Negócios da China

POR GERSON NOGUEIRA

Robinho deixa o litoral santista e dá uma guinada de 180 graus para ganhar fantásticos R$ 3,8 milhões mensais no generoso futebol da China. O Barcelona oferece 80 milhões de euros pelo novato Pogba, jogador mais assediado na janela europeia. O Liverpool se arrisca a pagar R$ 140 milhões para ter Roberto Firmino. O Bayern de Munique abre a carteira por um valor quase igual para contratar Douglas Costa. O Milan anuncia a aquisição do brasileiro Luiz Antonio por outro pequeno container de grana. Oscar deve deixar o Chelsea e migrar para a Velha Bota, também a peso de ouro.

Exemplos milionários que vêm confirmar a maluquice que toma conta do futebol mundial, cada vez mais guiado pelos investidores e por dirigentes que parecem não enxergar que os custos estão chegando a níveis estratosféricos, que logo serão impossíveis de bancar.

A ciranda internacional em torno de jovens atletas, alguns de talento duvidoso ou ainda por se consolidar (como Pogba e Firmino), afeta diretamente o trôpego mercado nacional da bola, onde os clubes continuam a vender o almoço para comprar a jantar, mas fazem pose de endinheirados.

É previsível que quando a corda se romper lá na Europa a coisa certamente desaguará por aqui, com consequências imprevisíveis. O Real Madri, de tantas contratações vultosas, parece estrategicamente moderado neste meio de temporada. Não anunciou nenhuma contratação de peso, nem mesmo se atreveu a entrar no leilão por Pogba, talvez esperando o momento certo para dar o bote.

Assusta a volúpia com o que os clubes europeus se movimentam, ávidos por novidades e aparentemente preocupados em não perder nenhuma corrida para os rivais, encaminha o mundo da bola para rumos incertos.

Assusta mais ainda a maneira caótica e claramente amadora com que os clubes brasileiros se comportam, quase todos, no processo de formação e negociação de atletas. Raramente as transações resultam em faturamento usado com sabedoria, com reinvestimento no próprio clube e nas sempre menosprezadas divisões de base.

O São Paulo, modelo de gestão há até alguns anos, torna-se refém das mesmas mazelas dos demais clubes. Enredado em dívidas com atletas, sem o planejamento adequado para a temporada deficitária que se desenha.

Ao mesmo tempo, alguns outros gigantes do futebol no Brasil se aventuram em contratações perdulárias e de alto risco. O Palmeiras contrata um jogador a cada semana, às vezes dois. Mesmo tendo acabado de inaugurar um estádio caríssimo, que mobilizou milhões de reais, o clube abraça o plano kamikaze de voltar a vencer a qualquer custo.

O Corinthians, que fez o mesmo há dois anos, agora arca com o repiquete. Sem dinheiro em caixa, comemora a construção de um estádio igualmente moderno, mas é obrigado a tirar o pé do acelerador quanto a investimentos no futebol.

Os clubes do Rio, bem, são os clubes do Rio. O Flamengo deu indícios de que iria trabalhar com austeridade, mas aos poucos afrouxa os laços e desanda a contratar. Pagar R$ 600 mil de salários a um atleta no Brasil é prova mais do que eloquente de insanidade. Pois o rubro-negro do Rio acaba de firmar isso com o peruano Guerrero e ainda sonha com Valdívia.

Cruzeiro e Atlético, curiosamente, vivem situação menos angustiante. Devem muito também, mas acumulam excelentes desempenhos em campo nos últimos três anos. O Cruzeiro efetuou um desmanche no final de 2014 e se prepara para um ano sabático. O Galo desistiu de loucuras desde que Ronaldinho Gaúcho passou por lá.

A gastança generalizada, aqui e no mundo, suscita uma velha indagação: ao fim e ao cabo, quem vai pagar toda essa conta?

————————————————————-

Do lado direito da rua direita

O Papão lidera a Série B, empreende uma campanha surpreendente, celebrada por todos. Está em lua-de-mel com seu torcedor. A trajetória é tão positiva que muitas vezes inibe críticas ao time ou ao sistema de jogo. Mas não existem equipes perfeitas e criticar é o papel do analista esportivo.

O lado direito, razão maior das preocupações do técnico Dado Cavalcanti, como já havia sido de seu antecessor Mazola Jr., segue inquietando a todos na Curuzu.

Curioso é que por ali trafega também o maior talento do time. Pikachu, lateral-direito de origem, principal jogador e um dos goleadores do Papão. Titular absoluto e inquestionável. Sob suas costas, porém, floresce uma imensa avenida que os adversários já mapearam e procuram explorar.

Mesmo o confuso Atlético-GO, adversário de terça-feira, tentou se dar bem investindo por ali. Forçou ataques seguidos e quase conseguiu chegar ao gol no primeiro tempo. Antes, o Vitória também buscou atalhos no finalzinho da partida, criando bastante desassossego.

O jogador que tem funcionado como escolta de Pikachu é Jonathan, mas nem sempre este se mantém de guarda quando é necessário. Mas antes de fazer qualquer juízo a respeito, cabe observar que, pelas próprias características, Jonathan é muito mais meia do que volante, mais homem de ataque do que de retaguarda.

Capanema ainda é o mais caprichoso vigilante da ala direita da defesa e talvez fosse o caso de ser oficializado por ali. O diabo é que também marca como poucos, respondendo pelo policiamento à entrada da área. Dado deve estar queimando pestanas com essa dúvida inquietante, ainda mais levando em conta as arapucas que aguardam pelo Papão na Arena Fonte Nova.

————————————————————

Tio Sam apavora Marin e amedronta seus elos

Poucas notícias devem ter alarmado tanto alguns donos do futebol no Brasil do que essa investida norte-americana para extraditar os dirigentes da Fifa apanhados com a boca na botija na Suíça. Caso seja transferido para solo ianque, José Maria Marin arrisca-se a pegar uma pena de 20 anos, que pode ser amortizada caso colabore com a Justiça entregando parceiros e aponte elos das bandalheiras da CBF no Brasil.

Será divertido ver como o instrumento da delação premiada, tão celebrado por alguns veículos de nossa velha mídia, por razões outras, pode se voltar contra os poderosos e verdadeiros donos do negócio futebolístico no Brasil.

(Coluna publicada na edição do Bola/DIÁRIO desta sexta-feira, 03)

22 comentários em “Negócios da China

  1. Apesar de azulino, não seco a coisa listrada. Isto posto, digo, e digo bem, que muito dos resultados bicolores têm a participação direta de Dado na equipe. O time deu liga, o que tem a ver com salários em dia, sim, mas muito mais com obstinação e capricho da comissão técnica. Considero Jonnathan o companheiro ideal de Pikachu na direita simplesmente porque atacar e defender envolvem riscos e, penso, é melhor arriscar atacar que defender, pois com a bola próxima da própria área, a chance de tomar gol aumenta. Com a defesa que tem, o rival não é time de apostar em contra-ataque, embora produza quando precisa de velocidade. Não teria nenhuma dúvida em pôr Jonnathan ao lado de Pikachu na direita, e Capanema à frente dos zagueiros, mantendo A. Recife centralizado ao mesmo tempo e mais um meia de armação, qual seja. O Paysandu pouco precisa de um centro-avante clássico, já que conta com Leandro Cearense em boa fase, ou o Aylon mesmo, que também não é centro-avante e um ou dois pontas que se movimentam bem, inclusive Pikachu é um ponta às vezes. O que se diz do rival que tem um elenco que mantém um padrão de jogo. Continuando assim, enquanto os adversários não se adaptarem ao estilo de jogo, o Paysandu ficará bem na tabela. É claro que volume de jogo, que quer dizer variação de jogadas, tem sido bom, mas porque há opções. Melhorar esse aspecto é necessariamente investir no ataque. Simples assim. Não estou dizendo que o time vai cair de rendimento, nem que tem contado com a sorte, não é isso, o rival tem jogado bem, mas no limite da qualidade técnica, tendo pouco espaço para evoluir como equipe, e isso deve começar a aparecer daqui a algumas rodadas. O que estou sugerindo é que algo precisa melhorar, já que não há vitórias incontestáveis até aqui, mas por placar apertado, em jogos que se o adversário saísse vencedor também seria considerado normal, ou justo. Administrar o risco é papel do técnico, nisso tem acertado a mão o Dado, mas o campeonato vai apertar e é preciso pensar em como evoluir para não ser superado.

    Aliás, há tão poucos (armadores) por aí desde que a febre de volantes foi estabelecida por Parreira, seguida por Dunga, Felipão e retornado com Dunga que já nem sei direito o que faz um armador. E de tanto que a qualidade dos centro-avantes caiu, diria um observador menos avisado, com razão, que centro-avante é um cara treinado para perder gols, dada a seca de goleadores desde o Fenômeno. Vi uma análise do Luis Roberto, narrador da Globo, no Jornal da Globo, em que ele tentou explicar a queda de qualidade da seleção. Usou, para isso, Ganso e Pato que, francamente, não estão mais entre os selecionáveis, aliás, até quando estavam em condições técnicas, não estavam. O argumento, risível de tão prosaico, era o de que os jogadores dessa geração foram formados pensando apenas em jogar na Europa, e que, por isso, não têm compromisso com a seleção. A análise desconsiderou (simplesmente), que o futebol não é levado a sério, nem por dirigentes, nem pela própria emissora. Ora, toda a seleção da Alemanha, Holanda e Espanha, e vou incluir a da Argentina também, todas as melhores seleções em atividade, são feitas de atletas milionários, de sucesso, na Europa. O comentário, infeliz até a alma, é um assédio sobre o atleta. Se a seleção sofre com maus resultados, isto se deve muito mais aos treinadores, que convocam e treinam mal os atletas. Eles, os treinadores, trabalham mantendo a base, a coerência e a filosofia de trabalho, sem dar resultado, no entanto. Não considero que o problema, há gerações, esteja nos atletas, mas na forma amadora e irresponsável com que se lida com o futebol no Brasil. Torço para que o FBI realize investigação que tenha consequência drástica sobre a CBF, a ponto de subverter o estado de coisas atual da entidade.

    Curtir

  2. Pra você ver como não são tão açodados como cartolas brasileiros que os do Real Madri, por exemplo, não entraram em leilão pelo Pogba, talvez o mais elegante jogador da atualidade e um cracaço de bola. Claro. Quem tem Toni Kroos, Isco e James Rodriguez vai precisar de mais dor de cabeça.
    Quanto ao Firmino, não deve nem ter sido visto na Copa América, algo que só ocorreria se houvesse a presença dos EUA permitindo a veiculação do evento para o restante do mundo. Sua contratação é muito mais pelo que fez jogando no Hoffenheim e em alguns amistosos mais vistos.
    Em relação ao lado direito do Papão, tenho comentado reiteradas vezes essa situação aqui neste generoso espaço há algum tempo, inclusive naquilo que considerei um equívoco do Dado, quando tirou o Jonnathan contra o Vitória e a vaca só não foi pro brejo porque entrou em ação aquela mágica sorte de campeão.
    Defendo, ainda, que Jonnathan possa ser burilado e testado como meia de ligação, exatamente pelo seu traquejo em receber a bola de costas e saber chegar ao ataque com rapidez. Assim, o time poderia entrar com Fahel, Capanema e Fernando para manter sempre um volante no auxílio a Pikachu, contando também com um time mais compacto, já que Jonnathan é muito mais participativo do jogo coletivo que C. Alberto.
    A extradição do Marin talvez explique os boatos de venda da Rede Globo para a BBC de Londres(quem seria o testa-de-ferro usado pra burlar a Constituição Federal que não permite estrangeiros explorarem serviços dessa natureza?); e sua delação o argumento pra que o preço baixe dos astronômicos U$480 bilhões. Será?

    Curtir

  3. Pois e Gerson o que uma convocação pra Seleção nao faz, Firmino um atheta comum, limitado e que na minha opinião nao tem futebol pra vestir a amarelinha sendo negociado por muitos milhoēs, e ai nao tem como nao ficar com a pulga atras da orelha que tem maracutaia nesses negocio das convocação.

    Curtir

  4. Abordei, Gerson e amigos, esse tema sobre o Yago na Turma do Bate Papo, no último programa, em que estava o zagueiro Thiago Martins… Nos jogos do PSC, já vinha falando isso aqui nos comentários on line… Jhonnatan, na minha modesta opinião, não seria o jogador ideal pra jogar por ali… Quando Yago sai, muitas vezes o Jhonnatan sai também e acaba, num contra ataque, o atacante do time adversário pegando mano a mano com o Thiago Martins e leva todas, pois o atacante está de frente e o zagueiro, de costas e sem cobertura, por isso é um Deus nos acuda lá atrás. Thiago disse que não é uma orientação do Dado, pra que os 2 subam ao mesmo tempo, logo, presume-se que seja um erro do Jhonnatan.. Penso que a entrada do lateral Luiz Felipe, no lugar do Jhonnatan, não afetaria a estrutura da equipe… Outra saída, penso eu, mas mexendo um pouquinho nessa estrutura, seria a entrada do Fernando, fazendo o Capanema trabalhar mais na cobertura efetiva do Yago e o Fernando fazendo a do Capanema..Mas penso que essa 2ª opção, seria mais pra um jogo fora de casa… Preferia a primeira.. Resta saber se o Luiz Felipe já está no melhor de sua condição física.

    É a minha opinião.

    Curtir

  5. Primeiro sobre o PSC.

    Sobre o problema de cobertura no setor direito do time, penso que futuramente (time que está ganhando é difícil mexer), Dado poderia migrar o esquema para um 3-5-2 com a finalidade de proteger o setor e dar liberdade ao seu melhor jogador (Yago).

    Deste modo, poderíamos ver a defesa com Thiago, Gualberto e Pablo; o meio com Yago, Capanema, Jonhatan, Carlos Alberto e João Lucas e, o ataque com Cearense e Aylon.

    Para finalizar, digo que, evoluirbtaticamente é necessário em um campeonato longo é a variação tatica que permitirá vitórias.

    Curtir

  6. Por ser um campeonato longo e desgastante a série B tem algumas peculiaridades que se bem aproveitadas geram bons frutos ao final da classificação. No início desta, era cantado em prosa e verso, principalmente por amigos torcedores de Bahia, Vitória, Náutico, Santa Cruz e Ceará, que o time paraense seria o adversário ideal para somar pontos, julgo, na minha humilde opinião, favas contadas, ou seja, os três pontos mais fáceis que teriam ao enfrentar o Paysandú quando este fora o visitante.
    Surpreendentemente, após as duas garfadas que geraram as duas únicas derrotas do time de Belém até aqui, o Paysandú mostrou a todos, inclusive à própria torcida, que não era mais aquele time do parazão, copa verde, e das pífias campanhas sejam elas na série B de 2013 ou C como foi no ano passado, na primeira fase antes do retorno do Mazola. O time do Paysandú, embora apontado como um dos prováveis times que estarão na série A em 2016 pelos site especializado, eu, na minha condição de torcedor que estava “desconfiado” como o que viria, não via bem assim.
    O Paysandú veio detonando adversários quer em Belém ou fora dos seus domínios, é claro que até agora, ainda não deu aquela goleada sobre ninguém, mas tenho que ver que não teve carne assada no cardápio bicolor, tivemos equipes bem postadas em campo e que dificultaram o máximo as vitórias.
    O Paysandú esta fazendo o certo, enquanto der tem que ganhar e acumular a famosa “gordurinha” que mais cedo ou mais tarde, pelo desgaste da equipe associada aos reforços dos adversários, as vitórias poderão ser mais escassas, mas até ai, é certo que continuando com esta toada, terá muito o que queimar e, se Deus quiser, no final das 38 rodadas, estar entre os 4 primeiros colocados que sobem para a primeira divisão nacional em 2016. Neste caso, um vice-campeonato seria muito louvável, mas se for o tri-campeonato brasileiro, melhor ainda, em resumo, o que vai valer mesmo é subir!

    Curtir

  7. Sobre o Brasil,

    Parece que os jogadores brasileiros vivem o futebol para realizar algo mais do que o sonho “americano” (isto já realizaram com salários gigantescos mesmo no Brasil). Eles querem ser estrelas, quase como astros do Rock. Não por acaso são cheios de marras e penduricalhos que nada tem a ver com o futebol. Para mim, isto é um dos fatores que contribuem para a falta de qualidade dos jogadores. Eles ainda não são nada, mas pensam que são estrelas de primeira grandeza.

    Curtir

    1. Todos são realidade na Europa, Augustinho. Agora, quanto a jogar muita bola, prefiro aguardar um pouquinho mais. Vê-lo, por exemplo, como atacante decisivo nas ligas europeias e no próprio campeonato italiano. Ainda está muito viva na minha memória a espetacular louvação em torno de Balotelli, lembra dele?? Pois é.

      Curtir

  8. Com todo respeito, Augustinho, devo discordar parcialmente de você.

    Pogba é muito bom jogador, mas longe de ser um grande craque para valer tanto quanto dizem que valem (penso que o argumento do Gerson é nesse sentido).

    Agora, de fato Pogba é muito melhor jogador que Firmino e Douglas (incluiria o Oscar também).

    Curtir

  9. Os valores dos jogadores de futebol realmente estão muito inflacionados, paga-se valores inimagináveis a jogadores comuns como Douglas Costa e Firmino, assim eu pergunto será que essa bolha um dia estourará?
    Na comparação entre Pogba, Firmino e Douglas Costa, vejo o primeiro como realidade e um dos melhores do mundo na sua posição, enquanto os outros dois são jogadores bem limitados e que na minha dos melhores de suas posições não ficariam nem no top 50.

    No que se refere ao Paysandu acredito que o maior desafio é não se acomodar e acreditar que está num patamar superior aos demais times. Na série B mais ainda que na série A todos os times estão nivelados, não existirá jogo fácil, então o objetivo deve ser tentar evoluir a cada jogo, buscando variações de jogadas para poder sempre surpreender os adversários.

    Curtir

  10. Amigo Cláudio,
    Ainda prefiro um 3-5-2, pois Yago pegaria a bola de frente e não afetaria seu estilo de jogo, como na alteração que sugeriste. Nas palavras do próprio Yago, “eu não gosto de receber a bola de costas para o gol, prefiro recebê-la de frente”.

    Curtir

  11. Vdd, mas o Balotelli fez diferença na Eurocopa.
    Pogba, decisivo não é, até porque não é atacante, mas é habilidoso, e modestia a parte é um jogo bonito de se ver.
    Caro Gerson, podemos afirmar que as promessas européias são mais promissoras que as brasileiras?

    Curtir

    1. Meu caro, decisivo pode ser até um zagueiro – Beckenbauer e Baresi eram assim. Meia-atacante, como Maradona ou Baggio, tinham poder de fogo para destroçar qualquer retranca. A questão aqui é de qualidade individual mesmo. Pogba pode vir a ser um supercraque, mas ainda não é. Balotteli não passou de nuvem passageiro, amigo. Promessas nascem aos montes e o artigo busca entender com um mínimo de ordem na barafunda em que se transformou o mercado boleiro mundial.

      Curtir

  12. Parabéns aos comentários do Lopes júnior,certo e preciso. Mesmo sendo remista declarado,teve o discernimento certo,aliás,pensa da mesma forma que vejo isso tudo.O Gerson inicialmente tocou na mosca,sobre a vunerabilidade que as vezes se torna o lado direito da defesa do Papão,justamente pelo que elê citou em relação as subidas constantes do Pikachu. Isso ficou e vai ficar cada vez mais evidente,refiro-me a exploração desse setor,pelos adversários,chegando a causar sufoco ao papão em muita oportunidades. Eles parece que já vêm conscientes da situação .Cabe ao técnico tomar as prividências cabíveis para evitar que transtornos não sejam ocasionados por essas circunstâncias, Fora isso,está tudo maravilhoso. O time está bem encorpado e solidário e merece o lugar onde está.Claro que não vamos nos julgar imbatíveis,pois isso não existe em nem um esporte e cada jogo é uma história, Que diga a nossa tão paparicada seleção,se é que assim se possa dizer ! Minha opinião individual !

    Curtir

Deixe uma resposta