Da coluna de Guilherme Augusto, no DIÁRIO
Veja e leia
Segundo a Veja, a “divisão do Pará vai criar um estado violento e outro pobre. Marabá, virtual capital de Carajás, é a quarta cidade na taxa de assassinatos; Tapajós seria o segundo estado mais pobre.”
Nove bilhões do meu…
Diz a Veja que a divisão do Pará em três “será objeto de inédito plebiscito organizado pela Justiça Eleitoral. Mas a quem interessa? No balando entre vencedores e perdedores, todos ficam com menos e quem paga a conta é o governo federal – ou seja, o contribuinte. Se forem criados, Carajás e Tapajós vão custar aos cofres públicos pelo menos 9 bilhões de reais só para manter a administração dos estados.”
Vanguardas do atraso
Com base em dados mais recentes do Ministério da Justiça, a Veja informa porque Marabá ascendeu à condição de campeã do faroeste no país: foram 250 assassinatos em 2008, ou seja, 125 mortes para cada 100.000 habitantes.
Já com relação à pobreza tapajônica – seria o segundo Estado mais pobre do país -, a revista compara: com um Produto Interno Bruto (PIB) de 6,4 bilhões de reais, Tapajós ficaria atrás apenas de Roraima.
O IBGE publica o mapa da miséria brasileira onde alguns numeros estarrecem. Se orgulha-nos ser a 8a. economia do mundo, nos envergonha ter 16 milhoes de miseráveis (8,5$ da população brasileira). No Maranhão em cada 4 habitantes 1 é miserável. Santarem tem 44 mil miseráveis numa população de 293 mil habitantes. A Bahia (maior PIB do nordeste) tem 2,4 milhoes de miseráveis para uma população de quase 15 milhoes. Manáus com o maior parque eletro-eletronico da A. Latina, tem uma renda per capita inferior a de Belém.. O que é preciso é dividir melhor a renda nacional. Dividir territorialmente os Estados não soluciona as desigualdades. Só aumentam as oportunidades dos que querem criar novas tetas..
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Amigos, a tal divisão nada trará de beneficio a nenhum dos interessados, ademais, a revista veja desta semana em reportagem de folego, indica que nada estará resolvido mesmo quen o plebiscito opte pelo separatismo e necessário a votação de um projeto de lei complementar que difilcilmente passaria na Camara dos Deputados e Senado.
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O Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedadea (Irbes) – carga fiscal em relação ao PIB e o IDH – do nosso Estado deve estar em níveis constrangedores.
De verdade, onde há corrupção nada pode vir a dar certo. A população miserável é sempre penalizada.
A divisão do nosso Estado é sabidamente ação diversionista. As questões são outras. Só acredito em ação política concreta (não diversionista) no dia que tivermos um projeto objetivo de mudança radical do IDH (com ação integrada federal, estadual e municipal) em Melgaço e Cachoeira do Piriá. E em todos os municípios que puxam no IDH geral para baixo.
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Saí de cima do muro, mas não somente agora, e muito menos por causa da VEJA – NÃO à divisão!
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Segundo o Lula lá e todos o postulado pelos compõe o PT, os miseráveis tinham reduzidos nos seus 8 anos de mandantos. O que dizer agora que pelo anunciado se multiplicou? Cabra bom de papo.
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Seria muitísimo interessante e ESCLARECEDOR se, a revista VEJA, ou outra, de circulação nacional, investigasse e publicasse a carreira, o enriquecimento e a origem das fortunas dos líderes separatistas,exepcionalmente os deputados federais Giovani Queiróz e Lira Maia e outros mais que formam o grupo dos separatistas. Talvez, assim ocorrendo, brilhe um raio de luz, clareando a visão da maioria do povo, massa de manobra, habilmente manejada por aqueles inescrupulosos políticos, que hoje encampam a bandeira da separação, como solução para erradicação da pobreza daquelas plagas.
Todos sabemos que a pobreza e abandono daqueles rincões, são causados por gestões fraudulentas de todos os até hoje eleitos, para representarem e defenderem os interesses daqueles cidadãos, e não por abandono de um Governo central.
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Seria muitísimo interessante e ESCLARECEDOR se, a revista VEJA, ou outra, de circulação nacional, investigasse e publicasse a carreira, o enriquecimento e a origem das fortunas dos líderes separatistas,exepcionalmente os deputados federais Giovani Queiróz e Lira Maia e outros mais que formam o grupo dos separatistas. Talvez, assim ocorrendo, brilhe um raio de luz, clareando a visão da maioria do povo, massa de manobra, habilmente manejada por aqueles inescrupulosos políticos, que hoje encampam a bandeira da separação, como solução para erradicação da pobreza daquelas plagas.
Todos sabemos que a pobreza e abandono daqueles rincões, são causados por gestões fraudulentas de todos os até hoje eleitos, para representarem e defenderem os interesses daqueles cidadãos, e não por abandono de um Governo central.
O Pará, não é ingovernável, como apregoam.
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“Orgulho de ser do Pará”. Ora, Sr. Guilherme Augusto, orgulhar-se de ser paraense só por “ser “. O local de natalidade é só referência. Orgulhar-se de quê ? Após + ou – quatro (4) centenas de anos de sua independência, o Estado do Pará, só teve mudanças positivas para a elite dominante – o que se perpetua – falemos de 70 (setenta anos) prá cá. Em que mudou a vida do trabalhador comum ? E ainda querem me fazer crer que estamos num estado democrático. Falácia. Num estado onde os verdadeiros ladrões (os de colarinho branco) estão – e se mantém – eternamente escarnecendo dos mais desassistidos, e pior, fora das cadeias. Então, nosso querido estado teve, e têm tido, muito tempo para “dar certo”, e até agora “não deu”. Essa metodologia de “Irbes”, “IDH” é manipulada de acordo com conveniências. O aumento da criminalidade é reflexo direto de varios fatores como, impunibilidade causada por um Judiciário viciado, lento e quase jurássico. Polícias mal pagas, despreparadas, mal equipadas e com efetivo sempre defasado. E vai por aí…Sem dúvida teremos nossos escândalos tipo ALEPA etc… Porém estaremos mais próximo para cobrar providências. Além do quê, sabemos, que um dos cernes da questão separatista, é a “arrecadação” de impostos, da qual, os que mais usufruem, são os belenenses. Então, Sr. Guilherme Augusto, deixe-nos “brigar” pelo que nos é de direito. Queremos – e vamos deixar – de ser sòmente “almoxarifado”- para o próprio estado e resto da União. Seguidos governos estaduais, principalmente os tucanos pêessedebistas (PSDB) Almir, Jatene (agora novamente), têm virado as costas para nossas necessidades mais básicas. Aliás, relembro o episódio da venda da concessão da Celpa para o Grupo Rede, em Junho de 98, num processo evidentemente, fraudulento e danoso para os cofres estaduais. Venda da qual, até hoje, não foi prestado conta de nenhum centavo da dinheirama. O governo petista de Ana Julia, ao levar à efeito alianças espúrias com Almir, o pedófilo Seffer e outros, teve o efeito de “varinha de condão”, em “ressucitar” o ostrácico PSDB local. Em 20.06.11, Marabá – Ainda Pará.
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Orgulho de ser do Pará sim.
Tirando os políticos oportunistas que defendem a divisão ou não divisão do estado para encobertar seus interesses ou alavancarem a carreira política – ver Giovanni Queiroz e Zenaldo Coutinho -, o povo divido entre os do SIM e do NÃO, orgulho de ser do Pará sim.
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