Separatistas têm muita pressa

O deputado federal Lira Maia (DEM/PA), na companhia do senador roraimense Mozarildo Cavalcanti (DEM), esteve na manhã desta quarta-feira (11) na secretaria geral do Senado para levar e protocolar, pessoalmente, o projeto do Plebiscito do Estado do Tapajós. O projeto seria lido na sessão ainda nesta quarta e em seguida será encaminhado para a Comissão de Constituição e Justiça e posteriormente ao plenário da Casa.
Segundo Mozarildo Cavalcanti, autor da proposta de criação do Estado de Tapajós, a tramitação no Senado poderá ser rápida, pois se trata apenas de mudança na redação incluindo cinco municípios que não estavam citados no projeto original (Terra Santa, Curuá, Mojuí dos Campos, Rurópolis e Senador José Porfírio). (Com informações da assessoria do DEM)

31 comentários em “Separatistas têm muita pressa

    1. MENGUINHO ESTÁ FORA, PERDEU A VAGA PRO GERALDO, EUZEBIO, OSVALDO, LUXEMBURGO, RONALDINHO E CIA.
      KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

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      1. OUTRO DETALHE . O MENGUINHO PENSAVA QUE ERA O SIMON QUE ESTAVA NO APITO, QUEBRARAM A CARA.
        VÃO VOLTAR DE JEGUE PRO MORRO. KKKKKKKKKKKKKKKKK

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  1. Pressa, muita pressa para ver a BR-163 e a BR-230 cortarem o Tapajós TODAS pavimentadas e acabarem com o isolamento de muitos cidadãos abandonados. Apoio a divisão. Pressa, muita pressa.

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  2. Esses separatistas me dão nojo, são pior que os seguidores do Bin Ladem, são iguais os famigerados sem terras.
    Esse tal de Lira Maia junto com o goiano Geovani Queiroz deveriam está lutando por recursos para beneficiar as cidades, não o estão fazendo pela ganância desmedida de serem reconhecidos como martim da independencia pra depois se candidatarem a senador ou governador desses estados que querem criar na marra.
    MAIS QUEM AMA O PARÁ UNIDO NÃO VAI DEIXAR ESSA DESGRAÇA ACONTECER.
    SEUS VERMES, FILHOS DE CAPIVARA VÃO TOMAR BANHO NO MAR MORTO E CAMINHAR NO DESERTO DO ATACAMA, DEIXEM MEU ESTADO DO PARÁ EM PAZ.

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      1. como vc reagiria se alguêm se atrevesse invadir sua propriedade pra dividi-la em três partes?

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      2. Então você acha o Pará sua propriedade? Você que, pelo nome, deve morar em Marituba, ou seja, na RMB?
        Os Barões do Café e os senhores de engenho também tinham a sua grande propriedade, muitas terras, muitos escravos.
        Havia a casa grande, onde todos viviam no fausto, mas também era propriedade dele a senzala, onde os escravos, felizes e contentes, moravam no maior conforto. Vida boa a dos escravos.
        Um dia veio alguém que pôs fim a isso, segregando a propriedade dos senhores, com uma penada. Tenho certeza que os escravos não ficaram tristes.

        Vá, amigo, ver lá em Jacareacanga, como vive a gente de lá.
        Vá, amigo, visitar Castelo dos Sonhos, distrito do maior município do mundo – Altamira -, e ver como é viver lá. Sem acesso à saúde, à educação, ao abastecimento decente e tudo mais.
        Saia de Marituba e vá Juruti. Você sabe onde fica Juruti? Procure no mapa. Mas não só isso: vá lá e fique lá por alguns meses.

        SÓ DEPOIS disso me fale em ‘invadir propriedade’. Invadir? Como você está bem informado!

        Vai haver um plebiscito e as pessoas iguais a você -mesmo as que não têm a mínima noção do que é viver 1400 quilômetros distante da sede do estado – vão votar pelo ‘sim’ ou pelo ‘não’ – mas aquela gente de lá tem o direito de tentar mudar um pouquinho só a sua sorte.
        E outra coisa: o clamor sobre a separação vem das ruas, do povo mesmo. Feita uma pesquisa, revelou-se que 90% do povo do futuro estado do Tapajós deseja se desligar de Belém.

        Gerson Nogueira, ele mesmo, disse aqui neste espaço que quando Manaus e não Belém foi escolhida para sediar uma chave da Copa 2014, o pessoal de Santarém festejou soltando foguetes. Isso prova que eles, na prática, não têm vínculo com Belém. Estão mais ligados ao Amazonas que a nós.
        Vou ficar por aqui, pois existem muito mais razões e argumentos em favor da redivisão do nosso estado do Pará.

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      3. O Pará é propriedade de todos os paraenses, é nossa terra, e não admito que roubem um metro sequer.
        Marituba assim como qualquer lugar desse pa´s tem ploblemas sérios, mais se formos usar isso para nos dilacerarmos estamos fritos, porque teremos que criar centenas de estados.
        Não tenho nada contra quem vem de fora, até porque nos outros estados existem muitos paraenses, mais se proveitar disso pra dividir um estado é um CRIME.
        O fato dos santarenos terem comemorado a escolha de Manaus foi lamentável, vejo isso como se um filho se levantasse contra o próprio pai.
        E vc é paraense?
        Se for, me perdoe vc é mais um traíra que vai ter que se coformar com o tamanho do nosso estado, que mete inveja em muita gente, assim como o nosso BRASIL continental mete em outros países.

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      4. SOU Paraense de Belém, nascido e criado na capital dos paraenses. Orgulho-me da minha terra e de suas coisas, do açaí, do círio de Nazaré, do Remo e Paissandu, da música nativa (a verdadeira, de raiz)…

        Mas sou, antes de tudo, solidário aos seres humanos, meus, nossos irmãos, que estão lá distantes, totalmente abandonados.

        O sentimento de separatismo existente não é plantado pela classe política; é uma coisa que se origina da insatisfação popular. Fique claro.

        Não sou candidado a nada, não vou mudar para Santarém ou Marabá. Moro aqui no Paraná, mas minha família mora lá em Belém.

        E SE TAMANHO de território significasse algo, a Rússia seria a maior potência mundial e o Japão seria um país paupérrimo.

        Não vou me considerar menos paraense, se, pelo voto popular, houver o desmembramento em questão. Todos têm o direito de tentar o melhor para si e sua gente. Eles tbém têm.

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      5. Antonio Valentin,
        O que se discute não é separar ou não; o que se combate é a forma como ESSES APROVEITADORES E SONEGADORES DE IMPOSTOS querem dividí-la e, os argumentos utilizados, senão vejamos:
        1- O Pará é um Estado muito grande, ingovernável portanto, pois as políticas públicas não chegam a todos e blá-blá-blá, blá-blá-blá e mais blá-blá-blás; seria uma incoerencia então, mantermos a atual divisão geográfica da FEDERAÇÃO BRASILEIRA, olha só o tamanho do BRASIL, as políticas públicas, TAMBÉM não atingem a todo o cidadão brasileiro, se consideramos os que moram nos rincões do amazonas, norte de minas e sul da bahia(vale do jequitinhonha), os moradores do isolado pantanal matogrosense, quanta injustiça heim!!!!
        Então, por que não R-E-D-I-V-I-D-I-R TODO O ESTADO BRASILEIRO? INCOERÊNCIA?
        2- Se tamanho pequeno de Estado da Federação Brasileira, fosse sinal de desenvolvimento, por quê ALAGOAS, SERGIPE, RIO GRANDE DO NORTE, PARAÍBA, RONDÔNIA, ACRE, AMAPÁ E RORAIMA, terra do proponente da divisão do Pará, continuam subdesenvolvidos e pobres, aliás, PAUPÉRRIMOS?
        Já não seria tempo de, pomposamente, demonstrarem que por serem pequenos, as verbas destinadas ao financiamento das políticas públicas chegam a todos? e a miséria, de lá, banida?
        3- Cabe aos moradores das áreas separatistas refletirem:
        OS ATUAIS PROPONENTES E CABOS ELEITORAIS DA DIVISÃO DO PARÁ, SÃO OS MESMOS SANGUESSUGAS QUE ATÉ HOJE DESVIAM VERBAS PÚBLICAS IMPEDINDO DESSA FORMA O DESENVOLVIMENTO DAQUELA REGIÃO, POR ISSO, FAÇO AQUI UMA PERGUNTA:
        QUANTOS MANDATOS DE DEPUTADO ESTADUAL E FEDERAL POSSUEM OS SENHORES E ATUAIS DEPUTADOS GIOVANI QUEIRÓZ, LIRA MAIA, ZEQUINHA MARINHO, ZÉ GERALDO, AIRTON FALEIRO, WALDIR GANZER, ANTONIO ROCHA, ASDRUBAL BENTES…. E DE QUANTOS GOVERNOS DOS PARTIDOS DÊLES, ELES PARTICIPARAM? POR QUAL MOTIVO ENTÃO, NÃO CONSEGUIRAM FAZER ALGUMA COISA POR AQUELAS REGIÕES??? NÃO SERIA POR APÊLO AOS PRÓPRIOS BOLSOS? QUEM GARANTE QUE CUIDARÃO DE DESENVOLVER AQUELA REGIÃO, SE ATÉ AGORA, PELOS MORADORES DE LÁ, NADA FIZERAM??? E, COM MUUUUUUITOS MANDATOS E, EM EXERCÍCIO, INCLUSIVE!!!!

        REFLEXÃO:

        DIVISÃO É ENROLAÇÃO!!!!
        QUANDO DIGO, NÃO À DIVISÃO!!! ESTOU DIZENDO,
        NÃO! AOS TUBARÕES!!!

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  3. Um momento camaradas… será que a autonomia pleiteada por estas regiões do imenso território do Pará têm no clamor popular sua principal motivação? Que vastas regiões do Estado estão abandonadas é de conhecimento público e notório, mas por que então a “autonomia”? Não seria ela a solução mais cômoda para os ditos “representantes” dos pretensos “Tapajós” e “Carajás”, atestando assim a incompetência destes políticos em trazer recursos e desenvolvimento para estas regiões, o que, contraditoriamente, premiaria a inércia de Queiroz, Lira Maia e outros menos votados ao torná-los, caso tenham êxito, em “arautos” da independência/separação/autonomia? E o que dizer do Marajó, macro-região de fato mais pobre e abandonada pelo poder público e de menor IDH do Estado? Por que Maia e Queiroz não levantam a bandeira de sua autonomia também?
    Trata-se, afinal de contas, de uma questão onde há confluência de interesses. Não desprezando o possível clamor popular (que, de fato, deve haver em menor ou maior grau), o que há é um desvio de foco. É mais fácil relacionar as mazelas das regiões desejosas da separação à reconhecida falência administrativa do Estado do que se fazer um balanço dos fracassados e corruptos mandatos dos polítcos representantes destes locais. E ademais, a situação de abandono dessas regiões se deu pela ineficiênia das políticas de Estado mas com a anuência daqueles que seriam a “voz do povo” destas regiões nos órgãos e instituições do Executivo e do Legislativo. Isso, sem dúvida, Queiróz e Maia fazem questão de não ressaltar.
    Os separatistas tem como mote a curiosa e questionável tese de que os recursos gerados e produzidos pelo Estado se concentram na região metropolitana. A ideia que se passa é que Belém é um castelo medieval cercado de fasuto em meio a um enorme feudo onde campeia a miséria. Ao fazermos meia-hora de caminhada pela Região Metroplitana logo se vê que essa tese é completamente infundada.
    Abandonados pelo poder público todos neste imenso e rico Estado estamos, seja em Belém, em Marituba, em Juruti, em Ananindeua, em Santarém, em Itaiutuba, em Marabá ou no Marajó, uns mais e outros muito mais. Trata-se então de relativizar o espaço geográfico mais do que a certeza de um completo e exclusivo abandono.
    E finalizando, por que então não discute uma nova dinâmica da administração pública, um reordenamento e realocação dos recursos gerados pelo Estado equânime e justo, que passe a contemplar todas as macro-regiões de foma igualitária?
    Não contente, lanço mão de uma indagação provocativa: não seria conveniente aos projetos políticos e pessoais de Queiróz, Maia e outros engravatados a ausência do Estado em suas respectivas regiões e nichos eleitorais e a suas consequentes alegações de abandono? Não esqueçamos que nossos políticos são adeptos da teoria “do quanto pior melhor” para satisfazerem interesses próprios.

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  4. É Valetim tá explicado, moras no Paraná cujo a capital é um modelo para as capitais do Brasil, teu laço umbilical foi cortado, e passo a te compreender, pois sendo assim não tens o mesmo amor que os contrários à divisão tem, não moras aqui que se lixe o resto, né?
    O filho que mora longe da mãe não tem o mesmo sentimento daquele que mora perto.
    Quem conhece Marituba, sabe que aqui tem um ginásio inacabado e um mercado que não está sendo usado porque quando chove alaga tudo na parte de baixo, em contra partida aqui tem uma urgência e emergência que atende qualquer cidade do interior, pois os eus lira maia da vida estão tão ocupados com o separatismo, que não proucura colher recursos pra fazer uma dessa em sua cidade.
    Aliás a pergunta que não quer calar porque esse tal de mozarildo está tão interessado nesta divisão se ele é de Tocantins?
    E o nosso vizinho Amazonas será que tem algun movimento neste sentido?
    Me responda essa última pergunta qualquer casal tem seus desentendimentos, no teu caso que moras longe da tua esposa ela já te pediu a separação?

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    1. Oh meu amigo, minha esposa mora aqui no Paraná. Por essa razão estou aqui, para acompanhá-la. Mas isso é um particular. Qdo falei de família, falei da de sangue – mãe, irmãos, sobrinhos, tios etc, meu pai (que há dois meses nos deixou)…

      Mas é por já ter viajado por esse Brasil que defendo essa gente aí do baixo amazonas.
      Vamos ver a coisa do seguinte modo:
      O copo meio cheio e não meio vazio. Por amar o Pará é que sou pela redivisão. Com o território menor, ficará mais administrável, o governo poderá dar mais atenção aos seus cidadãos. Do jeito que está é inadministrável.

      Como já disse antes, não santos nessa história; nem de um lado, nem de outro. A diferença é que uns não podem expressar claramente de que lado estão, pois aí perderão votos.

      Mas, não fique com raiva de mim. Estou aqui como um cidadão exercendo seu direito de opinião. Para isso, estou defendendo a minha tese. Quero matar a cobra e… mostrar a cobra morta!
      Um abraço, e que tudo se decida no voto.

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      1. É verdade o voto vai decidir.
        Sei que vc é uma pessoa de bem e respeito sua opinião, e jamais ficaria com raiva de vc, até porque sou evangelico, o problema é que esse assunto ainda vai dar muito pano pra manga.
        Agora parceiro morando aí no Paraná, vc tem o Atletico e o Coritiba pra torcer, mesmo assim vc ainda consegue torcer por um time que não tem nem divisão pra jogar, se não gostares dos times da capital torce para o Londrina que tem uma camisa muito bonita.

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      2. he he he…
        bem-humorada essa parte final.
        Se entrares lá, por curiosidade só, no meu blogue (relacionado aí no lado direito), verás que sou azulino até a medula, desde o ventre materno.
        Abç.

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  5. E quanto ao Amazonas, também morei lá. De 1985 a 89. Já faz mais de 20 anos, mas sei que de lá para cá não mudou tanto assim.
    O que mudou é que Manaus ficou maior, mais populosa. Vou dizer porque:
    o povo do interior, sem nenhuma perspectiva de mudança, vai migrando para a capital, atraído pelo PIM. Com isso vai inchando cada vez mais Manaus, com isso aumentando os problemas próprios de uma cidade grande. Isso com certeza não é positivo.

    Então, nesse campo, o amazonense não tem outra opção. A única saída para ele é migrar para a capital deles, que já está próxima (se já não estiver) a 2 milhões de habitantes. Belém e região já deve ter mais que isso, mas comparemos a população de todo o Pará, que já beira os 8 milhões contra o Amazonas (em torno de 3 milhões). Então, Manaus está inchada, e os seus problemas se multiplicam.

    Para o paraense ainda há esse recurso da redivisão administrativa. Infelizmente, para o amazonense, não.

    E eu ficaria aqui também falando sobre outras regiões do Brasil, sobre o Triângulo mineiro, sobre o Entorno do DF, sobre o Paraná, Rio Grande… mas não é o caso.

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    1. POR QUÊ NÃO É O CASO VALENTIM? OS MORADORES DOS LOCAIS CITADOS, NÃO SÃO MAIORIA, BRASILEIROS? NÃO MERECEM MELHORIAS DE QUALIDADE DE VIDA?
      ENTENDO QUE, SE É PARA DIVIDIR O PARÁ, PELOS MOTIVOS ELENCADOS NO PROJETO, ENTÃO, REDISCUTAMOS TODA A FEDERAÇÃO BRASILEIRA, MAS ISSO, NÃO INTERESSA AOS TUBARÕES, COM CERTEZA.

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  6. O senador roraimense Morazildo Cavalcante morou muitos anos em Belém onde formou-se médico pela IFPa. Certa vez no Senado, reveloi-se devoto de N. Sa. de Nazaré. e dizia-se ligado afetivamente aos paraense por várias razões, entre as quais, a residencia entre nós, da sua mão e uma irmã, isso não faz muito tempo. Se os nossos amigos procedem assim imaginem o que esperar dos nossos inimigos.

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  7. QUE FASE ESTAMOS PASSANDO…..TIMES EM TERCEIRA E QUARTA DIVISAO…PERDEMOS A COPA…O GOVERNADOR DIZ QUE É A FAVOR DO PLEBISCITO PARA A DIVISAO DO PARÁ….CARAMBA… TOMARA QUE ESSE GOVERNO E ESSA FASE PASSEM LOGO.

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