo a um cansado e pouco inspirado Daniel Alves.
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Apagão germânico diante de Tio Sam
Sob chuva, a Alemanha derrotou os Estados Unidos com um futebol que em nada lembrou aquela dinâmica massacrante empregada contra Portugal na estreia. A força ofensiva do time só se manifestou duas vezes, através de Thomas Muller. No meio-de-campo, o time se embaraçou muito com a marcação apenas razoável dos americanos.
No final da partida, visivelmente desinteressada, a Alemanha permitiu que os Estados Unidos ameaçassem de verdade o gol de Neuer. Em dois momentos, Tio Sam cercou a pequena área e esteve a pique de empatar. Não foi evidência de grande futebol dos americanos, mas deixou claro que a poderosa seleção germânica tem seus momentos de apagão.
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CR7 deixa marca, mas decepciona
Cristiano Ronaldo sai devendo muito da Copa que tinha tudo para ser a sua Copa. Fez gol contra Gana e inscreve seu nome na história como único português a marcar seguidamente em três mundiais – 2006, 2010 e agora. Badalado e rico, eleito melhor do mundo pela Fifa, o craque do Real Madri chegou cercado de expectativas e desconfianças. No fim das contas, a pífia campanha lusitana e sua discretíssima performance deram plena razão aos desconfiados.
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta sexta-feira, 27)

Decisão acertada e punição justa. Mas se considerarmos que eliminatórias é Copa, a maior punição foi a do chileno Rojas, que foi banido do futebol e se arrependeu.
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A respeito do Luizito, dado que é um incorrigível neste tipo de comportamento, achei muito bem aplicada a pena quanto ao numero de jogos. No mais achei excessiva. Afinal, o sujeito parece que não vai nem poder treinar no seu clube.
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A pena foi justa porque jogadores de futebol têm entre seus fãs, milhões de crianças e não fica bem ídolos protagonizarem cenas de violência ao vivo e à cores. Agora, como a Celeste cresce à medida que as dificuldades aumentam, eu temo que ausência de Suarez deixe os uruguaios com mais sangue nos olhos, a Colômbia que se cuide.
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A punição considera o comportamento de Suarez em campo e fora dele. O histórico de problemas familiares aumenta ainda mais a admiração pelo seu futebol e um gesto como um pedido público de desculpas amenizaria a pena, creio. Gosto de torcer por pessoas que superam adversidades na vida e por isso lamento sua saída da copa. No entanto, a declaração dele de que não mordeu ninguém beira o sarcasmo, e é certamente cínico. É o total desprezo pela dignidade alheia que mostrou na entrevista e o desrespeito às regras do esporte o que provoca a extensão da punição dada. Enfim, a copa perde um craque, mas ganha um exemplo.
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Sobre o time da CBF, de fato, Paulinho não é o único problema. E a inclusão do Daniel Alves nao completa a lista dos problemáticos. Aliás, um inventário das dificuldades do time para chegar a ter um desempenho digno de uma Seleção, certamente será encabeçado pelo próprio Filipao, o qual, só agora, após o terceiro jogo começa a pensar em modificação. Acredito não seja uma demora fatal, eis que o adversário que coube nas oitavas não foi a Holanda. Mas que é tardia, isso com certeza é. O time já poderia estar efetivamente encorpado para enfrentar as agruras que surgem realmente só começam com as quartas.
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A seleção está mais fraca que comida de hospital.
Amanhã vou torcer Brasil, mais pelo futebol visto até o momento, acho que Chile goleia por 3 x 0.
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Quanto à Alemanha, dado os números da tabela relativamente ao grupo, acho que ela estava pronta para um empate com os EUA, num jogo bem distanciado do fair play, o que não seria nada de novo em copas do mundo. O fato é que, nada obstante no desenrolar da rodada Portugal descontado um gol de seu saldo negativo, tal não chegou a constituir ameaça para os EUA, e a partida não passou de um treino de luxo. Enfim, a Alemanha me parece que ainda não foi efetivamente testada em sua têmpera de copeira.
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O Cristiano já vinha baleado dos rigores da temporada pré-copa e Portugal só conseguiu a vaga na repescagem. Surpreendente foi ainda ter conseguido vencer Gana, mesmo depois dos jogadores desta terem recebido a mala branca.
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É vergonhoso o que as seleções africanas vêm fazendo nos mundiais, além do péssimo futebol, jogadores africanos têm protagonizado brigas entre si e com os dirigentes por premiação e a FIFA não faz nada. Em 2002 Camarões desafiou a FIFA e jogou a copa com uma ridícula camisa treino.
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As seleções africanas não são hipócritas.
E as seleções germânicas e estadunidenses jogaram em função do resultado entre Portugal e Gana. Também não foram hipócritas ou ingênuas.
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Apesar de punido, Suarez prestou um serviço a todos os homens do mundo, provando para as mulheres que existe sim a possibilidade de sair para jogar bola e voltar com uma mordida no ombro…rs.
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Kkkkk
É, Celira, sob este ponto de vista…
Mas, quanto a punição, além dos jogos de suspensão, talvez fosse mais apropriado, ao invés de afastá-lo até dos treinos, ao menos lhe oferecer a alternativa de submeter-se a tratamento especializado.
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Penso assim também, amigo Oliveira. E fiquei realmente triste por ver a forma como ele foi obrigado a se desligar da delegação, praticamente expulso diante de seus companheiros. Uma desumanidade, um exagero sem justificativas.
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Amigos comentaristas, o CR 7 até fez muito. Considerando que os demais jogadores da seleção portuguesa são meros coadjuvantes sem tendencia para craques consumados. Jogadores como Nani, Raul Meireles e mais uns dois, jogam em outros clubes, e têm se destacado pq. há jogadores técnicamente superiores aos mesmos. No conjunto – que não demonstrou – os portugueses deixaram muito a desejar. Foi muito pouco para quem pretendia ser campeã do torneio. Em 27.06.14, Marabá-PA.
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Penso que houve dois exageros. É fato que ele não deveria mais jogar a copa. Mas houve exagero em retira-lo do grupo. É certo que ele deva ser punido duramente (já que é a terceira vez) penso que sete jogos seria o ideal. Mas ele não pode ser proibido de treinar por quatro meses (exercer sua profissão).
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Também acho que a proibição de treinar com o clube e de não acompanhar mais a celeste olímpica é um tanto autoritária demais! Acho, que no caso dele, há uma necessidade urgente de um acompanhamento psicológico por ser reincidente, nas mordidas.
Que é um bom jogador não há dúvidas, mas só jogar bola não é o suficiente para ele ter sua estrela brilhando entre os demais craques!
Bom caráter e acima de tudo, profissionalismo e comprometimento com sua nação, é que separa Homens de meninos!
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Um outro ponto que tem se repetido nesta Copa é o brilho de estrelas solitárias, como Neymar, no Brasil, Messi, na Argentina, Balotelli, na Itália e CR7,em Portugal, sendo que os dois últimos ofuscados pelo excesso de “asteroides” dentro da galáxia!
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Meu caro, Gerson, achei a punição exagerada ao Suarez. O próprio Chelini achou a pena alta demais. Gosto mt do Suarez, e admiro mt a garra e a raça uruguaia, coisa que falta em mts de nossos jogadores, que só pensam em baladas, etc. A catimba, faltas violentas, fazem parte do futebol uruguaio e argentino. Eles jogam com raça e não se entregam. Se tiver que bater, eles batem mesmo. Nos clubes também eles jogam assim.
Mas mesmo sendo uma infantilidade o que Suarez fez, penso que deveria continuar jogando a Copa.
No mais, até aqui, na minha opinião, as melhores seleções foram a Holanda, a França e a Alemanha. A Colômbia tbm me agradou mt , mas não sei segue longe. Afinal, na reta final a camisa costuma pesar. O Brasil e a Argentina pra mim não chegam à final, apesar de terem Neymar e Messi. Vai ganhar a copa ,quem tiver mais conjunto, e nesse quesito penso que a Holanda tá disparada na frente seguida de França e Alemanha.
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O Neymar não é uma estrela solitária no Brasil, ele pode ser o melhor, mas a seleção tem grandes jogadores.
O problema de Portugal foi ter sido goleado pela Alemanha e ter tido o Pepe expulso e o Coentrão desligado, do contrário estaria classificado.
O problema é que dão todo o cartaz pro Cr7.
Sem essas duas peças, os lusos ficaram enfraquecidos, uma prova que o CR 7 depende de seus companheiros.
Faltou garra, raça, sobrou boçalidade, taí a Costa Rica, que não tem um grande craque, mas se classificou.
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A FIFA está dando um show de como se faz futebol.
Tanto na parte de organização, como disciplinar.
Mudei totalmente minha visão sobre ela.
Só falta ela ser mais rigorosa com o racismo no mundo.
No caso do Suarez, eu que já disse que foi merecida, volto atrás, e pensando bem, foi uma punição justa, pois o que fez o uruguaio, foi anormal.
Só acho que deixar o rapaz sem jogar durante 4 meses, agride o clube dele, neste caso, a AUF deveria então pagar o salário dele durante esses 4 meses para o Liverpool, pois o mesmo estava a serviço da seleção uruguaia.
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De fato, Edson, os ponta pés do Valcke surtiram o efeito muito próximo do ideal. Até aqui, abertura foi insossa, faltou um hino aqui, houve um engarrafamento ali, uma lentidão em TI acolá etc, mas nada que coloque o evento brasileiro em condição inferior aos realizados anteriormente noutros países, inclusive mais desenvolvidos.
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Antônio, mande um pedreiro fazer um muro, e não fique em cima, quando ele te entregar a obra, vc vai pensar que ficou vesgo.
O Jerome é o Dunga do Blatter, ou seja aquele que faz o serviço sujo, chato, mas que faz ou fez do jeito que deveria.
E olha que os paulistas marrentos e os paranaenses ainda não fizeram bem feito, imagine se ele não ameaçasse dar aquele pé na bunda?
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Edson, concordo letra por letra com o que você diz. Só me permita duas observações à certeira afirmativa que voce fez: os resultados obtidos pelo Valcke foram bem mais exitosos que aqueles obtidos pelo Dunga; e triste ver o governo brasileiro na condição de pedreiro da fifa. Nada contra os pedreiros, inclusive porque os que eu conheço são bem mais resolutos.
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Decisão corretíssima, na medida certa. O cara e adulto, marmanjo e não se pode ficar dizendo para ele que morder os outros é feio igual como se fala para algumas criancinhas de 3 anos que tem essa postura. Comparem a idade dele com uma criança de 3 anos e vejam que Não tem comparação. Uma criança sim a gente pode relevar por ela não saber o que faz, e mesmo assim algumas aindam levam uma palmadas para não fazer novamente. Esse marma ja mordeu 03 pessoas e iria continuar fazendo se não houvesse essa medida correta da FIFA, a qual ja tinha meu bom conceito mas agora aumentou ainda mais. Pior que a gente respeita as opiniões, mas nos indigna alguns comentários que afirmam que a FIFA exagerou e estao se posicionando a favor do anti jogo e desse ANIBAL LEXTER. Esse nome para que não lembra é do personagem famoso de um filme de horror longa metragem que assisti ha 20 anos atrás chamado o Silencio dos Inocentes, onde a estória contava a ação de maniácos e a prisão dos mesmos. Um desses maníacos era o DR anibal lexter que tinha o mania cruel de morder e dilacerar suas vítimas, deformando-lhes o rosto, orelhas ou qualquer parte de cima do corpo que tivesse ao alcance de seus mordidas ferozes,. Se no filme já achei uma verdadeira barbarie imaginem se não condenaria o ato na vida real??
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E tem muito mais, no Brasil temos de acabar de uma vez por todas com essa epidemia e esse mal de passar as mãos na cabeça de quem não merece. E por isso que as coisas estão desse jeito ruin. Esse ato de passar as mãos na cabeça não ocorre so no esporte. Ocorre em diversos ramos da sociedade brasileira, basta lembrar alguns: por exemplo tem muita gente provocando guerras , mortes dentro e fora de estádio de futebol , jogando até vaso sanitário nas pessoas sem sofrer punição porque é torcedor, estudante. Tem muita gente provocando baderna, violência, vandalismo , depredação de patrimonio público e particular, arrobamentos , saques sem ser penalizado porque é “manifestante”, Tem muito politico roubando sem ser penalizado porque é representante do povo, ou amigo da presidente, do governador ou do prefeito. Tem muita assassino e estrupador cruel solto porque é menor de idade e não pode sofrer qualquer tipo de constrangimento, segundo determinação da Comichão dos direitos”humanos” que coça pra cacete e é enjoada. Assim não tem combate.
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E tem mais, eu acredito fielmente que esse mordedor por estar no Brasil, acreditou ao falarem para ele que a mordida não iria pegar ou acontecer nada de mal para o lado dele porque devem até dado a informação que por aqui pelas terras que cabral descobriu tem coisas piors que ficam impunes, inclusive assassinos que jogaram vaso sanitários em torcedores, então não seria uma “mordidinha ” num ser humano que iria lhe causar problemas. So que esqueceram de falar para ele que o ato foi no Brasil, mas os julgador do ato foi a FIFA e aí merecidamente o cara levou o farelo. Se fosse um julgador brasileiro ou a CBF, seria coitadinho, deixa pra lá, ele não quiz fazer isso, basta pedir desculpa que está tudo resolvido como comentaram acima. pts grila
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Jerome para presidente? Rs…
A Copa é uma coisa muito pequena quando olhamos para este país continente…
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Decisão desarrazoada e desproporcional. De fato, o fato é inusitado, mas longe de uma violência extrema apta a ensejar punição tão arbitrária e excessiva. 2 jogos estava de bom tamanho, que com um recurso com efeito suspensivo, deixaria o atleta jogar o restante da copa, depois cumpriria a pena. Perdeu a Copa, infelizmente.
Nem se argumente que trata-se de reincidência, eis que pelas faltas cometidas anteriormente o Luizito já foi devidamente punido, não cabe bis in idem.
Por fim, Acabei de ver um lance em que o jogador coreano entrou com uma tesoura na perna do lateral da Bélgica, este, por sua vez, está fora da Copa, em razão da lesào sofrida no joelho. Aí pergunto? Quantos jogos o jogador vai pegar de gancho?
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Juca o fato de comportamentos mais violentos e mais arriscados à integridade física dos atletas adversários e até efetivamente prejudiciais, como as tesouras, os socos, as cabeçadas, e, principalmente, as cotoveladas, tudo devidamente registrado pelas dezenas de câmeras oficiais do evento, não estarem merecendo punições mais rigorosas, e, terem até merecido, em alguns casos, a tolerância da arbitragem e também do tribunal de penas, só mostra que a fifa erra nestes casos que deveriam ser mais rigorosamente punidos. Enfim, acho que quanto ao número de jogos foi de bom tamanho.
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