Parcial do projeto É Gool, da Caixa Seguros: Paissandu, 5.619 títulos vendidos; Remo, 5.508. No ranking nacional, os clubes paraenses aparecem em 10º e 11º lugares. Sorteio de R$ 500 mil todo sabado. O título É Gool custa R$ 6,00 nas agências lotéricas.
Mês: junho 2011
Ganso está liberado para disputar final
Quase um mês e meio depois de ter lesionado a coxa direita no primeiro jogo da final do Campeonato Paulista, contra o Corinthians, Paulo Henrique Ganso voltou a treinar com seus companheiros de Santos, nesta segunda-feira, no CT Rei Pelé. O médico do clube, Rodrigo Zogaib, afirmou que o meia tem condiçôes de atuar 90 minutos, quarta-feira, diante do Peñarol, no Pacaembu. No último sábado, o meia já havia feito atividade física e treinado levamente com a bola. Hoje, ele participou de uma atividade mais forte, tática e, assim como no final de semana, não demonstrou qualquer resquício do problema na coxa. Ganso fez os exercícios normalmente, chutou bolas a gol e treinou junto com os outros atletas. “O Ganso tem um bom condicionamento físico, está perto do ideal. Liberamos ele para os trabalhos normalmente. Acredito que ele possa jogar a partida inteira, só depende de uma decisâo técnica”, afirmou o médico Rodrigo Zogaib. Ganso deve reforçar o Santos na finalíssima da Copa Libertadores, assim como Léo. O lateral-esquerdo, que também desfalcou a equipe no 0 a 0 da ida, no Uruguai, treinou normalmente sábado e comprovou que está recuperado da lesão no tornozelo esquerdo. Deve retomar a vaga de Alex Sandro.(Com informações da ESPN)
Perguntinha do dia
Fla não consegue patrocínio pro Dentuço
Principal responsável por colocar Ronaldinho no Flamengo em janeiro, a Traffic tinha expectativa de conseguir um patrocínio master para a camisa do time de R$ 30 milhões, mas ela está longe de ser alcançada. Até agora, a maior proposta enviada à Gávea foi de R$ 15 milhões, e apenas por uma temporada, da montadora francesa Peugeot. A empresa de J. Hawilla já havia aceitado a negociar o espaço na camisa do Fla por cerca de R$ 22 milhões, mas, por pressões de setores do clube, poderá aceitar a proposta que oferece metade do que era esperado. Ainda de acordo com a nota, nem se os R$ 15 milhões forem somados aos outros patrocínios de camisa, o Flamengo receberá os R$ 30 milhões esperados. O clube ganha R$ 2 milhões da TIM. Do BMG, entram nos cofres R$ 8 milhões. (Da coluna Painel FC, da Folha de SP)
A frase do dia
“Pelo que estou vendo, as coisas não vão acontecer. Vai ter a Copa, mas infelizmente teremos problemas e não vai ser a melhor de todos os tempos. Vou te falar uma verdade: os evangélicos acreditam que Jesus vai voltar. Só ele para fazer com que o Brasil faça a melhor Copa. Se ele descer nos próximos três anos, aí será possível”.
De Romário, cada dia mais vestindo a roupa de opositor de Ricardo Peixeira, em entrevista à Folha de SP.
Capa do DIÁRIO, edição de segunda-feira, 20
Coluna: Um empate que caiu do céu
O torcedor do Independente ficou com a sensação de que a vitória escapou por pouco. Os alvicelestes festejam um empate quase milagroso, levando em conta as circunstâncias. Os dois estão mais ou menos certos. E têm o direito de continuar acreditando em seus times para a finalíssima de domingo no Mangueirão. É fato, porém, que o Paissandu saiu de Tucuruí mais confiante, embora nem seja para tanto.
Com assustador índice de passes errados, a partida foi tecnicamente sofrível. O mau futebol não impediu alguns lances emocionantes de área, como os gols de Andrei e Fábio Gaúcho e as três oportunidades desperdiçadas pelo Independente no primeiro tempo.
Duro de aguentar foi o período posterior ao desempate do Independente. O Paissandu travou, sem saber se ia à frente ou tentava se defender. Acabou ficando no meio do caminho. Abriu-se então um buraco imenso entre a defesa e o ataque, permitindo ataques seguidos do Independente.
Contei pelo menos quatro arrancadas de Gian, Marçal e Fábio Gaúcho, sem receber qualquer combate, entre a intermediária do Independente e a entrada da área do Paissandu. Além disso, os atacantes de Tucuruí recebiam lançamentos com inteira liberdade nos dois lados da área, aproveitando o espaço deixado pelos laterais Sidny e Zeziel.
Os dois zagueiros não sabiam a quem marcar, o meio-campo não existia e os atacantes ficavam isolados na frente, vendo o time ser atacado seguidamente. O Independente só não ampliou por incompetência e afobação. Cafu, Joãozinho, Marçal e Gian perderam várias chances.
A salvação bicolor começou a surgir no horizonte quando Andrei saiu, extenuado, para Billy entrar. Não que o volante seja tão superior ao meia. A questão é que Billy está acostumado a ocupar a meia cancha. E foi exatamente isso que ele fez, passando a atrapalhar as manobras dos armadores do Independente.
Sem saber o que fazer, Roberto Fernandes pôs em campo Claudio Allax e Héliton. Os dois, junto com o Billy, deram novo fôlego ao time, que passou pelo menos a atacar um pouco mais, permitindo que a defesa respirasse. Mas se ilude quem avalia que essas mexidas levaram o Paissandu ao empate. O segundo gol foi produto de mero acaso. Isto é, nasceu de um cochilo cavalar do zagueiro Marraqueti, que havia substituído Gian minutos antes. Ele tinha o lance dominado e podia, como qualquer zagueiro, dar um bico para o mato. Preferiu dominar, perdeu a bola e foi obrigado a cometer a falta, que Mendes cobrou com a perícia habitual.
Resultado justo, pela objetividade de um e a inconstância do outro. Paissandu está próximo do tri, mas não pode se dar ao luxo de sofrer tantos apagões em campo. Sinomar Naves terá titulares de volta. Fernandes precisará corrigir posicionamentos.
(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta segunda-feira, 20)
Rock na madrugada – Bad Company, Rock Steady
Orgulho de ser do Pará
Da coluna de Guilherme Augusto, no DIÁRIO
Veja e leia
Segundo a Veja, a “divisão do Pará vai criar um estado violento e outro pobre. Marabá, virtual capital de Carajás, é a quarta cidade na taxa de assassinatos; Tapajós seria o segundo estado mais pobre.”
Nove bilhões do meu…
Diz a Veja que a divisão do Pará em três “será objeto de inédito plebiscito organizado pela Justiça Eleitoral. Mas a quem interessa? No balando entre vencedores e perdedores, todos ficam com menos e quem paga a conta é o governo federal – ou seja, o contribuinte. Se forem criados, Carajás e Tapajós vão custar aos cofres públicos pelo menos 9 bilhões de reais só para manter a administração dos estados.”
Vanguardas do atraso
Com base em dados mais recentes do Ministério da Justiça, a Veja informa porque Marabá ascendeu à condição de campeã do faroeste no país: foram 250 assassinatos em 2008, ou seja, 125 mortes para cada 100.000 habitantes.
Já com relação à pobreza tapajônica – seria o segundo Estado mais pobre do país -, a revista compara: com um Produto Interno Bruto (PIB) de 6,4 bilhões de reais, Tapajós ficaria atrás apenas de Roraima.
Invicto, São Paulo bate recorde
Público inferior ao da decisão do returno
O jogo Independente x Paissandu teve renda de R$ 72.740,00, com público pagante de 3.987 pessoas (mais 200 credenciados). Descontadas as despesas de R$ 18.868,92, o Independente ficou com R$ 53.871,08. Com ingressos a R$ 20,00, o público em Tucuruí foi inferior ao da partida contra o Cametá, domingo passado, na decisão do returno.
Paissandu arranca empate a quatro minutos do fim
Independente e Paissandu foram iguais em praticamente tudo e terminaram empatando em 2 a 2 a primeira partida da decisão do campeonato estadual, na tarde deste domingo, no estádio Navegantão, em Tucuruí. No primeiro tempo, prevaleceu o equilíbrio na marcação de meio-campo e os times produziram poucos lances perigosos no ataque. Nas chances surgidas, os gols acabaram saindo. O Paissandu saiu na frente com um gol de Andrei aos 20 minutos, batendo cruzado da esquerda e surpreendendo o goleiro Dida, que esperava o cruzamento. Três minutos depois, o lateral-esquerdo Fábio Gaúcho aproximou-se da área do Paissandu e bateu forte, à meia altura, empatando o jogo.
O Independente ainda teve uma excelente oportunidade para desempatar aos 31 minutos, quando Marçal lançou Joãozinho pelo lado direito do ataque. Livre, o atacante invadiu a área e bateu rasteiro na saída de Alexandre Fávaro. A bola resvalou no goleiro e se encaminhava para as redes quando apareceu o pé salvador de Alexandre Carioca, evitando o desempate. Logo em seguida, em cruzamento na área do Independente, Mendes cabeceou e a bola desviou no braço do zagueiro Guará. O Paissandu reclamou pênalti, mas o árbitro Delson Freitas interpretou como lance normal.
No segundo tempo, Andrei sentiu o forte calor, passou mal e foi substituído por Billy. O Independente começou a toda força e criou oportunidades seguidas de gol, com Cafu e Marçal. Até que, aos 18 minutos, em rápida troca de passes na área do Paissandu, iniciada pelo lateral-direito Neto, a bola sobrou para Joãozinho tocar para as redes. A bola desviou na zaga e enganou o goleiro Fávaro. O Independente prosseguiu com a pressão e Cafu chegou atrasado numa bola cruzada por Neto.
O Independente dominava amplamente as ações, com triangulações envolvendo Marçal, Gian e Joãozinho. O Paissandu acusava desgaste físico e o meio-de-campo cedia muitos espaços ao Independente. Na frente, Mendes e Rafael Oliveira praticamente não pegavam na bola. Aos 28, Cafu saiu contundido e foi substituído por por Curimatá. Na base da velocidade, o atacante deu muito trabalho ao setor esquerdo da defesa do Paissandu. Com o placar favorável, Sinomar Naves trocou Gian, cansado, pelo zagueiro Marraqueti, buscando fechar ainda mais seu setor defensivo.
Já no desespero, Roberto Fernandes lançou Héliton no lugar de Marquinhos, botando três atacantes. A mexida deu mais presença ofensiva e agressividade ao Paissandu, embora sem jogadas agudas de área. O gol de empate nasceu de um vacilo da defesa do Independente, que tinha a bola dominada, aos 41 minutos, e cedeu uma falta à altura da meia-lua da grande área. Mendes cobrou rasteiro, enganando o goleiro Dida, que pulou atrasado. Placar final: 2 a 2. (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola)





