12 comentários em “Sobre pesos e medidas (by Laerte)

    1. Já disseram, amigo Edson. Você sabe que os reaças não brincam em serviço quando o tema é Lula. Se borram de medo da volta do sapo barbudo, cabra bom. Hehehe

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  1. Uma bomba deveria repercutir mais na mídia, pois trata-se de atentado terrorista sem vítimas.

    Hoje sem vítimas, mas e amanhã? Será que os reacionários ficarão parados nesse tipo de ato ou será que estenderão está radicalidade a outros humanos?

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  2. Concordo, Celira. O estrago não está no poder de detonação material. Mas, sim, na explosão simbólica em que se constitui o lançamento do artefato.

    Só precisa ficar claro que o simbólico lançamento desta bomba caseira não é o Marco Zero desta progressiva escalada de intolerância. O que você acha?

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  3. Amigo Antônio,

    Confesso que me preocupo com o aumento crescente da intolerância partidária e de posição discursiva (dos diferentes lados).

    A bomba endereçada ao instituto, por exemplo, não era apenas ao instituto, mas a todos que posicionam ao lado de Lula.

    Outro marco de intolerância aconteceu naquelas passeatas, várias pessoas foram ameaçadas por que simplesmente estavam de vermelho.

    O inverso também é verdadeiro, nos sindicatos é muito frequente vermos intolerância contra pessoas que destoam da posição radicais e/ou do sindicato.

    Quando todos queremos um mundo mais tolerante, parece-me que caminhamos para barbárie.

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  4. A minimização do ato atentatório contra a Instituição é uma foma do direitismo fascista brasileiro expressar seu descontentamento, caro Ferdinando. Deixamos por menos porque não houve feridos e até acho que não era a intenção de quem lançou a bomba caseira ferir alguém, pela hora da noite em que aconteceu. Mas é claro que se quer atingir alguém, no brio e na convicção política. É um desejo de morte, claramente. É um movimento que visa a intimidação do adversário. Isso não é democrático. Nem honrado.

    Ademais a forma como a imprensa tratou o assunto, em comparação com o evento ocorrido com Serra anos atrás, e também considerando o comportamento das vítimas lá e cá, é muito claro como a cobertura da imprensa trata de maneira diferente esse e aquele eventos de forma distinta. A charge deixa muito claro o alinhamento ideológico e político das redações brasileiras em sua maioria, pelo menos na maioria mais rica.

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