Plebiscito vai custar mais de R$ 5 milhões

O Tribunal Superior Eleitoral prepara para a primeira quinzena de dezembro o plebiscito que vai definir se o estado do Pará será dividido para a criação de Tapajós e Carajás, informou o presidente do TSE, Ricardo Lewandowski. No mês passado, a Câmara aprovou decretos legislativos que deram prazo de até seis meses para a realização da consulta aos mais de 3 milhões de eleitores paraenses. Um grupo de trabalho ficará responsável pelos preparativos para consulta, como orçamento, campanhas publicitárias e questões de logística. Segundo Lewandowski, a Justiça Eleitoral tem orçamento para pagar o custo do plebiscito, estimado em cerca de R$ 5 milhões, mas ele não descarta a possibilidade de necessitar de reforço financeiro.

“Será um esquema de guerra porque estaremos no meio da selva, mas vamos cumprir a determinação do Congresso dentro do prazo”, disse Lewandowski. O TSE já trabalha também na elaboração das perguntas que serão respondidas pelos eleitores na consulta. Estão em estudos duas hipóteses: a de que seja feita apenas uma questão, indagando sobre a criação simultânea de Tapajós e Carajás, ou ainda a formulação de duas perguntas. Nesse último caso, haverá a possibilidade que os eleitores escolham a criação de apenas um dos dois estados propostos. Segundo o TSE, o assunto ainda está em estudo e não há data para definição das perguntas, que terão de ser aprovadas pelo plenário do tribunal. Para facilitar a escolha do eleitor na hora de responder a pergunta diante da urna eletrônica, o TSE analisa ainda o uso de uma imagem para ilustrar como ficaria o mapa do Pará com a divisão. (Do G1)

17 comentários em “Plebiscito vai custar mais de R$ 5 milhões

  1. O que me chama atenção nesses separatistas é que quando é pra fazer propaganda da atual administração de seus municipios tá tudo lindo e maravilhoso, um luxo só.
    Mas ao falar da divisão do estado, começam a chorar miséria, reclamam mais do que bode na chuva e denunciam a calamidade total nos mesmos.
    Como diz o Gerson, puro OPORTUNISMO.
    Por outro lado corrupção sabemos que há em todo lugar, mas muitas prefeituras pertecentes a essas regiões que pleteiam a divisão tem sido alvo violento e descarado dessa praga, numa delas até a VALE abriu o bocão pra denunciar.
    Contradizendo portanto o discurso desses interessados no bem estar da população do sul e sudeste do estado.
    “CESTEIRO QUE FAZ UM CESTO FAZ UM CENTO”

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  2. Tanto os que querem quanto os que não querem a divisão, todos são oportunistas. Lá para a frente, muitos vão usar sua defesa do sim ou do não um trampolim político. O Pará virou uma carniça disputada por dois urubus. Os que querem e os que não querem o esquartejamento.

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    1. Nessa historia toda não existem mocinhos ou bandidos. Os dois movimentos são encabeçados apenas pelas elites. O pobre do povo continua de fora dessa decisão. É muito parecido com a Proclamação da República que foi armada e usufruida apenas pelas elites. Como sempre, o povo está de fora das decisões.

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      1. Muito pelo contrário, é o povo que decide, se é enganado depois, paciência!!!

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      2. “Me inclua fora dessa!” Amigo Saulo!
        Nao sou da “elite” mas sou intertassado na NAO DIVISAO por motivos simples e obvios.
        Menor populacao com maiores recursos enquanto a maior populacao ficaria com os menores recursos, nao acho justo!
        Simples assim, sem invencao, sem mentiras e sem paixoes! Apenas achando o que eh correto.

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    1. Alves, daqui a 50 anos, quando acabar o minério, o futuro estado de Carajás só terá buracos e fábricas fechadas, Marabá e Parauabebas seram cidades fantasmas, a preocupação é só com o agora, e os filhos e netos? Temos o exemplo do Amapá.

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  3. Eu nao sou contra nem a favor, mas é bom saber que a Suiça tem aproximadamente apenas 42.000 km. Ou seja, o novo Pará teria terra demais. O que está faltando é frequencia nas escolas, boa leitura, abandonar as novelas e o tecnobrega, deixar de votar em pilantras e criar vegonha na cara. Viva o Pará!

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  4. O problema é que o Pará o estado que é o original ficará com apenas17% da area territorial em que possui, pura sacanagem que querem fazer, isto é um absurdo

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