Por Diego Brito (diegobritopa@gmail.com)
O aniversário de um filho é dia de comemoração para os pais também. Afinal, a paternidade é um dom divino, um presente dado por Deus.
Infelizmente, não é sempre que dá para ter um bom relacionamento. Muitas vezes, nós pais somos vistos como opressores, ditadores, porque nos deparamos com situações em que temos que ser enérgicos, em momentos de rebeldia.
Mas como cultivar um sentimento ruim de algo que nasceu de nós? Mesmo com toda a vaidade, que fico me perguntando de quem você herdou…
Apesar de muitas vezes você me desafiar, filho, entendo que é frustrante olhar para um pai que, apesar de seus tropeços, tem uma história bem sucedida, com ficha limpa, amado por muitos e olhar ao seu redor e se ver cercado por meia dúzia de gatos pingados de gosto duvidoso, acostumados a conseguir as coisas de forma ilícita.
Pergunto-me se essa raiva toda vem de um curto período em que você aprontava na rua e precisei dar alguns corretivos em nome da sua educação.
Tudo bem! Sei que tive minhas falhas também. Cometi exageros e reconheço isso. Mas, peço que você entenda que existem momentos na educação de um filho que temos que dar noção de hierarquia e mostrar quem é que manda em casa.
Mesmo com tudo o que já aconteceu entre nós, podes ter certeza de que jamais esquecerei o dia 2 de fevereiro, meu filhinho! Afinal, é o 33º dia do ano e isso sempre nos trará boas recordações.
Parabéns, Paysandu Sport Club!
Do teu pai Mais Querido,
Clube do Remo.
Muito fraco! Que filho dá 7 cipoadas no pai?
A da Andréia foi muito melhor, caro Diego.
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Com certeza esse Diego brito bate no pai dele.
Pois se o Remo é pai do Papão, todo ano pega uma surram duas ou três, e só não apanha mais pq não tem divisão.
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Kkkkk
Ano passado vocês pegaram mais cipoadas que a gente.
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Aliás esses remistas são muito comédia mesmo. O cara delirou ao dizer que eles tem uma HISTÓRIA BEM SUCEDIDA, FICHA LIMPA…
Esse time que não joga uma 1° divisão desde quando a vitória valia 2 pontos e o goleiro podia pegar o recuo de bola do companheiro é mais sujo do que pau de galinheiro e seus longos mais de 100 anos são de desprazer e amargor.
E a inveja é o seu maior sentimento, pois quando nasceram, não existia o Paysandu, e quando veio o Paysandu nos olhavam de cima pra baixo, com o tempo, o papão ultrapassou esse timeco em tudo, e hoje eles nos olham de baixo pra cima, porque o papão perto deles é um gigante e eles não passam de um TIMINHO
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Bela tentativa, mas como disse o amigo Mauricio: Muito fraquinho ! Onde já se viu um filho ter mais títulos, dentro e fora de casa, que um “pai” ? Onde já se viu um filho que saiu mais vezes de casa que “seu pai” para disputar competições nacionais ? Onde já se viu um filho que deixou sua casa e saiu de seu país para defender seu continente enquanto “seu pai” permanecia em casa agonizante em seu leito de morte ? Para lhe responder tudo isso, vou transcrever uma crônica, que um amigo brasileiro mostrou-me aqui na Itália.
PAI DE MEU PAI
Fabrício Carpinejar
“Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.
É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.
É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.
É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai.
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro.
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro.
A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.
Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.
A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.
Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.
E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.
Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.
No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:
– Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
– Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali”.
Publicado no jornal
Zero Hora
Revista Donna, p.6
Porto Alegre (RS), 06/10/2013 Edição N° 17575
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kkkkkkkkk esse filho é rebarbado kkkkkkkkk sempre esquecendo o passado kkkkkk
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Quem é o remo?
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E viva a SUDAN kkkkkk ajudou muito nosso filho kkkkkkkk
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33º dia do ano kkkkkkkkkk sacanagem Diego kkkk
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Muito fraco e sem memória, falar de más companhias e ilicitudes, sem lembrar de manoel ribeiro,quando deputado federal, comandando esse time e usando dessa prerrogativa para coagir árbitros, aliado dos coronéis da CBD, hoje CBF e coisas desse gênero, talvez por isso, lhe caiu tão bem o Pseudônimo, Marechal da Vitória; Diego Brito, vai estudar um pouco mais sobre a história do futebol no Norte deste País, depois, hás de ser, coerente e verdadeiro, é o mínimo que se espera de alguém, que se propõe a escrever num veículo destes, mesmo o sarro, precisa de embasamento verossímil, e ser respeitoso, generalizar, como o fazes, é ser inconsequente, em resposta, republico a seguir, o Post, da Andréia Nóbrega, postado ontem, espelha-te nele, aprende um pouco mais e volta, afinal, o espaço é democrático:
“31/01/2014 at 13:49 62 comentários
Por Andréia Nóbrega (andreiassnobrega@hotmail.com)
Amigos do blog,
Com a proximidade do centenario bicolor constatei a nossa gritante superioridade frente ao nosso rival. Vou começar pelos estaduais, apesar do paysandu ser mais novo, temos plena vantagem, somos o maior campeão com 45 títulos. Nos Brasileiros nossa vantagem aumenta ainda mais, na série A são 21 participações do Paysandu contra 14 do remo ( vale observar que a última vez que nosso adversário disputou a elite no longíguo ano de 1994, a vitória ainda valia 2 pontos e o goleiro ainda podia pegar bola recuada, haja tempo rsrs) na serie B nem se fala, somos bi campeões nacionais, pra aumentar essa diferença ainda mais, somos campeão dos campeões, da copa Norte e encantamos o Brasil com nossa brilhante participação na Libertadores.
Clube que está sem divisão desde 2009 e todo ano mendiga participação na serie D querendo comprar vaga dos outros times do seu mesmo nível só pode ser considerado “time nanico” indigno de se fazer a miníma comparação com o maior campeão da amazônia.
Contra fatos não há argumentos, portanto amigos remistas, é muito mais digno vcs aceitarem nossa infinita superioridade do que ficarem pagando mico quando discutem futebol.
Vou encerrar com a linda crônica do Armando Nogueira. Parabéns, Paysandu!.
PAYSANDU, A ALMA PARAENSE
“O Paysandu está pegando um Ita no Norte e desembarca com toda corda no Campeonato Brasileiro. É tricampeão dentro de casa, é campeão do Norte e acaba de ser pra sempre consagrado na Copa dos Campeões. Pra mim, que também sou daquelas bandas, o Paysandu é bem mais que um bom time de futebol. Se o Flamengo é um estado d’alma, o Paysandu é a própria alma paraense. É pimenta de cheiro, é o Círio de Nazaré, é tacacá com tucupi, é Eneida de Morais, tia de Fafá, mãe de Otávio, campeão botafoguense. É palmito de bacaba, é Billy Blanco, é açaí, é Jayme Ovalle, inventor do Azulão, tom profundo do azul-celeste, campeão dos campeões. E sempre será também Fafá de Belém, Leila Pinheiro, Jane Duboc, canto e contracanto ao violão de Sebastião Tapajós, fluente como o rio que lhe dá o sobrenome.
O Paysandu é feijão de Santarém, é farinha de mandioca, é jambu, é manga-espada, é maniçoba que Raimundo Nogueira servia, declamando Manuel Bandeira:
“Belém do Pará, onde as avenidas se chamam Estradas.
Terra da castanha
Terra da borracha
Terra de biribá bacuri sapoti
Nortista gostosa
Eu te quero bem.
Nunca mais me esquecerei
Das velas encarnadas,
Verdes, Azuis, da Doca de Ver-o-Peso
Nunca mais
E foi pra me consolar mais tarde
Que inventei esta cantiga: Bembelelém, Viva Belém! Nortista Gostosa
Eu te quero bem.”
Paysandu, permita-me parafrasear Caymmi, cantando teu troféu de imensa glória:
“Agora, que vens para cá
Um conselho que mãe sempre dá
Meu filho, jogue direito que é pra Deus te ajudar.”
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Calma, amigo Silas. O sarro sadio (sem ofensas e xingamentos) é sempre válido, tanto a favor como contra. É fundamental saber aceitar.
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Remo já saiu do Brasil pra Caracas-Venezuela e pra França. Se não estou enganado, o único time do norte que já jogou em gramados europeus.
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Na hora do beijo gay da novela meu vizinho gritava: papão porraaaaa, pensei q ainda fosse o jogo da mucura de peruca kkkkkkk te contar!
P.A.
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33º dia do ano foi uma sacada…Agora todo o aniversário do Paysandu vai ter piada pronta. Até em ano bissexto!!! Hahahah
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“O complexo de Édipo é um conceito fundamental para a psicanálise, entendido por esta como sendo universal e, portanto, característico de todos os seres humanos. O complexo de Édipo caracteriza-se por sentimentos contraditórios de amor e hostilidade. Metaforicamente, este conceito é visto como amor à mãe e ódio ao pai (não que o pai seja exclusivo, pode ser qualquer outra pessoa que desvie a atenção que ela tem para com o filho), mas esta idéia permanece, apenas, porque o mundo infantil se resume a estas figuras parentais ou aos representantes delas. Uma vez que o ser humano não pode ser concebido sem um pai ou uma mãe (ainda que nunca venha a conhecer uma destas partes ou as duas), a relação que existe nesta tríade é, segundo a psicanálise, a essência do conflito do ser humano” Freud explic
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Errata: Onde lê-se continente, leia-se território.
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Realmente o remo já jogou na europa, precisamente na França.Caro Thiago Corrêa, por favor poderias nos informar em qual competição ocorreu este confronto?
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Até o amigo Diego Brito fazendo confusão…rsrs… Te dizer…
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Excelente!
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Ficar 33 jogos sem perde pro maior do Norte é um feito a se comemorar mesmo. Coitados junto com uma série C é a maior glória de sua mais que centenária história. Inveja causa isso mesmo.
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Ao Gerson e colegas do blog, somente posso dizer:
“Obrigado Pai, teus sonhos foram realizados, amanhã, quando este teu nobre filho completar 100 anos, tenho certeza que você, que habitas o inabitável, estarás rugindo de alegria por possibilitar que teu filho, de nome Paissandu, tenha realizado feitos que o tornam de longe o maior clube do norte do Brasil. Não tenho dúvida Pai que a maior alegria de um Pai é ser superado pelo filho. Eu realizei seu sonho e fiz muito mais.”
Assina Paissandu Sport Clube – O Maior Clube do Norte do Brasil
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Bacana, amigo Celira. Esse é o espírito. Estamos falando apenas de futebol. Ironias, sarros, brincadeiras e gozações são absolutamente naturais, e não podem ser avaliados como se fossem coisa séria.
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A paz no futebol nunca sairá do papel e na minha opinião, um dos motivos é darem relevância para idiotas, como é o caso desse post.
O cara se dá ao trabalho de escrever uma carta pra quem ele considera rival, no dia do aniversario do mesmo.
Talvez porque queira e não foi convidado pra festa.
Sei que a justificativa será sempre a da rivalidade como sendo o mais bacana e que alimenta o futebol…sei não…com limites concordo, mas sem, pra mim é um deserviço ao objetivo do esporte.
Respeito o blog, acompanho porque gosto, mas quando a bola vai pra fora, não tenho medo de externar a minha opinião, que é minha e não precisa ser aceita por todos…nem quero.
Pra mim, esse post é uma tremenda bola fora, falta de respeito e é um incentivo a falta de fair play, além de ser ingratidão pra um clube que mais dá visibilidade aos que trabalham com imprensa esportiva no Pará…Algum outro clube levou o nome do Pará mais longe que o Paysandu?
Triste!!
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VOU REPETIR NOVAMENTE O COMENTÁRIO QUE POSTEI AQUI NOBLOG SOBRE UMA FOTO POSTADA DO TIME DO PAYSANDU QUE VENCEU O PODEROSO PEÑAROL DO URUGUAI:
Eu como um verdadeiro torcedor do Paysandu não sou de comemorar vitórias simples, que não resultem em títulos, mesmo que essas vitórias seja sobre grandes times como já ocorreu. O motivo é que o Paysandu se acostumou a vencer grandes clubes do futebol mundial como Peñarol, Boca Junior, São Paulo, Flamengo do ataque dos sonhos( esses clubs possuem juntos mais de 10 titulos mundiais), Cruzeiro( em cima do qual ganhamos uma vaga na Libertadores, 6×2 no Cerro Portenho em pleno Defensores del Chaco, Assuncion, Paraguai, onde até a poderosa Seleção Brasileira não vence lá ha muitos anos. O Paysandu ao Se acostumar a vencer grandes times do futebol mundial gerou um probleminha para si e para a Nação Bicolor porque nosso clube parece que não encontra mais graça em bater em timinhos sem historia, conquista e tradição. Com isso, o Paysandu tem encontrado as maiores dificuldades para vencer esses timinhos inespressivos, fracos. O Paysandu, parece que não sente mais nenhum gosto em dá peia em time tipo galinha morta e por isso tem se dado mal com os Independentes da vida, com os Cametás da vida, os naviraeinses da vida e pior ainda deixa esses timinhos se empolgarem aos extremos e suas torcidas comemorem titulos como o tal galo eletrico, e outros eternizam tabu 33 sem perder para o Paysandu, como a maior conquista em mais de 100 anos de existência. Como dizia aquele antigo presidente corintiano Vicente Mateus naquelas suas frases pitorescas: ” vencer alguns dos maiores times do futebol mundial e perder ou se enrolar para vencer alguns timinhos inespressíveis ala galinha morta é faca de 2 legumes””
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Mas o Silas está coberto de razão quando confronta ao discurso pseudo moralista, em relação ao período em que o Paissandu foi presidido por Tourinho, ao favorecimento ostensivo que o Remo usufruía nos tempos do coronel Passarinho, através de seu testa-de-ferro Manoel Ribeiro.
Quanto ao texto, não passa de neurose obsessiva de quem sente necessidade de fazer parte desse glorioso universo e não encontra meios racionais que o satisfaçam esse indisfarçável desejo. Quem conhece a peça teatral ou o filme de Milos Formam nela baseado, Amadeus, conhece a inveja doentia que o compositor queridinho da corte prussiana, Mateus Salieri, nutria pelo gênio irrequieto de Wolfgang Amadeus Mozart reprovando-lhe o comportamento pessoal e fazendo força para demonstrar indiferença à produção do genial autor de Réquiem em público, mas, na intimidade, deleitava-se com aquilo e remoía o fato de não ser o criador daquelas maravilhas.
Qualquer semelhança, evidentemente, não é mera coincidência.
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O autor do texto só pode ser doente mental.
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O antigo Vicente Mateus podia até escrever e falar errado seus provérbios, mas suas idéias tinham sentido, muito sentido ou seja no caso em questão como falei o Paysandu de hoje se encrenca com esses timinhos fracos que tem pouca ou nenhuma conquista nacional, deixa esses timinhos vencerem, se empolgarem, impolgarem suas torcidas onde o desconhecido galo da marambaia depois que benceu o bicolor agora se intitula galo eletrico. O Agua de marabá, depois de vencerem algumas do Paysandu agora seu digente bocudo ja grita pelos 4 cantos Paysandu e agua de marabá é clássico. Outro timinho tem até sua torcida enternizando tabu em cima do Papão da Amazônia, com direito a festa, jogador descendo de helicoptero , torcedor escrevendo carta etc . Ou seja é a caracteristica de um time pequeno que venceu um muito grande. Ou seja Paysandu e sua torcida festejam vitórias em cima de alguns dos maiores times do futebol mundial porque não tem como negar que somos pequenos diante dessas feras. Da mesma forma esses timinhos daqui festejam vitorias e tabus em cima do Paysandu como a maior gloria de suas vidas porque tem certeza o Paysandu muito grande em relação a eles. Se esses grandes times do futebol que o papão venceu, não fossem tão grandes em relação ao Paysandu, nós bicolores nem lembraríamos dessas vitórias. Da mesma forma se esses timinhos que o Paysandu as vezes perde não considerassem o Paysandu muito grande e superior a eles, certamente não haveria motivo para festa, jogador descendo de helicoptero, eternização de camisa etc. Moral da história: Eles consideram o Paysandu muito grande e superior e qualquer vitoria sobre o lsitrado tem de ser eternizada. na camisa,
rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs
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É,PAPÃO,TU ÉS MUITO INVEJADO!
Quem mandou conquistares os maiores títulos, hein?!
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PARABÉNS PAPÃO NESTES TEUS CEM ANOS DE HISTÓRIA SUPERASTES O TEU PAI. JUSTO O SONHO DE TODOS OS PAIS QUE SE SENTEM REALIZADOS EM VER OS SEUS FILHOS BEM MAIS SUCEDIDOS E ÁVIDOS A MAIS VITÓRIAS!
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Hoje não é dia de dar papo pra quem só sabe remar… é data para ser lembrada por todos aqueles que tem coração azul-celeste e branco. Salve Papão, o maior do Norte e da Amazônia. Estou, nesse momento, em Guarulhos, vestindo o manto sagrado e vou chegar depois do almoço pra comemorar em família. Um abraço a todos os amigos bicolores. Um detalhe: em Buenos Aires, a camisa de listras azul-celeste e brancas, com um pé alado que representa Hermes, capaz de fazer a ligação dos homens e os Deuses faz um sucesso danado. Papão Internacional Pai’dégua. Feliz Centenário Papão.
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