Um jogo para esquecer

POR GERSON NOGUEIRA

Foi seguramente a pior apresentação do time na Série B. Não mostrou articulação no meio de campo, agressividade no ataque e nem consistência na defesa. A equipe sofreu também com atuações individuais abaixo da crítica, como a do volante Fahel, que parecia fora de ritmo. Além disso, o segundo gol sofrido logo no recomeço da partida foi determinante para a derrota por 2 a 0. O consolo é que, apesar do resultado negativo e da perda da invencibilidade de oito jogos, o Papão se manteve em segundo lugar na competição.

Acima de tudo, é preciso compreender que o Papão perdeu para um candidato ao acesso. Mesmo abalado pela goleada de 4 a 1 para o rival Vitória na última rodada, o Bahia comportou-se à altura de suas tradições. Utilizando seis jogadores oriundos da base, conseguiu impor seu ritmo e construiu uma vitória com segurança, sem correr grandes riscos.

Os primeiros movimentos mostraram um equilíbrio entre os times, com concentração de jogadores no meio-campo. Depois dos 20 minutos, porém, o Bahia acelerou o jogo e, quando todo mundo esperava que fosse explorar as subidas de Pikachu, concentrou seus ataques pelo lado direito, em cima do lateral João Lucas.

Com os três volantes (Fahel, Capanema e Jonathan) falhando seguidamente no combate e na reposição de bola, o Papão tinha imensas dificuldades em fazer a transição. A situação era agravada pela baixa movimentação de Carlos Alberto, novamente dispersivo e sem criatividade. Um meio-de-campo não funciona sem volantes firmes e um armador dinâmico. O Papão não teve nem uma coisa, nem outra.

Na frente, somente Aylon mostrava a velocidade que o jogo exigia, quase abrindo o placar aos 13 minutos em boa escapada pelo meio da área. O problema é que não era ajudado por Leandro Cearense, que se perdia na marcação do Bahia. Pikachu, outra opção ofensiva, também pouco aparecia, preocupado em não desguarnecer o lado direito da defesa.

De sua parte, o Bahia tinha em Gustavo, Eduardo, Patrick e Jacó os jogadores mais perigosos, sempre criando boas situações e envolvendo a zaga paraense. Sem uma cobertura eficiente dos volantes, Gualberto e Tiago Martins ficavam expostos e batiam cabeça, falhando seguidamente.

O gol de Jacó aos 43 minutos confirmou a supremacia do Bahia em campo e expôs as deficiências de marcação do Papão. Minutos depois, já nos acréscimos, nova falha de Tiago Marins obrigou o goleiro Emerson a fazer o pênalti sobre Maxi. Na cobrança, o atacante mandou a bola longe.

Quando o jogo recomeçou, esperava-se um Papão reanimado e disposto a buscar o empate, mas logo a 2 minutos Jacó ampliou, aproveitando nova bobeira coletiva dos zagueiros bicolores.

Dado Cavalcanti trocou o inexpressivo Carlos Alberto por Edinho e Cearense por Souza, mas o time permaneceu travado, até porque a linha de volantes continuava a falhar, transmitindo insegurança a toda a defesa.

A situação só melhorou mesmo depois dos 35 minutos quando o Bahia começou a administrar, recuando em excesso. O Papão se animou e Edinho se aproximou de Pikachu permitindo boas arrancadas. Souza, lento e atrapalhado, ainda perdeu uma chance incrível. Mas não havia mais tempo e a vitória baiana, justa, estava garantida.

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Pelo olhar do técnico, nada funcionou

Dado Cavalcanti avaliou que o primeiro tempo foi de fato ruim, mas que na etapa final a equipe igualou as ações. Disse que a compactação do time estava boa, mas a saída era deficiente. Observou ainda que faltou finalizar, de média e longa distância. Em resumo, o time não foi o mesmo de outras jornadas.

Só não explicou o motivo de não ter substituído Carlos Alberto por Carlinhos. Como também não deixou claro manteve Fahel, com atuação desastrosa, por Augusto Recife.

Como alguns de seus jogadores, Dado reclamou bastante da arbitragem, atribuindo a ela parte de seus problemas. Um exagero. Apesar de falhar no aspecto disciplinar, árbitro não comprometeu na parte técnica. Aliás, foi até camarada, pois no lance do pênalti poderia ter expulsado o goleiro Emerson.

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O primeiro massacre ninguém esquece

Há quem analise o 7 a 1 histórico de Belo Horizonte como uma espécie de 11 de Setembro do futebol brasileiro. Descontado o evidente exagero, o fato é que o Brasil jamais se recuperou daquela sova de um ano atrás. Estava lá, ao lado de Carlos Castilho, Guilherme Guerreiro e Paulo Fernando. Acompanhei o massacre ao vivo, acomodado nas tribunas de imprensa do Mineirão, ao lado de jornalistas do mundo inteiro, igualmente perplexos com o desenrolar da partida.

Ao escrever a crônica daquele jogo, lamentei que o futebol – ao contrário de basquete e vôlei – não tenha pedidos de tempo para que os técnicos possam arrumar a casa em meio a uma tormenta. E aquilo ali foi bem mais que um vendaval, foi um tsunami de grandes proporções.

Os cinco gols marcados pela Alemanha em sequência matadora destroçaram o time de Felipão e cravaram um novo trauma na alma do torcedor brasileiro. Bem pior do que o drama de 50, a tragédia do Mineirão foi marcada pela humilhação. E a certeza de que jamais, nem em 300 anos, conseguiremos ir à forra.

Em retrospecto, cabe observar que a superioridade técnica dos alemães na Copa era reconhecida, mas ninguém em juízo perfeito imaginava um desfecho tão doloroso daquela semifinal. Jogadores como Dante, David Luiz e Fernandinho sequer viram a cor da bola. Felipão, ao lado do campo, estava mais perdido que todos. E continuaria assim na disputa do terceiro lugar diante da Holanda.

De bom naquela noite morna em BH, somente o encontro inesperado com o Placido Domingo no restaurante D. Lucinha duas horas depois da goleada. Gentil e compadecido de nossa desdita, o tenor espanhol disse ter sofrido ao ver tanta gente chorando no estádio e vaticinou a recuperação do Brasil na Copa de 2018. Generosa previsão, na qual obviamente nenhum de nós botou fé.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta quarta-feira, 08)

55 comentários em “Um jogo para esquecer

  1. Talvez nem seja o caso, amigo Gerson. Deve, sim, ser um jogo pra ser lembrado sempre como exemplo do que não deve ser feito. Como lembrado, nesse momento, deve ser um tópico premonitório de coluna recente em que você falou do “lado direito da rua direita”.
    Além da evidente deficiência de Pikachu na marcação, uma outra coisa começa a preocupar: o pouco caso em tentar superar essa deficiência, sem o que não passará de ídolo regional. Pior, esse problema já começa a afetar o rendimento de outro valor promissor. Depois de praticamente liquidar com o bom futebol de Djalma, agora é Jonnathan quem se perde nessa crise de identidade tática que ameaça a quem desempenha a tarefa de ajudar Pikachu fechar o “lado direito da rua direita”.
    Volto a defender que Dado deveria tentar usar o 3-5-2, contra o Macaé, aproveitando a ausência do lateral titular, barrando o Carlos Alberto, gasto certo de uma substituição, colocando o Jonnathan pra fazer a função de meia, tornando o time mais compacto e talvez mais dinâmico. Ontem, o Papão atraiu o Bahia mas acabou sufocado por sua própria tática, pois não soube explorar os espaços abertos na defesa do time baiano, daí ter sido amplamente dominado.

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  2. Bom dia Sr, Gerson e a todos, Foi perfeita sua análise sobre o jogo .como perfeito é todo mundo saber,que tem dia que nada dá certo para um time de futebol,como na própria vida do ser humano. Ontem foi esse dia pro Paysandú.Pior jogo dos onze realizados,O time não se entendeu o tempo todo,Foi um festival de passes errados,Ao tomar o primeiro gol,perdeu-se ainda mais,Acho que a supremacia que você tão bem evidenciou e que aconteceu do time do Bhaia,deveu-se muito à inoperância do Paysandu,desde o início do jogo. Tenho sempre observado as dificuldades do Papão,quando sai atrás no marcador,para reverter situações,mas claro que já aconteceu nesse próprio campeonato.Foi um dia pra esquecer, A sorte é que o time fez poupanpa antecipada e teve crédito para gastar,tanto que permaneceu em sua privilegiada segunda posição,mas abrindo um sinal de alerta de que nem tudo é só maravilhas.Creio que o Técnico,inteligente como o é,deve ter observado seus próprios vacilos,como a manutenção do C. Alberto que você citou com muita propriedade. Aos adversários secadores,parabéns pois merecem ter alguma alegria. Agora time bom é assim.,perde e não cai de sua posição ! Que continue assim,mas voltando a vencer.

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  3. Concordo com o escriba que ontem foi o pior jogo nesta série B, porém, não é para se esquecido não, dele deve-se tirar as lições de como o Paysandú não deve atuar nas próximas partidas.
    Vi um time muito encolhido e como os sucessivos toques laterais que só facilitaram as coisas para o Bahia que ao adiantar a marcação forçava o erro bicolor e que em nenhum momento ganhou a segunda bola. Só por ai, já dava para perceber que a inoperância de Carlos Alberto somada a de Fahel iriam cobrar o seu preço na defesa bicolor demais sobrecarregada pelo bate e volta do “rifar” a bola!
    O Paysandú teve a competência de somar pontos nas primeiras rodadas que dão ao time a condição de se manter em segundo lugar ao final dos resultados da 11ª rodada.
    É chover no molhado dizer que precisamos de armadores, cabeças pensantes na equipe. E outra, acredito que pelo que fez ontem, Sousa tem que pegar o beco, é melhor pra ele, que deve estar doido pra voltar para Salvador, e para o Paysandú que se livra do alto salário que até aqui só deu custo sem nenhum benefício.
    Cito dois momentos que ele mostrou toda a incompetência, o primeiro foi ter metido a cabeça quando a bola tinha endereço certo causando o seu impedimento e a anulação do gol bicolor, e em outra quando teve sozinho, cara a cara com o goleiro baiano a chance de fazer e a bola “espirrou”, como se diz na sinuca.
    Carlos Alberto não tem condições de armar as jogadas do time, é muito lento e faz tempo que não realiza um bom jogo, também não colocaria o Carlinhos a não ser que este finalizasse de fora da área, mas como um jogador enceradeira, iria facilitar mais as coisas para o Bahia.
    Perdemos para um série candidato ao acesso, menos mal que a derrota aconteceu no campo do adversário onde ele era o favorito, mas o Paysandú terá que refletir bastante o seu modo de jogar pois p Bahia deu a dica de como anular o Papão, porém, diferente do Atlético-GO, o Bahia teve preparo físico para manter a toada até o apito final da partida.
    Faltam 43 pontos para o acesso, só depende do Papão!

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  4. Pikachu jogou mal e deu mais um piti. Merecia ser expulso direto. Fez duas faltas em jogadores diferentes , duras, no mesmo lance e quase bate no árbitro, que foi frouxo e poderia ter aplicado o segundo amarelo pela intensidade da reclamação. Se não tivesse dado o amarelo poderia sacar o vermelho de cara. Precisa baixar a bola.

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  5. Foi um jogo para esquecer mesmo! A inoperância do meio, tanto para o ataque como para defesa, foi uma das causas para o atropelo baiano.

    Quase todos jogaram mal, mas os destaques negativo são: Carlos Alberto (pior do que o habitual), Fahel (foi contemplar a beleza da arena) e Souza (poderia ter feito um gol e ainda atrapalhou outro possível gol – reserva mais do que merecida para Cearense).

    Sobre Dado, que levou um nó de Sérgio e não soube sair dele, espero que reveja o plano tático, pois tanto Yago como João tem formação ofensiva e são boas e principais armar de ataque do alviceleste, logo, não podem estar tão presos a marcação.

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  6. Leandro Carvalho de sub 20 não tem nada..mas enfim. hora de recolher o pão de forma.

    Enquanto isso o comentador..
    ..reverter quadro..equipe encorpada e tome chupada de meia…-

    -Sábado tem mais um ato

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  7. Mas que sofrência com esse time. Técnico que estuda o adversário é outro nível, bastou anular o Picachula que não rendeu nada em campo, quando recebe marcação melhorada seu futebol some completamente E AINDA QUER IR PRA SELEÇÃO com esse futebolzinho. E para completar começa a dar PITI, comprometendo sua equipe já que pode ser expulso, ontem o árbitro foi bom em não aplicar o vermelho direto. Contra o Macaé sei não se ainda fica no G4.

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  8. Concordo com J.P.Amorim quando diz que pro bicola seria melhor o 3.5.2 mas não com o Jonatan no meio, já que esse é limitado demais para a tarefa, colocaria então o Edinho que é craque e está sendo sub utilizado no time. Porém o Dadinho é igual a mula quando empaca, não vai sair do seu sistema de jogo, por isso perdeu o campeonato e a Copa Verde.
    Engraçado é o Lisboa escrever com o “sotaque” lusitano!

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  9. De fato, Harold, Leandro Carvalho não tem nada de sub-20. O jogador, pela qualidade técnica que tem, é melhor que Misael é poderia funcionar num banco de reserva, todavia, sua cabeça atrapalha seu futebol, fazendo com que não seja aproveitado. Por sinal, este parece ser um problema de Dado. Ele utiliza muito pouco a base bicolor. Leandro não teve vez no paraense (time fraco) e no brasileiro foi no banco uma única vez.

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  10. Dado terá que armar bem o PSC neste importante jogo contra o Macaé (imagino que a meta era três pontos), pois o time do Rio joga muito pelos lados do campo (ponto fraco do Papao). Insisto! É hora de pensar no 3-5-2 para que Yago (não joga contra o Macaé) e João Lucas tenham liberdade e funcionem como válvula de escape na saída de bola.

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  11. Mucura morre afogada na Bahia kkkkkkkkkk e o pior de tudo, perdeu pro feijão kkkkkkkkkk é por isso q eu digo: mucura nossa eterna piada kkkkkkkkkkkk

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  12. Pikachú quando não rende tende a fazer um show deprimente com os seus ridículos pitis. Ontem quando pegava na bola parecia que não tinha pernas para correr e somente tocava a bola para trás, isto quando não a perdia.
    Do outro lado a nosso lateral esquerdo foi muito bem marcado e foi peça infértil em campo.
    Um jogo ruim mesmo. Mas vamos aguardar o próximo jogo, acredito que o time entrará melhor e trará os três pontos necessários para continuar no topo da tabela.

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  13. Também percebi que a arbitragem usou de dois pesos e duas medidas. Enervando o time bicolor, mas não foi o principal fator contribuinte. O time fez a pior apresentação e que o time, como um todo, reflita sobre o que não deu certo.

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  14. Um detalhe, a sorte de campeão está do nosso lado, para desespero dos secadores. Todos os resultados de ontem contribuíram para que o Papão continuasse em segundo lugar.
    A derrota de ontem pode vir a ser um divisor de águas e que tais erros não se repitam no futuro!

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  15. 💭 pensamento do dia 💭
    quando as casas de Belém tavam cheia de louças na pia .
    Em salvador mais um gol do Bahia Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  16. Duas coisas: 1- A bola cabeceada pelo Fahel ia pra fora, portanto, Souza não prejudicou um gol. Aliás, ele é menos pior que o L. Cearense, pois ao menos consegue matar uma bola com alguém fungando no cangote dele, enquanto o L. Cearense é totalmente inoperante em um jogo pegado dessa natureza.
    2- É exagero dizer que o L. carvalho é melhor que o Misael, até temerário que um dia será. Fui ao jogo, hoje pela manhã, e constatei, triste, que ele involuiu. Fui, também, obrigado a concordar com o que afirma Cláudio Santos, embora não ache verdade absoluta, mas é nítido que o treinador do Papão é bastante responsável por Leandro desenvolver seus defeitos e atrofiar suas virtudes. Passou o jogo tudo querendo fazer tudo sozinho, prejudicando o time. No final, parece que já cansado, resolveu tabelar com aquele outro avançado com cabelo de membro da Terror Bicolor, por, sinal muito bom jogador, aí recebeu a bola livre e fez um belo gol. No entanto, repita-se, contando com a omissão do treinador, jogou o tempo todo sozinho e nada acrescentou ao time.

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  17. Eu tentaria modificar a peça que deveria ser a valvula de escape do paysandu e não está funcionando, que eh o carlos alberto. Penso ser ele a causa do paysandu estar tendo muita dificuldade para jogar nos ultimos jogos.
    O papão sempre saiu muito bem pelo lado direito com o pikachu e o johnatam aproximando (as vezes o ailon).
    Perceberam isso e começaram a botar sempre um atacante veloz em cima dele, dificultando a sua vida, pois ao mesmo tempo que ficava muito marcado pra sair, se saia era um deus nos acuda quando perdiamos a bola. Pra completar o johnatar não tem feito a sua cobertura com tanta eficiência. Quem começou com essa tática foi o vitória, e depois o Atlético Goianiense, jogos em que o pikachu ficou extenuado.
    O dado percebeu e o paysandu passou a utilizar o lado direito para o desafogo, com o jorge lucas que foi muito bem sucedido no jogo contra o atletico goianiense.
    Pois bem, o Bahia então jogou jogadores velozes nas duas pontas segurando nossos dois laterais, e aí o bicho pegou pois os zagueiros saiam com a bola, passavam para a direita e a bola voltava, passava pra esquerda e a bola voltava, passavam pros volantes e a bola voltava…
    Essa era então a hora do carlos alberto aparecer pro jogo. Se movimentar para receber a bola e dar andamento da jogada, para o ataque. Mas não..
    O que ele fez? se escondeu atrás dos volantes e sumiu do jogo e quando recebia um passe recuava a bola pros zagueiro que entam começavam a tocar de lado ou tentavam um lançamento para os atacantes que sempre recebiam a bola rifada e de cruzamentos longos.
    O Bahia retomava rapidamente a bola e começava tudo de novo.
    Assim foi todo o primeiro tempo.
    Acho que o dado precisa realizar testes nesta posição, tentar o madureira sei lá, mas tudo com muita calma pois o papão tá muito bem na competição, pois se não é uma graaande equipe as outras estão na mesma barca.

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  18. Alguma falam escribas, qual o motivo de não falar Meia Cancha?!
    Apesar de ser novo, minhas leituras passam por Tostão, Gerson, Paulo Vinicius Coelho e José Maria Trindade, portanto, palavras como estás são comuns na minha leitura diária esportiva. Acho bacana esse termo.
    Arranja algo de interessante para falar, ao invés, de se preocupar com os termos lingüísticos dos demais, fica a dica!

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    1. Amigo, sou um sujeito aberto a críticas, principalmente quando no sentido construtivo. Entendo que aprendemos sempre, do primeiro ao último minuto de nossas vidas. Mas, queira desculpar a franqueza, procuro aprender com quem tem a ensinar, ainda mais a respeito de conhecimentos específicos da minha área. Lamento não ter conseguido entender o objetivo real de sua mensagem. De resto, terei muito prazer em observar seus ensinamentos quando escrever de maneira clara, objetiva e gramaticalmente correta. Abraços

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  19. O q será q aconteceu com o aposentado pela avó? Quando ele some os fakes também somem, repararam isso?

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  20. O jogo de ontem talvez abra os olhos dobtorcedor, o campeonatove longo dificil e se animar com vitorias em casa nao e indicativo de acesso , porem mostrou tambem que o time do Paissandu , e provido de uma sorte mostruosa pois sequer perdeu a segunda posicao do camopeonato.

    Sobre os inesqueciveis 7×1 no mineiraco do ano passado , um ano se passou e ninguem fez nada o Brasil continua tendo os seus dantes e fernadinhos dentro da cupula do futebol brasileiro , sendo assim certeza de que o futuro reserva mais um duro golpe pro torcedor brasileiro.

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  21. Caro Gerson, deveria ter dirigido a minha mensagem para quem de destino.
    Minha referência não era para você. Perdão se o fiz pensar assim, mas é que tem cada um que se preocupa com o umbigo dos outros.
    O corretor do celular as vezes faz a escrita estar equivocada.
    Abraços

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