19 comentários em “Por uma causa nobre

  1. Em 1992 quando o PT apoiava a cassação do então presidente Collor era democracia né, agora que o povo quer a cassação de Dilma é golpe????? faça-me rir PETISTAS!

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    1. A cassação do Collor não foi viabilizada pelo PT, cidadão. Procure se informar. A internet está aí para socorrer os desmemoriados. O PT naquela época (como hoje também) não tinha bancada suficiente para cassar ninguém. Collor foi cassado por um conjunto de forças e em face de seus próprios erros pessoais – algo que ninguém, minimamente sério, pode apontar em direção a Dilma.

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    1. Não deve ir mesmo, amigo. A manifestação de direita, bancada pela plutocracia nacional e engrossada pelos cabeças de vento, foi no último domingo.

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  2. Deixa eu ver se eu entendi: o protesto de domingo foi organizado por um grupo de fascistas e você chama de golpe? e o que o está sendo organizado para uma quinta-feira de trabalho – pelo menos para uma grande maioria dos trabalhadores brasileiros – você chama de protesto em nome da democracia? Faz me rir, cidadão! Aproveita e convide os seus patrões barbalhos para protestar, também!

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  3. E não é Carlos Eduardo? quer dizer que só quem defende os bandidos petistas é que estão certos, os que protestam contra ela são tudo fascistas, burros, e só o que não presta?

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  4. Não sei quem foi o marketeiro contratado para fazer esse cartaz, mas ele está de parabéns; deu um toque vintage a esse cartaz e alem do mais se inspirou em cartazes bem famosos: o famoso Tio Sam chamando os cidadãos para se alistarem, os cartazes comunistas da época da URSS e o famoso quadro da Revolução Francesa A Liberdade Guiando o Povo. Está de parabéns!

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  5. E deixando claro: nunca votei no PSDB pra presidente, aqui no Pará já cometi isso, foi logo na primeira vez que votei, em 1998: mas foi para impedir a volta de Jader Barbalho ao poder.

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  6. Como hoje é o dia do historiador, o convite é mais que oportuno para alguns “revoltados”, “cientistas políticos” de passeata: vamos estudar História?

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  7. Tai a dica de leitura, Laurentimo Gomes “1808”, “1822” e agora “1889” uma verdadeira aula de história do Brasil. Para os inócuos de plantão e coxinhas, que não conhece o passado do Brasil ou nunca estudaram nossa história.
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  8. Posso dar outras sugestões amigos Gerson, Antonio e Jaime? Então lá vai: “A Ditadura Militar Brasileira – A Conquista do Estado” (Richard Dreifuss)”; “Consenso e Consentimento – A Constituição Social dos Regimes Autoritários na América Latina” (Denise Rollemberg); “Origens do Totalitarismo” (Hannah Arendt) e “Ditadura e Democracia no Brasil” (Daniel Aarão Reis). São todos primordiais e primam pela execelência e rigor científicos.

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  9. O Mickey mandando os patetas baixarem a bola.

    Via NYT

    Brazil is in tatters. The economy is in a deepening recession: Last Tuesday, Moody’s downgraded Brazil’s credit rating to just about junk. A massive corruption scandal involving the national oil company Petrobras has ensnared scores of politicians and businessmen. The legislature is in revolt. President Dilma Rousseff’s popularity rating, less than a year after her re-election, is down to one digit, and nationwide protests on Sunday reverberated with calls for her impeachment.

    In all this turbulence, it is easy to miss the good news: the fortitude of Brazil’s democratic institutions. In pursuing bribery at Petrobras, federal prosecutors from a special anticorruption unit of the Public Ministry have not been deterred by rank or power, dealing a blow to the entrenched culture of immunity among government and business elites. Former Petrobras executives have been arrested; the wealthy chief executive of the construction giant Odebrecht, Marcelo Odebrecht, is under arrest; the admiral who oversaw Brazil’s secret nuclear program has been arrested, and many others face scrutiny, including Ms. Rousseff’s predecessor and mentor, Luiz Inácio Lula da Silva.

    Though the investigations have created huge political problems for Ms. Rousseff and have raised questions about her seven-year tenure as the chairwoman of Petrobras, before she became president, she has admirably made no effort to constrain or influence the investigations. On the contrary, she has consistently emphasized that no one is above the law, and has supported a new term for the prosecutor general in charge of the Petrobras probe, Rodrigo Janot.

    So far, the investigations have found no evidence of illegal actions on her part. And while she is no doubt responsible for policies and much of the mismanagement that have laid Brazil’s economy low, these are not impeachable offenses. Forcing Ms. Rousseff out of office without any concrete evidence of wrongdoing would do serious damage to a democracy that has been gaining strength for 30 years without any balancing benefit. And there is nothing to suggest that any leaders in the wings would do a better job with the economy.

    There is no question that Brazilians are facing tough and frustrating times, and things are likely to get worse before they get better. Ms. Rousseff is also in for a lot more trouble and criticism. But the solution must not be to undermine the democratic institutions that are ultimately the guarantors of stability, credibility and honest government.

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  10. Não tinha bancada suficiente mais fazia parte da oposição, logo era a favor da cassação de Collor, cabeça de vento é quem defende ladrão, se eu fosse PTISTA tinha vergonha de estar defendendo esses caras e ainda chamando os outros de coxinha, quando for em 2018 vocês vão nas urnas e votem em Lula para presidente e Jader Barbalho para governador, e de quebra votem também em Jéferson Lima para prefeito de Belém, rapaz mas eu queria ver esse cara prefeito de Belém, a RBA só ia mostrar as obras e as coisas boas de Belém, assim como faziam no tempo em que Helder era prefeito de Ananindeua. ohhhhhhhhhhhh cambada!

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  11. Ao trio César, Gleydson e Carlos, sejam bem vindos aos nossos debates, afinal, democracia é isso aí mesmo, concordar numas vezes e discordar noutras.

    Respondendo às questões feitas, e essa é uma resposta pessoal, não do Gerson e dos outros que aqui colaboram para o enriquecimento das discussões, chamo a atenção a que os bandidos petistas vêm sendo presos, e os tucanos, continuam soltos. Não é essa a democracia que quero, com julgamento e condenação de uns, e a liberdade, aliás, uma blindagem judiciária, para outros. Vejo uma herança cultural colonialista de temor em dar voz de prisão aos representantes das velhas oligarquias. É preciso entender onde toda a corrupção começa no Estado, e vem de fora dele, da insuspeita iniciativa privada. E é exatamente por isso que já não discuto se esse ou aquele é corrupto, ou culpado ou inocente, porque a lei é permissiva com essa intromissão da iniciativa privada no Estado, seja pelas doações milionárias às campanhas políticas (para todos os partidos) e pela própria lei de licitações, que tirou o controle das obras estatais das mãos do Estado e as transferiu à iniciativa privada. Os empresários protelam obras para exigir adicionais e políticos podem concordar e transformar obras rápidas e baratas em sumidouros de dinheiro público.

    É preciso reflexão sobre o que tem representado a privatização de empresas públicas e a extinção de departamentos nacionais para os custos do Estado brasileiro. É preciso leis que melhorem a relação entre Estado e iniciativa privada e acompanhem de perto a relação entre os dois entes nos contratos públicos, bem como de códigos de ética e de postura para um e para outro. Não custa lembrar que a razão para a privatização e extinção de certos órgãos, como o departamento nacional de obras, foi a de dar celeridade aos processos públicos, atendendo ao princípio constitucional de eficiência do serviço público. São falhas da legislação que precisam se corrigidas, penalizando o responsável por atrasos em serviços e obras públicas. Em meio aos escândalos noticiados, nota-se essas necessidades e a população vem desperdiçando tempo em apoiar ao chamado golpista de direita, em vez de exigir a reforma política e outras reformas de que o Estado precisa.

    Vejam, podemos ser contrários em nossos pontos de vista políticos, mas estamos tentando discutir uma política popular ou de apoio à presidenta, ou ao movimento de impeachment. É a opinião de muitos aqui que o impeachment seria legítimo, assim como a de que isso constitui golpe na verdade, lado do qual faço parte. Acima de tudo, meus caros, é preciso respeito às diferenças e argumentos pela legitimidade de seu ponto de vista e aceitar que pode haver respostas contrárias. Isso é debate, o verdadeiro exercício da cidadania e democracia.

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  12. Bom, atento às sugestões bibliográficas, peço licença para aduzir uma ou duas.

    Me parece, numa linha um tantinho diferente daquelas já apontadas aqui, sugiro primeiro a Revolução dos Bichos e 1984. George Orwell.

    Depois, numa linha mais aproximada, sugiro Os Sentidos do Lulismo. André Singer.

    Por último, uma fonte que, assim dizendo, sintetiza tudo que se pode encontrar em todos estes títulos sugeridos pela galera, eu sugiro a leitura dos trabalhos do Lúcio Flávio Pinto, no Jornal Pessoal, Agenda Amazônica e no Blog, onde será possível encontrar abordagens as mais confiáveis sobre os mais variados temas sobre a história do Brasil.

    Ah, no ponto, para quem reduz tudo à genérica designação “golpismo” sugiro ler a Constituição do Brasil, especialmente os arts. 85 e 86, cujo texto eu transcrevo abaixo:

    “Seção III
    Da Responsabilidade do Presidente da República

    Art. 85. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e, especialmente, contra:

    I – a existência da União;

    II – o livre exercício do Poder Legislativo, do Poder Judiciário, do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação;

    III – o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais;

    IV – a segurança interna do País;

    V – a probidade na administração;

    VI – a lei orçamentária;

    VII – o cumprimento das leis e das decisões judiciais.

    Parágrafo único. Esses crimes serão definidos em lei especial, que estabelecerá as normas de processo e julgamento.

    Art. 86. Admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade.

    § 1º O Presidente ficará suspenso de suas funções:

    I – nas infrações penais comuns, se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal;

    II – nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo pelo Senado Federal.

    § 2º Se, decorrido o prazo de cento e oitenta dias, o julgamento não estiver concluído, cessará o afastamento do Presidente, sem prejuízo do regular prosseguimento do processo.

    § 3º Enquanto não sobrevier sentença condenatória, nas infrações comuns, o Presidente da República não estará sujeito à prisão.

    § 4º O Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.”

    Fonte: http://www.planalto.gov.br

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  13. Minhas sugestões de leitura;

    “A Distância Entre Nós”, de Thrity Umrigar, e “A Cidade do Sol”, de Khaled Hosseini. Ambas obras críticas da realidade social de seus países. A primeira, de uma indiana, reflete sobre a injustiça da organização social das castas na Índia. A segunda, de um descendente afegão, reflete sobre a destruição (física, social, moral) que sucessivas guerras causaram ao Afeganistão e seu povo, desde a Guerra Fria. Apesar dos temas fortes, são leituras inspiradoras… E, como sempre, sugiro “O 18 Brumário de Luís Bonaparte”, particularmente esclarecedor da Revolução Francesa e, ao mesmo tempo, um determinante da epistemologia histórica que é o marxismo e a luta de classes. Sobre a última sugestão de leitura, ela é importante para notar que o pensamento marxista não é uma teoria econômica, mas uma perspectiva histórica do (des)equilíbrio social. Vale a pena conferir as três obras.

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