15 comentários em “Capa do Bola, edição de sábado, 01

  1. E que mancada! Mas convenhamos, o Papão pegou dois times em fase de melhora na competição e foram dois resultados iguais. Sampaio e Mogi. Todos vacilam e oscilam. Botafogo por exemplo tá mal, perdeu jogadores e técnico e fez dois gols nos últimos seis jogos. O importante é que a competição avança e a distância pra Z4 não cai, prioridade 1. Vejo possibilidades de conquistar pontos nos dois jogos fora. Única preocupação é esse meio que não se acerta e o ataque que já conta com muita gente. Elenco numeroso, controle mais difícil por parte do técnico.

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  2. Ontem o time se viu vítima da falta de criatividade, da ineficiência do ataque e do repertório limitado. Ao confrontar um time fechado insiste na ligação direta facilitando o trabalho do adversário, isto aconteceu em grande parte do jogo de ontem.
    De uma coisa é certa ou se contrata meias criativos e habilidosos ou brigará apenas para se manter na B, que eu acho que seja o objetivo da direção do Clube.
    A previsibilidade bicolor tem como consequência um rendimento muito ruim, 5 pontos em 18 dos últimos seis jogos disputados, são apenas 27,8% de aproveitamento. Se não fosse a boa arrancada das primeiras rodadas estaria no Z 4, para a alegria dos secadores.
    Até concordo que o Dado seja um treinador inteligente, porém, é muito teimoso.
    Não está utilizando o que o Pikachú tem de melhor. Custa a mexer no time e ontem ainda insistiu entrar com o ineficiente Carlos Alberto que idem ao Souza já deveria ter saído do Paysandú.
    É a 16ª rodada, 66 pontos a serem disputados, a continuar com este rendimento, não alcança os 45 necessários para escapar do rebaixamento. É hora do time acordar, ou melhor, o seu treinador despertar e extrair o melhor do time bicolor.
    É inadmissível perder para times que tenham um plantel mais fraco ou do mesmo nível que o Paysandú.
    A partir desta rodada tem-se uma noção de quem vai brigar realmente pelo acesso. Particularmente, penso não ser o caso do Papão!

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  3. . É verdade que muitos do blog sabem que eu cantei essa pedra antes e já venho cantando há muito tempo: O PAYSANDU TEM FACILIDADE EM BATER EM TIME FORTE MAS A SE SE ENROLA DEMAIS OU TEM MUITA DIFICULDADE CONTRA TIME GALINHA MORTA’.. O amigo Celira a descordar da minha opinião nesse sentido mas a resposta está aí, mais um tropeço em casa inclusive contra um timinho, com todo respeito, mas vice lanterna. Se tivesse vencido e tinha condições de vencer esses times considerados mais fracos , o Paysandu estaria hoje na liderança absoluta e disparada na competição porque venceu a mioria dos grandes da tabela. Eu confesso que não sei se essa sina de ganhar time grande e se dar mal contra timinhos é bom ou ruim para o Paysandu. Talvez seja até bom se levarmos em conta que o time tem as maiores conquistas do futebol do Norte. Mas eu preferiria que tivesse essa sina de bater time grande e estraçalhar timinhos principalmente jogando em casa, mas infelizmente não é o que ocorre. Eu dei 2 exemplos dessa sina e disse que talvez isto explique o maior número de derrotas no REXPA para o timinho do Remo e também acho que se em 2003 o Boca tivesse chegado aqui com aquela fama de todo poderoso que entrou na BOMBONERA contra o Papão achando que iria meter 10, teria sido certamente eliminado. Mas os caras adivinharam e chegaram aqui humildes, treinado no campinho de pelada da ASSembleia, calados, trabalhando muito e eliminaram o Papão. Acho que se a decisão da Copa dos Campões não fosse contra o poderoso Cruzeiro e fosse contra timinho de menor expressão, tipo um são caetano, , teríamos levado o farelo. Inclusive ontem o Dinho Menezes relatou de forma incrível tudo essa minha tese, onde os atletas bicolores e comissão técnica afirmaram que preferem jogar contra time forte, que jogar contra time fraco que dificultam mais. O comentarista João Cunha rio demais até debochou que é so com o Papão que ocorre isso porque aí fora os times perebas levam o farelo mesmo e deu exemplo do timinho do vasco que está apanhando mais que mulher de malandro e ninguém está respeitando nem temendo seja no rio ou em qualquer lugar.

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  4. Amigos,

    O campeonato já começou a ser mais competitivo, logo, resultados ruins acontecerão em Belém e principalmente fora.

    Cabe agora ao time do PSC buscar pontos fora, posto que está é uma competição que o time tem que saber jogar bem dentro e fora de casa.

    Enfim, continuo achando o acesso pouco provável, já que desde do início sabíamos que o objetivo era ficar entre os dez primeiros, mas não podemos vacilar para não nos aproximarmos do Z-4, como o ABC que começou bem e hoje está na zona.

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  5. Acho que um dos maiores problemas dessas variações negativas ou instabilidade é grande evasão de divisas porque está provado inclusive no grande público de ontem contra um timinho do Mogi, que a Nação bicolor é muito grande, de massa, que prestigia com sol ou chuva seja em que horário ou contra quem for, mas ela não admite fracassos ou não tolera tropeços em casa que não deveriam ocorrer pela fragilidade do adversário. Aí o perigo dessa postura bicolor é esvaziar novamente um jogão próximo que teremos pela Copa do Brasil, onde a renda que poderá ser de um milhão, cair pela metade por causa desses tropeços ,no qual a nação bicolor já começa a desconfiar. do time. Isso já tivemos exemplo contra o Botafogo no primeiro jogo, onde a renda esperada era de um milhão mas deu pouco mais da metade porque o Paysandu vinha de sucessivos tropeços no parazão contra timinhos não conseguindo vencer o time do Parauapebas. Outro sério problema disso é que com essa instabilidade, o treinador que é peça fundamental começa a perder a moral e aí os treinadores de bastidores começam a aparecer de montão seja na torcida ou na imprensa local onde cada um começa a pressionar querendo escalar um time. Isso é muito prejudicial porque o treinador começa a ser pressionado e não tem mais tranquilidade para trabalhar. e assim sendo já era. Tem gente na imprensa e na torcida que já quer Djalma, marquinho, o desajustado Leandro carvalho, caio e um monte de atletas que não se firmaram e não conseguiram vencer paraupebas, remo e outros timinhos no parazão. Imagine agora entrarem como salvador da pátria nessa difícil segundona??? não cabe. Podem entrar sim com eles se for como peça de reposição, num momento mais tranquilo para pegarem experiência. mas desse jeito que muita gente da imprensa e da torcida já quer, não cola. porque não demora muito vai estar vestindo a camisa bicolor nessa segundona todo a base fraca do parazão . aí serão fim.

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  6. Pra mim, a mancada é do treinador que insiste com o Carlos Alberto, jogador que até hoje fez uma única jogada eficiente que foi aquele passe de letra para o gol do Cearense.

    Tá usando mal os atacantes que têm, eis que os deixa à míngua de jogadas organizadas, às quais nem precisavam ter origem num camisa 10, bastava que houvesse no time um outro meia com o mínimo de participação no jogo, ou o uso de outro esquema que dispense o 10 que não há disponível no elenco.

    Insistindo do jeito que insiste com o Carlos Alberto ele nem ajuda o próprio jogador, que jogo a jogo vai se queimando, nem permite que outro se firme por ali, e nem que outra alternativa de solução tática amadureça.

    Afinal, se é verdade que um camisa 10 autêntico, de qualidade, está difícil no futebol brasileiro (até a série A se ressente desta carência), também é certo que todos os treinadores conscientes desta dificuldade têm buscado modos alternativos de jogar para supri-la, (inclusive na série B).

    Enfim, o que me parece evidente é que a insistência do treinador com um Carlos Alberto sem inspiração organizadora de jogadas e com participação quase nula no jogo, inclusive no auxílio à contenção, tem deixado o time com um jogador a menos, desvantagem numérica que se acentua quando o treinador acrescenta um terceiro atacante, eis que estes, apesar do empenho não conseguem nem organizar as jogadas de ataque a partir do meio, nem fazer uma marcação dotada de maior eficiência.

    O resultado é que os laterais tem que ficar atrás na maior parte do jogo, e quando saem ficam sem cobertura. E os atacantes, no mais das vezes, ficam na dependência da ligação direta ou de seus esforços de voltar para buscar jogo e tentarem levar a bola até o gol adversário, opção que lhes consome deveras o fôlego de que precisam para o exercício da missão que lhes é específica.

    E assim fica difícil, pois os resultados positivos ficam na dependência da sorte, da pressão da torcida ou d’algum lampejo de individualidade de alguns de seus jogadores. E, nestas condições, fica mais difícil, como ficou ontem diante de um adversário que começou a se reestruturar somente a dois jogos passados com a contratação de um novo treinador.

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  7. Comentário certeiro Antonio Oliveira, ano passado o PSC se ressentia do mesmo 10, ele não era Heverton e nem uma das outras peças contratadas.

    Mazola, na sua teimosia, teimava em colocar Yago como 10, o que obviamente não funcionava.

    Foi no retorno que ele achou a solução com a implantação de Pablo na zaga (fazendo uma trinca de zagueiros) e com a liberação dos laterais (Yago e Airton – que eram bons apoiadores) para ganhar força ofensiva.

    Penso que a solução do PSC de Dado é semelhante, com um detalhe, Dado tem um elenco melhor.

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  8. Ta bom. O papinha nao vai cair e nem vai subir. E so fazer o feijao com arroz. Todos os times estao nivelados. Nem precisa mais queimar neuronios e ficar iludindo a torcida da mucura.

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  9. Para a decepção dos secadores o Paysandú está muito longe, FINANCEIRAMENTE, de ter que promover feijoada para pagar elenco! Isto fica lá para o outro lado ada Almirante Barroso, em um lugar que já foi estádio e hoje serve de mictório público, pobre leão mijado!

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