32 comentários em “Capa do DIÁRIO, edição de sexta-feira, 6

  1. O Pará perderá 83% de seu território. Será justo ? A emancipação trará às regioões a solução dos problemas ou solucionará o problema dos politicos que sem maiores expressões pretendem alcançar o Congresso Nacional sem ter que disputar com expressões maiores da politica paraense. A conta será bancada por quem ? Que a população seja mobilizada numa ampla campanha de esclarecimentos.

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  2. MEU AMIGO TUDO NESSA VIDA É POLITICAGEM , É A VERDADEIRA FACETA DO BRASIL E DO MUNDO . PORQUE ACHAS QUE MANAUS SERÁ A SEDE DA COPA , EM 2014 .

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  3. OS PILANTRAS, DEVASTADORES DA FLORESTA AMAZÔNICA, GANHARAM MAIS UMA. ENQUANTO NAO SE PERPETUAREM NO PODER COMO O SARNEY NO MARANHAO, NAO DESCANSARÃO.

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  4. O que vai ter de cesta básica, redes, vales, e etc. por esses interiores da vida……..aí meus caros os politico$$$$$$$$ vão derrubar até a última tora de madeira pra se elegerem (caso eles consigam convencer as pe$$$OA$$$$$$$$$$$$.OH CAMBADA DE OPORTUNISTAS.

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    1. LI a matéria sobre o assunto e o ‘nosso’ governador foi criticado pela ausência lá em Brasília. Por que será que ele se ausentou nessa pauta tão importante?
      Esse é o grande ‘representante’ que todos queriam.

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      1. Deve ter sido porque ele já sabia desse jogo de cartas marcadas, como a reunião ocorrida no governo anterior do mesmo.

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  5. Falar da possível fragmentação do meu querido PARÁ, é quase obrigação relembrar do que ocorre com o norte de Goiás e que, hoje se chama Tocantins. Tocantins foi inventado em 27 de julho de 1988 e desde então, passou por vários processos de Causas e Efeitos, o que nos leva a refletir sobre questões fundamentais, por exemplo: A fragmentação de Goiás resolveu as desigualdades entre o norte (hoje, estado de Tocantins) e o sul de Goiás ? O padrão de desenvolvimento econômico praticado, no frigir dos ovos, contribui para o desenvolvimento daquele estado ?

    O discurso, hoje aplicado à fragmentação do PARÁ é réplica do discurso ideológico entorno da separação de Goiás, ou seja, uma criação de uma suposta identidade regional e principalmente a grande desigualdade sócio-econômicas.

    Mas, contrariando todos aqueles que defenderam a criação do estado de Tocantins, as diferenças que desde sempre existiram ainda perduram, foram imutáveis até hoje. Só a título de lembrança, segue alguns exemplos clássicos desse contexto: o PIB em 2000 de Goiás foi superior em dez vezes que o de Tocantins. Outro item, o ICMS de Goiás, também de 2000, foi 8 vezes maior que Tocantins. Já o IDH de Goiás se apresenta acima da média, e na contra mão caminha o de Tocantins abaixo da média.

    Se Tocantins serve de modelo no campo teórico para justificar a divisão do estado do PARÁ, é verdade também, que o conjunto de Causas e Efeitos prevalente em Tocantins nos dá a visão necessária para dizer NÃO, NÃO a fragmentação do PARÁ. Ela, a fragmentação, não é a condição para o desenvolvimento das regiões que desejam a separação !!

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    1. Perfeitas observações, caro Falconi. Sem esquecer que o Tocantins foi um projeto pessoal da família Siqueira Campos, mais ou menos como o projeto Carajás pertence a Giovanni Queiroz (não paraense) e o Tapajós a Lira Maia.

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  6. Meninote, morando em Rondonia, conheci o Acre ainda Território Federal. Transformado em Estado pelo Pte. Goulart (inicio dos anos 60) o Acre até hoje não encontrou o desenvolvimento esperada transformação político-administrativa. Em Rondonia não muito diferente. Os produtores de graos já estavam estabelecidos bem antes da transformação do Territorio Federal em Estado. Mal sabia o Gerson que este blog se tornaria trinheira de luta em defesas dos interesses paraenses. Tô ttinindo com o Pará e não abro.

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    1. O problema Tavernard sense,i e’ os cabanos de hj sao bonzinhos em demasia. Todos q chegam acham que somos babacas e que podem ia atando a rede e ir se apossando do que quizer.
      Chegou o grande momento dos cabanos de veerdade mostrarem o seu valor.

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      1. O que incomoda, meu caro Harold, é que não são paraenses tomando as rédeas do movimento separatista. Os adeptos do esquartejamento são todos forasteiros que aqui se estabeleceram há anos, com a guarida tradicional que nosso povo concede, e hoje – devidamente locupletados – sentem-se à vontade para propor a separação, que é também um verdadeiro saque contra este Estado tão rico e diversificado. Basta olhar como ficará o mapa. Nunca se viu isso no Brasil, nem mesmo nos projetos mal sucedidos de Tocantins e Mato Grosso do Sul: o Estado-mãe ficar menor que seus filhotes. É um esbulho que os paraenses de fé precisam repudiar com todas as forças.

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  7. Esse imenso Tapajós vai viver do que? Com esses “nossos” políticos que são os piores do Brasil, tanto faz como tanto fez. Mais uma vez irei abster-me ou votarei nulo.

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    1. Não, meu bom amigo, abstenção ou nulidade não é o caminho. Não podemos nos omitir nesse momento tão importante. Vote pelo NÃO, afinal o Pará não é casa da mãe Joana, embora alguns espertinhos assim o vejam. Vamos provar o contrário e repelir os oportunistas e aventureiros.

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      1. E isso Gerson, nao podemos deixar que esses aproveitadores enganadores do povo tenham essa oportunidade, mesmo estando distante da terrinha, ja comecei a campanha com todos os paraenses aqui nos EUA que mande seus familiares votarem no NAO, sou um papa chibe, defendo a unidade do meu Estado agora infelizmente estou deixando a hospitalidade de lado e dizer a esses forasteiros, que na nossa terra quem manda somos nos Cabanos.

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  8. Nós paraenses, elegemos nossos políticos para defender os interesses concernentes ao nosso estado, o Pará, mas um exemplo contrário e negativo nos foi dado, e justamente num dos momentos mais importante da vida do Pará como unidade federativa, a sessão que aprovou o plebiscito para manobrar o povo em favor da fragmentação do Pará. Bom, mas, O QUE e QUEM promoveu a incúria em relação à defesa do Pará? QUEM: André Dias (PSDB), Arnaldo Jordy (PPS) e José Priante (PMDB), O QUE: foram ausentes da sessão que determinou o plebescito.

    Enquanto parte dos parlamentares paraenses se comportaram como covardes e deixaram os interesses do Pará às “baratas”, outros estavam fervorosamente defendendo seus interesses em nome do plebescito, foram eles: LIRA MAIA (um dos demos paraense – DEM), GIOVANNI QUEIROZ (PDT) e ZEQUINHA MARINHO (PSC). Estes citados mostrando toda suas habilidades de “políticos” manobraram para que a sessão acontecesse e seus objetivos alcançados.

    De peito aberto, só tivemos um parlamentar contrário ao voto simbólico que validou o resultado da sessão, e foi um parlamentar carioca, o Chico Alencar. CADÊ OS “NOSSOS CADÊ OS NOSSOS ?”.

    Se não querem trabalhar com o povo e para o povo, ao menos façam por vocês! Articulações estão sendo costuradas para que o plebiscito ocorra somente nas regiões interessadas em serem unidades federativas, e não em todo o estado paraense.

    Políticos paraenses, chega de INCÚRIA com o nosso povo, ajudem aqueles que lhes ajudaram a acumular riquezas, fortunas, DIGA NÃO, NÃO, NÃO a fragmentação do PARÁ.

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  9. Mas Gerson, esse estado é imenso, maior que muitos paises juntos, mal gerenciado pra caramba, com muita miséria, fome, violência, doenças assolando, um comando central que não dá conta da metrópole, enfim. Administrativamente a divisão seria benéfica. Em mãos de pessoas competentes e sérias talvez não precisasse dividir, mas do jeito que está, nem a região de Carajás desenvolve seu potencial nem a capital dá conta do resto. É um pensamento simplista, mas baseado na realidade, a teoria e os estudos podem dizer o contrário, mas a partir de quando teremos projetos tirados do papel com seus resultados impactando na vida do povo? Aliás, a roubalheira do PAC é a coisa mais nojenta, a da Copa e Olimpíadas, idem, os Panamericanos não deixaram absolutamente nada mais do que muito dinheiro na conta de poucos. Então, quando começam as especulações acerca do real interesse por trás do plebiscito dá pra acreditar? Meu desejo? Bons políticos pro nosso imenso Pará, mas não me iludo. Vamos acompanhar os debates.

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  10. Só quem mora em Belém e arredores diz com todo orgulho que é paraense. Quem mora em outras regiões do estado diz que é paraense com uma cara não muito feliz. Por que será?…

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    1. É preciso conhecer a fundo esse desejo de separação. Não é só porque deu vontade de separar. Existem algumas coisas que fizeram esse sentimento acontecer.

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    1. Por favor. Não coloque piadinha de futebol nesse discussão. O assunto é muito sério.
      Estamos falando de geopolítica. De tratamento adequado do meio ambiente. Da exploração planificada dos recursos naturais.

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  11. INTEGRAR SIM, ENTREGAR NÃO. CADÊ A REAÇÃO DOS NOSSOS SENADORES E DEPUTADOS FEDERAIS…SERÁ QUE TODOS SÃO MEROS FANTOCHES…QUE VERGONHA…ANIQUILAM NOSSAS RIQUEZAS, MATAM O POVO DE FOME E AINDA POUSAM DE HOMENS BONS E JUSTOS….TE DIZER.

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    1. Cada povo tem o governo que merece, quem elege Tiririca e Romário entre outros vai esperar o quê? pra não falar dos eleitos pelo Pará.

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      1. Não João. Não é esse o caso. Não devemos esperemos pelos tais “representantes”. Não esperemos pelo boca mole do Mario Couto. Nessa o senador do açai vai se esconder – ou já se escondeu. Não esperemos pelo propalado prestígio “nacional” do Jader.

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  12. A defesa do Pará integrado deve se armar de argumentação melhor das que tenho opuvido até hoje.
    De fato, vivemos em um Estado dos mais injustos e desiguais do Brasil. Já disse isso em muitos lugares.
    A Região Metropolitana, de muitas décadas, virou as costas para o resto do Estado. Alguém dirá, inclusive para ela mesma. Lembro que até hoje o tal Conselho Metorpolitano não foi impementado.
    Qual o andamento dos projetos de desenvolvimento sócio-econômico das 12 Regiões de Integração? Como estão sendo implementadas as metas prevista em programações anteriores?
    O que temos feito de concreto para melhoria do nosso IDH (mormente do Marajó)?

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  13. A Secretaria Estadual de Cultura, o fez até hoje para a promoção da Cultura Cabana no conjunto do território – mormente na região sul do Estado?
    Hoje a música, a dança, o artesanato e, principalmente, a gastronomia (ou mesmo a culinária) não é mais “papa-chibé”, em determinadas regiões do Estado.
    Não procuramos, ao longo do tempo, “transformar” os gaúchos, mineiros, paranaenses, cearense etc em “paraenses- cabanos”.
    Aliás, a chamada elite de Belém nem quer ser identificada com a cultura cabana. Esforça-se para que se omita a épica história de Eduardo Nogueira (Angelim) e seus companheiros.
    Enquanto os gaúchos valorizam a saga farroupilha (elitista) e os paulistas enaltecem a (genocida) história dos bandeirantes, nós aqui nos envergonhamos de nossos heróis populares – certamente, por serem de origem humilde.
    A história da Comuna de Belém (de fato o Povo no Poder) não é levada ao conhecimento amplo a partir das escolas públicas.
    Não sei se ainda dá tempo. Mas, vamos lá. Por um Pará integrado e íntegro – em todos nos sentidos!

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  14. Vejo que o pior de tudo é incluir Tucuruí no Carajás, obra da grande mente Parsifal Pontes, uma figura triste na política do Pará, fez uma péssima administração em Tucuruí e só sobrevive politicamente na sombra do Jader.

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