Papão deve repetir time que jogou no Maraca

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Em clima de euforia depois das duas boas apresentações no Rio de Janeiro, o Paissandu não teve muito tempo para treinar forte desde o retorno a Belém, mas o técnico Dado Cavalcanti já sinalizou que a escalação para o jogo desta quarta-feira contra o Fluminense deve ser a mesma da primeira partida, no Maracanã. A presença de Jonathan no meio-de-campo está confirmada, principalmente depois da excelente atuação contra o Botafogo no último domingo, quando foi decisivo para a vitória ao marcar o terceiro gol logo depois que o Alvinegro descontou.

Como todos os outros jogadores do elenco, Jonathan mantém um discurso respeitoso quando fala do adversário de amanhã: “O Fluminense é um time de qualidade. O Paysandu precisa ter tranquilidade para trabalhar a bola e com humildade podemos conseguir a classificação”, afirma. A partida está marcada para as 19h30, no estádio Jornalista Edgar Proença, valendo classificação para as quartas-de-final da Copa do Brasil. (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola)

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22 comentários em “Papão deve repetir time que jogou no Maraca

  1. Fahel é o ponto cego do PSC. Joga na frente da defesa, contudo marca mal (com os olhos) e não se aproxima do ataque.

    Com Recife ganhamos qualidade na retenção de bola e temos maior aproximação com o ataque.

    Ao mesmo tempo, com Capanema fazendo as vezes de Fahel a frente da zaga, o PSC ganha no poder de cobertura dos laterais.

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  2. Ao que parece amigo Celira, esse é o unico ponto em que Dado não mudara de opinião.

    Deve manter aquela crença de “Homem de Confiança” do Técnico.
    Infelizmente teremos que aturar, e ter experanças de que ele (Fahel) melhore seu desempenho.

    Visto que não haverá mais contratações para esse setor, e que Recife aos olhos do Técnico não será titular. É algo aue teremos que aceitar.

    Infelizmente…

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  3. Concordo com o amigo Acacio. Seria bom ver a dobradinha Yago e Djalma.

    Lembro que ná epoca em que Eduardo R. (na sua boa fase) atuava pelo Papão, o esquema era fortissimo, com a presença de Djalma. Vindo a ser um dos melhores ataques do Brasil.

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  4. Amigos, embora Fahel também seja veterano e tecnicamente fraco eu acho que fisicamente está melhor do que Recife. AR é mais técnico e seguro, sem dúvidas, mas sua velocidade e força cairam muito, até mesmo em relação ao paraense. Quanto ao Djalma, assino embaixo, já merece iniciar uma partida ou pelo menos entrar no segundo tempo, visto que Carlos Alberto e Carlinhos são limitadíssimos e Valdívia é fraquinho demais, magrelo, não aguenta o tranco, não dá combate. Em tempo, será que o Papão treinou pênaltis?

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  5. Não quero secar não. Mas amanha o Paysandu estará desclassificado da Copa do Brasil. E vai com moral baixa enfrentar o perigoso bragantino na serie B.

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  6. O Fahel é o Vanderson com griffe. Marca só com os olhos e quando dá o bote chega atrasado. O Dado já externou o motivo de sua preferência pelo mesmo, que é sua boa presença na área, tanto no ataque, quanto na defesa, no que se refere ao jogo aéreo. Quanto ao Djalma, já foi testado de volante, meia atacante, lateral direito, entrou jogando, entrou no segundo tempo, mas não tem bola para ser titular neste time, enfim, não é jogador de série B.

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  7. Num jogo decisivo onde a vontade vai prevalecer também escalaria o Djalma como quarto homem do meio de campo, Carlinhos e Carlos Alberto são muito lerdos.

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  8. Máximo, se ele cumpre esta função (terceiro zagueiro), confesso que estou procurando até agora, por que, sinceramente, não faz bem.

    Contudo vejo diferente de você, amigo, para mim, Fahel se posiciona a frente da defesa (Capanema fez essa função no jogo de ida contra o Flu). Só que cobre mal os laterais, principalmente o esquerdo.

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  9. Dunga convocou o Lateral Fabinho do Mônaco.
    Não limpa a chuteira do Pikachu…o Preconceito com o Paysandu/Norte infelizmente é deplorável!

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  10. Minha Opinião, continuo achando que a proibição a entrada da imprensa por parte do presidente foi uma atitude necessária para conseguir o respeito dos meios de comunicação com a instituição Paysandu.

    Acompanho as redes sociais e vejo que havia um clamor por parte da torcida bicolor, contra determinados comentários e publicações do Diário do Pará e rádio clube…

    Engraçado, que não vejo, tais reclamações por parte da torcida remista, pelo menos não na mesma intensidade.

    Será que a torcida do remo é menos xiita que a Papão. Na minha opinião não.

    o maior problema é que na minha opinião o grupo RBA em suas matérias sempre tenta nivelar remo e paysandu, o que a torcida bicolor não aceita pelo fato de estarmos anos luz a frente do rival.

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    1. É um direito seu pensar assim, Jack (ou seja lá quem for), mas revela profunda ignorância sobre a correlação de forças no nosso futebol. CR e PSC, independentemente de posicionamentos em rankings ou situações de momento (tão sujeitas a ventos e trovoadas de ocasião, como é típico do futebol no Brasil), são duas potências populares. Quem ignorar isso, ainda mais em termos de imprensa, revela-se um obtuso completo. O julgamento apressado quando ao tratamento que os veículos do grupo dão aos dois gigantes do nosso desporto também fica prejudicado pela visão míope de quem enxerga o mundo pelas lentes do fanatismo. Há anos a torcida do Remo costuma criticar os veículos de um determinado grupo, também injustamente, o que comprova que a intolerância é moeda de duas faces. Quero dizer apenas que veículos de comunicação se comportam mercadologicamente, atentos aos interesses que o público tem por seus produtos e para isso obviamente se baseia sempre em pesquisas. Acredite: ninguém seria maluco de priorizar um ou outro segmento apenas por birra ou suposta preferência clubística – a não ser que tenha como projeto máximo jogar dinheiro fora e morrer de inanição.

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  11. Também assisti o jogo do Monaco amigos. Jogo fraco técnicamente.
    Muita correria. Talvez por ser estreia.

    Infelizmente é o que o amigo Edson Papão falou. Dunga só olha pra jogadores que estejam disputando técnicamente à cima.

    Por isso muitos discordam da convocação de Jeferson que ao meu ber falhou no gol do Pikachu.

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  12. Amigo Gerson, se você pretender ministrar um curso de mercadologia com foco nas torcidas dos clubes de futebol, esta deveria ser uma das suas teses mestras:

    “(…) veículos de comunicação se comportam mercadologicamente, atentos aos interesses que o público tem por seus produtos e para isso obviamente se baseia sempre em pesquisas. (…) ninguém seria maluco de priorizar um ou outro segmento apenas por birra ou suposta preferência clubística – a não ser que tenha como projeto máximo jogar dinheiro fora e morrer de inanição”.

    Aliás, uma boa medida para comprovar a evidente e absoluta procedência da assertiva transcrita acima, seria você anunciar nos canais em que você se comunica que o Blog não mais falaria do Clube do Remo e efetivamente cumprir o anunciado.

    Só não lhe sugiro que faça isso porque sei que você não tendo tendência camicaze jamais aceitaria uma sugestão suicida desta.

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  13. Para as olimpíadas o Pikachú não teria idade pois ano que vem estará com 24 anos. Mas cada degrau por vez. Acho que foi muito gratificante ver as duas atuações do Pikachú no Rio de Janeiro onde a imprensa daquela região pode constatar o que já conhecíamos sobre o seu futebol.
    No momento, o Pikachú tem mais um desafio para se firmar que será amanhã no jogo contra o Fluminense que vem mais perigoso do que nunca.
    Se atuar bem diante dos olhos de toda a imprensa brasileira pela terceira vez consecutiva, ai pode se ter certeza que, mesmo jogando em um time de série B e sendo do Norte, ele se firmará no cenário nacional.
    O Capitão do Mato jamais abrirá a guarda para um jogador com características ofensivas, ele é mais afeito aos “quebradores” de bola, aos carrancudos, mas o Dunga não é eterno e a imprensa nacional se mostra simpática a ideia de ter o lateral paraense no escrete canarinho. Tudo é questão de tempo.

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  14. Mas, Miguel, firmado no cenário futebolístico nacional o Pikachu já está. Vários clubes do cenário sul/sudeste brasileiro já sabem dele (quiçá até do exterior), alguns até já tentaram levá-lo, só não o fizeram porque queriam pagar ninharia e o listrado não aceitou. Na realidade, certamente aguardam que encerre o contrato pois imaginam que negociando diretamente com ele e/ou com seu representante possam levá-lo a preço mais em conta.

    Quanto à Seleção, imagino que jogando aqui no Pará será muito difícil conseguir alçar este voo. Menos pelo futebol, pois isso ele tem de sobra, mais pela praxe histórica que tem demonstrado que neste patamar muitíssimo mais facilmente chegam aqueles que jogam no eixo sul/sudeste e dispõe de uma estrutura mercadológica na retaguarda, e que que visem, em última análise, levar o jogador para o exterior, tendo a Seleção como trampolim. Às vezes, é necessário até levar o jogador primeiro para um país de segunda linha, para depois conseguir uma convocação, e, em seguida, chegar ao primeiro mundo do futebol no exterior.

    Agora, é bem verdade, que nos dias que correm, aparentemente, estamos vivendo uns tempos de pretensa higienização no futebol, onde tem pontuado a cpi da cbf, a prisão de dirigentes da fifa, da emergência do Bom Senso. Vai daí quem sabe não prevaleça a meritocracia e o Pikachu consiga queimar esta etapa e num voo sem escalas neste balcão de negócios cebefeano consiga pousar no Escrete, pois ele merece já que é melhor que a maioria da concorrência. Tomara!

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  15. Carlinho no time e passar raiva, pensar em um camarada fraco, apatico, sem noção de jogo, e que despacha a bola dos pés rapido como se a bola tivesse pegando fogo.

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