Por Rodrigo Mattos, da Folha SP
A Justiça do Rio de Janeiro estabeleceu que deve ser feita uma busca na casa do técnico do Flamengo, Vanderlei Luxemburgo, para penhorar objetos para pagar dívida com o ex-jogador Edmundo. A decisão judicial tem como objetivo de pagar dívida de R$ 1,9 milhão do treinador com o ex-atleta. O processo se iniciou em 2006 pelo atualmente comentarista da Band, que cobra dois cheques não quitados pagos pelo técnico rubro-negro. O ex-jogador já ganhou os direitos de receber, mas não foram encontrados bens no nome de Luxemburgo suficientes para pagar o débito – alguns deles estavam já penhorados. Por isso, a Justiça agora determinou que podem ser procurados bens em sua cobertura no condomínio Barramares, na Barra da Tijuca. Não podem ser retiradas geladeiras ou uma televisão se for única. Mas a decisão diz que podem ser penhorados “veículos de transporte, objetos de artes ou adornos suntuosos”.
A Justiça baseia-se no artigo 659 do Código de Processo Civil, que prevê buscas em casas quando não for encontrado outra forma de quitar um débito. Um oficial de Justiça deve executar a ordem judicial e pode usar policiais militares e até arrombar a casa se o dono desta não estiver disponível. O assessor de imprensa do treinador, Luís Lombardi, disse que não conhecia o advogado que tratava deste caso para Luxemburgo, nem detalhes do processo. A Folha tentou contatar o advogado José Costa, que defende o técnico, sem sucesso. Ele pode agravar a decisão e tentar impedir a busca e apreensão.
Só mesmo no Brasil jogador de futebol mata os outros no transito, continua solto, vira comentarista de uma Band e ainda ganha causa milionária na justiça.
O Leandro Castan dá um tiro no amigo(acidental) e ainda é escalado pra jogar(quase ele arranca a perna do Ronaldinho).
Falando em Ronaldinho, que pena ve-lo jogar no Flazinho sem um atacante que preste, Vanderley? Negueba?, apesar de ser botafoguense dá pena de ver um grande jogador no meio de um monte de perna de pau, mas também quando o tecnico quer ser a estrela da companhia dá nisso.
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