Ganso pode reforçar Santos nas finais

O craque paraense Paulo Henrique Ganso voltou a correr no campo no CT Rei Pelé, nesta sexta-feira. Animado com a possibilidade de voltar a tempo de jogar a decisão da Libertadores, o meia trabalha forte na sua recuperação para poder ficar à disposição do técnico Muricy Ramalho no jogo que valerá o tricampeonato do Santos na competição.
Ganso sofreu uma lesão no músculo da coxa direita na primeira partida das finais do Campeonato Paulista, no início de maio e, desde então, não atuou mais pelo Santos. O meia ainda não participou dos treinos com bola junto com seus companheiros de equipe, mas já está na fase final de recuperação da lesão e chegou a correr nos gramados nesta sexta.
A evolução do tratamento da lesão de Ganso deixou os médicos do Santos otimistas quanto à possibilidade de o meia voltar a atuar já nas próximas semanas, quando o Peixe disputa a decisão da Libertadores diante do Peñarol. A expectativa na Vila Belmiro é grande, mas o departamento médico  prefere ter cautela antes de liberar o meia para o jogo. O prazo dado pelos especialistas quando confirmaram a lesão de Ganso foi de seis semanas e acaba entre as partidas decisivas da Copa das Américas. (Com informações da ESPN)

10 comentários em “Ganso pode reforçar Santos nas finais

  1. O que se nota é que o Ganso tem o respeito e o apoio dos companheiros, se voltar realmente vai ficar ainda mais dificil para freguês do Paysandu.
    SANTOS TRI CAMPEÃO DA AMÉRICA!!!!
    BARCELONA PODE ESPERAR QUE A TUA HORA VAI CHEGAR.

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  2. Ouço sussuros que falam em Papão, Leão azul e coisas desse tipo. Responde aí amigo Gerson, nem na mitologia grega que por sinal é bastante rica, existiu esses personagens. Vamos parar com esses mitos. O que eu sei que é real, atende pelo nome de Tucunaré X Mapará. Olha que o Tucunaré é bom de briga!!!(dentro de campo lógico).

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    1. Ué ! Mas, não era Galo Elétrico ?

      Paysandu é papão, (isso segundo alguns), e Clube do Remo é Leão, ou seja, estas são as identidades deles, no futebol.
      Mas o Independente, salvo engano, era chamado de Galo Elétrico, agora se tornou TUCUNARÉ, amanhã se chamará o quê ?

      É verdade ! O Leão Azul assim como Paysandu não fazem parte da mitologia grega, mas faz parte da mitologia paraense.

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    2. Amigo Mateus vcs terão uma forma de acabar com esse mito futebolisticamente falando.
      So te aviso uma coisa PAYSANDU É PAYSANDU, remo é remo.
      Se passarem pra final, e depois serem campeão só Tucunaré não basta, vão ter que se vestir de homem de verdade.

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  3. Eu arrumo confusão sempre que levanto minha opnião sobre o Ganso, de que não é nem 50% do que falam dele, de que o Santos melhorou com sua saída e que é apenas um ótimo jogador. Se Ganso é craque, o que são Messi, iniesta e Xavi?

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  4. Parece que a final do 2º turno ta provocando muita dor de cotovelo em alguns belenenses que se acostumaram ver somente REXPA nas finais. Só que agora as coisas estão mudando e pra melhor. O interior também possui bom futebol, a prova esta aí com INDEPENDENTE e CAMETÁ onde alguns não aceitam, porém é a realidade. Daqui a pouco as coisas tende a melhorar mais com a divisão do estado e aí, nós interioranos seremos lembrados. Por enquanto só lembram da gente quando é pra explorar nossas riquezas que esta no interior do estado, recursos que é bom, fica tudo na capital. Isso tem que mudar. E DÁ-LHE INDEPENDENTE.

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    1. Mateus o problema de vcs é que vcs se preocupam muito com que a gente fala e mete até politica no meio que não tem nada a ver.
      Não te chateia comigo, mas me diz uma coisa, esse Independente que é daqui de Belém serve pra Tucuruí como barriga de aluguel, cadê os times daí? Isso é exploração ou preguiça de vcs colocar um time genuinamente de Tucuruí, como é o S.Raimundo de Santarém por exemplo.
      E pra finalizar, vai continuar tudo do mesmo jeito, o PAYSANDU vai ser tri campeão e fim de papo.

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    1. Desculpe, Otávio, o craque Geovani sempre teve todo o reconhecimento e o apoio dos veículos da RBA, a começar pela Rádio Clube e incluindo o Bola. Mas reconheço que parte da crônica esportiva demorou a perceber o craque que ele era, desde os tempos de Tuna e Remo.

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