6 comentários em “Capa do Bola, edição de domingo, 22

  1. A diretoria deveria exigir do Remo entrar em campo com o time reserva e alguns da base. A Copa Verde pouco importa neste momento e é preciso sacudir todo o elenco. Deixar os titulares de fora seria um bom choque na rapaziada, pois muitos parecem que só querem a mídia dos campeonatos que são secundários para o momento, inclusive a Copa do Brasil. Mas não existe coragem, nem estratégias da diretoria para buscar uma reação sobre o Campeonato Paraense. Um ato como este daria uma sacudida bem significante e quem não gostasse, que fosse continuar enganando em outras praças.

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  2. Compartilho do teu raciocionio prezado Rosivan, pois do que adianta o remo ser campeão da copa verde e ficar mais um ano sem divisão? os remistas deveriam focar exclusivamente no parazão para tentar ser campeão paraense, poder jogar a série D e tentar voltar a série C.muitos remistas ainda não entenderam que este é o caminho para poder tirar o remo da lama em que se encontra há quase uma década.

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  3. Lembro de outrora quando o campeonato brasileiro era formado pelos campeões estaduais mais os grandes do eixo sul e sudeste, todo ano era aquela briga infernal entre os dois da capital em um campeonato de bairros pois era formado a maioria por times de barezinhos, bancários e desocupados.
    Na forma atual, com a presença do times do interior, o campeonato tornou-se mais exigente para a dupla da capital que ainda vive como se fosse nos anos 70, 80 ou até a década de 90.
    Exceto Paysandú e Águia que possuem divisões nacionais, o paraense tornou-se mais do que um seletivo ao brasileiro da quarta divisão. Pior para o rival que desde 2008 ano em que desceu para a quarta divisão nacional e desta para o rol de times sem divisão, nunca mais participou das principais séries nacionais.
    O limbo o qual se encontra o rival é tudo fruto da má gestão azulina, e que ainda não morreu graças a esperança alimentada pela mídia que cumpre com muita eficácia o seu papel.
    Acho que se não fosse a imprensa local, principalmente a Rádio Clube, os dois da capital, principalmente, o time azulino, já teria sucumbido ao tempo idem a grande Tuna Luso Brasileira que passou apenas a ser parte de uma história tão longínqua e quase esquecida!
    O Paysandú também que se cuide, a aposta deste ano em abrir mão de uma base, montando um elenco novo e um treinador pra lá de devagar, pode trazer sérias e desagradáveis consequências ao time Bicolor.

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