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Sensacional.
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Na mosca.
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Daqui a pouco vão dizer que o pessoal do Lula que jogou a bomba
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Já disseram, amigo Edson. Você sabe que os reaças não brincam em serviço quando o tema é Lula. Se borram de medo da volta do sapo barbudo, cabra bom. Hehehe
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Uma bomba deveria repercutir mais na mídia, pois trata-se de atentado terrorista sem vítimas.
Hoje sem vítimas, mas e amanhã? Será que os reacionários ficarão parados nesse tipo de ato ou será que estenderão está radicalidade a outros humanos?
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Concordo, Celira. O estrago não está no poder de detonação material. Mas, sim, na explosão simbólica em que se constitui o lançamento do artefato.
Só precisa ficar claro que o simbólico lançamento desta bomba caseira não é o Marco Zero desta progressiva escalada de intolerância. O que você acha?
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Amigo Gerson, suponho também que já estejam chamando o Laerte de “comuna” e sugerindo que “vá pra Cuba!”.
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Alguém tem a nova conta pra depósito da vaquinha pra o companheiro Zédirceu, pra que ele pague a fiança, pra sair de novo da cadeia ??
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Amigo Antônio,
Confesso que me preocupo com o aumento crescente da intolerância partidária e de posição discursiva (dos diferentes lados).
A bomba endereçada ao instituto, por exemplo, não era apenas ao instituto, mas a todos que posicionam ao lado de Lula.
Outro marco de intolerância aconteceu naquelas passeatas, várias pessoas foram ameaçadas por que simplesmente estavam de vermelho.
O inverso também é verdadeiro, nos sindicatos é muito frequente vermos intolerância contra pessoas que destoam da posição radicais e/ou do sindicato.
Quando todos queremos um mundo mais tolerante, parece-me que caminhamos para barbárie.
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Amigo Antonio Oliveira, escrevi um resposta ao teu comentário, mas ela caiu na moderação.
Amigo Gerson, quando puderes libera, por favor.
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O estouro aqui estar mais potente que a estrelinha soltada na frente da instituição,
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A minimização do ato atentatório contra a Instituição é uma foma do direitismo fascista brasileiro expressar seu descontentamento, caro Ferdinando. Deixamos por menos porque não houve feridos e até acho que não era a intenção de quem lançou a bomba caseira ferir alguém, pela hora da noite em que aconteceu. Mas é claro que se quer atingir alguém, no brio e na convicção política. É um desejo de morte, claramente. É um movimento que visa a intimidação do adversário. Isso não é democrático. Nem honrado.
Ademais a forma como a imprensa tratou o assunto, em comparação com o evento ocorrido com Serra anos atrás, e também considerando o comportamento das vítimas lá e cá, é muito claro como a cobertura da imprensa trata de maneira diferente esse e aquele eventos de forma distinta. A charge deixa muito claro o alinhamento ideológico e político das redações brasileiras em sua maioria, pelo menos na maioria mais rica.
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