Comemorações na berlinda

Milly Lacombe, no Uol Esporte sobre a comemoração de Luciano:

“É fácil entender o que pensar desse gesto, porque a gente precisa aplicar na gente o que a gente exige dos outros. Vamos inverter: Morumbi lotado, mata-mata, o Róger Guedes vai lá, faz um gol, só tem torcida do São Paulo, ele comemora chutando a bandeirinha, chutar bandeirinha é uma comemoração corriqueira hoje em dia, e ele vai lá encarar a torcida do São Paulo. O corintiano e a corintiana iam achar o máximo, é isso aí, futebol é isso, tem espaço para esse cara a cara, para a provocação saudável. O Luciano não fez gesto obsceno, nem tirou a camisa, não tem nada de errado com a comemoração dele. Levar um cartão por isso é uma ofensa ao futebol, é uma domesticação dos nossos corpos, não pode isso, não pode aquilo. Qual o problema de o Luciano comemorar daquele jeito, isso é o futebol, se você não sabe entender isso, suportar isso e reagir no campo a isso, você não sabe o que é o futebol. Então, eu fiquei revoltada com esse cartão, porque amanhã vai acontecer com a gente e não vamos gostar”.

E aí, quem concorda com essa tese da Milly?

2 comentários em “Comemorações na berlinda

  1. Totalmente descabida, comemorar o gol é o êxtase do futwbol, mas respeitar a torcida adversária também faz parte do esporte, vejo os jogos doa campeonatos europeus as grandes ligas, e nas comemorações existe o respeito a torcida adversária, questão de educação e formação também, agora diz falo a jornalista, manda um jogador da dupla rexpa fazer isso dentro do Baenão e curuzu pra ver o que acontece. Como diz o ditado: “Respeito é bom eu gosto”.

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  2. Pelé comemorava seus gol socando o ar. Nada a reprimir. Agora, jogador que comemora tirando a camisa, um desrespeito ao clube em que joga, chutando bandeirinha de escanteio, danificando-a, e placa de propaganda, desrespeitando o anunciante que ajuda a bancar o espetáculo, merece punição, sem perdão. Concordar com isso é ser conivente com a transgressão.

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