A Comissão da Verdade do Pará realiza sessão temática nesta segunda-feira (24), às 15h, para ouvir de forma pública a narrativa de 38 anos da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH). Fundada em 1977, num esforço que reunia ex-presos políticos, estudantes, profissionais liberais, artistas e intelectuais a SDDH ousou organizar o ‘Jornal Resistência’, até hoje em circulação, ícone da imprensa alternativa e de contestação ao regime militar.
A trajetória da SDDH, de várias gerações, esteve sempre na linha de frente à ocupação capitalista na Amazônia e à violência do latifúndio, como são os casos da Fazenda Capaz e dos Castanhais da Ubá e Princesa.
Organização destemida, não se vergou à diversas invasões dos órgãos de repressão, incêndios e o empastelamento da edição de nº 5 do Jornal Resistência , que denunciava abertamente a tortura no Brasil. Tal edição custou o enquadramento, através da Lei de Segurança Nacional (LSN) de seus dirigentes. Foi linha de frente da luta pela Anistia e nas Diretas Já.
Resistir é o primeiro passo!

So vale para bandido e vagabundo…infelizmente precisei deles quando meu 2 primo sendo 1 bombeiro foi barbaramente assassinado por 3 vagabundos dentro de uma auto escola…em plena duque de Caxias. ..e ate hoje os pais em depressão e ninguém desse SDDH apareceu….Mas se fosse os coitadinhos assassinados, tavam ate hoje enchugando as lágrimas dos parentes deles…Me poupem…
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Infelizmente é verdade, Juca.
Direitos humanos só serve aos humanos errados
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