A resposta esperada

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POR GERSON NOGUEIRA

Não foi um show, mas o Papão conseguiu se reencontrar com seus melhores momentos na competição. Jogou o suficiente para ser amplamente superior e estabelecer 2 a 0 sobre o América-MG, que ocupava até então a vice-liderança. Grande resultado, que reabilita o time depois de quatro resultados ruins. Mais que isso: dá tranquilidade para seguir lutando e acreditando no acesso.

Wellington Jr., pelos dois gols e a grande movimentação no ataque, foi o grande nome da partida. Quase no mesmo nível, Leandro Cearense reapareceu mostrando utilidade para o equilíbrio ofensivo do time. Foi importantíssimo no cerco aos zagueiros e volantes do América na saída de bola. Roubou, por sinal, as duas bolas que resultaram nos gols de Wellington.

Leandro só não conseguiu corrigir o velho problema de vacilar nas finalizações mais fáceis. Logo a dois minutos, deixou de fazer o gol preferindo forçar uma penalidade em cima do goleiro João Ricardo. O árbitro não foi na conversa e o Papão perdeu excelente oportunidade.

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Logo depois, porém, se redimiu brigando pela recuperação da bola no lado esquerdo do ataque, passando a João Lucas, que cruzou para Wellington abrir o placar, aos 12 minutos. Cearense também perderia outra preciosa chance de ampliar aos 18. Mas se empenhou bastante, junto com Misael e Wellington, em barrar as tentativas de ligação entre defesa e ataque do América, funcionando como uma primeira barreira de marcação.

A estratégia deu tão certo que, logo aos 2 minutos do segundo tempo, nova roubada de bola por Cearense possibilitou o segundo gol. No lance, Cearense exibiu categoria de lançador, deixando Wellington à frente dos zagueiros para finalizar – em dois chutes – e marcar.

E o mais impressionante é que tudo isso ia acontecendo sem que o meio-campo mostrasse um mínimo lampejo de criatividade. Em contraponto com a boa atuação de quase todos os demais jogadores, Carlos Alberto manteve a regularidade: foi nulo e ausente.

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Cauteloso como sempre foi, Givanildo Oliveira posicionou o América para não perder. Faz isso há uns quatrocentos anos, algumas vezes com sucesso. Contra o Papão de Dado Cavalcanti o expediente fracassou porque havia uma estratégia para atrapalhar a movimentação dos mineiros em campo, começando pela marcação adiantada feita pelos atacantes.

Com Capanema e Fahel bem postados à frente da defesa e com vigilância de Misael e Wellington aos alas do América, o Papão impedia que o adversário explorasse as laterais, forçando as tentativas pelo meio, justamente onde havia maior concentração de jogadores. Givanildo viu o jogo todo transcorrer sem se atentar para esse truque.

Na verdade, o América só criou algum embaraço na metade do primeiro tempo, quando passou a vigiar também a saída de bola do Papão, forçando alguns erros de passes. Mas, ainda assim, a forte presença dos três atacantes permitia sempre boas situações ofensivas para os bicolores. Além disso, o time mineiro padecia do mesmo mal no setor de criação: ausência total de inspiração.

A vitória do Papão se consolidou com o gol logo no começo do segundo tempo. A ampliação da vantagem deixou o América ainda mais atrapalhado e na dúvida entre marcar os rápidos atacantes do Papão e buscar uma reação. Acabou não fazendo nem uma coisa nem outra, embora Givanildo buscasse saídas, substituindo atacantes. Sem sucesso, o América não conseguiu acertar o passo. Méritos do Papão. (Fotos: MÁRIO QUADROS/Bola)

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Direto do blog

“Dois resultados hoje decididos nos acréscimos, Mogi Mirim 2 x 3 Bragantino e Boa Esporte 2 x 1 Luverdense. Oque dá a real impressão de que a partida nunca estará decidida até que o árbitro aponte para o centro do gramado encerrando a partida! Os jogos são pegados, alguns feios de se ver, mas a série B é isso, muito briga em campo onde em certos momentos o que vai valer é a entrega total em campo.”

Miguel Ângelo Carvalho, refletindo sobre as agruras da Segundona.

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Mesmo improdutivo, Souza deixou adeptos

O torcedor reage de maneira sempre surpreendente quando a situação envolve paixão. A dispensa do atacante Souza, depois de vários meses improdutivos na Curuzu (marcou apenas um gol), dividiu opiniões no clube. Nem mesmo a boa atuação diante do América-MG impediu que parte da torcida lamentasse a saída do improdutivo Kaveirão. A nostalgia pelo exemplo histórico de Vandick talvez explique essa reação.

De toda maneira, o Papão que se apresentou ontem à noite mostrou uma diferença importante em relação à equipe que tinha Souza como titular: todos os jogadores participam da marcação, da busca pela recuperação da bola e do combate aos adversários.

Com o veterano centroavante, o time tinha um homem a menos para correr e acabava se desgastando mais. Com a escalação de três atacantes, Dado Cavalcanti conseguiu extrair do time agressividade e capacidade de bloqueio, surpreendendo o América em seu próprio campo. Com Souza em campo, a estratégia seria impraticável.

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Choque de realidade ajusta preço de ingressos

Logo depois da partida de ontem, a diretoria apressou-se em informar que os ingressos continuam com os mesmos preços para o jogo contra o Mogi Mirim na sexta-feira: R$ 20,00 (arquibancada) e R$ 40,00 (cadeira). Nada como o choque de realidade da Série B para permitir a simplificação das coisas. Os preços iniciais muito altos, visando atrair sócios torcedores, afugentavam o torcedor comum, baixando drasticamente a média de público nos jogos do Papão.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quarta-feira, 29)

29 comentários em “A resposta esperada

  1. Gerson e amigos, uma afirmação minha, é a limitação técnica do Leandro Cearense9, porém foi útil ao time como declarou o blogueiro e jornalista.
    Carlos Alberto10 jogou bem, alguém viu isso?!
    Leandro Carvalho tem vez no time do Paysandu?!
    Outro atacante, cadê os meias armadores?!

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  2. Vamos baixar as armas e parar de reclamar. PSC ganhando do Mogi na sexta dorme na liderança. Não vamos esquecer que o projeto inicial era se manter entre os dez primeiros. Quando atingirmos os 45 ptos necessários pra não cair, aí sim vamos sonhar mais alto. Deixamos a diretoria trabalhar e vamos ao estádio torcer.
    Boa noite pra todos!

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  3. A saída do Souza do time deu mais velocidade ao papão.

    Isso era obvio.

    Gostei de ver o Misael jogando quase com um segundo ala, além de veloz, habilidoso, ele marca muito bem.

    Pikachu precisa se ligar, anda muito mala, até os escanteios estão sendo improdutivos, mas o moleque tem credito.

    Estamos bem servidos de zagueiros, mas o Capanema papa chibé junto com o criticado Fahel ( por alguns, não por mim ) dão a nossa zaga a segurança que ela precisa.

    Nosso goleiro bem, só precisa treinar a reposição da bola.

    O João Luiz continua com altos e baixos, precisa aprimorar seus cruzamentos que são péssimos.

    No total, valeram os 3 pontos, como disse o amigo Miguel, SÉRIE B é um torneio difícil, não é campeonatozinho com times semi amadoras, por isso, a vitória de ontem que reabilitou o papão deve ser super comemorada.

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  4. Jogador que sai, eu não gosto de falar, assim como os que chegam, prefiro dá força, mesmo que venha com um histórico ruim.

    Mas quero falar do Souza e avisando os navegantes.

    O Paysandu com Carlinhos e Carlos Alberto continua com o mesmo, problema, o meio não cria, e se o meio não cria como deveria, nem Souza, nem Romário e nem Cearense faz gol, a não ser que aconteça como ontem, os lados do time sendo ofensivo, e velocidade nos contra ataques.

    É inegável que o time ficou mais veloz, mas é covardia dizer que o Souza matava sozinho o time.

    O Cearense é um bem-aventurado, mas não podemos esperar mais do que isso dele.
    Sabemos que ele ajuda muito, mas tem seus os seus limites.

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  5. Amigos a saída do Souza da Curuzú renovou o ar tornando-o respirável novamente. Com ele teríamos dois a menos em campo pois com os Carlinhos que temos é sobrecarregar os volantes e a defesa. O Paysandú tem que arranjar um meia armador que seja ao menos melhor que os citados acima, espero e lanço minhas fichas no Valdívia genérico.
    Em pensar que o Wellinton nem figurava no banco em certas partidas, é difícil de explicar.
    Quanto ao Cearense, paciência. Pelo menos o cara é operário e muito mais brigador. O gol virá na hora certa, é hora de dar força ao prata da casa pois deram 6 rodadas ao famoso e o resultado todos nós sabemos.
    Exceto, os Carlinhos que já passaram da cota de partidas infrutíferas, o momento é de apoio total aos nossos guerreiros.
    Pikachú vem caindo de produção jogo após jogo, será que o Flamengo subiu a cabeça do rapaz. As faltas cobradas e os escanteios tem sido ridículos perto de quem já fez gol olímpico e belíssimos nas bolas paradas.
    O nosso goleiro é de longe o que temos de melhor como guarda-metas, acho, minha opinião, o Ivan muito lento apesar da envergadura.
    O Lombardi já merecia uma titularidade pois o Tiago está demonstrando um desgaste peculiar da competição.
    Como citado, acho que pelo Cláudio, os jogadores descansados fizeram o diferencial no jogo de ontem, a competição é longa e cobra um plantel bastante qualificado.

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  6. – Bela coluna, amigo Gerson… Retratou o que foi o jogo, realmente…

    -Souza, PSC tem que esquecer e, vida que segue..

    – Amigo Miguel, cabreiro pelo que aconteceu em Macaé, deu o alerta…rs

    Alguns dados dessa caminhada do PSC, rumo ao acesso:

    * PSC, tem 26 ptos….

    1- Pra 65, que penso ser necessário pro acesso, faltam 39 ptos;

    2- Pra se livrar do rebeixamento, sem riscos, são 48 ptos..Faltam, 22;

    3- PSC, tem 11 jogos em casa x 3 = 33 pts… Se livra do rebaixamento e ficará a 6 ptos do acesso… Terá 11 jogos fora, pra buscar 6 ptos;

    4- PSC vencendo o Mogi, a sexta, independente dos outros resultados, terminará a 16ª rodada, no G4, só faltando definir a posição, se em 1º,2º,3º ou 4º

    Que beleza, Papãooooooooooo

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  7. Papão jogou bem levando-se em conta de que se trata da disputa de uma Série B cuja a essência é a competitividade extrema dada o equilíbrio entre as equipes do certame. Esse equiíbrio ocorre sobretudo no aspecto físico e tático, não prevalecem a ofensividade, a técnica e a plasticidade de jogadas; o contra-ataque em velocidade é a principal estratégia dos competidores sejam eles postulantes ao acesso ou disputem a competição para apenas nela se manter. Logo, no meio de campo deve prevalecer o toque em velocidade com alto desempenho de acertos. No atual futebol mundial e sobretudo no deserto de bom futebol que é o futebol brasileiro atual (e muito mais na Série B nacional) não necessariamente o meia cerebral é peça fundamental. Ótimos, bons e até razoáveis jogadores podem ter um bom desempenho ofensivo/defensivo desde que as ações coletivas sejam coordenadas com a necessidade de um bom/ótimo PASSE. Não é preciso ser um fora-de-série para se ter um bom/ótimo domínio da bola e um bom/ótimo PASSE. É inadmissível no futebol moderno um ótimo volante como Ricardo Capanema não saber executar um cruzamento (como ontem após uma roubada de bola pela direita que poderia render o terceiro gol bicolor) ou um passe de 5 metros (e assim torna-se “apenas” um ótimo volante marcador).
    Logo, não aguardemos por um meia “diferenciado” (uma vez que em todo o futebol brasileiro jogadores desse naipe não existam, não há sequer na Série A) e nem acreditemos que este meia resolva os problemas na criação de jogadas na meia cancha bicolor. A solução é treino exaustivo de fundamento, posicionamento e diminuição da retenção e condução da bola. Carlinhos, Carlos Alberto, Edinho e mesmo Yago que não é meia não são maus jogadores, muito pelo contrário. Mas pecam excessivamente na execução dos passes. Falta um treinamento específico de fundamentos visando melhorar o passe. Isso, acredito, reduziria nossos problemas na elaboração de jogadas ofensivas em 50%. A era dos meias que esperam a bola no pé para lançar os atacantes e que depois ficam com as mãos na cintura acabou há 30 anos. Mas em nosso imaginário ainda cultuamos essa perspectiva de meio de campo que, para ser criativo precise de um jogador deste tipo. Falando nisso, o que dizer do improdutivo e boçal PH Ganso?

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  8. Além dos passes errados proporcionarem alternativas diversas ao time adversário, precisamos também parar fazer faltas bobas na entrada da área. Uma conversa com Capanema nesse sentido é necessária.

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  9. Jõao Paulo,não tenho a menor dúvida quanto a sua afirmativa. O negócio é que ninguém consegue agradar a gregos e troianos. Era todo mundo pedindo a cabeça do Souza,inclusive eu. Agora que foi mandado embora,aparece um monte de viúvas chorando seu destino ! O Leandro Cearense não é um jogador tão técnico,mas é persistente, perde muitos gols, mas incomoda a zaga com presença constante na área. Ví os atacantes com mais mobilidade e até trabalhando bem a bola,coisas que com o Souza inexistia. Gostei muito do atacante Weliton Júnior,aliás desde sua entrada na fatídica derrota para o fraco CRB,foi quando o Paysandu passou a errar menos,indo pra cima,embora tarde !Acho que deve ser titular,principalmente pela atuação de ontem !

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  10. Amigos,

    Dado voltou a achar uma boa formação para a equipe bicolor (pelo menos neste jogo).

    A formação com três atacantes deu uma segurança maior para defesa e ao mesmo tempo deu maior força ofensiva com o apoio de Misael e Welington pelos lados, por conseguinte, diminuindo a dependência do ausente 10.

    Apesar do time ter empolgado neste jogo, penso que nos cabe esperar um pouco mais para ver se está formação ganhará massa nas próximas rodadas.

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  11. Por sinal, a Alemanha campeã também tinha o seu 10, Cross era o cara que armava a jogada no selecionado alemão.

    A única diferença é que no futebol de hoje todos devem saber marcar é tocar a bola, coisa que muitos não sabem fazer no Brasil… Seu exemplo sobre Capanema foi muito persistente.

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  12. Torcedor é assim mesmo, o Souza fazia tudo o que o Cearense fez ontem e foi execrado, marcava, passava , se atrapalhava, perdia gol e foi execrado, e o Cearense até craque do jogo foi, te contar!
    Se o Dado colocar o Recife fazendo a função que Jonatan fazia com o Capanema e Fahel e mais um meia, aí dá pra acreditar na subida.

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    1. Meu amigo, não seja cego. O futebol é fácil de ver, basta olhar. Cearense não é craque, nunca foi ou será, mas faz o seu trabalho. Produz para a equipe. Roubou a bola no lance do primeiro gol ontem e deu simplesmente o passe para o segundo. E você vem comparar justo com o Souza, que mal se mexia em campo e ainda tirou a bola que ia na direção do gol contra o CRB? De fato, teimosia é uma arte.

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  13. Acácio, leio o blog do Gerson diariamente e observo comentários absurdos do tipo ” traz Mazola de volta”” Fora Maia”. Gente, temos um treinador de primeira linha. Uma diretoria séria que está reconstruindo o nosso clube de uma forma como nunca foi vista anteriormente. Meu filho com 11 anos de idade exibe com orgulho o prazer de ser torcedor do PSC. É difícil você ver tantas injustiças e ficar calado. Hoje somos um clube respeitado em todo o país e todo esse todo trabalho começou lá traz com Vandick. Vamos parar de exigir sempre mais. O Valdivia genérico é um bom jogador assim como o Everaldo, e eu assino embaixo. O Betinho é matador, porém, se continuarem queimando os jogadores junto a torcida antes de chegarem fica complicado. Infelizmente, muitos do participantes de blog não acompanham, ou não entendem nada de futebol e querem simplesmente aparecer. Sou sócio torcedor de cadeira, vou a todos os jogos e afirmo, Alberto Maia vai levar nosso Papão bem mais longe do que todos imaginam.
    Detalhe: Não o conheço pessoalmente e nem quero, apenas sou coerente e apaixonado, assim como meu filho, pelo nosso PAPÂO.

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  14. Concordo Santiago. O Papão ainda vai alçar vôos mais altos. Tenho fé. Administração em futebol é isso mesmo: erros e acertos. Até os bilionários clubes ingleses cometem equívocos administrativos e erram na avaliação de jogadores a serem contratados, mesmo com um montante de dinheiro que lhes permita contratar os melhores jogadores do planeta. O Paysandu como time pertencente a uma região com pouco afluxo de capital e riquezas de um país com futebol economicamente emergente está mais sujeito a erros e por isso o critério na avaliação de atletas a serem contratados deve ser o mais rigoroso possível sob pena de deprimir um capital de que o clube não dispõe. Todo o cuidado é pouco.
    Amigo Celira, também gosto de craques e foras-de-série, sobretudo no ataque e na meiúca. De fato decidem jogos e amealham troféus, isso é indiscutível. E digo mais, talvez sejam os maiores responsáveis pela construção do imaginário coletivo sobre o futebol mundo afora. No entanto, acredito que com os atuais métodos de treinamento e posicionamento praticados nos grandes centros do futebol mundial um time (bem treinado) de bons jogadores pode ter um desempenho criativo e ofensivo altamente satisfatório a partir de um alto índice de aproveitamento de fundamentos como cruzamento, passe ou a “assistência” (como muitos hoje chamam o passe que deixa os avançados diante da meta). Infelizmente, ainda engatinham nesse aspecto por aqui…

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  15. Nicácio mandou um cheiro pra torcida de merda kkkkkkkkk falou q prefere uma feijoada do q a festa das bonecas kkkkkkkkkkkk mucura, nossa eterna piada kkkkkkkkkkkkkkkk Biro – Biro day kkkkkkkkkkkkk

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  16. Resumo do seu comentário:

    Comentário: Mano isso é falta de assunto e até de criatividade. O que é que 1X0 tem de histórico em um jogo de futebol,Se não me engano esse gol foi de costas do Biro,que ele nem sabia que tinha feito. Como em terra de cegos quem tem um olho é Rei,justifica-se a euforia,mas não justifica ter sido histórico ! Esse que formulou essa babaquice deve ser bem sofredor !

    Matéria: http://www.diarioonline.com.br/noticia-338774-.html

    Data: 29/07/2015 às 18:46:48

    Automensagem enviada pelo site.
    http://www.diarioonline.com.br
    Dizer que é fato histórico um jogo vencido por 1×0 por um dos dois participantes em um RExPA, é invenção de história o que seria até uma ESTÓRIA” É falta de assunto ou até de criatividade !

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