Com programação prevista para 19h30, na sede social, a diretoria do Remo realiza nesta noite uma festa pelos 110 anos de fundação do clube, um dos mais antigos, populares e tradicionais do futebol brasileiro. Durante o evento, será apresentado o novo uniforme do clube e lançada a segunda fase do programa Sócio Torcedor.
“Vamos lançar o novo manto azulino, e já garantimos a pré-venda de 13 mil peças para o comércio. Além disso, vamos entregar simbolicamente a Camisa 33 para a torcida que leva o mesmo nome. Nenhum jogador vestirá mais esse número. O tabu ficará por conta dos torcedores”, explicou o diretor de marketing, Zé Lucas. A nova camisa oficial azulina deve chegar às lojas com preço entre R$ 125,00 e R$ 160,00.
A camisa leva a marca da fábrica inglesa Umbro, que confecciona os uniformes desde 2014. Vem no estilo alfaiataria inglesa, o que facilita a transpiração e se modela ao corpo. O uniforme 1 lembra a primeira bandeira azulina de 1905, todo em azul marinho com grafismo, já o segundo será branco com uma faixa transversal azul marinho. Os dois modelos possuem gola “careca”.
A segunda fase do programa Sócio Torcedor será lançada hoje, com grandes expectativas da diretoria. Os executivos Edu Pesce e Marcus Prestes, que trabalham no ST do Internacional (RS), cuidam da supervisão geral do programa.
Nas redes sociais, facções de torcedores têm se mobilizado para protestar contra a atual situação do futebol do clube. Um ato público foi marcado para a frente da sede do clube, na avenida Nazaré, na hora da festa. Ontem à noite, o ônibus da delegação foi acompanhado por veículo ocupado por integrantes de uma facção organizada, que não deixou que os jogadores tivessem sossego durante a travessia por balsa na rodovia Transcametá.
Correção: velório, não é festa.
Velório é uma cerimônia fúnebre em que o caixão do falecido é posto em exposição pública para permitir que parentes, amigos e outros interessados possam honrar a memória do defunto antes do sepultamento. Sua duração é variada: de poucas horas a mais de um dia, podendo inclusive acontecer durante a madrugada.
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Patrocínios do Remo não são suficientes sequer para pagar as prestações mensais junto à JT. Além deste débito, o clube ainda tem que pagar a folha, manter o CT adquirido recentemente e reformar o estádio. Decididamente, o quadro do paciente é irreversível.
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Oh! Sofrência!
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A inveja é uma merda, mesmo.
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Festejar o quê? inveja de quê prezado Cássio de Andrade?
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Prezado Cassio andrade, me responda sinceramente: O azulino tem algum clima para comemoração?????????????????????ou festa ???????????
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Amor mais que centenário, torna-se relicário. O azul reluzente, sagaz e apaixonado. Gerações infames não podem destruir a memória. Não passam, não passarão os bárbaros. O presente dos filhos da glória e do triunfo é a singela promessa da vida. Bárbaros, não manchem a história de amor maior de uma nação. Que os sinos dobrem por ti, Leão!
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Desde quando a cor azul marinho, fúnebre ou escuro, como queiram, pode ser reluzente. É muita falta de visão!
Inveja? De quê? De um time que tem a torcida mais masoquista do planeta? Nem a torcida do Ibis!. De um time que não sabe o que é disputar as principais séries do futebol nacional desde 94? De um time que ficou seis anos na fila para conquistar um título nada convincente pois apanhou mais do que bateu?…, égua meu, isso não é mais nem cachaça, é loucura mesmo! “Tidizer”.
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