Homenagem ao gigante Alcino

Na passagem do nono aniversário da morte do atacante Alcino, grande ídolo da torcida azulina, cabe rever a homenagem do programa “Loucos por Futebol” (da ESPN) ao Negão Motora.

9 comentários em “Homenagem ao gigante Alcino

  1. Na atual conjuntura,tudo o que fizerem de homenagem ao negão motora,ainda será pouco. Na época em que nossos clubes vivem em constante escassez de gols,o Alcino,como outros, seria um verdadeiros rei do futebol.Foi meu adversário de clube e muito respeitado e as vezes temido,por nos torcedores do Papão.Não era jogador técnico,mas resolvia os problemas,com gols,as vezes desconsertantes para os adversários.Indisciplinado muitas vezes,chegou a ser molestado por torcedores,após enobar,fazendo gol de bumbum.Jogador irreverente,mas que sabia fazer gols que é o que a galera mais queria,Fez muita raiva para nos do Papão..Não teve reconhecimento dos azulinos,morreu praticamente na miséria,com pouco ou quase nenhum apoio de seus dirigentes e torcedores ! Jogou,já no fim de carreira pelo grande campeão,onde não conseguiu fazer sequer um gol.

    Curtir

  2. Não concordo com duas coisas,logo eu que já fiz comentário no poster anterior,exaltando o artilheiro. Primeiro ele não driblou toda a defesa.Foi um contra ataque rápido,no máximo dois zagueiros que não esperavam a velocidade e o goleiro. O goleiro do Papão,salve engano,era o Reginaldo,que também jogou na Tuna luso Comercial,como era chamada à época, 2. Não é e nunca foi a maior torcida no norte.Essa soberba nunca era pra existir em nenhum dos dois,já que sempre houve equilíbrio em matéria de torcida, O Alcino não teve reconhecimento .Poucos o ajudaram. Essa homenagem tardia era pra ter sido feita há anos,quando ainda tinha vida e enfrentava as maiores dificuldades,praticamente na miséria. Merecia muito mais que isso !

    Curtir

    1. Manoel, concordo com suas observações. De fato, num cenário ideal Alcino e tantos outros ex-grandes jogadores mereceriam reconhecimento, aposentadoria tranquila e vida digna. Infelizmente, o futebol no Brasil – salvo raras exceções – trata assim seus ídolos. Refiro-me a todas as regiões, não apenas à nossa e aos nossos clubes.

      Curtir

Deixe uma resposta