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E o dinheiro da venda do Ameixa já apareceu?
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Isso é desespero dos PTralhas?
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Essa diferença já é um alento. Não é 100 % como apregoaram os ptralhas e seus adeptos. Já é um começo de um partido com projeto de governo para enriquecer aqueles que apregoavam um governo voltado ao povo, aos desvalidos. Tudo balela. Lulinha podre de rico. Zé Dirceu milionário . Palocci cheio da grana. Lula no rol dos milionários. Tudo que eles pregavam não adotam e o que censuravam é o que fizeram e fazem.
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Quando aparece aguardando moderação é porque não vai ser publicado. A liberdade de expressão aqui tem seus limites kkkk
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Não, cidadão. A moderação se aplica em face de abusos cometidos por alguns aleijados mentais. Os que frequentam sempre o blog sabem disso e são normas seguidas por todos os blogs sérios da internet. Se não concorda, fique à vontade para procurar outro espaço de debates, mas não acuse sem conhecimento de causa.
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O moderador daqui, que no momento creio que não seja o GN parece que não gosta de meus comentários. Acaba prejudicando o jornalista.
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A criminalização do partidarismo de esquerda é um objetivo da propaganda fascista. Pelo visto, tem logrado êxito. Não é de hoje que o socialismo é combatido pela mídia capitalista no Brasil. O duro é que a máxima da livre concorrência não existe no capitalismo porque no capitalismo é comum associações de cartéis e trustes, de tráfico e de sonegação fiscal, tudo para maximizar lucros e minimizar impostos. Se engana quem acha que a redução da carga tributária resultará em menos sonegação, não vai. Se engana quem acha que uma redução nos impostos provocará uma redução de preços, não vai. Tudo porque a precificação de produtos é livre. É só nesse sentido que a concorrência é livre, e por isso mesmo nem sempre será justa. É preciso entender o que cada qual defende para si num discurso político e é claro como água que o capitalismo não se importa com os mais pobres e com o Estado, porque é um Estado forte que dá proteção aos pobres contra os desmandos dos capitalistas.
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Vejam bem, somente os dois últimos ítens se aplica a mim (ter nível superior e ser do sexo masculino) embora eu não tenha participado dessa manifestação “golpista” e “fascista”, mas vejamos o que é curioso nesse perfil. Como eu acho que não é pecado ser do sexo masculino vou só me ater ao fato de ter nível superior. Antigamente, quando o PT era tido como um partido preferido pelos que tinham nível superior isso era visto como sinal de que os mais “esclarecidos” votavam na “esquerda”, que somente os analfabetos e pouco instruídos votavam errado, nas velhas oligarquias. Hoje em dia, ter nível superior e criticar o PT virou sinônimo de fazer parte de uma “elite branca” e dominante, e o voto dos analfabetos e menos esclarecidos é que representa e legítima o verdadeiro povão, ou seja, glamourizamos o voto dos menos instruídos. Que ironia.
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Caro Gleydson, é legítimo ser partidário de direita. Não há fascismo em simplesmente concordar com o capitalismo, o neoliberalismo e tal. Ideologicamente, direita e esquerda são posições aceitáveis e honoráveis. Direita e esquerda são termos para a política, pelo que política significa. Direita e esquerda marcam posicionamentos políticos distintos e opostos. Portanto, não custa destacar que as bases do pensamento de direita vêm de Adam Smith, da visão do microcosmo do indivíduo na economia e que as bases do pensamento de esquerda vêm da consideração histórica de que o trabalho do proletário sempre foi economicamente explorado e socialmente desprezado, deflagrando a visão histórica (histórica e não econômica) do macrocosmo das lutas de classe.
O ponto de vista de Adam Smith enquanto ligado ao individual e à moral funciona muito bem, mas os desdobramentos coletivos esperados pelo comportamento social individual simplesmente não ocorrem e penso que seja porque Smith não considera a corrupção moral, tanto individual quanto social, no seu ideário. Ou seja, a visão de Adam Smith só funcionará quando for possível esperar de cada indivíduo e da sociedade como um todo, um comportamento social moralmente aceitável e digno. A visão de Smith é ideal, e incrivelmente simplista sobre o universo social humano.
Já a visão marxista, ao introduzir a ideia de luta de classes, apresenta os desequilíbrios sociais entre indivíduos e classes sociais como a força motriz das transformações sociais. Na visão marxista, os direitos do proletário não virão naturalmente, como que automaticamente, por mérito, mas apenas por meio de luta. Isso indica o comportamento social, imoral, de exploração econômica do proletariado pela burguesia seguido do desprezo e desvalorização da mão de obra face à posse do meio de produção.
Entendo que o princípio do pensamento marxista é um modelo mais real que o liberal, de Smith. E é claro e evidente que a visão marxista tem tudo para ser mais popular e, por isso mesmo, combatida dura e incansavelmente pela burguesia, como tudo aquilo que possa representar perigo aos interesses liberais da classe dominante, como um Estado forte e presente na economia.
Por tudo isso, é preciso chamar a atenção para a forma como a elite nacional tem conclamado o povo a ir contra os próprios interesses históricos, negando o socialismo e o partidarismo. Confundindo e generalizando o comportamento e os princípios de cada partido e seus membros como meros estelionatos, aproveitando-se da conjuntura de insatisfação geral com o governo e com o PT para descaracterizar a política partidária e buscando a personificação política de um messias, como foi com Collor, por exemplo, observa-se o lastro da propaganda fascista que deteriora a democracia, baseada esta que está no pluripartidarismo. Significa dizer que, como na Alemanha nazista e na Itália fascista, o partido se confunde e se personaliza em uma liderança, como Hitler e Mussolini, respectivamente. O povo não pode acreditar que heróis existem e estão à espera de uma chance, pois a experiência histórica mostra que o povo deve estar presente e ativo na política, que o povo não pode entender que o voto é a terceirização da vontade popular e do poder popular ao político eleito. Tome o texto por inteiro e observe que estamos a um passo do coronelismo e do voto de cabresto, retrocedendo ao início do Sec. XX. E é exatamente isso, não os representantes populares de direita que são o fascismo, mas a forma deletéria do partidarismo das elites que o é. E o povo está caindo nesse golpe.
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