Canção assinada pelo líder do Creedence, John Fogerty, no ano da graça de 1969. A letra é no melhor estilo rock estradeiro que fez a fama e o prestígio do CCR nos anos 60/70, narrando o caminho meio errante de um músico pobre que acaba retido na cidade californiana de Lodi, sem dinheiro para a passagem de volta para casa.
John é o único remanescente ativo do CCR. Quase oitentão, continua fazendo turnês e encantando plateias com seu rock de pegada country e espantosamente universal. Está ainda mais feliz nos palcos depois de reaver há três anos os direitos sobre suas próprias músicas, que havia perdido judicialmente nos anos 70 para um empresário inescrupuloso.
Vida longa a John e ao Creedence.